sábado, 16 de maio de 2015

UFSC promove debate sobre cursos e programas a profissionais da educação básica das redes públicas

Portal de noticias UFSC

O Comitê Gestor de Formação Inicial e Continuada dos Profissionais da Educação Básica (Comfor) da UFSC realizará ciclo de debates sobre cursos e programas incluídos na matriz 2014. O evento – restrito a coordenadores de cursos ou programas do Comfor/UFSC, matriz 2014 – será realizado no dia 18 de maio (segunda-feira), das 13h30 às 18h30, na Sala dos Conselhos, no piso térreo do prédio da Reitoria. A oportunidade visa fortalecer os espaços de discussão sobre a formação inicial e continuada dos profissionais da Educação, e fomentar ações de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da UFSC e das redes públicas de educação básica.
O encontro objetiva, entre outros:
· Socializar as experiências da execução dos cursos e programas matriz 2014, considerando as diferentes realidades e perspectivas dos entes e agentes envolvidos;
· Informar e discutir questões de momento;
· Projetar perspectivas futuras.
Programação
  • 13h30 – Abertura (Presidência, Membros, Coordenação Comfor/UFSC)
  • 14h – Rodada de apresentações
  • 14h30 – Apresentação do contexto atual Comfor/UFSC – 2014
  • 15h – Apresentações dos cursos e programas da matriz 2014
  • Pacto Nacional do Ensino Médio (PNEM)
  • 15h20 – Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC)
  • 15h40 – Docência em Educação Infantil – Extensão
  • 16h – Coffe Break
  • 16h20 – Educação na Cultura Digital – Especialização
  • 16h40 – Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de Educação/Pradime – Extensão
  • 17h – ProInfo – Aluno Integrado – Extensão
  • 17h20 – Debate sobre as diferentes experiências e perspectivas dos entes e agentes envolvidos com as políticas de formação dos profissionais da Educação Básica
  • 18h30 – Encerramento
Mais informações com a coordenadora do Comfor, Rute da Silva, nos e-mails ou
Site do Comfor: comfor.prograd.ufsc.br/
retirado do site:http://noticias.ufsc.br/2015/05/ufsc-promove-debate-sobre-cursos-e-programas-a-profissionais-da-educacao-basica-das-redes-publicas/

Segurança alimentar é discutida por pesquisador internacional na Fanut

Portal da UFG

Tito Fernandes tratou do tema que é considerado básico para a formação de profissionais da nutrição
Texto: Thaíssa Veiga
Fotos: Faculdade de Nutrição

Dando continuidade as comemorações dos  40 anos da Faculdade de Nutrição da (Fanut) da UFG, a unidade promoveu a Conferência Internacional sobre Segurança Alimentar e Nutricional: globalizando um tema, com o professor Tito Fernandes, da Universidade Lúrio, Moçambique.
Durante a palestra, Tito Fernandes lembrou que a alimentação adequada é um dos direitos fundamentais consagrados na Carta dos Direitos Humanos das Nações Unidas, de 2010. Segundo ele, isso implica no direito humano de acesso regular, permanente e livre à alimentação adequada. “A produção de alimentos no mundo atualmente ultrapassa o necessário. Temos o dobro do que a população necessita. Há produtos suficientes, mas existe sérios problema na de distribuição deles” destacou.
O professor defendeu ainda que políticas alimentares embasadas não apenas em legislação adequada, infraestrutura de controle e facilidades logísticas, mas também fiscais dos alimentos distribuídos, sejam cada vez mais construídas e consolidadas em todo o mundo.  Tito Fernandes apresentou experiências de outros países da Europa e da Ásia com a segurança alimentar e nutricional.

Segurança Alimentar 02
Professor João Felipe Mota/Fanut, Tito Fernandes/Universidade Lúrio e Estelamaris Mônego/Fanut

Segundo a diretora da Fanut, Lucilene Sousa, a discussão sobre segurança alimentar  é fundamental e imprescindível na formação dos profissionais de nutrição. Lucinda Carolina Manjama, moçambicana e mestranda da Fanut, destacou a importância do Tito Fernandes para essa área de pesquisa. “É também uma oportunidade de partilhar a experiência dele com os estudantes” reforçou.
Participaram da conferência alunos da Fanut, estudantes do Instituto Federal de Goiás (IFG), da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO), da Universidade Paulista (Unip), além de profissionais da área da saúde.

Segurança Alimentar 03
 Tito Fernandes apresentou experiências de outros países da Europa e da Ásia com a segurança alimentar e nutricional
40 anos de Fanut
Essa foi a terceira edição do Ciclo de Eventos em Comemoração aos 40 anos da Fanut. O primeiro evento ocorreu no dia 26 de março, com a palestra de Carla Prado, professora da Universidade de Alberta, Canadá, que ministrou conferência  sobre caminhos e oportunidades do ensino e pesquisa no exterior. Também no mês de março, Bruno Gualano, professor da USP, participou da Conferência Pesquisas em Nutrição Aplicada ao Exercício.
Estão previstos ainda vários eventos ao decorrer do ano, dentre eles o concurso Lanches saudáveis, de baixo custo e práticos para cantinas de instituições federais de ensino superior de Goiás, que se realizará nos dias 28 e 29 de maio com a produção, degustação e avaliação de lanches.
O Ciclo de Eventos em Comemoração aos 40 anos da FANUT se encerrará com a solenidade prevista para o dia 20 de novembro de 2015, ocasião em que serão homenageados os fundadores do curso e haverá realização de culto ecumênico e confraternização.




Fonte : Ascom/UFG 
retirado do site:http://www.ufg.br/n/80850-seguranca-alimentar-e-discutida-por-pesquisador-internacional-na-fanut

UFU divulga editais para preencher vagas ociosas

Portal de noticias UFU

Inscrições devem ser realizadas de 20 de maio a 4 de junho
Lucas Tondini (Estagiário de Graduação)
A Diretoria de Processos Seletivos (Dirps) divulgou os editais de Transferência Facultativa Externa e Portador de Diploma de Curso de Graduação para preencher vagas ociosas, a partir do segundo semestre letivo de 2015. A seleção para as duas modalidades constará de prova objetiva e análise documental. A prova será aplicada no dia 20 de junho, das 9h às 12h.
Na modalidade de Transferência Facultativa Externa poderá inscrever-se o candidato que possua vínculo com um curso de graduação autorizado pelo Ministério da Educação em uma Instituição de Ensino Superior (considerado seu curso de origem). Em nenhuma hipótese o curso de origem poderá ser um dos cursos da UFU. O candidato deverá também ter cursado, no mínimo, todas as disciplinas curriculares do primeiro, segundo e terceiro quadrimestres, ou primeiro e segundo semestres, ou primeiro ano do fluxograma ou quadro curricular do curso de origem, até o dia 3 de julho de 2015.
Para participar do Processo Seletivo para Portadores de Diploma de Curso de Graduação, o candidato deve ter concluído pelo menos um curso de graduação. O pretendente que for aprovado no Processo Seletivo para Portador de Diploma de Graduação e estiver matriculado em outro curso da UFU deverá fazer a opção por um dos cursos. Caso faça opção pelo curso em que foi aprovado no Processo Seletivo para Portador de Diploma de Graduação 2015-2, deverá apresentar sua desistência oficial do curso em que já esteja matriculado.
As inscrições para ambas as modalidades devem ser realizadas no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br, no período de 20 de maio a 4 de junho de 2015. O valor da taxa de inscrição será de R$ 90,00, devendo ser paga nas agências bancárias, no período de 20 de maio a 5 de junho de 2015.
A relação com as vagas dos cursos, turnos, grau e áreas do conhecimento a serem oferecidos em ambos os Processos estará na Tabela I do Quadro Geral de Vagas, a ser disponibilizado no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br no dia 15 de maio de 2015, após as 17h.
A classificação geral final dos candidatos, com a menção daqueles que vão ocupar as vagas oferecidas neste processo seletivo, será publicada no dia 21 de julho de 2015, após as 17h, em www.ingresso.ufu.br. Os aprovados para a segunda etapa deverão encaminhar à Dirps a documentação necessária para análise, disponível no mesmo site, no período de 4 a 8 de julho de 2015.
Os editais completos podem ser acessados em www.ingresso.ufu.br/vagas_ociosas.
Retirado do site:http://www.dirco.ufu.br/noticia/2015/05/ufu-divulga-editais-para-preencher-vagas-ociosas

UFU realiza I Simpósio Regional sobre Conservação da Biodiversidade do Cerrado

Portal de noticias UFU

Encontro será promovido no período de 26 a 28 de junho no Campus Umuarama
Renata Neiva
Estão abertas até o dia 12 de junho as inscrições para o I Simpósio Regional sobre Conservação da Biodiversidade do Cerrado, realizado pelo Programa de Educação Tutorial (PET) Biologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O encontro está marcado para o período de 26 a 28 de junho no Campus Umuarama. As inscrições devem ser feitas pelo site www.petbio.ib.ufu.br. Podem participar estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da área.
Um dos convidados é o pesquisador José Felipe Ribeiro, do Núcleo de Recursos Naturais da Embrapa. A proposta do simpósio é promover reflexões acerca da condição atual do Cerrado, incitar a troca de conhecimentos e suscitar a discussão e a proposição de ações conservacionistas. O encontro busca ainda proporcionar a integração entre profissionais e setores acadêmicos por meio da geração e socialização da produção científica relacionada à temática da conservação da biodiversidade, particularmente em escala regional.
Segundo os organizadores, o Cerrado é um dos maiores e mais diversos biomas brasileiros. A região tem nascentes das três maiores bacias hidrográficas, Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata, resultando em um alto potencial hídrico e promovendo a biodiversidade. De acordo com o PET Biologia, apesar de sua importância ecológica e socioeconômica e do alto índice de destruição sofrido, não há no Cerrado medidas de proteção proporcionais à sua dimensão e relevância. O atual cenário de degradação demanda ações efetivas de conservação, para que os remanescentes ainda existentes possam cumprir suas funções ecológicas, e medidas eficazes de recuperação do bioma, considerando que a destruição do Cerrado e de sua biodiversidade atinge enorme escala.
Retirado do site:http://www.dirco.ufu.br/noticia/2015/05/ufu-realiza-i-simposio-regional-sobre-conservacao-da-biodiversidade-do-cerrado

“O Tamanho do Universo” é tema da Sessão Astronomia


USP - São Carlos
A Sessão Astronomia deste sábado, dia 16 de maio, será sobre o tema “O Tamanho do Universo”. O evento é promovido pelo Centro de Divulgação da Astronomia – Observatório Dietrich Schiel do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP em São Carlos e será realizado às 21 horas. A palestrante será Joseana dos Santos Soares, da equipe do Observatório.
Até onde vai o Universo? Há poucos séculos seu limite era a esfera da estrelas fixas, modelo de Universo que abrigava facilmente o Céu e Inferno, além do que conseguíamos ver. Aumentou ao descobrirmos que a distância das estrelas não é fixa e, que além delas, há também “Universos ilhas” – as galáxias – que possuem mais estrelas do que somos capazes de imaginar. E até onde se estende esse oceano cósmico?
Na Sessão Astronomia desta semana, a palestrante apresentará um panorama geral sobre questões atuais em Cosmologia, tais como o formato do Universo, sua estrutura e extensão.
A palestra acontecerá no anfiteatro do Observatório, que fica no campus 1 da USP de São Carlos, acesso para pedestres próximo à esquina da Av. Dr. Carlos Botelho com a Rua Visconde de Inhaúma. Entrada franca.
“O Tamanho do Universo” é tema da Sessão Astronomia
A palestrante apresentará um panorama geral sobre questões atuais em Cosmologia, tais como o formato do Universo, sua estrutura e extensão.
Datadata 16/05/15 | 21:00 - 22:00
Tipo de Eventodata Evento científico
Telefonedata (16) 3373-9191
Investimentodata Evento Gratuito
Inscriçãodata Sem Inscrição Prévia
Localdata São Carlos
Observatório Dietrich Schiel
Endereçodata Av. Dr. Carlos Botelho, 1465
Importantedata As informações foram checadas na data de sua publicação, mas pode haver alterações ou cancelamentos. Recomendamos entrar em contato com a organização do evento para confirmação.

MEC negocia com Fazenda e Planalto nova edição do Fies em 2015 9

Estadão Conteúdo

O Ministério da Educação (MEC) está negociando com o Ministério da Fazenda e o Palácio do Planalto mais recursos para a reabertura do programa de financiamento estudantil (Fies) em 2015. "Estamos conversando com a Fazenda e o Planalto e vendo os custos para a reabertura do programa", afirmou o ministro da pasta, Renato Janine Ribeiro. De acordo com o dirigente, o programa precisa de uma definição nas próximas duas ou três semanas para que seja definida a reabertura ainda este ano.
Os recursos para a primeira edição já estão esgotados, de acordo com o ministro. Janine afirmou ainda que, se tiver recurso, o MEC pretende reabrir o programa. O ministério também espera economizar 20% dos gastos com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na próxima edição marcada para outubro deste ano, segundo o secretário executivo da pasta, Luiz Cláudio Costa. O MEC anunciou hoje um conjunto de medidas para aperfeiçoar a realização do exame e aumentou a taxa de inscrição da prova de R$ 35 para R$ 63. "Esperamos ter uma redução (de custos) próxima a 20% este ano".
No ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao MEC, gastou R$ 452 milhões com a realização da prova. Com as medidas anunciadas, a economia com a próxima edição ficará perto dos R$ 90 milhões. O custo do exame por aluno é de R$ 52 e, segundo o secretário executivo, o valor deve se manter. Sobre a economia com as medidas tomadas, Janine afirmou que a "meta principal é fazer o Enem, e não fazer economia". A entidade também espera 9 milhões de inscritos para as provas em outubro.
A partir desta edição, os alunos não receberão mais o cartão de confirmação de inscrição em casa via correio. Os inscritos passarão a ter acesso ao cartão por meios digitais e deverão pegar o arquivo no site do Enem. Só com essa medida, o ministério espera economizar algo em torno de R$ 18 milhões.
O MEC também anunciou medidas para evitar os faltosos durante o exame. Os inscritos isentos que não comparecerem ao exame e não apresentarem justificativa, não poderão solicitar isenção na edição do ano seguinte. Com isso, a pasta espera evitar desperdício do dinheiro público já que aproximadamente 65% dos faltosos são isentos da taxa de inscrição.
Perguntado sobre a possibilidade de realização do Enem pelo computador por alunos que realizam a prova como treino, o ministro afirmou que o Enem Digital continua nas metas do governo, mas que ele necessita de um investimento inicial. "Este ano nós não temos recursos para colocar em prática esse projeto, mas podemos fazer no ano que vem", disse.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/14/mec-negocia-com-fazenda-e-planalto-nova-edicao-do-fies-em-2015.htm

Jornada prolongada resulta em notas melhores em área agrícola

Portal do MEC

A horta da escola rural do DF, bem cuidada, serve de aprendizado para as aulas regulares e atividades do período integral, além de complementar a merenda (foto: Isabelle Araújo/MEC)A jornada diária das 46 crianças começa cedo, às 7h30, com o café da manhã na escola. De segunda a sexta-feira, elas têm uma rotina escolar puxada de oito horas e meia de atividades, mas não reclamam e querem mais. Situada numa comunidade rural cercada pelo verde das lavouras, a cerca de 60 quilômetros de Brasília, a Escola-Classe Cariru adota desde 2009 a educação em tempo integral.
Apesar das plantações ao redor, a diretora Edilene Ferreira de Oliveira explica que as mudanças no aprendizado das crianças e as notas melhores nas provas começaram com o reforço nutricional. “Nossos alunos são filhos de boias-frias e de caseiros que trabalham para os donos das terras e não têm tanta fartura de alimentos em casa”, conta. “Eles gostam da comida da escola e se alimentam bem.”
Além do café da manhã e do almoço, todos lancham antes de voltar para casa. O alunado é formado por crianças da própria comunidade do Cariru e por outras que moram mais distante, no lugarejo chamado Café sem Troco, a 11 quilômetros da escola. No total, a unidade de ensino tem, matriculados, 128 alunos, da pré-escola ao quinto ano. Como não há espaço para oferecer a jornada ampliada a todos, tiveram prioridade na seleção as turmas da pré-escola, primeiro e quinto anos. “Uns porque estão começando a rotina de estudos e precisam mais de acompanhamento e adaptação”, explica a diretora. “As crianças do quinto ano porque vão deixar a escola; o integral é uma oportunidade de seguirem mais preparados para a próxima fase educacional.”
Às 14h de uma quarta-feira, a turminha dos menores escovava os dentes e se preparava para visitar a horta e o pomar, atrás da escola, enquanto os maiores, na quadra de esportes, alongavam os músculos antes de começar a correr entre cones enfileirados. “Há um ano, eu faço essa corrida. É divertido, bom para a saúde, e estou correndo cada vez mais rápido”, explica Tiago Souza, aluno do quinto ano, na timidez de seus 12 anos.
Horta — Na horta escolar, o trabalhador rural aposentado Jovelino Oliveira, 61 anos, cuida das plantas e presta atenção nas explicações dos professores. “Eu já sei que tomate não é verdura”, conta e ri, antes de voltar a revolver a terra. Quando a criançada sai de férias, ele garante a vida nos canteiros de cenoura, abóbora, batata-doce, chuchu, repolho, quiabo e hortaliças variadas. Tudo cultivado sem agrotóxico. “Já comi banana daqui”, diz uma menininha de cinco anos, antes de se afastar com a turma. Além das verduras, Jovelino plantou um pomar, e as primeiras frutas já se exibem.
A horta, bem cuidada pelo antigo vaqueiro, serve de aprendizado para as aulas regulares e atividades do período integral, além de complementar a merenda. O professor Maicon Derlan, coordenador da educação integral da escola, explica que dois projetos pedagógicos sobre alimentação saudável a partir da horta foram premiados, em 2014, na feira de ciências realizada pela Secretaria de Educação, responsável pela Escola-Classe do Cariru. “As crianças fizeram um bolo de alface para a feira de ciências e ofereciam pedaços aos visitantes que ouviam as explicações”, diz o professor.
A partir da horta, os alunos aprenderam também sobre sustentabilidade ambiental. A água da chuva que escorre do telhado da escola foi canalizada e armazenada em uma caixa d’água para ser usada na época de seca. Assim, a horta não sofre com a estiagem.
A escola-classe Cariru oferece jornada ampliada a estudantes de turmas da pré-escola, do primeiro e do quinto anos do ensino fundamental (foto: Isabelle Araújo/MEC)Além da horta e do atletismo, os alunos têm atividades de acompanhamento escolar em matemática e português e contam com ajuda para fazer as tarefas de casa e atividades de lazer, com aulas de musicalização e tênis de mesa.
Música — O professor Marcos Arcanjo, do quinto ano, cantor e compositor, complementa o projeto de canto coral das aulas regulares com iniciação musical. “As atividades de musicalização ajudam na concentração e instigam a inteligência emocional”, afirma. “A minha ideia é que os alunos saibam, a partir de uma partitura, cantar o som da nota, ou seja, aprendam a solfejar e, depois, a cantar no som da melodia.”
Após seis anos de experiência com a jornada ampliada, a diretora Edilene de Oliveira, que acompanhou toda a transformação na escola, desde o início, não tem dúvidas dos ganhos para o ensino e a aprendizagem. “Esse tempo a mais significou notas melhores e melhor domínio da leitura e diminuição da reprovação, além de a escola ter passado a fazer parte das coisas que a criança gosta”, constata.
Rovênia Amorim
Saiba mais no Jornal do Professor
Palavras-chave: educação integral, horta, música

Política pública abre inscrição para selo de reconhecimento

Portal do MEC

Órgãos e entidades públicas ou particulares que promovem e disseminam ações alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) podem se candidatar ao selo de reconhecimento (Selo Enef). As iniciativas, individuais ou em conjunto, devem ser inscritas até 12 de julho, pela internet.
Os interessados podem cadastrar iniciativas de educação financeira que tenham metodologia pedagógica de desenvolvimento adequada ao público beneficiário e também abordem conteúdos como cidadania, consumo responsável, orçamento pessoal e familiar, poupança e investimento, crédito, autonomia, prevenção, planejamento financeiro, empreendedorismo, defesa do consumidor e do investidor, sistema financeiro nacional, educação fiscal e mudança da condição de vida.
De acordo com o regulamento, as iniciativas de educação financeira podem ser tanto presenciais quanto a distância. Outro critério é ser gratuita, além de não ter objetivo de promoção comercial de produtos ou serviços.
O Selo Enef terá a validade de quatro anos, com processo de concessão a cada dois anos. A iniciativa que receber o selo será revisada a cada dois anos. O selo vem para reconhecer as iniciativas de educação financeira alinhadas à estratégia nacional.
A Estratégia Nacional de Educação Financeira é uma política pública lançada em 2010 para promover a educação financeira e previdenciária da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, para a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e para a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores. Foi criada a partir da articulação de órgãos e entidades governamentais, dentre eles o Ministério da Educação, e quatro organizações da sociedade civil, que integram o Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef).
As iniciativas devem ser inscritas na página da Enef na internet.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação financeira, estratégia, selo

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Modo como família vivencia o luto pode afetar desenvolvimento infantil

Portal da USP

Luis Ribeiro / Serviço de Comunicação Social da Prefeitura USP do Campus de Ribeirão Preto
O sofrimento de pais que perdem um filho pequeno é uma das situações emocionais que mais podem desestruturar uma família. Essa óbvia constatação, no entanto, ganha um contorno ainda mais dramático quando a família tem outro filho de pouca idade, pois o luto dos pais pode influenciar no desenvolvimento emocional da criança. Analisar “a vivência da criança que perdeu um irmão e a repercussão dessa perda no seu desenvolvimento emocional, conforme relacionada ao luto dos pais” foi o objeto da pesquisa desenvolvida para o mestrado de Marcela Lança de Andrade, apresentada no final do ano passado na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.
Orientada pela professora Valéria Barbieri, Marcela estudou três famílias com filhos entre nove e 11 anos de idade e que passaram pela traumática situação de perda de um dos filhos. A autora conta que quando foi escolher seu tema de mestrado verificou que o tema era pouco estudado. “Existe um tabu social de falar nesse assunto, no geral as pessoas que trabalham dentro dos hospitais têm mais facilidade porque vivem cotidianamente essa situação, mas é um assunto evitado, pois a maioria das pesquisas dessa área falam sobre a perda dos pais, do cônjuge, poucas falam da perda dos filhos, até pela dificuldade do tema”, afirma, resumindo que seu objetivo foi pensar como estava esse luto e se esse luto repercute no desenvolvimento emocional da criança.
Usando as teorias de Winnicott, psicanalista que foi discípulo de Freud e trabalhou com crianças vítimas de traumas causados pela Segunda Grande Guerra Mundial, na metade do século passado, Marcela observou não apenas as crianças, mas o contexto familiar. “É a família que vai passar os valores, a forma de lidar com o sentimento das questões que surgem durante toda a vida da criança. A forma como os pais decidem fazer esse luto influencia diretamente como a criança vai fazer também e, por sua vez, o luto dessa família influencia no desenvolvimento emocional infantil”.
A psicóloga lembra que para Winnicott o desenvolvimento precisa ser suficientemente bom, ou seja, não precisa ser perfeito. Pode ter falhas, mas precisa garantir estabilidade, garantir que a criança vai se sentir confiante para ser ela mesma, para agir de forma espontânea. É isso que vai garantir que ela aprenda, seja criativa. E a criatividade, para Winnicott, é a base para esse desenvolvimento emocional. A pesquisadora diz que, ao sofrer experiências difíceis, o ser humano pode usar sua capacidade criativa para encontrar caminhos, formas de lidar com as dificuldades, assegurando assim, que os acontecimentos não sejam negados ou evitados, o que dificultaria a elaboração dos sentimentos difíceis que são derivados dessas vivências.

Família sem estratégia

“Percebi que os pais tinham muita dificuldade de usar a própria criatividade, porque a perda de um filho é uma experiência que abala toda a família, uma experiência muito difícil. Então eles não conseguem também auxiliar os filhos a agirem de forma criativa e aí a família fica sem estratégia, com dificuldade de lidar com o luto e com os sentimentos. O luto é um processo contínuo que leva anos, é difícil estimar sua durabilidade e o que vai acontecer nesse processo depende de uma família para outra”, conclui.
Mas o que seria agir de forma criativa diante de um luto? Marcela responde: “o luto é uma experiência muito subjetiva; normalmente negamos e evitamos nossos sentimentos, porque fica mais fácil banalizar e diminuir a importância que o sentimento tem em nossa vida. Eu diria que ser criativo nessas situações é conseguir agir de uma maneira tal que esses sentimentos possam ser vividos e elaborados, e que não paralisem a pessoa; que eles possam existir junto com a realidade, com o trabalho, com a vida social e permitam que a pessoa continue se desenvolvendo, indo bem”.
Embora não tenha sido o objeto de sua pesquisa, Marcela aponta como estratégias para vivenciar o luto o ato de contar histórias, usar livros que tratam sobre a morte, para preparar a criança, para ela compreender como funciona esse contexto.
“O importante é a comunicação, pois a criança, mesmo que ela não saiba diretamente o que aconteceu, não tenha escutado dos pais, ela entende de alguma maneira que algo aconteceu e ela vai ficar inferindo, fantasiando de que maneira ela pode explicar os acontecimentos que tiveram na família dela e que causam dificuldades. Então é melhor que os pais, ou outras pessoas próximas, que a criança confie, consigam comunicar à criança, de acordo com faixa etária, o que aconteceu. Estando disponíveis para conversar com ela sempre que precisar”, finaliza.
Mais informações: email marcela.ldandrade@gmail.com

Estudo revela motivação de pessoas que se expõem nas mídias

Portal da USP

Publicado em ComportamentoUSP Online Destaque por  em 
Ana Paula Souza / Agência USP de Notícias
Foto: Wikimedia Commons
Foto: Wikimedia Commons
Programa “Casos de Família”
A disposição de algumas pessoas em narrar histórias pessoais e familiares publicamente, em programas de rádio e TV, é resultado de uma trama de relações que abarca trabalho e lazer, ganhos materiais e simbólicos. A conclusão é da socióloga Maíra Muhringer Volpe, autora do estudo O divã no palco: discurso terapêutico, indústria cultural e a produção de bens culturais com pessoas comunsdefendido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
Em sua tese de doutorado orientada pela professora Irene de Arruda Ribeiro Cardoso, Maíra buscou entender os motivos pelos quais algumas pessoas tratam de suas questões íntimas na TV e no rádio. Para tanto, analisou os programas de TV Casos de Família (SBT), Márcia (Bandeirantes) e No Divã do Gikovate (Rádio CBN), nos quais pessoas relatavam conflitos para serem comentados por psicólogos no palco. Segundo a pesquisadora, essas emissões — com produções e públicos pertencentes a grupos sociais diferentes — são versões brasileiras de programas veiculados na França e em outros países, nas quais um discurso terapêutico é divulgado. Esse discurso consiste na diversificação da abordagem psicológica, ou seja, na difusão de orientações psicoterapêuticas ao grande público.
No caso do programa No Divã do Gikovate, havia a procura pelo discurso terapêutico, sendo os conselhos e comentários do doutor Gikovate valorizados. No âmbito da televisão, os participantes também queriam ter suas histórias comentadas pelos profissionais “psi”, pois as orientações desses profissionais apresentavam legitimidade, diante dos participantes, para explicar e discernir entre o que era “certo” e “errado”.
O âmbito televisivo apresentava ainda algumas peculiaridades. Alguns dos participantes pretendiam transmitir uma “mensagem particular”, ou seja, se comunicar com alguém que não estava implicado naquela montagem do “caso”, no palco. Outros julgavam que suas histórias eram de “utilidade pública” e mereciam ser objeto de uma discussão ampla.
Havia ainda quem buscasse reclamar de suas condições precárias de vida e quem almejasse seguir carreira no mundo artístico, de modo que aparecer na televisão seria um passo nessa direção.
Foto: Wikimedia CommonsO psicanalista Flávio Gikovate
Foto: Wikimedia Commons
O psicanalista Flávio Gikovate
A pesquisa revela também que a aceitação e a produção desses programas não são uniformes. Ao serem produzidos para grupos socialmente vulneráveis (com baixa escolaridade, inserção precária no mercado de trabalho e residentes em áreas periféricas da cidade), os programas de TV acabavam mostrando seus participantes com um tom jocoso, como pessoas que não sabem conversar e que são consideradas “estouradas”, “folgadas”, até agressivas.
No entanto, no caso do rádio, produzido para grupos da classe média, havia uma maior legitimação social para as pessoas falarem de si e de seus conflitos psicológicos. Os programas expunham, assim, noções diferentes de intimidade segundo o grupo social ao qual se dirigiam.

Uma estrutura reveladora

Maíra conta que as pessoas participantes não são simplesmente enganadas pela equipe de produção desses programas. “Todos os envolvidos, do diretor aos convidados do palco, passando pelos trabalhadores informais que integram a plateia, conhecem as regras do jogo social e as manipulam de acordo com suas capacidades e sua posição na cadeia de produção”, afirma, ressaltando ainda: “É importante acrescentar que a possibilidade de ação e obtenção de ganhos não minimiza a exploração que sofrem”.
Foto: Reprodução / TV Bandeirantes 
Programa “Márcia”
A pesquisa também ressalta que, entre os profissionais informais contratados, há um grande número de mulheres de meia idade, já fora do mercado formal de trabalho, com baixa escolaridade e residentes em bairros periféricos. Elas atuam junto à equipe de produção dessas atrações, recebendo uma remuneração em bens materiais ou simbólicos. “Mesmo sendo trabalhos precários e que exploram a vulnerabilidade social desse grupo, as mulheres contratadas informalmente percebem suas funções como importantes, por tirarem-nas do insulamento familiar, por ajudarem-nas a manter a saúde tanto física quanto psíquica e por lhes garantirem um rendimento regular, o que lhes confere autonomia em relação aos maridos”.

Pesquisa além-mar

Para realizar o estudo, Maíra passou três anos participando das gravações desses programas. Realizou entrevistas com os participantes, com os integrantes da plateia e também com produtores e profissionais, além de conversar com psicólogos. Além disso, a pesquisadora também fez estágio doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, com uma bolsa de um ano cedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Maíra também pesquisou emissões francesas semelhantes às brasileiras no Instituto Nacional de Audiovisual da França, onde, além de estabelecer comparações entre as emissões do Brasil, também pôde discutir as semelhanças e diferenças entre esses programas e os franceses.
Mais informações:  email maira@muhringer.com.br

Edição de 2015 abre inscrições no dia 25 e provas serão realizadas em outubro

Portal do MEC

O ministro da Educação, Renato Janine, e o presidente do Inep, Chico Soares, anunciam as novidades da próxima edição do Enem (Foto: Isabelle Araújo/MEC)
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 será realizado nos dias 24 e 25 de outubro. Medidas para reduzir a abstenção, ampliar a segurança e dar mais tranquilidade aos participantes são os destaques do edital do exame, que será publicado na segunda-feira, 18. As inscrições, pela internet, serão abertas às 10h do dia 25 e se estenderão até as 23h59 de 5 de junho próximo, pelo horário oficial de Brasília. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 14, pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, pelo secretário executivo MEC, Luiz Cláudio Costa, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Chico Soares.
Os candidatos isentos de taxa de inscrição que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício para a próxima edição. O objetivo da iniciativa é diminuir os índices de abstenção e, com isso, evitar desperdício de dinheiro público. Na edição do ano passado, dos 8.721.946 inscritos, 2.494.477 faltaram aos dois dias de provas — abstenção de 28,6%.
“A principal medida para reduzir o número de faltosos não é o aumento da taxa”, observou o ministro. “É a suspensão da isenção para quem se inscrever e não comparecer. Quase 30% das provas têm sido impressas, transportadas, previstas infraestrutura e segurança, para pessoas que não aparecem.”
Nos dois dias de exame, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). A diferença em relação aos exames anteriores é o início das provas, às 13h30. O tempo extra de meia hora será usado para procedimentos de segurança, como revista eletrônica, e para dar tempo a todos os presentes de entrar em sala e guardar os pertences. O período total de duração das provas permanece em quatro horas e meia no sábado e cinco horas e meia no domingo.
“Vamos ter mais uma presença para registrar em ata a abertura dos malotes com as provas, com todo mundo já na sala”, explicou o presidente do Inep, Chico Soares. “É um controle extra. É o grande momento de risco, quando ela é aberta. Assim, conseguimos mais segurança e mais garantia de que teremos um Enem que cumpra as suas funções.”
Nome — Para aperfeiçoar o atendimento e também evitar fraudes, a inscrição de travestis e transexuais que pretendem ser identificados pelo nome social terá alterações. Esses candidatos devem fazer a inscrição normalmente, no período estabelecido no edital. Para usar o nome social, eles devem encaminhar cópia de documento de identificação, foto recente e formulário disponível on-line, preenchido, entre os dias 15 e 26 de junho, pelo sistema do participante, na página do Enem na internet.
Especiais — Nesta edição também haverá melhorias no atendimento a pessoas com visão monocular (que enxergam com apenas um dos olhos) e com discalculia (dificuldade ou desabilidade para fazer cálculos matemáticos). Quem tem visão monocular pode pedir prova ampliada e em braile, ledor e transcritor. Candidatos com discalculia podem pedir auxílio de ledor e de transcritor.
Oportunidades – A nota do Enem é usada como critério de acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em 115 instituições públicas, e do Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, a participação na prova é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras ou ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.
Inscrição — Estão isentos da taxa de inscrição os concluintes do ensino médio em 2015, matriculados em escolas da rede pública, além das pessoas que se declararem carentes. Para os demais, o valor é de R$ 63. O pagamento deve ser feito até às 21h59 (de Brasília), do dia 10 de junho. A confirmação das inscrições será feita apenas pelapágina do Enem na internet.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Enem, inscrição

Capes contesta reportagem sobre bolsista do Ciência sem Fronteiras

Portal do MEC

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou que uma matéria divulgada na segunda-feira, 11, pela TV Globo, sobre a bolsista do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) Amanda Amâncio de Oliveira, está incorreta.
A Diretoria de Relações Internacionais da Capes esclareceu que o retorno da estudante foi autorizado pela Capes, ao contrário do que foi dito na reportagem. [Leia comentário da estudante em sua página na rede social Facebook]
“Na manhã de ontem passou na Globo uma reportagem sobre o Ciência sem Fronteiras onde eu apareço. Gostaria de dizer que tudo o que foi dito a meu respeito naquela reportagem é mentira”, afirmou a estudante, em seu perfil no Facebook.
Amanda de Oliveira comprovou a conclusão total dos créditos cursados na universidade no exterior, optando pela não realização do estágio, por motivo justificado. “Eu não voltei para o Brasil pela insegurança gerada pela falta do dinheiro. Eu voltei pelo simples motivo que minhas aulas na UFT começariam agora e eu julguei não valer a pena perder outro semestre” diz o texto de Amanda, esclarecendo que essa explicação foi dada à reportagem, que no entanto a omitiu.
A Diretoria de Relações Internacionais da Capes informou também que o auxílio deslocamento de retorno é pago pela Capes, após a comprovação do cumprimento das atividades acadêmicas. Mesmo que a estudante tenha se antecipado na compra da passagem, o dinheiro do auxílio é depositado no cartão do bolsista, respeitando o prazo padrão dos trâmites financeiros internacionais.  Por fim, informou que o valor referente ao auxílio deslocamento foi transferido à estudante nesta semana.
A Capes ressaltou ainda que a resposta enviada ao jornal no sábado, 9, pela Assessoria de Comunicação Social do MEC, informava que não havia retorno de bolsistas ao Brasil devido ao atraso no repasse de recursos para o período de estágio, motivo alegado pela matéria da TV Globo.
A Capes entende que é fundamental que a imprensa dê publicidade aos esclarecimentos dados pelos órgãos, instituições e fontes consultadas, como este órgão que, diariamente, atende aos diversos veículos de imprensa de todo o Brasil. Somente tornando públicas informações devidamente apuradas a imprensa poderá servir à sociedade de forma transparente e imparcial.
Assessoria de Comunicação Social
Leia o comentário da estudante Amanda Amâncio Oliveira
Palavras-chave: educação superior, Ciência sem Fronteiras, Capes

Municípios poderão licitar construção de creches

Portal do MEC

om o objetivo de agilizar a construção de creches e cumprir metas do Plano Nacional de Educação (PNE), o Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vão autorizar os municípios e o Distrito Federal a licitar diretamente as creches aprovadas.
Essa reformulação do processo é fruto de diálogo com dirigentes municipais e secretários de educação de todo o país.
A partir do dia 19 de maio, os entes federados poderão optar pela mudança de suas creches. Além dos projetos padrão já existentes, o FNDE oferecerá dois novos modelos que poderão ser escolhidos de acordo com a necessidade de cada local. Prefeitos e dirigentes da educação poderão tratar das situações específicas de suas localidades diretamente com o FNDE.
Os municípios e o Distrito Federal poderão acessar os projetos e informações detalhadas sobre a reformulação a partir do dia 18 de maio, no portal do Simec.
Assessorias de Comunicação Social do FNDE e MEC
Palavras-chave: educação infantil, creches

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Unicamp é a 1ª universidade da AL na OpenPOWER Foundation

PORTAL UNICAMP

  • Unicamp se insere na Fundação OpenPOWER
  • O professor Rodolfo Azevedo
  • Gerson Vallim Brisola, gerente-executivo da IBM
  • A pró-reitora Gláucia Pastore
  • Formalização da parceria no IC
  • Elias, da Mellanox, e apoio à Unicamp
Unicamp se insere na Fundação OpenPOWER
Unicamp se insere na Fundação OpenPOWER
O professor Rodolfo Azevedo
Gerson Vallim Brisola, gerente-executivo da IBM
A pró-reitora Gláucia Pastore
Formalização da parceria no IC
Elias, da Mellanox, e apoio à Unicamp
A Unicamp celebrou nesta quarta-feira (13), no Instituto de Computação (IC), a sua entrada na OpenPOWER Foundation, comunidade aberta e colaborativa para desenvolvimento de um ecossistema de soluções de TI baseado no processador IBM POWER. Com isso, ela passou a ser a única universidade brasileira na América Latina a ingressar nesse consórcio, em parceria com a empresa IBM, para desenvolvimento da comunidade acadêmica na área de tecnologia da informação.

Segundo Rodolfo Azevedo, professor do IC e coordenador do convênio com a IBM, essa empresa forneceu para o Linux Technology Center Brazil (LTC), laboratório que ela possui dentro da Unicamp, equipamentos já OpenPOWER. Esse consórcio hoje conta com mais de 100 membros em todo mundo, entre empresas de hardware, software, computação técnica, data centers e universidades.

Participaram da formalização do acordo na sala 53 do IC a pró-reitora de Pesquisa da Unicamp, professora Gláucia Pastore, e o seu assessor, professor Fernando Coelho; o diretor do IC, Ricardo Silva Torres; e o professor Rodolfo Azevedo. A IBM enviou como representantes Gerson Vallim Brisola, gerente-executivo LTC; Klaus Heinrich e Paulo Nóbrega Tavares, gerentes LTC; Ricardo Marin, arquiteto LTC; e Rafael Sene, colaborador LTC. Elias Consuegra, da Mellanox, também compareceu ao evento, como um dos integrantes da Fundação.

A pró-reitora Gláucia Pastore destacou que esse é um momento muito feliz para a Unicamp, pela possibilidade de aproximação com a empresa IBM e com a Fundação OpenPOWER. “A integração dos setores acadêmico, empresarial e produtivo é extremamente importante nessa fase que estamos vivendo no Brasil em que os cientistas querem estar trabalhando em conjunto. Os resultados para a pesquisa em si e para a formação profissional serão muito interessantes”, comentou. “Se não fosse a sensibilidade das partes envolvidas, seria difícil suplantar os obstáculos, que são muitos. Parabéns pela iniciativa e temos a certeza de que, daqui para frente, as ações tenderão a se intensificar ainda mais.”

“Vocês deram essa oportunidade para a nossa Universidade”, sublinhou Rodolfo, dirigindo-se aos representantes presentes à solenidade. “O embrião do LTC começou na Unicamp, com estagiários. Posteriormente, a ação cresceu e rendeu grandes frutos. Temos bons resultados de pesquisa e, no ano passado, iniciamos as tratativas desse projeto OpenPOWER. Estamos aqui comemorando justamente essa nova fase.”

De acordo com Rodolfo, foram comprados kits de desenvolvimento OpenPOWER e já existe a distribuição Linux, que começou a ser desenvolvida na Unicamp mediante convênio com a IBM, empresa com a qual desenvolve várias cooperações. "São 11 anos de trabalho, que agora culminam com um modelo mais aberto de processador e de infraestrutura de rede de toda a camada de execução de software", revelou.

Da parte da IBM, o gerente-executivo Gerson Vallim Brisola reconheceu o valor dessa aproximação com o IC da Unicamp no passado. "As tecnologias estão prontas para serem exploradas de maneira livre, muito dentro do espírito acadêmico, que é o da renovação. Essa formalização marca esse momento de integração e o futuro que teremos de cooperação a partir de uma agenda comunitária de inovação tecnológica", festejou.

Consolidação
A Foundation coordena o trabalho na evolução da tecnologia POWER de processadores e o ecossistema de placas, de interfaces de rede e tudo o que é necessário para montar os sistemas computacionais, congregando players do mercado num único ambiente. “Temos desde um ponto Google, um parceiro da OpenPOWER; a IBM, que forneceu os processadores; a Melanox, que forneceu a infraestrutura de redes”, afirmou Rodolfo.

A Unicamp e a IBM firmaram destacadas parcerias para o desenvolvimento da comunidade acadêmica na área de tecnologia da informação. As iniciativas envolvem dois projetos principais: uma MiniCloud pública da Unicamp, com infraestrutura da IBM Power Systems®, e a participação da universidade no consórcio OpenPOWER Foundation.
A MiniCloud da Unicamp oferece acesso gratuito às máquinas virtuais IBM Power Systems®, para usuários acadêmicos e para a comunidade Open Source. Este ambiente está disponível para desenvolvimento, testes ou migração de aplicações. A MiniCloud utiliza o IBM PowerKVM™, solução de virtualização aberta que dá suporte à execução a máquinas virtuais em um único servidor, a partir do sistema operacional Linux.

Em 2013, a IBM abriu para os integrantes da comunidade a tecnologia do microprocessador POWER, bem como a lista de softwares associados, com o objetivo de gerar inovação colaborativa e criar soluções para o futuro dos datacenters.

A adesão da Unicamp como membro do OpenPower Foundation estreita a parceria entre as instituições para desenvolvimento em ambiente Linux. No final de 2003, a Universidade iniciou a parceria com o LTC da IBM e, desde lá, ambas trabalham em conjunto no desenvolvimento de soluções e pesquisa na plataforma POWER, tanto na comunidade Open Source quanto na academia.

O diretor do IC salientou a importância de participar dessa parceria. Para ele, é uma grande responsabilidade para o IC. "Esperamos fazer jus a essa confiança depositada em todos os parceiros da OpenPOWER, que se envolveram nos trabalhos. O IC estará trabalhando arduamente para que que essa parceria seja de muito sucesso", concluiu.
retirado do site: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2015/05/13/unicamp-e-1a-universidade-da-al-na-openpower-foundation

Unesp passa a integrar Conselho Nacional de Recursos Hídricos

Divulgação
Jefferson Nascimento de Oliveira
Unesp passa a integrar Conselho Nacional de Recursos Hídricos
Professor da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira representa a Universidade

A Unesp foi eleita, dia 13 de maio, para ocupar uma das duas vagas titulares no Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). A eleição aconteceu na assembleia setorial das Organizações Técnicas e de Ensino e Pesquisa para o mandato de junho/2015 a junho/2018. Jefferson Nascimento de Oliveira, professor da Unesp de Ilha Solteira, foi indicado como representante da Universidade no Conselho.
O Conselho Nacional de Recursos Hídricos reunir-se-á em caráter ordinário uma vez a cada semestre, no Distrito Federal e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente, por iniciativa própria ou a requerimento de um terço de seus membros.
Sobre Jefferson Nascimento de Oliveira
Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Alagoas (1988), mestrado em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (2002), tendo realizado doutorado sanduíche na Stanford University (2000). Atualmente é coordenador do Programa de Pós graduação em Engenharia Civil da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Ilha Solteira. Tem experiência na área de Engenharia Sanitária, com ênfase em Recursos Hídricos, atuando principalmente nos seguintes temas: águas subterrâneas, gerenciamento de recursos hídricos, drenagem urbana. Preside a Câmara Técnica de Ciência e Tecnologia - CTCT, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos- CNRH, desde 2013. Representante da UNESP na comissão técnica das Universidades Públicas (estaduais e federais) do Estado de São Paulo, desde fevereiro de 2015.
Assessoria de Comunicação e Imprensa
retirado do site:http://www.unesp.br/#!/noticia/17641/unesp-passa-a-integrar-conselho-nacional-de-recursos-hidricos/

SEaD-UFSCar lança Programa de Extensão “Residência Pedagógica em EaD”

No último mês de abril a Secretaria Geral de Educação a Distância (SEaD), da UFSCar, em parceria com as coordenações dos cursos de graduação a distância da Universidade, lançou o Programa de Extensão “Residência Pedagógica em EaD” que tem como objetivo principal valorizar o trabalho dos tutores virtuais que atuam nos cursos da UFSCar e, consequentemente, aumentar a qualidade da educação oferecida pela Universidade na modalidade a distância.

A intenção é que o Programa prepare os tutores, já com domínio de conteúdo em suas áreas, para atuarem como docentes em educação a distância, por meio de um modelo formativo que articula conhecimentos teóricos sobre a docência, EaD,  fomenta a  interlocução entre profissionais com experiências diversificadas e propicia a imersão em atividades práticas docentes.

“Queremos valorizar o tutor virtual ao propiciar a sua qualificação profissional. Para tanto, estamos unindo teorias e práticas pedagógicas e estabelecendo parcerias entre docentes e tutores de modo a habilitar o tutor virtual da UFSCar para a docência na EaD”, diz a Profa. Dra. Aline Reali, Secretária de Educação a Distância da UFSCar e Coordenadora do Programa.

A primeira oferta do Programa de Extensão “Residência Pedagógica em EaD” conta com a participação de 14 professores e 15 tutores dos 5 cursos de graduação a distância da UFSCar. Para esta primeira experiência, a SEaD-UFSCar convidou professores com expertise em EaD a atuarem como regentes; eles, por sua vez, convidaram os tutores a ingressarem no Programa.

Na fase inicial, os tutores residentes estão participando do Curso de Formação Docente para a EaD, oferecido pela Coordenadoria de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Profissional (CoDAP) da SEaD. Na próxima etapa, os tutores começam o trabalho junto de seus professores regentes, para a oferta de disciplinas já no segundo semestre de 2015.

Durante a segunda etapa do Programa, os tutores apoiarão os professores no planejamento das atividades das disciplinas, na revisão das metodologias de ensino e aprendizagem e das estratégias de avaliação e na  elaboração de materiais didáticos em diferentes mídias. “Assim, os conhecimentos adquiridos durante o curso de formação podem ser aplicados, com a parceria e supervisão de docentes com vasta experiência na EaD”, afirma Aline Reali.

Os resultados da residência pedagógica serão testados na prática, já que todo o trabalho realizado durante o Programa será executado nas disciplinas oferecidas no segundo semestre, nos cinco cursos de graduação a distância da UFSCar.

As atividades do Programa de Extensão “Residência Pedagógica em EaD” serão finalizadas no início de 2016, com a realização de um Seminário para troca de experiências e análise da proposta, na ocasião do encerramento das disciplinas que os professores regentes e tutores residentes estiverem oferecendo. Os tutores concluintes terão direito à certificação referente a 180 horas.

O Programa é acompanhado pelas equipes da Coordenadoria de Processos de Ensino-Aprendizagem  e da Coordenadoria de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Profissional da SEaD-UFSCar, e terá novas ofertas a partir de 2016. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail secretaria.copea@gmail.com.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7393

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...