terça-feira, 14 de julho de 2015

Abertas as inscrições para Mestrado Profissional em Educação

Portal da UFSCar

Até o dia 17 de julho o Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação (PPGPE) da UFSCar recebe inscrições para o processo seletivo do curso de mestrado, com atuação na linha de pesquisa em "Processos educativos – Linguagens, Currículo e Tecnologias".

A linha central de pesquisas do PPGPE é norteada pela produção de conhecimentos teóricos sobre situações didáticas nas áreas de atuação dos professores da Educação Básica, a partir de estudos referentes aos processos educativos, currículo, tecnologias e formação docente. Serão aceitas as inscrições de candidatos portadores de diploma obtido em qualquer curso Superior de Licenciatura plena, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Além disso, os candidatos devem ser professores, estar atuando na Educação Básica e ter experiência comprovada em sala de aula de no mínimo dois anos como professores da Educação Básica. São ofertadas 15 vagas no total, que serão preenchidas levando-se em conta a classificação geral dos candidatos aprovados.

Os procedimentos de inscrição e seleção estão disponíveis no Edital, publicado no site do PPGPE, em www.ppgpe.ufscar.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3306-6559 ou pelo email ppgpe@ufscar.br.

retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7557

Plataforma sobre biodiversidade e serviços ecossistêmicos é apresentada durante a Reunião Anual da SBPC

Portal da UFSCar

Em conferência, Carlos Alfredo Joly explicou como o conhecimento científico pode ser utilizado na tomada de decisão política

Em conferência realizada na manhã de hoje (13/7) na 67ª Reunião Anual da SBPC, Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (Biota), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), apresentou um panorama da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (Ipbes), órgão criado em 2011 com o objetivo de gerar conhecimento de base científica para a tomada de decisão política nas áreas de biodiversidade e serviços ecossistêmicos. A plataforma conta com a participação de 124 países membros, que discutem temas como polinização, degradação, restauração e valores da biodiversidade.

Segundo Joly, que é professor do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e atua na direção do Painel Multidisciplinar de Especialistas (MEP) da Ipbes, a ideia da plataforma não é promover a realização de pesquisas na área, mas transformar os dados científicos já existentes em uma linguagem acessível aos tomadores de decisão, atuando como equivalente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Para tanto, entre as funções assumidas pelo Ipbes estão a realização de diagnósticos regionais e globais sobre a biodiversidade e serviços ecossistêmicos, a identificação das ferramentas necessárias para os tomadores de decisão e a capacitação de profissionais.

Joly argumentou que, apesar de ter inspirado a criação do Ipbes, o IPCC não possui a função de capacitação profissional que o Ipbes tem. Além disso, ao contrário do painel de mudanças climáticas, que se baseia somente em trabalhos publicados em revistas indexadas de impacto, o Ipbes utiliza em seus diagnósticos conhecimentos disponíveis em todos os formatos, como teses, relatórios e, inclusive, saberes das populações tradicionais. "Reconhecemos que existe toda uma área de conhecimento tradicional de populações locais, indígenas, e os integramos em nossos diagnósticos. Consideramos e integramos a forma como as populações indígenas realizam a transmissão de conhecimento", afirmou o pesquisador.

O primeiro diagnóstico global do Ipbes será divulgado em 2019 e integrará todos os relatórios regionais, sendo que, entre os dias 20 e 25 de julho deste ano, em Bogotá, na Colômbia, ocorrerá o primeiro encontro para o diagnóstico das Américas, a ser realizado em um período de três anos e que envolverá 120 especialistas. A chamada para revisores, publicada no site da Plataforma, termina no dia 17 de julho, e uma nova chamada para especialistas deverá ser aberta entre fevereiro e março de 2016.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7568

Ministro Aldo Rebelo aborda desafios e perspectivas da CT&I no Brasil em conferência de abertura da SBPC

Portal da UFSCar

Nesta segunda-feira, 13 de julho, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, realizou a conferência de abertura da programação científica da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece no Campus São Carlos da UFSCar.

Durante a conferência, Rebelo falou sobre os esforços realizados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) pela emancipação científica e tecnológica do Brasil. "Estamos em busca de um país desenvolvido e socialmente equilibrado e o MCTI visa olhar para o futuro, e não apenas para as adversidades do momento. O Brasil precisa da Ciência, Tecnologia e Inovação para promover sua independência científica", afirmou o Ministro.

Em seu discurso, Rebelo destacou a criação de programas estratégicos pelo MCTI para alavancar a CT&I no Brasil e que precisam ser aprimorados, como o projeto de construção e desenvolvimento de satélites; o Programa Nuclear Brasileiro; o fortalecimento da proteção digital; os acordos de cooperação com demais países no intuito de se ajudarem mutuamente em áreas como Saúde, Aeroespacial, energias; dentre outros.

O Ministro também abordou os desafios visíveis enfrentados pelo País em diversas áreas, como a da Saúde. "Ainda temos doenças negligenciadas que afetam principalmente as regiões mais carentes do Brasil e que ainda não foram solucionadas, como malária, esquistossomose e leishmaniose. Nesse sentido, é preciso que o País tenha apoio e investimento governamentais para que consiga produzir Ciência, pesquisa e inovação e, consequentemente, atenuar os problemas ainda enfrentados pela população."

Dentre as perspectivas no âmbito da CT&I para a robustez de verba, Rebelo destacou a importância da recomposição do orçamento a partir do pré-sal, propondo que parte das verbas da exploração de petróleo no País seja diretamente repassada à área, como já havia mencionado ontem na cerimônia de abertura da Reunião Anual. "O MCTI está trabalhando nessa proposta com outros agentes para que tenhamos, com a regulamentação dos 50% do fundo social do pré-sal, uma parcela significativa para a Ciência. Não é possível destinar parte da verba apenas à Saúde e à Educação e excluir a Ciência dessa porcentagem. Os recursos devem alcançar um universo que vai além do MCTI e este é o nosso intuito", ressaltou.

No evento, o Ministro também destacou a relevância de alocar orçamentos para fundos setoriais e organizações sociais. Para Rebelo, o Brasil é um país que possui carências distintas e este é um dos grandes percalços enfrentados. "É um desafio para o MCTI lutar para manter o País em uma condição de desenvolvimento compatível com seu tamanho e peculiaridade", finalizou.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7567

Instituições terão R$ 20 milhões para apoiar atividades culturais

Portal do MEC

Um total de R$ 20 milhões beneficiará 18 instituições federais de ensino superior contempladas com recursos para executar seus planos de cultura. Elas foram selecionadas pelo programa Mais Cultura nas Universidades, uma parceria entre os ministérios da Educação e da Cultura destinada a apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais entre as comunidades acadêmicas. O resultado da seleção foi publicado na última sexta-feira, 10, no Diário Oficial da União.
Foram classificadas 98 instituições, e contempladas as 18 melhor classificadas. O repasse será efetuado em duas parcelas, sendo a primeira prevista para o segundo semestre deste ano e a segunda, para 2016. O programa Mais Cultura nas Universidades tem como objetivo apoiar atividades realizadas em escolas públicas, e ações de criação e fomento de rádios e tevês universitárias, produção de festivais culturais universitários, criação de grupos de pesquisa e de novos cursos de pós-graduação em temas ligados à cultura, criação de museus para preservação da história das universidades e a reestruturação e compra de equipamentos para espaços de ensino e pesquisa já existentes.
O programa foi lançado no final do ano passado e teve inscrições abertas até o dia 23 de março. Suas ações serão desenvolvidas ao longo de 12 a 24 meses, a partir de um ou mais dos seguintes eixos temáticos: educação básica; arte, comunicação, cultura das mídias e audiovisual; arte e cultura digital; diversidade artístico-cultural; produção e difusão das artes e linguagens; economia criativa, empreendedorismo artístico e inovação cultural; arte e cultura: formação, pesquisa, extensão e inovação, e memória, museus e patrimônio artístico-cultural.
Dentro do Ministério da Cultura, o programa é de competência da Secretaria de Educação e Formação Artística e Cultural (Sefac) e, no Ministério da Educação, da Secretaria de Educação Superior (Sesu). Para a titular da Sefac, Juana Nunes, o processo foi um grande avanço na relação com a instituições, pois todas as universidades e praticamente todos os institutos federais participaram da disputa, construindo seus plano de cultura em diálogo com os diferentes departamentos e instâncias das instituições, relacionando os eixos do edital e dialogando com as comunidades dos territórios onde estas estão inseridas.
“É uma vitória para nós, do Ministério da Cultura, que a educação, cada vez mais, venha absorvendo a ideia de que a cultura e a educação têm que andar juntas”, disse ela. “O projeto das universidades perpassa a construção de um projeto cultural que leva em conta a extensão na área da cultura, pesquisa e o fortalecimento dos cursos de arte das instituições, para pensá-las, inclusive, como espaços culturais abertos a toda a comunidade.”
Para o diretor de políticas e programas de graduação do MEC, Dilvo Ristoff, a criação de um programa de extensão universitária voltado especificamente para a cultura dá a ela – dentro do enorme conjunto de programas e projetos que compõem as muitas linhas de ação da extensão universitária – “uma nova dimensão e um destaque sem precedentes no meio acadêmico”. Segundo ele, “a cultura, historicamente à margem das ações extensionistas, passa a conquistar, com este programa, uma decisiva centralidade”.
Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Cultura
Confira a lista das universidades por região
Palavras-chave: educação superior, Mais Cultura nas Universidades, MinC

Educação Superior - Pesquisas sobre personagens e conflitos históricos terão bolsas

Portal do MEC

Durante a abertura oficial da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), realizada em São Carlos (SP), neste domingo, 12, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai lançar dois editais para dar incentivo à pesquisa histórica: um sobre biografias de personagens e outro sobre conflitos históricos.
O edital sobre biografias contemplará pesquisas sobre pessoas ou grupos significativos para a compreensão da História do Brasil republicano, em todas as áreas do conhecimento. Não serão contempladas propostas de biografias individuais de pessoas vivas.
Poderão apresentar projetos pesquisadores de instituições de ensino superior e de institutos de pesquisa brasileiros que possuam programas de pós-graduação recomendados pela Capes. As propostas poderão ser individuais ou de grupos de pesquisa. O projeto deverá atender características que contemplem a diversidade regional, de gênero e étnico-racial; apresentar cronograma de execução, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.
Conflitos – O segundo edital anunciado tem como objetivo a promoção e o fomento de pesquisas científicas que resultem em livros que enfoquem revoltas, rebeliões populares, lutas armadas, manifestações populares, entre outros conflitos que, ao longo do período republicano da história brasileira, ajudem o entendimento da construção do Estado e da sociedade brasileira. O edital abrangerá grupos de pesquisa das áreas de ciências humanas e sociais, como antropologia, artes, ciências políticas, ciências sociais aplicadas, educação, história, literatura e linguística e sociologia.
Os grupos de pesquisa que desejarem apresentar um projeto deverão envolver mais de uma instituição de diferentes regiões brasileiras e estar vinculado a um programa de pós-graduação recomendado pela Capes. Os projetos deverão ter caráter multinstitucional e interdisciplinar, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.
Em ambos os casos os projetos selecionados poderão financiar, com recursos da Capes, bolsas de iniciação científica, mestrado e pós doutorado no país, passagens aéreas e diárias para missões de pesquisa no Brasil, despesas com material bibliográfico, entre outras.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, bolsas, pesquisas

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