sábado, 23 de maio de 2015

II Congresso Internacional de Estudos do Rock

II Congresso Internacional de Estudos do Rock
Início Evento:       04/06/2015     -      Término Evento:       06/06/2015
Início Inscrições:  02/02/2015      -     Término Inscrições:   30/03/2015
Emailevento@congressodorock.com.br
Responsável: Alexandre Fiuza



O Colegiado de Pedagogia e o Mestrado em Educação/ Campus de Cascavel da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, com a co-promoção da Facultad de Periodismo y Comunicación Social de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP) – Argentina, convida a todos a participarem do II Congresso Internacional de Estudos do Rock, que se realizará na Unioeste/ campus de Cascavel, Estado do Paraná – Brasil, de 04 a 06 de Junho de 2015.
O evento contará com conferências, mesas redondas, sessões de comunicações orais, shows de bandas, oficinas, exibição de vídeos e filmes e exposições artísticas. Serão aceitas inscrições na categoria de ouvinte e de apresentação de comunicação oral.

Cronograma
Pagamento de inscrições: de 02/02/2015 a 27/04/2015
Envio de resumos até: 30/03/15
Resultado da avaliação dos resumos: 23/04/15
Envio de texto completo: 18/05/15
Inscrição de participantes sem apresentação de trabalho: até dia 03/06/2015 (ou até esgotarem as 500 vagas).

Taxa de Inscrição:
O pagamento da inscrição será realizado a partir de um boleto emitido junto ao sistema do site do evento, após a inscrição on line do participante.
Alunos de graduação e pós-graduação com ou sem apresentação de trabalhos: R$30,00
Professores e demais profissionais sem apresentação de trabalhos: R$40,00
Professores e demais profissionais com apresentação de trabalhos: R$60,00
Estrangeiros: poderão efetuar o pagamento no primeiro dia do evento mediante depósito bancário no local do Congresso.

Informações:
SITE: http://www.congressodorock.com.br/evento/index.xhtml
FACEBOOK: https://www.facebook.com/congressodorock?fref=ts 

AINTEC estimula o empreendedorismo

AINTEC estimula o empreendedorismo
Agência UEL

Foco na pesquisa e desenvolvimento de serviços tecnológicos
A Agência de Inovação Tecnológica (AINTEC) foi criada em 17 de abril de 2008, em atendimento à Lei de Inovação, incorporando a Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) que existe desde 2001. Também fazem parte da estrutura da agência o Escritório de Proteção ao Conhecimento (EPC) e a Divisão de Informação e Transferência de Tecnologia (DITT).
A AINTEC representa a soma de esforços de docentes e empresários, com o apoio do CNPq, Finep, MCTI, FIEP, SEBRAE, SETI, Fundação Araucária, A. Yoshii Engenharia e diversas outras instituições públicas e privadas. Trata-se de um entidade parceira na promoção da inovação, identificando, protegendo e transferindo as criações geradas na UEL, atendendo demandas da sociedade e do mercado. O foco é a pesquisa e o desenvolvimento de serviços tecnológicos, fomentando o empreendedorismo inovador. Mais de 50 empresas já foram apoiadas pelo processo de incubação junto à Intuel, nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação. 
retirado do site:http://www.uel.br/com/agenciaueldenoticias/index.php?arq=ARQ_not&FWS_Ano_Edicao=1&FWS_N_Edicao=1&FWS_Cod_Categoria=2&FWS_N_Texto=20934

A letra cursiva está com os dias contados? Especialistas respondem

Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte 
  • Karime Xavier/ Folhapress
O ensino da letra cursiva (de mão) na alfabetização das crianças é considerado por alguns especialistas como ineficaz e segregador e, por outros, como um bom meio de fomentar o desenvolvimento intelectual de meninos e meninas.
A educadora Maria Helena de Moura Neves, professora de pós-graduação em letras da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, defende o ensino da letra cursiva.
"Quando você se põe a escrever, você não se põe a escrever pensando nas letras, você se põe a escrever pensando no sentido que você vai dar. Seus elementos são símbolos, são signos, são coisas mais compactas, com valor em si, e não, fragmentos de sinais", afirmou.
Segundo ela, a criança deveria ser apresentada à letra cursiva, independentemente de usá-la ou não após o domínio dessa modalidade de escrita.  "Não digo que as pessoas não possam escrever à mão com letra de forma, ou digitar, mas não pode ser subtraído dela a oportunidade de ser apresentada a esse tipo de escrita", disse.
A professora cita o avanço tecnológico como um fator de desenvolvimento, mas faz ressalvas. "A formação não pode ser bitolada pelo que está na moda, pelo que a gente acha que é eficiente".
Maria Helena disse acreditar que a letra cursiva não deverá desaparecer tão cedo no país. "Nós temos um país grande, com núcleos completamente diferentes. Alguns mal dispõem de um lápis e um papel", afirma.

Segregação

Já para Francisca Paulo Toledo Monteiro, que trabalha com alfabetização e letramento na Divisão de Educação Infantil e Complementar da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em São Paulo, o ensino da letra cursiva no país teve, por muito tempo, papel de segregação em alguns casos.
"Escrever em letra cursiva exclui milhões de pessoas. A letra cursiva, hoje em dia, é uma falácia. Isso não é mais uma obrigatoriedade, pelo menos para uma educação inclusiva. O importante da escrita é que ela tenha sentido e faça a comunicação, ou seja, eu não posso inventar uma palavra ou colocá-la fora de ordem. Mas, se vou escrever com letra cursiva ou de bastão, não tem problema nenhum", teorizou.
A educadora diz que a escola excluía crianças com síndrome de Down, paralisia cerebral ou problemas motores, que não conseguiam escrever com letra cursiva.
"O cenário que nós tínhamos era, muitas vezes, o de encaminhar a criança para treinar caligrafia e, em muitos casos, a criança era inteligentíssima, mas se perdia na escola, era retida nos estudos porque não conseguia fazer uma letra legível".
A especialista ainda questionou se, de fato, a criança que domina a letra cursiva tem consciência do que escreveu. "Nós temos algumas crianças que copiam textos com a letra maravilhosa, mas não leem. A teoria que, para estar alfabetizado, tinha grafar com letra cursiva, foi por terra", afirmou.
Questionada sobre a versão de que a letra cursiva ajuda na cognição, a professora discordou. "Os japoneses não escrevem em letra cursiva e, nem por isso, deixaram de desenvolver a cognição. Existem muitas maneiras de desenvolver a cognição. Articular o pensamento com a palavra e com a ação e com o sentimento", declarou.

'A letra cursiva está fadada a acabar'


Cláudia Aparecida Pereira
A professora Maria Margareth de Castro Pinto Osório, que hoje ocupa o cargo de vice-diretora na Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte, disse acreditar no desaparecimento da letra cursiva. A educadora lecionou em sala de aula por 24 anos na rede pública e disse estar prestes a se aposentar. "No meu entender, a letra cursiva está fadada a acabar, porque as pessoas só estão querendo teclar e, ao teclar, deixam de escrever. Hoje não se escreve mais, abrevia-se', avaliou.
Ela disse achar importante o ensino da letra cursiva para que a criança desenvolva o gosto pela escrita e pela leitura. "Antigamente, a criança escrevia e tinha noção do que estava escrevendo. Uma redação tinha princípio, meio e fim. Hoje não tem mais isso. Escreve-se muito pouco. Acho que precisa juntar o novo com o antigo".
A dirigente confessou que, quando vê um aluno com a letra ilegível, tira dinheiro do bolso para comprar um caderno de caligrafia. "Eu compro e passo exercícios para ele. Mesmo não sendo professora deles, dou o caderno e depois corrijo no fim de semana", confidenciou.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/03/17/a-letra-cursiva-esta-com-os-dias-contados-especialistas-respondem.htm

Em plano estadual de educação, SP propõe alfabetização até o 2º ano

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

O governo de São Paulo abre nesta sexta-feira (22) consulta entre educadores da rede para o Plano Estadual de Educação (PEE), que define 20 metas na educação básica, superior e profissional. O documento reforça a articulação entre municípios e União, mas não traz detalhes das estratégias para alcançar os objetivos, que praticamente seguem o que já está definido no Plano Nacional de Educação (PNE) para todo o País. Também não há previsão orçamentária para financiar as ações.
O plano estadual é previsto na lei do PNE e deve estar sancionado - após trâmite na Assembleia Legislativa - até 24 de junho. O mesmo ocorre com os planos municipais. Esses planos regionais têm papel fundamental na viabilização das metas nacionais, bem como nas estratégias de articulação entre os entes federativos. Também servem como ferramenta para adaptar as diretrizes nacionais às realidades locais.
Na alfabetização, o plano estadual é mais ousado que o nacional. Propõe a alfabetização de todas as crianças até o 2º ano do ensino fundamental. Para todo o País, o PNE prevê alfabetização até o 3º ano.
No ensino superior, o projeto mantém as diretrizes do PNE - apesar de ter taxas de escolaridade superiores à média nacional. A meta é ter, em dez anos, 33% dos jovens de 18 a 24 anos na universidade ou formados. A média é de 16% no Brasil, enquanto São Paulo chega a 18%.
O PEE ainda mantém o objetivo do plano nacional referente a creches, que é de ter 50% de matrículas da população de 0 a 3 anos em dez anos, e de escolas de tempo integral. Essa meta prevê 25% das crianças em escolas com essa proposta. A rede estadual de São Paulo tem hoje 112 mil alunos nessa modalidade - 3% do total de matrículas.

Indefinição

O plano reafirma o desenvolvimento de maior colaboração com municípios em toda a educação básica. Fala em "criar mecanismos de colaboração", mas sem detalhar. "Uma lei não pode detalhar tudo, mas também pode ser um risco não dizer como fazer", diz Ocimar Alavarse, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
Segundo ele, as "generalizações" do plano apontam uma "dificuldade na concepção". "A secretaria estadual ainda tem dificuldade de ser a articuladora da educação no Estado."
O PEE destaca a valorização salarial dos professores e indica a melhoria da carreira e condições de trabalho. Prevê a equiparação, em seis anos, dos ganhos dos docentes à média dos profissionais com mesmo nível de escolaridade - prazo previsto no PNE para todo o País.
Professores em greve há mais de dois meses exigem 75% de reajuste sob o argumento da equiparação. O PEE ainda vincula essa política à Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita gastos públicos.
O plano não faz projeções orçamentárias de financiamento, mas indica que o Estado vai apresentar propostas de alterações tributárias que permitam maior oferta de "recursos para a Educação".
O texto foi construído com a participação de 73 entidades representativas, além da secretaria e do Conselho Estadual de Educação. Ele ficará disponível no sistema interno da secretaria até 9 de junho. Quando chegar à Assembleia, a proposta deve ficar aberta a debates.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/22/em-plano-estadual-de-educacao-sp-propoe-alfabetizacao-ate-o-2-ano.htm

USP prevê gasto 24,3% superior ao que recebe e deficit de R$ 1,1 bilhões

Estadão Conteúdo
em São Paulo

Ainda em crise financeira, a Universidade de São Paulo (USP) já prevê neste ano um deficit de R$ 1,130 bilhão. Isso significa que vai gastar 24,3% a mais do que os R$ 4,649 bilhões que deve receber do governo estadual. Com o cenário mais pessimista, a Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) já recomendou à reitoria medidas extras para frear gastos.
Os novos números vêm de projeções feitas pela COP, em documento obtido pelo jornal "O Estado de S. Paulo". No total, a USP prevê em 2015 despesas de R$ 5,779 bilhões. O novo deficit é superior aos R$ 988 milhões anteriormente previstos. Para honrar os compromissos, a reitoria tem usado a reserva financeira, que deve terminar o ano com menos de R$ 800 milhões. Em junho de 2012, essa poupança tinha R$ 3,6 bilhões.
Os cálculos já consideraram a proposta de reajuste de 7,21% a docentes e funcionários, feita na semana passada. Essa revisão orçamentária será discutida nesta terça-feira, 19, em reunião do Conselho Universitário. A reitoria só vai comentar as projeções da COP após o Conselho.
A avaliação interna é de que a mudança na previsão de deficit está mais ligada à deterioração da economia do que a um aumento de despesas da universidade. A USP recebe uma cota de 5,03% da arrecadação estadual do Imposto sobre Mercadorias e Serviços (ICMS).
No ano passado, a previsão inicial de deficit orçamentário era de R$ 575 milhões. Ao fim de 2014, o gasto da reitoria além dos repasses do Estado foi de R$ 795 milhões.

Salários

Até agora, a principal medida anticrise foi um plano de demissão voluntária (PDV), que teve a adesão de 1.382 funcionários e garantiu economia de 4,4% nos gastos com a folha salarial. Como houve custos com as indenizações dos servidores que saíram, os efeitos do plano só devem ser mais significativos nos próximos anos.
No fim de 2015, a previsão é de que a USP tenha 100,8% das receitas comprometidas com a folha de pagamento. O ideal é que a universidade gaste, no máximo, 85% dessa verba com os salários. As novas medidas para frear gastos ainda estão em estudo pela administração. As contratações e a maioria das obras continuam congeladas.
Apesar da elevada taxa de gastos com os salários, os reitores optaram por um índice que repusesse as perdas com a inflação. Segundo o documento da COP, houve um "grande esforço" para garantir o poder aquisitivo das remunerações.
No ano passado, os dirigentes da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) tentaram congelar os salários de professores e técnicos. As categorias fizeram uma greve conjunta de mais de 110 dias e conseguiram reajuste de 5,2%.
A avaliação dos reitores é de que seria melhor evitar o desgaste de uma nova paralisação longa. Mas os servidores pedem agora 11,6%. "Esperamos que a negociação não tenha terminado nessa proposta (de 7,21%)", diz Cesar Minto, coordenador do fórum sindical.
Outra preocupação de Minto, docente da USP, é de que as novas ações para conter gastos prejudiquem o funcionamento da instituição. "Esses cortes são muito prejudiciais à atividade-fim da universidade."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/19/usp-preve-gasto-243-superior-ao-que-recebe-e-deficit-de-r-11-bilhoes.htm

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Alunos ocupam reitoria da Federal de Juiz de Fora e cobram verba estudantil

Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte


Alunos da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), situada na cidade de Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte) ocupam a reitoria da universidade desde a última segunda-feira (18) e reivindicam, principalmente, a retomada do repasse de verba das bolsas do Apoio Estudantil que teria sido cortado.
Conforme página criada no Facebook intitulada "#OcupaUFJF", os organizadores do movimento pedem também mais moradias e apoio estudantis, melhoria na segurança na infraestrutura da universidade.
A decisão em ocupar a reitoria se deu após reunião feita entre os estudantes e representantes da universidade no dia 18. Uma ata foi produzida contendo o teor do encontro.
As discussões feitas entre os universitários que ocupam a reitoria estão sendo transmitidas pela internet.
Em nota, a assessoria da universidade informou que dirigentes da instituição escalados para a reunião com os alunos informaram a eles ter admitido "limitações e dificuldades, reconheceram falhas a corrigir e se comprometeram com avanços nas respostas até a próxima reunião acertada com os estudantes", marcada para a próxima sexta-feira (22) e que contará com a presença do reitor Júlio Chebli.
Esse encontro, segundo a reitoria, terá como foco o apoio estudantil, meio-passe estudantil e segurança no campus.
Ainda de acordo com o texto, o pró-reitor Alexandre Zanini "comprometeu-se a estudar meios de remanejar mais verbas do orçamento de custeio para o orçamento do apoio estudantil".
"A Administração Superior, reafirmando seu compromisso com a democracia, garante o direito de manifestação das e dos estudantes que neste momento estão ocupando o prédio da Reitoria', finalizou a nota.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/20/alunos-ocupam-reitoria-da-federal-de-juiz-de-fora-e-cobram-verba-estudantil.htm

Docentes de universidades federais do Rio aprovam greve para semana que vem

Da Agência Brasil

A UFF (Universidade Federal Fluminense), em Niterói, região metropolitana do Rio, aprovou hoje (21) a adesão dos professores à greve nacional dos docentes, com paralisação a partir do dia 28 deste mês. Por unanimidade, os técnicos administrativos da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) também aprovaram indicativo de greve a partir de 29 de maio.
Em assembleia geral de docentes, convocada para hoje à tarde, no campus do Gragoatá, os professores da UFF decidiram que a única saída para pressionar o governo federal a ampliar os investimentos para educação pública é a adesão à greve nacional.
Vice-presidente do Sindicato dos Professores da UFF, Gustavo Gomes disse que a greve geralmente é a última saída. Segundo ele, por causa dos impasses nas reuniões anteriores com o governo federal essa acabou sendo a solução cabível. Gomes informou que as reivindicações dos docentes são, entre outras, negociação da data-base e a questão do contigenciamento de verbas para universidades federais.
O Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) tem reunião marcada para amanhã (22), em Brasília, de modo a debater as pautas dos docentes e discutir a deflagração da greve nacional. A Asociação dos Docentes da UFF (Aduff) volta a se reunir em assembleia no próximo dia 1º de junho.
Os técnicos administrativos da UFRJ participam, dias 23 e 24 de maio, em Brasília, da plenária nacional da Fasubra (Federação de Sindicato de Trabalhadores Técnico Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil).
Coordenador geral do Sintufrj (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) da UFRJ, Francisco de Assis adiantou que a plenária da Fasubra debaterá reivindicações como aprimoramento da carreira dos técnicos administrativos, paridade entre ativos e aposentados e isonomia de direitos.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/21/docentes-de-universidades-federais-do-rio-aprovam-greve-para-semana-que-vem.htm

Colégios universitários propõem inovações pedagógicas na Bahia

Portal do MEC

Oferecer aulas por meio de tecnologia digital, inovar os modelos pedagógicos e investir em formação de professores. Com esses objetivos, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) implantou os colégios universitários, que já atendem a oito cidades do interior do estado. O projeto, que funciona em parceria com a Secretaria Estadual de Educação, faz parte do programa Educar para Transformar, lançado pelo governo da Bahia.
Os colégios universitários são operados e supervisionados pela UFSB em instalações de escolas estaduais de ensino médio, cedidas pelo governo estadual. Os estudantes são aqueles que ingressaram normalmente na universidade. Eles assistem às mesmas aulas ministradas nos campi, transmitidas digitalmente.
Segundo o reitor da UFSB, Neomar Almeida, a interação da universidade com as escolas de ensino médio se dará com a atuação na formação do quadro de professores da rede estadual. Programas de mestrado levarão a uma melhora acentuada da qualidade do ensino público. “Há previsão de um programa de educação continuada que atenda às demandas de qualificação desses professores”, disse Almeida.
A inovação pedagógica fica por conta de modelo baseado na solução de problemas, com forte autonomia de aprendizagem. A grade curricular é flexível, e o estudante constrói a trajetória ao longo do curso. Outra novidade didática é a criação de equipes de aprendizagem ativa, formadas por estudantes de todas as etapas (primeiro, segundo e terceiro anos), com supervisão de um residente e sob orientação de um quadro da UFSB.
Implantados nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Ibicaraí, Teixeira de Freitas, Santa Cruz Cabrália, Coaraci, Porto Seguro e Itamaraju, os colégios universitários oferecem a área básica de ingresso, que equivale ao primeiro ano em comum dos bacharelados e licenciaturas interdisciplinares.
Ana Cláudia Salomão
Palavras-chave: educação superior, colégios universitários, UFSB

Ministro negocia para realizar evento mundial de educação

Portal do MEC

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, iniciou as negociações para a realização de um evento internacional sobre educação nos próximos anos, já autorizado pela presidenta Dilma Rousseff. “Não necessariamente precisa ser o próximo fórum, que acontece de 15 em 15 anos, mas podemos pensar em uma forma de reunir os ministros da área”, explicou nesta quinta-feira, em Incheon, Coreia do Sul, durante a participação no Fórum Mundial de Educação da Unesco.
A intenção é ampliar o debate sobre o tema. Durante a semana, ministros de diversos países se mostraram curiosos para saber como o programa Bolsa-Família melhorou os índices de educação do Brasil, tanto citado por Janine durante os dias na Ásia. Ele se colocou à disposição de quem quisesse receber informações sobre esse e outros programas.
Dados – Esta quinta-feira, 21, foi o último dia do Fórum Mundial de Incheon. No painel temático sobre a criação de uma agenda educacional pós-2015, Renato Janine Ribeiro falou sobre a importância de ter dados para avaliar a qualidade da educação e guiar ações, como, no caso brasileiro, o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e a Prova Brasil. Os índices ajudam a aprimorar as políticas federais, estaduais e municipais. O painel temático contou ainda com experiências de outros países como Bali, Dubai, Camboja e Peru.
Ainda no último dia, o ministro participou de discussão sobre como a educação atua no desenvolvimento sustentável, e se encontrou com o ministro da Educação do Chile, Nicolás Eyzaguirre.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: evento, Coreia do Sul

Publicadas as convocações de 395 aprovados para hospitais

Portal do MEC

Foram publicadas no Diário Oficial da União dos dias 18 e 19 últimos as convocações de 395 aprovados em concursos públicos para sete hospitais universitários federais filiados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Para o Hospital Universitário de Santa Maria, da Universidade Federal de Santa Maria (Husm-UFSM), no Rio Grande do Sul, foram chamados 45 profissionais, incluindo três médicos de duas especialidades, seis enfermeiros e 27 técnicos em enfermagem.
Para a cidade de Natal, dois hospitais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) receberão reforços: para a Maternidade-Escola Januário Cicco (Mejc) são 26 convocados, dentre eles 15 médicos de seis especialidades, e para o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) são 80 profissionais, com 26 médicos de sete especialidades, 13 enfermeiros e 17 técnicos de enfermagem.
A lista do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, da Universidade Federal de Alagoas (Hupaa-Ufal), em Maceió, é composta por 80 convocados. Ela inclui 28 médicos de 17 especialidades, seis enfermeiros e 29 técnicos de enfermagem. Para o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (Humap-UFMS), foram chamados 80 profissionais, dentre eles 28 médicos de 19 especialidade, dez enfermeiros e dez técnicos de enfermagem.
Em Salvador, o Hospital Universitário Professor Edgard Santos, da Universidade Federal da Bahia (Hupes-UFBA), convocou 79 aprovados, com dez médicos de cinco especialidades, quatro enfermeiros e 18 técnicos de enfermagem. A eles, somam-se cinco profissionais para o Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI), em Teresina, sendo um médico, um enfermeiro, um físico, um analista de tecnologia da informação e um assistente administrativo.
Houve ainda convocação para farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, técnicos em diversas áreas, fisioterapeutas, nutricionistas, terapeutas, analistas, assistentes administrativos, biólogo, físico, pedagogo e engenheiro civil. Os profissionais serão contratados pela Ebserh, empresa pública vinculada ao Ministério da Educação, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A Ebserh foi criada em 2010, por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).  À empresa cabe promover medidas que contemplam a reestruturação física e tecnológica das unidades, com a modernização do parque tecnológico; a revisão do financiamento da rede, com aumento progressivo do orçamento destinado às instituições; a melhoria dos processos de gestão; a recuperação do quadro de recursos humanos dos hospitais e o aprimoramento das atividades hospitalares vinculadas ao ensino, pesquisa e extensão, bem como à assistência à saúde.
Assessoria de Comunicação Social, com informações da Ebserh
Palavras-chave: educação superior, medicina, hospitais universitários, Ebserh

quinta-feira, 21 de maio de 2015

CCSA abre inscrições de especialização em Direito Tributário

Portal da UFRN

CCSA abre inscrições de especialização em Direito Tributário


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Agecom / Wallacy Medeiros 
CCSA abre inscrições de especialização em Direito Tributário

O Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) está com inscrições abertas até esta quinta-feira, dia 21, para seleção do curso de especialização em Direito Tributário. São 55 vagas, sendo cinco reservadas para servidores ativos da UFRN.

As inscrições custam R$ 50  e devem ser realizadas pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) pelo endereço: https://goo.gl/mmgcx4. Os candidatos ainda devem entregar os documentos exigidos em edital na secretaria do curso, localizada no anexo do Departamento de Direito Público (DPU), no Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA).

O curso possui carga horária de 420 horas e o investimento pode ser dividido em 15 parcelas de R$ 350. Outras informações podem ser consultadas pelo  telefone: 3215-3488 ou pelo e-mail: cedt@ccsa.ufrn.br.
Outras Informações:

Grupo MOVER realizará o evento "Mortos Vivos"

Portal da UFMA

O evento ainda contará com apresentações de música, poesia, dança e teatro, dentre outras formas de expressão

Foto Grupo MOVER realizará o evento "Mortos Vivos"
SÃO LUÍS - O grupo Mover realizará, no dia 27 de maio, das 11h30 às 13h30, na área da vivência da Cidade Universitária, o evento “Mortos Vivos”, que tem como objetivo levar as pessoas a desenvolverem pensamentos críticos a partir da transmissão dos princípios bíblicos a fim de serem assimilados como estilo de vida através de manifestações artísticas, como peças teatrais, bandas musicais e malabares.
O nome do evento visa chamar atenção do público para problemas enfrentados na sociedade atual e a ideia de “Mortos Vivos” é mostrar que as pessoas, mesmo convivendo em sociedade, acabam deixando de lado seus sentimentos, aparentando, por fim, não estar vivos, segundo a organizadora do evento, Allana Sousa Silva, estudante do sétimo período do curso de Pedagogia. “Escolhemos esse nome principalmente para chamar atenção do público para os desafios na construção de um mundo melhor e a quebra de princípios e valores da humanidade”, afirmou.
Na visão da estudante, a arte, de uma forma geral, “ajuda a formar profissionais não só competentes, mas geradores de opiniões que ajudam no desenvolvimento do ensino e da pesquisa”, em suas palavras. Entre os grupos a se apresentarem estão a "Tribo do Fogo" e os grupos de teatro e música compostos pelos integrantes do MOVER.
Saiba mais
O Mover trata-se de um movimento estudantil cristão que atua em diversos âmbitos da sociedade, principalmente em escolas e universidades, identificando e auxiliando na resolução de problemas dos integrantes através de princípios da Bíblia, fazendo o uso da arte, de ações sociais ou palestras. As reuniões são semanais e acontecem de segunda à quinta-feira, às 12h30, no hall de entrada dos prédios Centro de Ciências Humanas, nas segundas-feiras; Centro Pedagógico Paulo Freire, nas terças; Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, às quartas; e Centro de Ciências Sociais, às quintas. 
retirado do site:http://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/noticia.jsf?id=45243

Pró-Reitoria de Ensino divulga edital para preenchimento de vagas ociosas

Portal da UFMA

Nos campi de Imperatriz, há 167 vagas distribuídas em sete cursos de graduação

IMPERATRIZ – Por intermédio da Pró-Reitoria de Ensino (PROEN), a Universidade Federal do Maranhão abre, nos dias 28 e 29 de maio, as inscrições para o preenchimento de 626 vagas ociosas nos cursos de graduação, com ingresso no segundo semestre regular de 2015.2.
Ao todo, serão disponibilizadas vagas nos campi de Bacabal, Balsas, Chapadinha, Codó, Grajaú, Pinheiro, Imperatriz, São Bernardo e São Luís. Elas serão distribuídas nos mais de 30 cursos existentes nesses campi, nas seguintes modalidades: Transferência Voluntária, Remoção, Reopção, Mudança de Turno e Matrícula de Graduado.
Para Imperatriz, serão disponibilizadas 167 vagas distribuídas nos cursos de Ciências Contábeis (48), Ciências Naturais/Biologia (25), Ciências Humanas/Sociologia (20), Comunicação Social/Jornalismo (29), Enfermagem (05), Engenharia de Alimentos (30) e Medicina (10). 
Os alunos interessados devem realizar as inscrições exclusivamente de forma presencial, em quaisquer dos campi onde houver oferta de vagas.  O candidato à vaga deve estar, no momento da inscrição, com um documento oficial de identificação com foto e o formulário de pré-inscrição - disponível no edital - devidamente preenchido, acompanhado da respectiva documentação, original e cópia, para a modalidade de ingresso escolhida.
A seleção será organizada em duas fases. A primeira, de caráter classificatório e eliminatório, tomará como base o resultado obtido no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano de 2014. A segunda fase será de caráter eliminatório e será efetivada no ato da matrícula, mediante a análise e a comprovação documental exigida para a matrícula.
Os interessados às vagas de Imperatriz devem realizar inscrições nos dias já especificados, nos horários das 9h às 12h e das 14h às 18h, no seguinte endereço: Campus Centro - Assistência Pedagógica, Rua Urbano Santos, s/n, Bairro: Centro. Imperatriz – MA. CEP: 65900-410. O telefone para contato é (99) 3529-6000. 
retirado do site:http://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/noticia.jsf?id=45245

Instituto promove inclusão social em todos os níveis no RS

Portal do MEC

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) estabeleceu a reserva de vagas para cotistas negros, indígenas e pessoas com deficiência para os próximos processos de seleção. A medida abrange todos os cursos de graduação, técnicos e de pós-graduação, além dos concursos públicos de servidores que vierem a ser realizados.
O IFRS já oferecia vagas no sistema de cotas para os cursos de graduação e técnicos. Agora, passa a oferecer também nos dois de pós-graduação — mestrado em tecnologia e engenharia de materiais, ofertado pelos campi de Caxias do Sul, Farroupilha e Feliz, e mestrado em informática na educação, no campus de Porto Alegre.
O pró-reitor de pesquisa, pós-graduação e inovação, Júlio Xandro Heck, afirma que o instituto tem total compromisso com a inclusão social. “Essa decisão pioneira coloca o IFRS na vanguarda das instituições de ensino no que se refere às ações afirmativas”, observou. “Temos a convicção de que, com isso, estamos contribuindo para a redução das injustiças e desigualdades ainda existentes no sistema educacional público no Brasil.”
Desde 2010, o instituto conta com a Assessoria de Ações Inclusivas, que é responsável pelo planejamento, integração e coordenação das ações relacionadas à política de inclusão.
Josiane Canterle
Palavras-chave: educação profissional, instituto federal, cotas, inclusão

Ministro pede urgência a países para a erradicação da pobreza

Portal do MEC

Em encontro com o vice-primeiro ministro da Coreia do Sul, Hwang Woo-yea, Janine Ribeiro foi presenteado com uma peça típica do país asiático (foto: Paula Filizola/MEC)“Com o [programa] Bolsa-Família, o Brasil foi capaz de reduzir a pobreza para 6%; o índice, hoje, é de cerca de 1%.” Com o exemplo do Brasil, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, pediu atenção aos países no esforço para a erradicação da pobreza. O chefe da deleção brasileira no Fórum Mundial de Educação, em Incheon, Coreia do Sul, fez pronunciamento durante a sessão plenária Educação 2030: a Agenda e as Ações Propostas.
Na sessão, que contou com a presença de outros 23 ministros de diversos países, foram discutidas as propostas para a educação no futuro. Durante o dia, a delegação brasileira participou de painéis temáticos sobre os temas financiamento da educação básica, igualdade de gêneros e inovações na educação, entre outros.
Intercâmbio — Assim como na terça-feira, 19, Brasil e Coreia do Sul reiteraram a intenção de reforçar o intercâmbio de estudantes entre os países. Em encontro bilateral, Janine Ribeiro e o vice-primeiro ministro sul-coreano, Hwang Woo-yea, discutiram formas de os professores das duas nações trocarem experiências.
A gestão da educação sul-coreana foi lembrada por Janine Ribeiro como exemplo para o mundo. Depois que passou a investir fortemente na área, o país asiático superou as dificuldades do passado. À tarde, o ministro reuniu-se com o diretor da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher. Na segunda plenária do dia seria realizada exposição sobre os avanços na Coréia do Sul fomentados pelos investimentos em educação.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, fórum, pobreza

Bacharelados interdisciplinares colocam universidades federais em destaque

Portal do MEC

Dan Shechtman, ganhador do prêmio nobel de química em 2011, ao lado do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. (Crédito: Paula Filizola/MEC)Durante painel sobre educação superior no Fórum Mundial da Unesco, realizado em Incheon, na Coreia do Sul, as universidades federais do ABC (UFABC) e do Sul da Bahia (UFSB) ganharam destaque. Com o modelo bem sucedido nas duas instituições, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, explicou que o Brasil acredita na importância dos bacharelados interdisciplinares.
Esse modelo é visto como uma solução futura para a educação superior, na opinião do ministro. “Algumas áreas, como saúde e engenharia, precisam ser bem rígidas. Mas há cursos em que podemos investir nos bacharelados interdisciplinares”, explicou Janine Ribeiro.
Em sua fala nesta quarta-feira, 20, o ministro ainda lembrou que, há 12 anos, o Brasil tinha cerca de 3 milhões de estudantes no ensino superior. Com as políticas bem sucedidas de expansão e democratização do ensino superior, o país foi capaz de atingir o número atual de mais de 7 milhões de matrículas.
O esforço do Brasil para aumentar a modalidade do ensino a distância foi outro ponto tocado. Entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), há estratégias que usam essa modalidade para melhoria dos números da educação no país.
Engenharia – Um dos palestrantes da tarde desta quarta-feira foi o físico israelense Dan Shechtman, prêmio Nobel de Química em 2011. Ele considera importante que as universidades formem mais engenheiros e profissionais da área de tecnologia e inovação. Vale lembrar que, entre os cursos mais procurados por alunos que utilizam o Fies, estava justamente a engenharia.
O pesquisador ainda falou sobre a importância do inglês como língua universal para expandir as pesquisas de ciência no mundo. “Os países podem manter a língua local, mas na ciência é preciso falar inglês”, disse Shechtman. “Para encorajar as pessoas a quer ser cientistas, comece cedo. Nos primeiros anos escolares”, concluiu o físico israelense, que desenvolve um projeto em 60 escolas com treinamento de professores para ensinar ciências desde cedo e tornar a área atrativa.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: evento, educação superior, interdisciplinaridade

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Inscrições abertas no concurso público para os quatro campi da UFSCar

Portal da UFScar

Está aberto até o dia 10 de junho o período de inscrições para concurso público nível superior e intermediário para provimento de cargos de técnico-administrativos em educação para os campi São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino da UFSCar.

Para o Campus São Carlos da Universidade há vagas de administrador, engenheiro civil, nutricionista e técnico em artes gráficas, em mecânica, telefonia e tradutor e intérprete de linguagem de sinais. Para o Campus Araras da Universidade há vagas para técnico em laboratório de física e técnico em agropecuária (produção vegetal).

Já para o Campus Sorocaba há vagas para engenheiro elétrico e auxiliar de enfermagem. No Campus Lagoa do Sino há vagas para engenheiro mecânico, médico clínico geral, pedagogo, psicólogo, zootecnista, e técnicos para os laboratórios ambiental, de biologia, de física e química. Também há vagas para técnico em agropecuária (produção vegetal e animal), técnico em alimentos e laticínios e técnico em enfermagem.

O concurso será realizado na modalidade de provas e títulos. A primeira fase será composta por uma prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, contendo 60 questões de múltipla escolha, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos. Os candidatos farão a prova objetiva no Campus para o qual estarão concorrendo.

A segunda fase será composta por análise de documentação comprobatória de formação e experiência profissional, correspondente a cada cargo. Ainda haverá prova prática para os cargos de técnico de laboratório de física, técnico em mecânica, intérprete de linguagem de sinais, pedagogo e psicólogo.

Os interessados devem se inscrever exclusivamente via Internet, por meio do site www.concursos.ufscar.br, no qual está disponível o Edital com mais informações.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7411

Bullying é maior entre estudantes do sexo masculino

Agência USP de Notícias

Por Carolina Medeiros, especial para a Agência USP de Notícias
carolinafmedeiros@yahoo.com.br

Foram pesquisados 109.104 alunos do 9º ano do ensino fundamental
Uma pesquisa realizada com 109.104 estudantes do 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas mostra que a prática do bullying é proporcionalmente maior entre os estudantes do sexo masculino (26,1%) do que do feminino (16,0%). O estudo, que envolveu escolas localizadas em zonas urbanas e rurais, de todo território brasileiro, também aponta que 20,8% dos estudantes já praticaram algum tipo de bullying contra os colegas.
Outro dado levantado é que 7,2% dos alunos que foram vítimas dessa prática são, em sua maioria, meninos cujas mães têm baixa escolaridade e são negras ou indígenas. Estes resultados acabam de ser publicados no artigo Causas do bullying: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde da Escola, publicado na última edição na Revista Latino Americana de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP).
Outros resultados importantes levantados no estudo são as causas/motivos que levam os alunos a praticarem o bullying, sendo que 51,2% dos estudantes não souberam especificar um motivo. Entre os que apontaram as causas, a maior parcela dos casos estão relacionados à aparência do corpo (18,6%), seguida da aparência do rosto (16,2%), raça/cor (6,8%), orientação sexual (2,9%), religião (2,5%) e região de origem (1,7%).
Educação e saúde
“O bullying manifesta-se por meio de diferentes signos, comportamentos e preconceitos nas relações interpessoais entre escolares. Ações de educação e promoção de saúde na escola são modos diferentes de atuar na atenção primária, que podem resultar na construção de novas formas dos estudantes relacionarem-se com o mundo e entre si”, defendem Marta Angélica Iossi Silva, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, e seus co-autores.
A partir dos resultados dessa nova pesquisa, os pesquisadores incentivam a criação de novas políticas públicas, pois o estudo “oferece indicadores que podem auxiliar no delineamento de estratégias de enfrentamento, a serem construídas de forma intersetorial e interdisciplinar, numa perspectiva de construção de uma cultura não violenta, articulando os setores da saúde e educação”. Ao mesmo tempo, eles reconhecem que outras análises são necessárias, principalmente as qualitativas e as que permitam a compreensão do processo de construção da prática do bullying, bem como seus significados e suas dinâmicas nas escolas brasileiras.
Comportamento violento
O bullying, palavra originária do inglês que quer dizer valentão, brigão; compreende comportamentos de diversos níveis de violência, que vão desde chateações inoportunas ou hostis até fatos francamente agressivos, sob formas verbais ou não, intencionais e repetidas, sem motivação aparente, provocados por um ou mais alunos em relação a outros, causando dor, angústia, exclusão, humilhação, discriminação, entre outras sensações.
Essa prática não deve ser encarada como uma característica normal do desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, e sim um indicador de risco que poderá originar em comportamentos violentos mais graves, incluindo o porte de armas, agressões e lesões frequentes, sem falar que a vivência do bullying expõe as crianças e os adolescentes à condição de vulnerabilidade.
Assinam o artigo os pesquisadores Wanderlei Abadio de Oliveira e Malta de Mello, doutorandos da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, Marta Angélica Iossi Silva, da EERP; Flávia Carvalho e Denise Lopes Porto, da Coordenação Geral de Informações e Análise Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde; Andréa Cristina Mariano Yoshinaga, mestranda da EERP; Deborah Carvalho Malta, professora adjunto da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Mais informações: com Marta Angélica Iossi Silva, no e-mail maiossi@eerp.usp.br
retirado do site:http://www.usp.br/agen/?p=208784

Uso de microrreatores aumenta eficiência da produção de medicamentos

Portal de Noticias da USP

Quase todos os dias ao redor do mundo são realizados avanços na pesquisa sobre medicamentos. A produção de novos fármacos, porém, enfrenta o problema do longo tempo que leva até o medicamento poder ser comercializado, desde a fase de pesquisas, produção e testes até a liberação.
Foto: Marcos Santos
Foto: Marcos Santos
Nos últimos anos, os pesquisadores vêm estudando diferentes possibilidades para tornar mais eficiente a síntese orgânica, podendo assim acelerar a fase de produção destes fármacos. Uma delas é o uso de microrreatores de estrutura tubular, com escalas milimétricas, onde os reagentes se misturam. Reações otimizadas podem produzir maiores quantidades de moléculas com propriedades farmacológicas.
O processo tradicional utilizado na indústria química para a síntese de moléculas orgânicas é a batelada, que corresponde ao uso de um vaso em que os reagentes são agitados e aquecidos para que ocorra a reação. Após esse procedimento, o reator é resfriado e os produtos obtidos são purificados.
O professor Mauri Palma, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, em parceria com os professores Hélio Alexandre Stefani e Roberto Parise Filho, também da FCF, contam com auxílio da Fapesp para estudar o uso de microrreatores. O objetivo é sintetizar moléculas que já foram produzidas no reator do tipo batelada, de modo que já se sabe do seu potencial farmacológico.
Mais especificamente, a pesquisa visa determinar as melhores condições operacionais para a síntese de compostos, desenvolvendo modelos matemáticos para aumentar a produtividade do processo. Isso inclui verificar a relação estequiométrica dos reagentes, a influência da temperatura na reação e o tempo de residência das moléculas no reator.

Vantagens

Foto: Marcos Santos
Foto: Marcos Santos
Segundo o professor, o uso dessa tecnologia traz diversos benefícios para a indústria farmacêutica, pois após a descoberta de um composto, antes do medicamento ser comercializado, é necessário produzir uma quantidade razoável para se realizar testes clínicos. Isso leva cerca de 10 anos, porém a empresa possui 20 anos de patente dessa molécula. Dessa maneira, metade desse tempo é usado apenas para recuperar o seu investimento financeiro e intelectual.
Com o uso do microrreator se produz maiores quantidades em menos tempo. Na síntese do Indol, por exemplo, a duração de interação entre as moléculas em um reator de batelada dura em torno de duas horas. Já no microrreator leva cerca de um minuto, com uma conversão de 90% da mistura e gerando menos resíduos. Além disso, para se produzir uma amostra maior de um composto é necessário apenas colocar um microrreator ao lado do outro com várias linhas de alimentação, de modo que não é preciso aumentar o volume do reator.
Na síntese do Indol, por exemplo, a duração de interação entre as moléculas em um reator de batelada dura em torno de duas horas. Já no microrreator leva cerca de um minuto.
Essa vantagem ajuda a solucionar um dos principais problemas observados na Engenharia Química: a mistura ineficiente. Em um reator tubular macroscópico (com um volume maior), as moléculas que estão perto da parede do reator caminham mais devagar que as do centro e, assim, irão reagir por mais tempo. Isso ocasiona uma mistura não homogênea no final do processo, o que é ineficiente.
Já com o uso do microrreator, como sua escala é milimétrica, não existe diferença de velocidade, pois as moléculas caminham rapidamente por difusão em uma distância muito curta, produzindo assim compostos mais homogêneos e com melhor qualidade, explica o professor Palma.
Foto: Marcos Santos
Foto: Marcos Santos
Os microrreatores, de diâmetro muito pequeno, também têm uma ótima relação de área superficial por volume, e isto facilita o aquecimento e resfriamento da reação. Em um vaso grande, por exemplo, há uma diferença significativa da temperatura das paredes do reator para a do centro. No microrreator, esse problema não é observado, pois a distância entre os reagentes é milimétrica.
Outro benefício do uso dessa tecnologia é o aumento da segurança ao se realizar reações químicas explosivas, como as de nitração. Por terem uma velocidade muito alta, uma sensível elevação da temperatura e da concentração dos reagentes pode acarretar em uma explosão. Quando se usa o reator batelada, a quantidade da mistura utilizada gira em torno de 10 kg. Em um microrreator emprega-se apenas 250 mg – e no caso de um acidente, o impacto é muito menor.
Mesmo sendo muito eficiente, a síntese de moléculas com propriedades farmacológicas  em microrreatores não irá substituir totalmente o uso do reator de batelada. De acordo com o professor, esse processo possui algumas limitações. No reator capilar com que ele trabalha, por exemplo, não pode haver reações com sólidos ou que gere essas substâncias, pois podem entupir o reator. No entanto, já há pesquisas desenvolvendo adaptações para corrigir esse problema utilizando-se reatores um pouco maiores e que possuem catalisadores.
Segundo o professor, outra dificuldade enfrentada para a ampliação do uso dos microrreatores na síntese de fármacos é a grande resistência da indústria farmacêutica a mudanças, pois sua produção representa bilhões de dólares de investimentos. Ainda assim, alguns países como Áustria e Suíça já vêm utilizando essa tecnologia.
Foto: Marcos Santos
Foto: Marcos Santos

Investimento

No Brasil, esse processo ainda é pouco expressivo. O estudo nessa área começou há apenas cinco anos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na USP, o professor Palma, no ano passado, foi o primeiro a estudar a síntese de fármacos em microrreatores. Em uma visita do gerente na América Latina da Asia Synthesis – fabricante inglesa de reatores -, soube que apenas oito microrreatores tinham sido vendidos para o Brasil.
O investimento nessa tecnologia atualmente é muito elevado. Palma menciona que os equipamentos que possui e foram importados custam em torno de 200 mil reais. Entretanto, os benefícios levam a uma compensação em longo prazo, pois a indústria pode pesquisar e produzir quantidades maiores de moléculas em curto espaço de tempo e diminuir os custos com tratamento de resíduos, que serão menores. O consumidor também pode sentir uma mudança gradativa, pois a diminuição das despesas da empresa pode reduzir o preço dos medicamentos.
Uso de microrreatores aumenta eficiência da produção de medicamentos
Editoria: Tecnologia, USP Online Destaque - Autor: - Data: 19 de maio de 2015
retirado do site:http://www5.usp.br/92657/microrreatores-aumentam-a-eficiencia-da-reacoes-para-producao-de-medicamentos/

Governo prioriza expansão privada por meio do Fies, critica reitor da UFRJ

Portal do UOL
Com pagamentos atrasados de contas de luz, água, e de empresas terceirizadas que prestam serviço de limpeza e segurança, a Universidade Federal do Rio de Janeiro vive tempos difíceis.
Atualmente, as aulas já estão paralisadas em pelo menos três unidades e um grupo de estudantes ocupa a reitoria cobrando maior transparência na aplicação de recursos, pagamento dos funcionários terceirizados e maior assistência estudantil.
Eleito o novo reitor da maior universidade federal do país, o professor Roberto Leher só assumirá suas novas funções em julho. Mas já participa, nos bastidores, de reuniões que visam minimizar os problemas causados pela falta de recursos.
UOL: A UFRJ vem acumulando dívidas desde o início do ano. Esse cenário de grave crise pode ser solucionado? Quais as suas expectativas?
Leher: Sei que vamos assumir numa condição muitíssimo difícil. Um dos maiores problemas hoje é a terceirização, que está paralisando as atividades na UFRJ e ultrapassa o raio de ação da reitoria. Vários cargos foram extintos, como o de funcionários de limpeza, segurança, portaria. A universidade não pode mais prestar concurso para estas funções, porque elas não existem mais. Nosso objetivo é argumentar com os ministérios da Educação e do Planejamento em favor de uma lei que restabeleça essas funções. O custo é muito inferior do que estamos praticando com as terceirizações, que não funcionam.
UOL: Os terceirizados afirmam que estão com salários atrasados há três meses. A informação procede?
Leher: Por uma cláusula da Lei de Licitações, as empresas devem assegurar o pagamento de seus funcionários por até 90 dias. Nenhuma das empresas terceirizadas da UFRJ tem atraso de pagamento superior a 90 dias. A empresa que temos o maior problema hoje é a Qualitécnica. Neste caso, o pagamento em atraso é o do mês de maio, que ainda não foi feito porque a  empresa não emitiu uma fatura comprovando o depósito dos trabalhadores no mês anterior.
UOL: E como esse impasse pode ser resolvido?
Leher: São trabalhadores que recebem muito pouco. Estão passando um drama pessoal muito grave. Têm luz cortada, água cortada, estão sem dinheiro para comprar alimentação. É inaceitável. Essa empresa (Qualitécnica) está descumprindo o contrato. A informação que eu tenho é de que a empresa não está fazendo contato com a UFRJ, mesmo a universidade estando atrás da empresa. Por isso, ainda nesta segunda estaremos no Ministério Público do Trabalho (MPT) para denunciar esta situação. A idéia é que o MPT forneça ordem para que a empresa repasse os dados dos funcionários. Assim, a UFRJ faz diretamente um depósito para os trabalhadores que estão sem salário.
UOL: Como está o quadro orçamentário da UFRJ?
Leher:  O nosso quadro orçamentário é, sem dúvida, dramático. Em 2011, tínhamos 234 milhões para custeio, e pagávamos 871 trabalhadores terceirizados. Já em 2014, tivemos 301 milhões de custeio, e pagamos cinco mil terceirizados. A rigor, o recurso de custeio não é para pagar pessoal. É para manutenção, para pagar energia, água, infraestrutura dos prédios. O pagamento do pessoal terceirizado entra como se fosse um serviço. Anteriormente, as despesas de pessoal eram pagas pelo tesouro nacional.  Em 2014, proporcionalmente, nosso orçamento de custeio foi inferior à quase a metade do orçamento de 2011. Além disso, em 2011, tínhamos uma verba de 104 milhões de investimento. Em 2014, este recurso de investimento caiu para 61 milhões.
UOL: E este ano, há recursos para cobrir as despesas de custeio? E de quanto são as dívidas?
Leher:  Temos um orçamento previsto de 372 milhões de reais, e a UFRJ deve receber  um doze avos desses recursos a cada mês. Isso daria 31 milhões por mês para custeio, totalizando 155 milhões até maio. Mas o MEC autorizou 115 milhões até maio. E o financeiro só repassou efetivamente 85 milhões de reais, quase a metade. Isso gera esse deficit de aproximadamente 100 milhões de reais.
UOL: Com esse deficit, os problemas devem se agravar. O senhor falou anteriormente que a UFRJ só tinha como se manter até setembro. É isso mesmo?
Leher:  Sim. Fala-se desse prazo para as outras universidades federais também. No caso da UFRJ, com deficit de 100 milhões, à medida que os recursos de 2015 forem sendo liberados vamos ter que dar conta do passivo de 2014. E esse passivo vai provocar o esgotamento dos recursos. Certamente estaremos numa situação em que essas escolhas continuem dramáticas agora como 'vamos pagar a luz ou vamos pagar os terceirizados?' 'pagar água ou manter serviços?'. Esses dilemas que já provocam a paralização da universidade podem continuar acontecendo. Sem dúvida, é um ano péssimo. Não se trata só da interrupção das aula, significa desarticulação de várias atividades importantes.
UOL: E qual a solução para não paralisar todas as atividades?
Leher:  Precisaremos de um orçamento suplementar. O que nós entendemos como urgente é a UFRJ receber os seus 60 milhões de 2014 que foram retirados (contingenciados). E ao mesmo tempo que o MEC faça um acerto interno com a área econômica para corrigir o orçamento previsto para as universidades federais em 2015. Desse modo seria possível terminar o ano, ainda que com austeridade. Mas aí se trata de saber o que é prioridade para o governo .
UOL: Desde 2007, com o início do Reuni, houve uma ampliação no número de vagas nas universidades federais. E os recursos, não acompanharam essa expansão?
Leher:  O Reuni aumentou em 63% o número de matrículas da UFRJ, por exemplo. A contrapartida do governo foi o aumento de 20% de recursos para as universidades. Mas o planejamento do Reuni foi feito só até 2012. A partir de 2012 esperava-se uma lei de financiamento que assegurasse a expansão verificada no período e a continuidade de recursos. Mas isso não aconteceu. Foi um ano de crise econômica e de mudança de prioridades do governo federal.  Hoje, obviamente, o governo prioriza a expansão privada por meio do Fies. O governo Dilma passou a priorizar uma expansão mais agressiva das instituições privadas. O aporte de recursos federais pro Fies cresceu exponencialmente nos últimos anos. Também temos o Prouni, que envolve isenções tributárias. Já o Fies conta com financiamento público, na compra de serviços educacionais das empresas privadas de educação. Outra prioridade de formação mais massiva foi para o trabalho simples, por meio do Pronatec. As universidades perderam a centralidade. Isso é muito grave se pensarmos num processo democrático de nação.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/19/governo-prioriza-expansao-privada-por-meio-do-fies-critica-reitor-da-ufrj.htm

Servidores do PR fazem novo protesto contra propostas de Richa

Estadão Conteúdo
Em Curitiba

Professores e outros servidores públicos estaduais de diversos setores estão reunidos nas praças Rui Barbosa e Santos Andrade, na área central de Curitiba, para iniciar no final da manhã desta terça-feira (19) uma caminhada em direção ao Palácio Iguaçu, sede do governo. Eles têm como objetivo pressionar o Executivo a aumentar a proposta de reajuste dos 5% para no mínimo 8,17%, equivalentes à inflação dos últimos 12 meses.
Até as 10 horas, a organização contava 15 mil pessoas nas duas concentrações, e a Polícia ainda não tinha um número oficial. Já o governo disse que não irá negociar sem que os professores encerrem a greve.
A expectativa dos organizadores é de que 50 mil servidores de 21 categorias se encontrem às 12 horas em frente ao Palácio. Além disso, também é aguardada uma reunião com a Casa Civil, que recuou e não enviou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o projeto de lei que determinava o reajuste de 5% para todos os servidores.
O projeto seria encaminhado na segunda-feira, 18, mas o governo voltou atrás para reavaliar o impacto econômico na folha de pagamento do estado.
Para a diretora financeira da APP Sindicato, Marlei Fernandes, o governo tem condições de dar um reajuste maior. "O governo tem insistido para voltar, mas ele tem que nos atender, temos estudos que mostram ser possíveis sim aplicar os 8.17%", concluiu.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/19/servidores-do-pr-fazem-novo-protesto-contra-propostas-de-richa.htm

Professores e servidores de todo o país fazem greve ou estudam paralisação

Estadão Conteúdo

Diversas categorias ameaçam entrar em greve em todo o Brasil nos próximos dias. Os professores e demais servidores públicos são os principais grupos em greve ou em estado de greve por reajustes salariais.
Os professores da rede estadual de pelo menos seis estados estão parados, segundo a Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE), em reportagem da Agência Brasil. Os Estados são Sergipe, São Paulo, Paraná, Goiás, Santa Catarina e Pará. De maneira geral, a reivindicação dos professores é o cumprimento da Lei do Piso, que estabelece para este ano o reajuste de 13,01%.
Os professores do ensino superior também estão mobilizados: cerca de 1.400 professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) ameaçam entrar em greve. A assembleia para decidir sobre a paralisação acontece dia 28 de maio, como informou a GazetaWeb. Os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) também podem paralisar os trabalhos na próxima semana. Já na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), paralisada desde segunda, deve voltar às aulas na quarta-feira, 20.

Servidores

Funcionários de outras áreas do serviço público também estão ameaçando entrar ou permanecer em greve. Em Santa Catarina, as cidades de Florianópolis e Itajaí passam por intensa movimentação dos funcionários. Na primeira, o Tribunal de Justiça do Estado soltou uma liminar determinando a 'imediata cessação da greve' e a prefeitura ameaça cortar o ponto dos funcionários grevistas a partir de quarta-feira, 20. Em Itajaí, a greve começou nesta terça e a previsão é que os setores de educação e saúde sejam os mais afetados. As informações são do site G1.
Na capital gaúcha, a previsão é que os funcionários entrem em greve a partir da 0h de quarta-feira. Segundo o Sul21, a prefeitura topou reajustar o salário dos servidores em 8,17% e repor o índice da inflação em três vezes, mas o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre já declarou que não vai aceitar o pagamento parcelado. Os servidores devem realizar uma nova assembleia geral na sexta-feira e, até lá, 30% dos serviços devem continuar em operação.
Os servidores públicos do Mato Grosso e do Amazonas também analisam entrar em greve.
Em Alagoas, agentes penitenciários devem ficar paralisados por 72 horas a partir de sexta, 22. Eles reivindicam a reestruturação da carreira e da administração penitenciária. Apenas 30% dos serviços devem funcionar no período. (Nana Soares, especial para AE)
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/19/professores-e-servidores-de-todo-o-pais-fazem-greve-ou-estudam-paralisacao.htm

Universidade do ABC ganha visibilidade com inovações

Portal do MEC

Na UFABC, a formação básica oferece ao aluno uma visão ampla das possibilidades, que o ajuda na escolha da área específica que pretende seguir (foto: divulgação/UFABC)Primeira universidade federal no Brasil a ter um corpo docente formado por 100% de doutores, a Universidade Federal do ABC (UFABC) inova o modelo pedagógico ao instituir o sistema de bacharelados interdisciplinares, que ganha visibilidade, é copiado por instituições de ensino públicas e privadas e faz de seus cursos alguns dos mais procurados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com média de até 11 candidatos por vaga.
O projeto apresenta aos estudantes duas possibilidades de entrada: ciência & tecnologia e ciências & humanidades. O aluno se matricula na universidade, não em um curso específico. Os bacharelados, multidisciplinares, têm grade curricular livre (com algumas disciplinas e um mínimo de créditos obrigatórios) e duração estimada de três anos, após os quais segue-se a formação específica para graduação em engenharia, ciências da natureza, matemática ou ciência da computação.
A liberdade nas disciplinas permite a construção de grades curriculares diferenciadas, e a formação básica oferece ao aluno uma visão macro das possibilidades, o que o deixa mais ciente da escolha da área específica. Na pós-graduação, há opção de mestrado em matemática aplicada e engenharia da informação e mestrado e doutorado em nanociências, química e energia.
Situada em Santo André (SP) e também com campus em São Bernardo, na região do ABC, considerada um dos maiores polos industriais e tecnológicos do Brasil, a universidade tem foco em pesquisa, área em que atua com ousadia. Fundada em 2006, já possui 31 programas de pós-graduação, com ênfase em neurociências, simulação computacional, nanociências, novos materiais e energia.
Pela produção, a universidade ocupa o primeiro lugar entre as universidades nacionais no SCImago (ranking internacional que analisa produtividade em pesquisa) nos quesitos excelência, publicações de alta qualidade e impacto normalizado de publicações. No ranking universitário Folha 2013, está no topo da lista em internacionalização – relações culturais diversificadas com envolvimento estrangeiro produtivo e participativo.
Destaque também em classificações como índice geral de cursos do MEC (IGC), em que obteve nota máxima em quase todos os cursos da graduação, e Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a UFABC utiliza o Enem como processo seletivo e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) como forma de ingresso.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, bacharelados interdisciplinares, UFABC

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...