sexta-feira, 26 de junho de 2015

Em prova, professores perguntam 'por que Beto Richa é contra a sociedade'

Lucas Gabriel Marins
Do UOL, em Curitiba

Dois professores do Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJA) Ayrton Senna da Silva, em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, aplicaram uma atividade polêmica aos alunos. A avaliação, que está circulando pelas redes sociais, tem perguntas do tipo "'Por que Beto Richa é contra a sociedade?"', "Por que aconteceu o massacre dos (as) educadores (as)", "A greve dos educadores foi justa?" e "'Você concorda com o impeachment de Beto Richa"?
As perguntas foram elaboradas pelos professores Jorge Antonio de Queiroz e Edina Cristina Macionk. Queiroz também usou em sala de aula alguns artigos de sua autoria sobre a greve e o embate no dia 29 de abril, que deixou mais de 200 pessoas feridas. "Eu tenho autonomia em sala de aula e um professor de história tem que estar ligado a tudo o que se passa na realidade e repassar isso aos alunos."
De acordo com a diretora-auxiliar da escola, Maria Alice, a atividade foi isolada e sem o conhecimento da equipe pedagógica. "Não que a gente critique a atitude deles, pois eles têm liberdade, mas estamos isentos da responsabilidade".
Para o secretário de assuntos jurídicos da APP-Sindicato, Mário Sergio Ferreira de Souza, os professores podem definir o conteúdo que vão dar em sala de aula. "Eles têm liberdade cátedra e, nesse caso, só fizeram uma análise da greve e pediram a opinião dos alunos sobre o tema. Agora está parecendo que tudo o que o professor faz é perseguição ao governo. Não é bem assim", diz.
A Secretaria de Estado da Educação informou que vai averiguar a situação e tomar as providências junto ao núcleo jurídico do governo. Em nota, também relata a existência de escolas que estão trabalhando com informações de caráter "doutrinário" e "político", o que ''insufla crianças e adolescentes contra o governo".
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/26/em-prova-professores-perguntam-por-que-o-beto-richa-e-contra-a-sociedade.htm

Estudantes tentam barrar câmeras na Faculdade de Direito da USP

Estadão Conteúdo

São Paulo - Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) realizam na tarde desta quinta-feira, 25, um ato contra o projeto de instalação de sistema de monitoramento por câmeras na unidade, que fica no Largo São Francisco, centro da capital paulista.
Cerca de 50 alunos estão reunidos com faixas e tambores para pressionar a Congregação, instância máxima da faculdade, a decidir pelo adiamento da definição sobre o tema. Estudantes temem que as câmeras sejam usadas como mecanismos de perseguição de alunos e iniba atividades políticas dentro da unidade. Ainda argumentam que não houve um debate suficiente sobre o assunto com participação mais ampla da comunidade acadêmica.
De acordo com a estudante Erica Meireles, de 24 anos, não há informações sobre os tipos de delitos cometidos na unidade que pudessem legitimar a colocação dos equipamentos. "A gente não acredita na eficiência das câmeras, outras medidas como armários reforçados e melhor iluminação seriam mais efetivas", diz ela, que representa os alunos na Congregação e é membro do Centro Acadêmico XXI de Agosto. "A convicção dos alunos, coletivos e grupos de extensão é que as câmeras vão atuar mais no distanciamento dos princípios de liberdade e democracia que caracterizam a Faculdade de Direito", completa.
A reunião da Congregação começou por volta de 14h40 e há a expectativa de que a instalação do sistema possa ser definida nesta quinta. A colocação de câmeras na Faculdade de Direito já foi discutida em pelo menos três oportunidades nos últimos 15 anos, mas a ideia acabou sendo abandonada.
Em novembro do ano passado, entretanto, o projeto voltou a ganhar força. O diretor da unidade, José Rogério Cruz e Tucci, disse à reportagem em maio deste ano que a instalação era uma forma de garantir a segurança do patrimônio e a integridade das pessoas.
O plano preliminar prevê equipamentos em locais de circulação e em pontos como bibliotecas e entradas.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/25/estudantes-tentam-barrar-cameras-na-faculdade-de-direito-da-usp.htm

Educação Básica - Ministro elogia estrutura de escola inaugurada em Rondônia nesta quinta

Portal do MEC

Considerada a de melhor estrutura de Rondônia, a Escola de Ensino Fundamental e Médio Professora Lydia Johnson de Macedo foi inaugurada nesta quinta-feira, 25, em cerimônia que contou com a presença do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, em Porto Velho.
Acompanharam o ministro os secretários do MEC Binho Marques (Articulação com os Sistemas de Ensino) e Manuel Palácios (Educação Básica), o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Idilvan Alencar, e o governador de Rondônia, Confúcio Moura.
Janine Ribeiro elogiou a estrutura do equipamento. “Nada melhor do que comemorar o primeiro ano do Plano Nacional de Educação, que é a união de esforços, do que a escola”, disse, lembrando do PNE. O ministro ressaltou a importância da homenagem do nome da escola.
“É simbólico. É uma valorização ao trabalho de um professor”, disse. Lydia Johnson de Macedo atuou na gestão da Escola Estadual Murilo Braga, de 1989 a 2003, quando se aposentou. Ela faleceu em 2013.
A escola tem seis blocos ligados por corredores cobertos, 12 salas de aula (todas climatizadas), laboratórios de ciências e de informática, refeitório, teatro, quadra poliesportiva coberta e área de convivência.
Reunião – À tarde, o ministro participou da 2ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda na capital rondoniense.
Durante o evento, Janine Ribeiro também lembrou que o termo “Pátria Educadora” deve ser visto além. “Pátria Educadora não é apenas escola, são vários eixos. Envolve tudo, dialoga com tudo. Deve ser entendida, também, como cidade educadora, bairro educador, por exemplo”, explicou, ressaltando o Plano Nacional de Educação. “Não há Pátria Educadora sem PNE”.
Assessoria de Comunicação Social 


Palavras-chave: Rondônia, Consed, Escola

Financiamento Estudantil - Ministro anuncia 61.500 novos contratos para segunda edição

Portal do MEC

A segunda edição de 2015 do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) vai priorizar cursos de formação de professores, engenharia e na área de saúde, foi o que anunciou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, nesta sexta-feira, 26. Nesta edição serão oferecidos 61.500 novos financiamentos.
De acordo com o ministro, também serão priorizados os cursos de maior qualidade, com notas cinco e quatro, e as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, à exceção do Distrito Federal. “Os cursos de maior qualidade receberão particular ênfase pois assim se garante que os estudantes estarão pagando e o país estará financiando cursos que serão melhores para a sua formação”, disse.
Janine afirmou que a priorização, entretanto, não exclui vagas em cursos de outras áreas de formação, nas regiões Sul, Sudeste e no Distrito Federal, além de cursos com nota três. “O objetivo é melhorar a igualdade das regiões, é melhorar a qualidade dos cursos ofertados e focar os cursos nas prioridades da sociedade brasileira”, concluiu.
Pela primeira vez, o Ministério da Educação conseguiu um desconto de 5% nas mensalidades que serão financiadas pelo Fies. Os juros do financiamento são de 6,5%, subsidiados pelo Governo Federal. O edital e as portarias que regulamentam a segunda edição do Fies devem ser publicadas no Diário Oficial da União no dia 3 de julho.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, financiamento estudantil, Fies

quinta-feira, 25 de junho de 2015

UFSCar - Campus Araras disponibiliza bicicletas para comunidade universitária e planeja finalização de 2 km de ciclovias

Portal da UFSCar

O Campus Araras da UFSCar disponibilizou nas últimas semanas cinco bicicletas para uso dentro da Universidade. O Diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), Jozivaldo Prudêncio Gomes de Morais, conta que, a princípio, as bicicletas seriam emprestadas apenas nos finais de semana, quando não há ônibus circulando dentro do Campus. Entretanto, o sucesso da iniciativa motivou a demanda pelo uso diário do transporte. "Colocamos as bicicletas em caráter experimental, pensando em avaliar qual seria o interesse da comunidade universitária por esse meio de transporte nas dependências do Campus. Muito rapidamente tivemos a resposta positiva, e os estudantes, principalmente, procuraram a Diretoria interessados na ampliação do serviço. Nos finais de semana, as bicicletas têm sido usadas inclusive para atividades de lazer, e as pessoas vêm passear e aproveitar as belezas naturais do nosso Campus", relata Morais.

O Campus Araras já conta com quase 1,5 km de ciclovias, e a finalização dos 500 metros restantes de ligação entre o Pórtico 2 e o Bloco C, onde está localizada a Diretoria do CCA, está prevista para o mês de agosto. Desta forma, serão cerca de 2 km de ciclovias, construídas em etapas e planejadas em diálogo com a comunidade universitária.

As bicicletas podem ser retiradas todos os dias da semana no Pórtico 2 por estudantes e servidores, mediante apresentação de documento de identificação, e devem ser devolvidas no mesmo local.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7528

Comitê gestor aprova liberação de R$ 100 milhões em sete dias

Portal do MEC

O Comitê Gestor do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) reuniu-se na sede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), para deliberar sobre a execução do orçamento do programa para 2015, estimado em R$ 870 milhões. Na reunião, realizada nesta semana, os conselheiros aprovaram a liberação de R$ 100 milhões pelo Ministério da Saúde, nos próximos sete dias, para serem usados no custeio de 49 hospitais universitários federais do país.
Outros R$ 100 milhões serão liberados no segundo semestre deste ano e o restante dos recursos será repassado de acordo com as necessidades apresentadas pelos hospitais. “Apesar da distribuição tardia dos recursos, em função da demora da aprovação do orçamento da União, estão sendo tomadas as providências para garantir a sustentabilidade financeira dos hospitais universitários federais este ano”, afirmou o presidente da Ebserh, professor Newton Lima.  Além do custeio, foram definidas as diretrizes de investimento para a continuidade da reestruturação física e tecnológica dos hospitais.
Estiveram presentes à reunião representantes da Ebserh, do Ministério da Saúde, do Ministério do Planejamento, do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conasss), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e dos representantes dos hospitais universitários federais.
O programa – Os recursos do Rehuf são geridos pela Ebserh e são destinados à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O objetivo do programa é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais possam oferecer atendimento médico e hospitalar de qualidade à população, assim como proporcionar a formação qualificada de profissionais da área de saúde.
O programa também prevê o financiamento compartilhado das filiais entre as áreas da educação e saúde e contempla iniciativas de modernização da estrutura física e do parque tecnológico dos hospitais.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação superior, medicina, hospitais universitários, Ebserh, Rehuf

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Professores aprovam indicativo de greve em 11 universidades federais

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

Mais uma entidade representativa das Instituições de Ensino Superior (IES) aprovou indicativo de greve nesta semana. A Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes) indicou aos 11 sindicatos ligados a ela que entrem em greve. Entre eles estão, por exemplo, docentes da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Parte dos professores das federais ligadas à Proifes já está em greve, como na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
O indicativo de greve é só uma orientação - os sindicatos das instituições devem aprovar localmente as paralisações. "Apostamos na continuidade das negociações. Esperamos que o governo volte para a mesa, que é o mais importante. Vamos usar o instrumento da greve para incentivar esta negociação", disse à reportagem o presidente da Proifes, Eduardo Rolim.
A entidade havia enviado ofício ao governo federal pedindo que abrisse negociação até o dia 15 de junho - a gestão fala em negociar até julho. Eles pedem aumento mínimo real (além da inflação no período) de 4% até janeiro de 2016. Pedem também reajustes reais em 2017 (2%) - e 2018 (2%).
Além dos professores, servidores de 60 universidades federais entraram em greve por um reajuste de 27,3% e abertura de novos concursos públicos, entre outras queixas.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/23/professores-aprovam-indicativo-de-greve-em-11-universidades-federais.htm

Sem acordo com o MEC, professores das federais decidem manter greve Comente

Yara Aquino
Da Agência Brasil, em Brasília

Terminou sem acordo a reunião ontem (23) entre representantes dos professores de universidades públicas em greve e a Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC). Após cerca de duas horas de debate, o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Paulo Rizzo, disse que não houve avanços nas negociações e os docentes vão permanecer em greve.
"Não houve avanços, a greve continua, e somos da opinião que temos que reforçar a mobilização para que haja negociações efetivas. Sob o ponto de vista financeiro, não há nenhum avanço", disse Rizzo. A paralisação começou no dia 28 de maio e tem a adesão de 31 universidades federais e um instituto federal, no balanço da Andes-SN.
Segundo o presidente do sindicato, a proposta apresentada aos grevistas pelo secretário de Educação Superior, Jesualdo Pereira, foi a de formar um grupo de trabalho, após o dia 15 de julho, para discutir a carreira dos docentes. Questões financeiras ficariam a cargo do Ministério do Planejamento, segundo o presidente da Andes-SN. "Insistimos para que o MEC acompanhe as negociações no ministério do Planejamento sobre a carreira e eles se dispuseram a participar", disse.
O Ministério da Educação informou que, na audiência com o Andes-SN, comprometeu-se a acompanhar as negociações no Ministério do Planejamento, que é o responsável pela negociação salarial, e a criar um grupo de trabalho para debater questões conceituais da carreira. O MEC registrou ainda que em 2015 os docentes tiveram reajuste salarial por causa do acordo firmado com a categoria em 2012.
Na pauta que os docentes entregaram anteriormente ao ministério estão itens como a garantia de piso remuneratório de R$ 2.784 para docente graduado em regime de trabalho de 20 horas e a ampliação da infraestrutura das instituições, incluindo laboratórios e equipamentos. Eles também querem a aplicação de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em ciência e tecnologia.
No início do mês, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou, por nota, que uma contraproposta para as instituições federais de ensino será apresentada até o fim deste mês. Essa contraproposta faz parte do contexto das negociações feitas com o conjunto do funcionalismo público, de acordo com o ministério.
Entre os participantes da reunião estavam o secretário da Secretaria de Educação Superior, Jesualdo Pereira, a direção do Andes-SN e representantes do comando de greve dos professores.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/24/sem-acordo-com-o-mec-professores-das-federais-decidem-manter-greve.htm

Em nota, reitoria da Unifesp protesta contra corte de R$ 25 milhões

Do UOL, em São Paulo

A reitoria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) publicou nesta na quarta-feira (17) uma nota no site da instituição criticando os cortes "violentos" no orçamento do Ministério da Educação.
O texto, assinado pela reitora Soraya Smaili e os diretores dos seis campi da instituição, critica o corte anunciado pelo MEC de 47% nos orçamentos de capital em todas as universidades federais. "No caso da Unifesp, isso representa uma redução de R$ 25 milhões em investimentos em projetos, obras, acervos, equipamentos e mobiliário, entre outros bens de capital – orçamento que já estava aquém das nossas necessidades", diz em nota.
A reitoria diz que as universidades federais, entre elas a Unifesp, realizaram nos últimos anos uma "enorme expansão de vagas" estimuladas pelo governo federal. Essa expansão, no entanto, afirma a Unifesp ocorreu "sem o planejamento e o investimento em infraestrutura à altura dessa ampliação, além da necessária modernização e regularização de nosso patrimônio construído".
"É o momento, em situação de estagnação e desemprego, de investir em obras de edifícios educacionais e seus equipamentos como medida contracíclica. A 'Pátria Educadora' precisa dos investimentos que lhe façam jus", diz.
Procurado pela reportagem, o MEC afirmou que "o ajuste fiscal apresentado pelo governo federal preserva os programas e ações estruturantes e essenciais do Ministério da Educação, bem como mantém os gastos do Ministério acima do mínimo constitucional".  E também que "serão preservados, integralmente, os limites para empenho no exercício de 2015 das despesas: dos Hospitais Universitários, das despesas com custeio de Assistência Estudantil; e das despesas com Residência Médica".

Crise no Hospital São Paulo

Nesta quinta, o Conselho Gestor do Hospital São Paulo, administrado pela Unifesp, decidiu suspender as internações eletivas - aquelas que não são de emergência. A medida é um reflexo da crise financeira da instituição. O hospital é bancado principalmente por verbas do governo federal, que tem feito ajustes nas contas desde o começo deste ano.
"Estamos vivendo uma situação de catástrofe", afirmou para a reportagem José Salvador Oliveira, médico integrante do Conselho Gestor. "A verba de orçamento que estamos trabalhando não cumpre a necessidade da compra dos insumos do dia a dia. É inviável continuar como está." Outros cortes, diz ele, ainda serão avaliados.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/18/em-nota-reitoria-da-unifesp-protesta-contra-corte-de-r-25-milhoes.htm

Ministro da Educação minimiza fracasso do primeiro ano do PNE

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, minimizou, em entrevista ao UOL Educação, o descumprimento das metas do PNE (Plano Nacional da Educação), que define objetivos e metas para o período de dez anos.
Nesta quarta-feira (24), o PNE completa um ano em vigor sem que todos os Estados e municípios tenham conseguido elaborar seus próprios planos de educação. Segundo o artigo 8º do PNE, todos deveriam ter leis sancionadas até hoje.
Segundo Janine Ribeiro, dos 5.570 municípios brasileiros, 1.918 haviam alcançado a meta e contavam com planos em vigor. Em outros 807, ainda faltava a sanção da lei, mas o plano estava aprovado. Ou seja, em um ano, mais da metade dos municípios (2.845) não conseguiram concluir a discussão sobre seus planos de educação.
Entre as unidades federativas, só quatro concluíram os planos até a data prevista na lei, o que significa que em 22 Estados e no Distrito Federal a lei ainda está sendo discutida pelos deputados.

Ainda é pouco

"É claro que a gente preferia que estivesse tudo votado. O que eu insisto é que em menos de um mês se sancionou mais de mil projetos de lei. Por esse ritmo, a gente pode esperar que em breve a totalidade dos municípios, ou quase todos eles, tenham sancionado. Nos Estados, temos quatro planos sancionados. Ainda é pouco. Quer dizer, 23 unidades da federação estão atrasadas. Os municípios até deram um bom avanço", disse ao UOL.
"Estou convicto de que, mesmo que metade [dos municípios] demore mais algumas semanas ou meses, o resultado vai ser bom". Segundo Janine Ribeiro, o MEC ofereceu ferramentas e consultores para ajudar municípios e Estados na construção desses planos.
"Nos últimos dias, a discussão desses planos estaduais e municipais foi monopolizada por uma questão que não é a principal, que a que eles chamam de 'ideologia de gênero'. É importante, mas essa discussão foi feita a partir de uma visão equivocada, que é contrária à inclusão. O município tem que definir quantos alunos vai ter por sala, que tipo de financiamento, mas tudo foi reduzido à questão que alguns opositores chamam de ideologia de gênero", disse o ministro.

'Está faltando dinheiro para todos'

Em ano de cortes nos orçamentos federais, os municípios dizem que não têm dinheiro para implementar dispositivos previstos no PNE, como CAQ (Custo Aluno Qualidade) e as metas de formação e valorização dos professores. Para o ministro, os dirigentes vão precisar se adequar.
"Veja, existe uma crise econômica no país. A economia está passando por um momento difícil, vai se recuperar, mas agora está faltando dinheiro para todos. Neste momento, nós temos que construir a forma de superação disso para quando melhorar a economia do país".
Já para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, "sem dinheiro, não dá para colocar o plano em prática".
Outra meta que deveria ter sido cumprida neste dia 24 de junho é a de redução da taxa de analfabetismo entre pessoas com mais de 15 anos. O índice de pessoas que sabem ler e escrever deveria ser de 93,7%. No entanto, segundo o IBGE, o percentual é de 91,7%, totalizando 13 milhões de analfabetos.
"Essa meta não foi atingida, isso é verdade. Essa é uma das poucas metas de curto prazo e não foi atingida devido a todos os problemas da economia do país", afirmou o ministro. Janine Ribeiro disse que o MEC vai fazer uma avaliação para saber quais políticas de alfabetização estão ou não funcionando.
O ministro vai anunciar nesta quarta a criação de um fórum de acompanhamento do piso nacional e de uma instância permanente de negociação federativa. Os dois organismos serão compostos por representantes do MEC e dirigentes estaduais e municipais da educação.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/24/apos-um-ano-em-vigor-ministro-da-educacao-minimiza-fracasso-do-pne.htm

Ensino de Línguas - Japonês e mandarim estão entre as opções para alunos paulistas

Portal do MEC



Em Marília, as aulas de mandarim são ministradas, em geral, por estudantes chineses, com bolsa de pós-graduação, que vêm ao Brasil para complementar os estudos e aproveitam a estadia para ensinar o idioma (foto: hojerio.com)Japonês, mandarim, francês, alemão, italiano, espanhol e inglês são alguns dos cursos oferecidos, gratuitamente, a estudantes paulistas, de acordo com a demanda de cada região. As aulas são ministradas em diversos municípios, nas mais de 200 unidades do Centro de Ensino de Línguas (CEL) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Em Marília, a cerca de 400 quilômetros da capital, os sete idiomas estão disponíveis em unidade criada há 26 anos. Localizada na Escola Estadual Monsenhor Bicudo, atende 460 alunos de escolas da rede pública de ensino, nos turnos matutino, vespertino e noturno. As matrículas podem ser feitas por estudantes a partir do sétimo ano do ensino fundamental e da educação de jovens e adultos, exceto para os cursos de inglês e mandarim, disponíveis somente para alunos do ensino médio. Além de aprender uma nova língua, os estudantes têm a oportunidade, durante as aulas, de conhecer também os costumes de outros países.
Segundo a coordenadora do CEL de Marília, Ângela Aparecida Batista, a proposta do projeto de criação do centro nasceu nos fins da década de 1980, “no ambiente de globalização que se intensificava, aproximando povos e culturas”. De uma forma mais específica, de acordo com Ângela, tinha-se em mente “a integração do Brasil com a comunidade latino-americana hispanofalante, objetivamente pensando em termos econômicos, através do Mercosul”.
Outros idiomas foram acrescentados depois à grade curricular. “Isso ampliou a visão, antes restrita à América hispanofalante, para a da mundialização dos laços econômicos e culturais, chegando à configuração de hoje”, destaca.
Japonês — Professor de língua japonesa desde 2004, André Pereira ressalta que seus alunos, em geral, são muito interessados. “Raramente se ausentam, com frequência trazem dúvidas e curiosidades para as aulas e cumprem com todo empenho as atividades realizadas”, afirma.
Ele acredita que a atração dos jovens pela língua japonesa vem do interesse que têm por itens culturais como mangá (história em quadrinhos), animes (animações) e j-pop (música popular japonesa). Outro ponto lembrado por ele é a proximidade que a região de Marília tem com a colônia japonesa, bastante presente na comunidade. “Minhas aulas envolvem conversação, escrita e regras gramaticais”, diz o professor. “Só uso a escrita japonesa, e os alunos aprendem os três tipos: hiragana, katakana e kanjis (ideogramas).”
Os livros didáticos são fornecidos pela Secretaria de Educação do estado. São seis obras, voltadas para escrita, leitura e compreensão do idioma. Elas abrangem desde o básico até os níveis mais avançados do idioma.
Com graduação em geografia, que também leciona, Pereira revela que sua habilitação para o ensino de japonês deve-se ao fato de ter sido aprovado no teste Nouryoku shiken, de proficiência no idioma, regulamentado pela pasta de educação do Japão. Além disso, o professor tem grande conhecimento da vida e da cultura nipônicas, pois morou por 12 anos naquele país e lá estudou da sexta série do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio.
Mandarim — As aulas de mandarim foram implantadas graças a uma parceria da Secretaria de Educação do estado com o Instituto Confúcio, que atua na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). “Os professores, normalmente, são alunos chineses, com bolsa de mestrado ou doutorado, que vêm ao Brasil para uma complementação de estudos e ministram aulas, também”, revela Ângela. “Nossa professora, Wang Yukun, está em Marília para complementar a bolsa de mestrado em educação pela Unesp.”
Graduada em letras (português, inglês e espanhol), com mestrado em comunicação, Ângela tem experiência de 20 anos como professora de gramática, literatura e redação em instituições particulares de ensino e como professora efetiva de inglês da rede pública estadual.Há dois anos na coordenação do CEL de Marília, ela deu aulas de espanhol durante três anos.
Parcerias — De acordo com Ângela, para a capacitação de professores e fornecimento de material pedagógico, a Secretaria de Educação paulista firma parcerias com instituições relacionadas aos idiomas oferecidos no CEL. A Embaixada da Espanha, o Consulado da França em São Paulo, a Associação de Professores de Francês do Estado de São Paulo (Afpesp), a Aliança Francesa, a Associação Cultura Inglesa, o Instituto Goethe e a Fundação Japão são algumas dessas instituições. “Por conta de parcerias, aqui em nosso centro já tivemos alunos que viajaram para Argentina, Inglaterra e Espanha”, diz.

Fátima Schenini

Saiba mais no Jornal do Professor e nas páginas do Centro de Estudos de Línguas e do Instituto Confúcio na internet


Palavras-chave: idiomas, mandarim, japonês, CEL, Unesp

terça-feira, 23 de junho de 2015

Cursos da Universidade do Livro em junho e julho

Portal da UNESP

Inscrições abertas

Conheça os cursos da Universidade do Livro, braço educacional da Editora Unesp, em junho e julho. As inscrições estão abertas.

Preparação e revisão: o trabalho com o texto - Junho-Julho 2015
Carga Horária: 12 horas
Data: 30 de junho a 03 de julho de 2015
Horário: 18h30 as 21h30
Inscrições até: 01/07/2015 ou enquanto houver vaga.
Objetivos: Conhecimento e desenvolvimento da prática de preparação/copidesque e revisão de textos para publicação. Apresentação e discussão de técnicas de trabalho com o texto. Proporcionar uma discussão do trabalho do copidesque/revisor.
Â
Biografias e O direito autoral e de personalidade na utilização de conteúdos na internet - julho 2015
Carga Horária: 9 horas
Data: 13 a 14 de julho de 2015
Horário: 18h30 as 21h30
Inscrições até: 14/07/2015 ou enquanto houver vaga.

Como estruturar um artigo científico de alto nível - Julho 2015
Carga Horária: 07 horas
Data: 16 a 17 de julho de 2015
Horário: 18h30 as 22h
Inscrições até: 17/07/2015 ou enquanto houver vaga.
Objetivos: Por meio do entendimento da lógica da ciência, será mostrada a lógica interna da construção de um artigo científico internacional. Com isso, o aluno deverá conseguir: 1) identificar a relação lógica entre ciência, metodologia e a estrutura do texto científico; 2) conceber o texto como um ambiente de debate lógico entre cientistas de várias áreas; 3) identificar erros lógicos em artigos científicos; 4) usar o método lógico proposto para estruturar textos científicos de alto padrão; 5) aprimorar suas bases científicas para melhor debater com editores e revisores internacionais.
Â
Problemas gramaticais frequentes na revisão de textos - Julho 2015
Carga Horária: 9 horas
Data: 21 a 23 de julho de 2015
Horário: 18h30 as 21h30
Inscrições até: 22/07/2015 ou enquanto houver vaga.
Objetivos: Levantar e questionar a ocorrência dos problemas gramaticais mais frequentes na produção, preparação e revisão de textos editoriais de ficção e não ficção. Discutir esses problemas gramaticais e solucioná-los de acordo com os limites e as abrangências das normas de redação adotadas pelas editoras. Â
Aplicar na prática editorial os princípios básicos de coesão e coerência nas relações entre as partes de uma unidade de texto.

OFICINA GRANDE REPORTAGEM, BIOGRAFIA E CRÔNICA - NARRATIVAS E TENDÊNCIAS DE MERCADO - Julho 2015
Carga Horária: 09 horas
Data: 27 a 29 de julho de 2015
Horário: 18h30 as 21h30
Inscrições até: 27/07/2015 ou enquanto houver vaga.
Objetivos: A partir de reflexões sobre elementos que caracterizam três gêneros específicos (a grande reportagem, a biografia e a crônica), o curso pretende discutir a importância das narrativas e reforçar que o ‘contar bem boas histórias’ é exercício fundamental para a espécie humana, que ajuda a reforçar identidades civilizatórias e redes de sociabilidade. Ao partir do geral para o particular, o que se pretende também é sistematizar conceitos, marcando a grande reportagem como o encontro entre o Jornalismo e a Literatura, a biografia como o relato aprofundado e de fôlego sobre experiências de vida e a crônica como o olhar descompromissado sobre o cotidiano que se torna universal e relevante, para finalmente apontar o potencial de mercado de cada um dos três gêneros e as relações que podem estabelecer com o público leitor.

Informações e inscrições
Universidade do Livro
Tel: (11) 3242 9555
Fax: (11) 3242 9613
unil@editora.unesp.br
Praça da Sé, 108 – Centro – São Paulo – SP
CEP: 01001-900
Assessoria de Comunicação e Imprensa
 
retirado do site:http://www.unesp.br/#!/noticia/18137/cursos-da-universidade-do-livro-em-junho-e-julho/

Facip promove III Semana de História no Pontal

Portal da UFU

Júnior Barbosa (Estagiário de Graduação)

Inscrições já estão abertas

Com o tema “Profissionalização do Historiador”, o curso de graduação em História da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal (Facip/UFU) promove a III Semana de História, com debates, reflexões e trocas de experiências e também com produção e difusão de pesquisas científicas. O evento acontece no campus Pontal, em Ituiutaba, entre os dias 05 e 09/10.
As inscrições se iniciaram em maio e podem ser feitas por meio do site do evento. Os interessados em apresentar trabalhos nos “Simpósios Temáticos” têm até o dia 30/07 para se inscrever. Quem deseja participar de oficinas e minicursos pode fazer sua inscrição até o dia 18/09. Ouvintes podem se inscrever até 07/10.
Nesta edição, a Semana de História fará parceria com os Programas de Educação Tutorial (PET) e também com o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), desenvolvendo atividades de extensão com alunos e professores de escolas da rede pública de ensino. Haverá palestras, exposições e visitas monitoradas à universidade.
Mais informações sobre o evento e a programação completa podem ser acessados por meio do site.
Organização: Facip
Local: Campus Pontal, Ituiutaba.
Data: De segunda-feira, 05/10/15, 14:00 até sexta-feira, 09/10/15, 22:00
retirado do site:http://www.comunica.ufu.br/node/3811
 

Câmara de Florianópolis aprova merenda escolar vegetariana 1

Aline Torres
Em Florianópolis

A Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou na quarta-feira (17) um projeto de lei que implementa merendas diferenciadas na rede municipal de ensino. Haverá opções para alunos municipais que não consomem trigo e lactose, e ainda este ano, poderá ser implentada a merenda para vegetarianos.
"Não podemos viver a ditadura da salsicha", afirmou o vereador Afrânio Boppré (PSOL), que criou o projeto de lei. "Se a escola é a continuidade da educação de casa, não podemos impor uma dieta com carne para crianças e adolescentes de famílias que não fizeram essa escolha."
A merenda vegetariana será uma opção, assim como hoje é oferecida a alimentação sem trigo e sem derivados do leite. De regra mesmo, há uma portaria que proíbe refrigerantes e frituras na rede municipal.
O projeto ainda precisa ser sancionado pelo prefeito Cesar Souza Junior para virar lei. Mas, de acordo com a Câmara, a alternativa alimentar não afetaria os cofres públicos, já que a verba para merenda é oriunda do governo federal.
De acordo com o Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), 8% dos brasileiros são vegetarianos. Mas para a Associação Nacional Vegetarianismo este índice é ainda maior em Florianópolis.
Segundo a associação, a capital catarinense está entre as dez cidades com mais adeptos da alimentação sem carne. Cerca de 40 mil florianopolitanos, o equivalente, a 10% da população, são vegetarianos.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/18/camara-de-florianopolis-aprova-merenda-escolar-vegetariana.htm

Educação Básica - Grupo vai mapear experiências inovadoras e propor políticas

Portal do MEC

Como parte da priorização que o ministro Renato Janine pretende conferir à inovação da educação, será realizado nesta terça-feira, 23, em Brasília, uma reunião para formação de um grupo de trabalho nacional, que deverá mapear a busca por experiências inovadoras em educação básica no país e formular diretrizes para políticas públicas nessa área.
O grupo é composto por educadores de referência nacional, sob a coordenação da assessora especial do MEC, a socióloga Helena Singer. O objetivo é criar uma rede que envolva representantes de todas as regiões do país, escolas, universidades, centros de pesquisa e organizações da sociedade na pesquisa, divulgação e fortalecimento das propostas de inovação nas práticas escolares.
O grupo discutirá a possibilidade de um chamamento, que pode ser feito por edital, para anunciar a busca pela inovação em educação básica. Outra proposta é a criação de indicadores que mostrem resultados, não só divulgando, mas incentivando a reprodução de experiências positivas.
“O ministro tem dito que educação compreende três coisas ao mesmo tempo: inclusão, qualificação e criatividade, e é necessário que essas iniciativas dialoguem”, diz a assessora. Ela observa ainda que é importante criar novas experiências em educação, fortalecendo a reprodução das que já existem.
Para caracterizar o que é uma experiência inovadora em educação – e orientar as pesquisas – Helena Singer aponta critérios. Um deles é a utilização de novas tecnologias. “A escola tem de ter perspectivas que reconheçam os estudantes como autores, não simplesmente usuários, mas produtores de cultura e conhecimento”, afirma a socióloga.
Outros critérios para definir inovação nas ações educativas são o desenvolvimento integral, que inclui os aspectos ético, afetivo, social e cultural; a associação do direito de aprender à garantia dos direitos básicos; a mediação de conflitos pelas próprias instituições escolares, com ambiente acolhedor, solidário e educativo, e a produção de cultura em seus territórios, por meio de atividades e eventos que envolvam a comunidade.

Ana Cláudia Salomão


Palavras-chave: educação básica, inovação

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Idosos e crianças trocam afetos em espaço que junta asilo e pré-escola

Do UOL, em São Paulo

As pequenas mãozinhas brincam com as mãos marcadas pelo tempo e de movimentos lentos em Seattle, nos Estados Unidos. As brincadeiras e as atividades poderiam confundir o visitante desavisado. Trata-se de uma casa de repouso para idosos ou uma pré-escola? O Intergenerational Learning Center juntou as duas coisas.
O espaço tem a estrutura física que as duas instituições precisam, mas com a troca de afeto entre gerações que outras escolas e lares para idosos não têm. No local, a energia das crianças completa a experiência de vida dos mais velhos.
"Ao longo de meses filmando, observei muitas trocas incríveis entre idosos e crianças", diz Evan Briggs, que gravou um filme sobre a experiência entre as duas gerações no ILC.
O local abriga crianças de até cinco anos que realizam atividades cotidianamente com os mais de 400 idosos atendidos no espaço.
De um lado, as crianças aprendem a se relacionar com diferentes gerações, a respeitar os mais velhos e a conviver com pessoas com limitações físicas. Já os idosos recebem carinho e são estimulados intelectual e fisicamente pelos exercícios com os alunos.
Para que as imagens gravadas no ILC virem um documentário, Briggs resolveu criar um projeto de financiamento coletivo para arrecadar o dinheiro necessário para a edição. Ela precisava atingir 50 mil dólares para concluir o projeto, mas até a tarde desta sexta-feira (19) já havia conseguido cerca de 80 mil dólares (quase R$ 250 mil).
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/19/idosos-e-criancas-trocam-afetos-em-espaco-que-junta-asilo-e-pre-escola.htm

ENEM - Resultado preliminar por escola será divulgado em 9 de julho

Portal do MEC

A divulgação preliminar dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 por escola estará disponível em 9 de julho, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os procedimentos e critérios constam de portaria publicada nesta segunda-feira, 22.
Os resultados serão calculados e divulgados para as escolas que tenham, matriculados, pelo menos dez concluintes do ensino médio regular seriado e 50% de concluintes participantes do Enem. Consideram-se concluintes os alunos da terceira série do ensino médio, excluídos os do ensino não seriado (que não adota a divisão por série), conforme os dados do Censo da Educação Básica de 2014. Como concluintes que participaram do Enem são considerados aqueles que realizaram as quatro provas objetivas e a redação.
Os estabelecimentos cuja conclusão do ensino médio regular ocorra na quarta série devem encaminhar pedido específico de inclusão desses alunos. O prazo é de até dez dias após a data de publicação da portaria.
Os resultados do Enem auxiliam alunos, pais, professores, dirigentes de instituições e gestores educacionais na reflexão sobre o aprendizado no ensino médio, bem como no planejamento de estratégias de melhoria da qualidade da educação.
A Portaria nº 267/2015, do Inep, com os procedimentos e critérios para a divulgação do resultado do Enem por escola de 2014, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 22.


Assessoria de Comunicação Social do Inep
Palavras-chave: educação básica, Enem

PROUNI- Candidatos a bolsas de estudos podem conferir on-line os resultados da primeira chamada

Portal do MEC

Os resultados da primeira chamada da segunda edição de 2015 do Programa Universidade para Todos (ProUni), divulgados nesta segunda-feira, 22, estão acessíveis na página do programa na internet. Os selecionados têm até 29 de junho para comprovar, junto às instituições de ensino, as informações prestadas no momento da inscrição e fazer a matrícula.
Nesta edição, o ProUni recebeu 1.340.616 inscrições para as 116.004 bolsas ofertadas. O curso de administração foi o mais procurado, com 134.659 inscrições, seguido dos cursos de direto (128.012) e de engenharia civil (66.976). Cinco cursos da área de saúde estão entre os dez mais procurados. Enfermagem teve 58.002 inscrições; educação física, 55.117; psicologia, 54.840; medicina, 47.072; fisioterapia, 43.113.
Os resultados da segunda chamada serão divulgados em 6 de julho próximo, também pela internet. Caso não tenha sido selecionado em nenhuma das duas chamadas, o candidato pode manifestar interesse em participar da lista de espera nos dias 17 e 20 de julho.
Para o segundo semestre de 2015, do total de bolsas disponíveis, 68.971 são integrais e 47.033, parciais. Puderam se inscrever nesta edição do ProUni os candidatos que participaram Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtiveram no mínimo 450 pontos na média das notas, além de nota na redação que não tenha sido zero.
Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Podem fazer a inscrição os egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola.
Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Estão dispensados dos requisitos de renda os professores em efetivo exercício do magistério da educação básica integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.
O resultado da segunda edição do ano está na página do ProUni na internet.
Assessoria de Comunicação Social
Confira o Balanço das inscrições do 2º processo seletivo de 2015 do ProUni
Palavras-chave: educação superior, bolsas, ProUni

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