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4 métricas que todo empreendedor deve conhecer para alavancar o negócio

Se você tem um negócio, seja pequeno, médio ou grande, sabe que é importante ter um planejamento e criar ações que vão ajudar no crescimento da empresa.

 

Porém, você sabe como acompanhar os resultados dessas ações e o que elas indicam?

 

Confira 4 métricas que podem ajudar no crescimento da empresa e que todo empreendedor deve calcular em seu negócio.

O que são métricas?

Antes de conhecer as métricas relevantes para o seu negócio, é importante entender o que, de fato, são métricas.

 

Uma métrica é uma medida quantitativa do nível de sucesso de alguma ação. É através dela que você pode entender o que deu certo ou o que deu errado em seu trabalho.

 

As métricas, porém, não devem ser confundidas com os indicadores. Eles trabalham juntos, mas não são a mesma coisa.

 

Os indicadores são criados a partir das métricas. Eles também são feitos de forma quantitativa e geralmente são colocados em forma de percentual e probabilidade.

 

Por exemplo, uma métrica de 500 computadores vendidos depois de uma ação da empresa, pode se tornar o indicador: 50% dos computadores em estoque foram vendidos.

4 métricas que vão garantir o sucesso do seu negócio

Agora que você já sabe mais o que são métricas e a diferença entre indicadores, confira 4 delas que são essenciais para que todos os empreendedores conheçam.

1) ROI

O retorno sobre investimento, ou em inglês Return On Investment, é, como o próprio nome já dá a entender, os retornos que foram gerados em um investimento feito.

 

Essa métrica é muito importante e deve ser muito bem acompanhada para que não sejam feitos investimentos que geram baixo ou nenhum tipo de retorno.

2) LTV

LTV significa, em inglês, Lifetime Value, o que quer dizer valor do ciclo de vida do cliente.

 

Através dela você consegue entender qual foi a receita gerada por um cliente durante toda a sua jornada de compras na empresa. Ou seja, quanto o cliente gastou e quantas vezes ele comprou em sua loja.

 

Ela pode trazer insights valiosos sobre o customer experience, como nível de satisfação e retenção de um mesmo cliente.

3) Ticket médio

O ticket médio é uma das métricas mais conhecidas e mais utilizadas pelas empresas.

 

Ele calcula qual a média de gastos que um cliente faz em sua loja. É ideal manter um ticket médio alto, o que significa que um mesmo cliente gasta mais quando compra em sua loja.

 

Fazer uma ação para incentivar a compra de itens que combinam, por exemplo, podem ajudar a subir o ticket médio da sua empresa.

4) Churn

Essa métrica calcula a quantidade de cancelamentos de clientes ou de receita perdida em um período de tempo.

 

Ela é fundamental para prestadores de serviço ou vendedores que trabalham com assinatura de produtos, já que eles precisam manter a qualidade e o nível de satisfação dos clientes alto para que o negócio tenha sucesso.

 

E você? Já conhecia essas métricas?

 

Se ainda não aplica nenhuma delas em seu negócio, conte com a ajuda de um consultor financeiro para te ajudar a alavancar cada vez mais a sua empresa.

 

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Como funciona a carga tributária para pequenas e médias empresas no Brasil?

Muito se tem dito recentemente sobre a proposta da Reforma Tributária que está em discussão no Congresso Nacional.

 

Mas, afinal, o que é carga tributária e como ela atinge as pequenas e médias empresas?

O que é carga tributária?

A carga tributária é a soma dos impostos arrecadados pelos governos federal, estaduais e municipais em relação ao PIB Nacional. Segundo a Receita Federal, essa carga foi de 31,64% do PIB no ano de 2020.

 

O sistema tributário brasileiro, instituído pelo Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966), possui mais de 60 tributos diferentes entre taxas, impostos e contribuições, a depender do nicho e porte da empresa.

 

Mas, de forma geral, os tributos são divididos em quatro grandes áreas: consumo, folha de pagamento, patrimônio e renda.

Regras de carga tributária para pequenas e médias empresas

As micro e pequenas empresas possuem alguns benefícios fiscais. O governo federal criou o SIMPLES Nacional, que é um modelo simplificado que reúne os principais impostos a serem arrecadados em um só.

 

As médias empresas, embora não participantes do SIMPLES, também acabam contribuindo sobre os mesmos tributos.

 

Além do porte e nicho da empresa, é importante também se atentar ao seu regime tributário.

 

Com essas informações é possível saber quais impostos e alíquotas sua empresa deverá pagar.

Quais são os impostos que devem ser pagos?

Em termos gerais, as pequenas e médias empresas brasileiras pagam 8 (oito) tributos, divididos entre os três entes da federação. Saiba quais são eles abaixo.

IRPJ

O Imposto de Renda sobre Pessoas Jurídicas, cobrado pelo governo federal, é similar ao cobrado às pessoas físicas.

 

Calcula-se o faturamento anual da empresa e paga-se uma alíquota de 15% sobre o regime tributário escolhido. Algumas empresas possuem descontos no IRPJ, chegando a uma alíquota de 6,2%.

 

PIS/Pasep

Esse tributo federal foi criado para subsidiar parte do sistema social, como seguro-desemprego e abono salarial. Incide mensalmente e tem uma alíquota que varia entre 0,65% a 1,65%. Algumas empresas também estão isentas desse imposto.

COFINS

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social também é utilizada para financiar programas sociais e saúde pública.

 

Assim como nos tributos anteriores, a COFINS também varia de acordo com a empresa. Além de isenções, a alíquota varia de 3% a 7,6%.

CSLL

Outro tributo federal, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido incide mensalmente sobre o faturamento das pequenas e médias empresas. Suas alíquotas variam de 0,79 a 15%, conforme porte e atividade exercida.

IPI

O Imposto sobre Produto Industrializado é cobrado somente para produtos industriais, seja na fabricação ou importação. Sua alíquota varia de produto a produto sendo que as empresas enquadradas no SIMPLES pagam 0,5%.

INSS

Também conhecido como Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), este tributo federal é destinado inteiramente para custear o sistema de aposentadoria. Sua alíquota também depende do ramo e regime tributário, variando de 2,75% a 20%.

ICMS

Tributo estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços é cobrado por cada estado da federação quando há movimentação de cargas entre estes.

 

Cada uma cobra uma alíquota diferente, podendo variar de 7% a 18%, em média. Algumas empresas possuem alíquotas menores, dependendo dos incentivos de cada estado.

ISS

O Imposto Sobre Serviços é o único tributo incidente sobre as empresas com cobrança municipal. Assim como o ICMS, cada município tem suas regras e alíquotas. No geral, variam de 2% a 5%.

Como organizar suas finanças e não pagar os impostos errados?

Como visto, o sistema tributário brasileiro é complexo. Envolve diversos tributos e alíquotas a depender do porte, nicho de atuação e regime tributário da empresa.

 

Evitar complicações com o fisco, pagar somente os tributos necessários e em dia, bem como melhorar o planejamento contábil e financeiro da sua empresa é um dos papéis do consultor financeiro.

 

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Fluxo de caixa

Entender e Fazer o fluxo de caixa é um dos passos básicos de uma boa gestão financeira.

Apesar de parecer tarefa simples, mas, ao iniciar o desenvolvimento de um fluxo de caixa, surgem dúvidas e os erros aparecem. Assim, o gestor pode acabar desistindo de manter o controle e dessa forma a empresa não usufrui dos benefícios que a ferramenta oferece.

Por isso, vamos mostrar como implementar a ferramenta gerencial e mantê-la de forma que seja uma aliada para os bons resultados. O que você e sua empresa irão aprender:

·         O que é o fluxo;

·         Quais são seus componentes;

·         Como fazer;

·         O que é o fluxo projetado e como fazê-lo;

·         O que é o fluxo operacional;

·         O que é o fluxo de financiamentos;

·         E como utilizar essas ferramentas na gestão do negócio.

 

O que é exatamente o fluxo de caixa

São os fluxos das entradas e saídas de dinheiro da empresa e demonstra a realidade financeira do negócio, levando em conta todas as movimentações.

Quanto à periodicidade, normalmente é mensal. Porém, o responsável pode decidir pela consolidação dos saldos de acordo com as necessidades da empresa, podendo ser diária, semanal, quinzenal ou mensal.

O que compõe o fluxo de caixa

A ferramenta gerencial é composta por saldo inicial, entradas, saídas e saldo final. Mas também pode-se adicionar o fator saldo operacional — o resultado periódico das entradas menos as saídas.

A diferença entre o saldo operacional e o final é que o primeiro demonstra o resultado exato do período, enquanto o segundo revela o resultado histórico. Assim, o responsável pode visualizar ambos os saldos e analisar o período separadamente e em relação ao total e assim tomar decisões mais assertivas.

Entende este exemplo de fluxo com ambos os saldos para o período de um mês:

·         Saldo inicial: R$ 50 mil;

·         Entradas: R$ 77 mil;

·         Saídas: R$ 53 mil;

·         Saldo operacional: R$ 24 mil;

·         Saldo final: R$ 74 mil.

Neste caso, percebe-se que o último mês sozinho representou mais de 25% do saldo positivo acumulado historicamente e quase 50% do caixa acumulado até anteriormente.

Em um primeiro momento, é um excelente resultado, que indica que é necessário seguir com as ações do período mostrado para manter os bons resultados, caso não tenha sido apenas uma sazonalidade.

Como podemos fazer o fluxo de caixa

Temos dois regimes de manutenção para registros financeiros: Regime de caixa e o Regime de competência.

Para fazer o fluxo de caixa utiliza-se o regime de caixa, mas o de competência também é importante para manutenção de lançamentos e realização de análises complementares por outros documentos.

Agora, entenda como os regimes funcionam e como se diferenciam.

Regime de caixa

Neste formato todas as entradas e saídas são registradas nos exatos dias em que são efetivadas. Por exemplo, a empresa vende hoje para receber no mês seguinte e apenas na data do recebimento registra-se o valor como entrada.

No regime de caixa, mantém-se fielmente o histórico de movimentação do negócio, nenhum número não efetivado é registrado. Por outro lado, ele deixa margem de erro na visualização dos resultados por período.

Por exemplo, em um mês de poucas vendas, mas com vários prazos de recebimento nota-se que houve várias entradas e grande lucro. No entanto, na prática, não é uma verdade sobre as operações — ainda que seja sobre as movimentações financeiras.

Por esses motivos, é necessário complementar este controle com demonstrações contábeis, nas quais o regime de competência é aplicado.

Regime de competência

Aqui o que determina a realização dos registros são os fatos geradores. Ou seja, compras, vendas e despesas realizadas a prazo são lançadas na íntegra assim que ocorrem e têm suas notas fiscais emitidas.

Com as atualizações neste regime, o responsável sempre sabe corretamente o resultado das operações feitas no período. Entretanto, o mesmo não ocorre com os resultados financeiros, o que demanda também o acompanhamento via caixa.

Na hipótese de uma venda parcelada ser feita e registrada por competência, ao final do período o documento mostrará um valor de entrada que não existe na totalidade em caixa. Então, se visualiza o fluxo em regime de caixa para que não ocorra uma constatação errada das finanças.

Como podemos utilizar os dois regimes?

Veja duas maneiras de sempre ter resultados financeiros confiáveis à mão utilizando os dois formatos:

·         Acompanhar os lançamentos pelo regime de competência no Livro Diário da contabilidade (ou em outra forma de controle, Planilha por exemplo) e fazer o fluxo pelo regime de caixa;

·         Visualizar os resultados periódicos no Demonstrativo de Resultado de Exercício (DRE) pelo regime de competência e manter o fluxo normalmente.

É necessário ter os registros disponíveis em ambos os regimes porque cada um deles é utilizado em uma ocasião. Ademais, em algumas situações é preciso que resultados lançados por caixa e competência sejam vistos simultaneamente. Utilize para isso um software contábil ou uma planilha preparada para isso.

No geral, ganha-se muito em qualidade analítica quando existe a possibilidade de conciliar documentos de ambos os regimes para uma visualização geral e ao mesmo tempo segmentada.

Documento complementar

Depois de o responsável definir como será feito o acompanhamento complementar pelo regime oposto ao do fluxo, basta iniciar.

O primeiro passo é estabelecer a periodicidade. E o segundo é encontrar o ponto de partida calculando as disponibilidades — dinheiro em caixa e contas bancárias — ou visualizando-as na escrituração contábil.

A partir disso, é preciso manter os lançamentos sempre em dia, apurar os saldos operacional e final e analisar os resultados.

O que é o fluxo projetado

A projeção do fluxo serve para que se tenha a previsão da situação futura da empresa em relação a capital de giro e receitas e despesas.

 

Como fazer as projeções

Teoricamente, é necessário apenas fazer lançamentos futuros e calcular os saldos. Mas, na prática, alguns cuidados têm de ser tomados.

Pelo regime de caixa, o faturamento projetado de vendas e serviços deve ser registrado pelas parcelas classificadas como recebíveis. Já as despesas previstas ainda não conhecidas podem ter os custos pagos anteriormente como base para datas e valores das projeções, enquanto parcelas a pagar já contraídas também entram no controle.

Por outro lado, para o complemento pelo regime de competência, o negócio precisa utilizar a receita de períodos anteriores como baliza para as previsões — não podendo considerar recebíveis para isso. E ele é feito com os custos totais, sem levar em conta dívidas já feitas a pagar em parcelas adiante.

Organizados os formatos de manutenção dos lançamentos projetados, os demais procedimentos são de registro e realização de cálculos. Por último, temos a comparação entre valores previstos e realizados, uma das principais funções do fluxo projetado.

 

O que é fluxo operacional

O fluxo operacional leva em conta apenas as movimentações relativas às operações da empresa, como:

·         Vendas ou prestações de serviços;

·         Folha de pagamentos;

·         Compras de materiais e produtos;

·         Pagamentos de impostos.

Por isso, a ferramenta não considera, por exemplo, gastos com telefone, manutenções imprevistas do ativo e pagamentos de aluguel. Sua função é demonstrar apenas os resultados gerados com negócios da empresa, como lucratividade operacional e capacidade de geração de capital de giro.

O que é o fluxo de caixa de financiamentos

Este fluxo é uma ferramenta específica para o controle de movimentações geradas por aportes de capital na empresa, seja de investidores ou por meio de obtenção de crédito.

Os lançamentos da manutenção desse controle podem ser:

·         Crédito tomado;

·         Capital creditado à empresa por investidores;

·         Valores pagos para amortização de capital tomado;

·         Juros pagos na tomada de crédito;

·         Emissão de debêntures;

·         Pagamento de direitos aos compradores das debêntures.

·          

Tipos de fluxo de caixa na gestão e como utilizar

Aplicar as ferramentas apenas no controle das finanças e movimentações é desperdiçar todo o potencial que elas têm, pois são muito úteis para a administração da empresa na prática.

Assim podemos definir;

 

Prever a necessidade de capital de giro

A projeção do caixa permite que o gestor preveja a situação posterior de receitas, despesas e saldos, e saiba se o capital de giro disponível futuramente será suficiente.

Essa previsão possibilita que, no caso de saldo baixo, algo seja feito com antecedência, como uma tomada de crédito. Consequentemente, o negócio não acaba se deparando com contas a vencer e sem dinheiro para pagá-las.

 

Identifique as despesas elimináveis

A atenção a entradas e saídas que a realização do fluxo de caixa exige, além da visualização delas, facilita que o responsável identifique gastos desnecessários ou que podem ser pelo menos reduzidos.

Avalie os prazos concedidos aos clientes

Analisando as movimentações o gestor pode perceber se os prazos concedidos aos clientes não colocam em risco o cumprimento das obrigações.

Por exemplo, a cada 30 dias é preciso pagar fornecedores, funcionários e demais despesas fixas e variáveis. Na hipótese de a concessão de prazos estar deixando o negócio sem capital para pagar tais obrigações quando elas chegam, é preciso revê-los.

 

Avalie todos os descontos concedidos

Quando vendas com desconto são feitas o correto é lançá-las integralmente e registrar os descontos, como se fossem saídas.

Dessa forma, fica mais fácil avaliar o impacto que eles geram no caixa e na lucratividade da empresa, evitando que sejam concedidos descontos que colocam em risco a saúde financeira sem que seja entendido pela empresa.

 

Identifique quando e mais vantajoso fazer uma negociação com seus fornecedores.

É sempre preferível pagar os fornecedores à vista ou no menor número possível de parcelas. Porém, fazer isso pode não ser possível pelo fato de uma grande saída ter potencial de deixar o caixa muito baixo.

Independentemente do caso, fazer compras e negociar prazos não devem ser tarefas feitas sem dados em mãos. É necessário ter um histórico financeiro do negócio confiável à disposição para decidir quais valores se encaixam nele sem que o capital de giro seja colocado em risco, tanto em pagamentos parcelados quanto à vista.

 

Cálculo do ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio da empresa ocorre quando as receitas e despesas são equivalentes no período que foi analisado, chegando a zero de lucro. A partir disso tudo o que é faturado representa faturamento líquido.

Tendo todas as entradas e saídas, o fluxo é a ferramenta ideal para o negócio manter o cálculo do seu ponto de equilíbrio sempre atualizado. Assim, o controle de quanto tempo mensalmente as atividades demoram para cobrir os custos e gerar lucro é mantido.

Com essa medição, o responsável pode planejar ações para atingir o equilíbrio em menos dias e, consequentemente, gerar lucro maior.

Acompanhe os indicadores financeiros

Estabelecer e acompanhar indicadores é fundamental para medir o sucesso da gestão financeira e das ações relacionadas a setores diversos. E com a ajuda do fluxo de caixa, os seguintes indicadores podem ser analisados, além do próprio ponto de equilíbrio:

·         Ticket médio: o valor médio de cada venda — revelado pela divisão do valor total de entradas pela quantidade delas — é importante, por exemplo, para calcular o custo médio de cada produto ou serviço vendido e avaliar a lucratividade das operações individualmente;

·         Recebíveis: ajudam o negócio a identificar clientes inadimplentes e analisar se a realização do faturamento planejado está em sintonia com os gastos, não comprometendo o saldo do caixa.

 

Manter controle sobre aportes e seus pagamentos

Ainda que todas as movimentações relacionadas estejam na escrituração contábil da empresa e no fluxo de caixa, é melhor contar com uma ferramenta própria para o controle das entradas e saídas dessa natureza.

Veja as vantagens que o fluxo de financiamentos apresenta:

·         Rápida visualização dos custos de amortização e pagamentos de juros;

·         Facilidade no cálculo do custo efetivo total do crédito, que engloba todos os pagamentos feitos pela tomada de um capital de terceiro.

 

Auxílio na tomada de decisões

Além de medir sucesso de ações e resultados finais, gerenciar uma empresa é também tomar decisões acertadas por ela, responsabilidade constante de empresários.

Como foi possível perceber, todas as ações acima, junto à mensuração de saldos, exigem a tomada de decisões para que melhores resultados sejam alcançados ou erros sejam corrigidos. E o fluxo, com suas projeções e seus tipos, permite a realização de diagnósticos e fornece dados para que essas decisões sejam tomadas com bases reais e confiáveis.

                                        ATP – Consultoria Empresarial e Financeira 


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                                                             Serrana – São Paulo

 


Planejamento Estratégico, entenda!!!

Vantagens para sua Empresa em utilizar...

 O planejamento estratégico é fundamental para desenvolver uma visão de médio e longo prazo e, assim, conquistar os objetivos do negócio, independentemente de porte ou segmento de atuação.

Sem o Planejamento estratégico, a empresa fica perdida e não sabe onde deseja chegar e muito menos como chegar.

O Que é Planejamento Estratégico?

Trata-se de todo o processo de criação e execução de uma estratégia para alcançar objetivos dentro da organização. Desde a definição das metas, até às tomadas de decisão, mobilizações e efetivas ações para alcançar o que se propôs com foco no sucesso empresarial.

Neste sentido, o planejamento entra com a metodologia (os meios), enquanto a estratégia aparece com a parte criativa, de análise e decisão.

Lembre-se o planejamento estratégico precisa ser um processo que envolva todas as equipes e níveis da empresa. Ou seja, ele deve unir o comprometimento e dedicação do líder com o engajamento dos times para que, assim, todos trabalhem em harmonia e focados nos mesmos objetivos e propósitos.

Quando está claro para os colaboradores quais os valores da empresa e as metas a serem alcançadas, é muito mais fácil promover a colaboração e criar um ambiente em que todos se sintam responsáveis e igualmente recompensados pelo sucesso.

Por isso, enxergue o planejamento estratégico muito além do papel. Apesar de ser um documento, é ele que vai fazer com que a empresa caminhe para o crescimento sem perder a sua identidade ao longo do trajeto.

O Planejamento Estratégico pode ser feito anualmente ou pode ser feito quando a empresa desejar, como de três a cinco anos; ou até mesmo mensalmente. Tudo irá depender do que a empresa quer alcançar no momento atual.

Acompanhe o seu mercado monitore a concorrência, busque atingir meta específicas, seja para alavancar as vendas ou se diferenciar com um novo produto.

Então, como fazer um Planejamento Estratégico que Seja Eficaz?

É preciso muita disciplina para isso, especifique um cronograma e divida em etapas:



Etapa 1: Diagnóstico

O primeiro passo envolve olhar para dentro da empresa e para o mercado para entender o momento atual. Ou seja, esse é o momento da Análise SWOT, entenda e defina as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Para isso, é preciso reunir a equipe de trabalho e levantar as forças e fraquezas internas do negócio. Em seguida, analisar os diferenciais e os pontos que precisam ser melhorados e, depois, fazer o mesmo com o ambiente externo. Ou seja, identifique as oportunidades e ameaças que impactam a organização, tais como a sazonalidade ou a situação econômica do país.

O diagnóstico é importante para que seja possível entender o contexto em que a empresa está inserida e, assim, as ações mais adequadas para alcançar os objetivos sejam identificadas.

 Etapa 2: Identidade Organizacional

Para que o seu negócio seja único, é preciso ter uma missão, visão e valores que sejam reconhecidos tanto pelo público interno quanto pelo externo.

A missão é a razão pela qual a sua empresa existe, enquanto a visão é o que vocês aspiram se tornar ou onde desejam chegar. Já os valores representam os princípios que guiam a cultura da empresa e, inclusive, dos colaboradores.

Assim, a identidade organizacional atua como um importante guia para contratar novas pessoas, fechar contratos com fornecedores e, inclusive, lançar produtos e serviços no mercado. Por isso, é fundamental reforçá-la a todo momento e garantir com que ela permeie todo o negócio.

A missão, visão e valores, podem modificar somente em uma situação em que não faça mais sentido ou não se adequem a atual situação da empresa.

Etapa 3: Metas e Indicadores de Sucesso

É importante lembrar que as metas a serem conquistadas precisam envolver toda a organização. Por isso, pode ser necessário criar uma meta geral e, depois, transformá-la em metas de vendas, marketing, recursos humanos e assim por diante.

Uma boa estratégia é utilizar a metodologia SMART para definir cada meta. Ou seja, Specific (específica), Mensurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time based (temporal).

 

Lembre-se de que o envolvimento de todos é fundamental, por isso, cada departamento deve ter as suas metas.

Outro ponto importante é que os objetivos devem ser desafiadores, no entanto, realistas. Ou seja, você não pode sonhar muito alto e colocar números impossíveis de serem alcançados dentro do mercado ou da realidade da empresa.

Os indicadores, também conhecido como KPIs, permitirão acompanhar o desempenho das metas. Dessa forma, se um a das metas é conquistar um faturamento pré-definido, o próprio faturamento mensal será um dos indicadores a ser acompanhado ao longo dos meses.

Por fim, faça com que todos os colaboradores tenham ciência de todas essas metas e indicadores. Dessa forma, cada um saberá a sua importância e o seu papel para que a empresa chegue no lugar desejado.

Etapa 4: Plano de Ação

O plano de ação é o que viabiliza conquistar as metas e objetivos definidos, com base em um cronograma e na definição de responsáveis.

Isso significa que é preciso definir quais atitudes serão tomadas e delegar quem vai executar cada uma delas. Ter essas informações documentadas pode ser o diferencial entre uma estratégia bem-sucedida e uma problemática, por isso, fique bem atento a essa etapa.

Fundamental também é elencar as ações por ordem de importância. Com isso, o que for mais simples ou urgente deve ser realizado primeiro.

Para ajudá-lo, pense em quais ações realmente farão a diferença para conquistar os objetivos e dê preferência a elas.

 Etapa 5: Acompanhamento e Análise

Como última etapa do planejamento estratégico, defina uma periodicidade de reuniões para que as áreas da empresa possam se encontrar, apresentar e debater os resultados alcançados.

Normalmente, esse encontro acontece todas as semanas, assim, é possível falar sobre o que aconteceu na semana anterior e pensar nos próximos passos. É importante também reunir os gestores sempre que possível para que os resultados sejam avaliados.

E mais, deve-se revisar e redefinir a análise SWOT, as metas e o plano de ação. Afinal, o mercado não é estático e é preciso adequar a todo momento.

Quando o assunto é concorrência, você sai na frente ao fazer o planejamento estratégico.

Dessa forma, você tem a chance de enxergar o seu negócio em 360º, planejando e executando estratégias que te ofereçam vantagens competitivas que contribuem e muito para o crescimento da sua empresa. E mais, torna possível:

1.    Gestão Organizada

2.    Comunicação Alinhada

3.    Agilidade das Ações

4.    Desenvolvimento Contínuo

5.    Identificação de Oportunidades

6.    Antecipação de Cenários

Assim tudo isso reforça a importância do Planejamento Estratégico, ou seja, é um mapa a ser seguido e que vai direcionar todas as ações da empresa.

ATP – Consultoria Empresarial e Financeira é especialista em Planejamento Estratégico feito de forma disruptiva.

Entre em contato, vamos fazer essa disrupção no seu negócio!!!

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