sábado, 9 de maio de 2015

Educação a Distância - 10 Motivos para Estudar



Motivo 1 Rápido e Prático motivo 1
Fazer Cursos Online é uma forma rápida e prática de aprender. É possível iniciar um curso em qualquer dia, não é necessário apresentar documentos ou participar de processos burocráticos para iniciar as aulas.
Motivo 1 Valores Acessíveis motivo 2
Nossos cursos variam entre R$ 20,00 e R$ 89,00. Um treinamento parecido em outras instituições pode custar mais de R$ 500,00. Nossa eficiência e alto volume de alunos possibilitam oferecer cursos de alta qualidade por valores reduzidos. Além disso, não há nenhuma cobrança de mensalidade em nossos cursos, eles são pagos uma única vez.
Motivo 1 Flexibilidade motivo 3
O processo é totalmente flexível: Flexibilidade de Local, Flexibilidade de Horário, Flexibilidade de Duração do Curso. Estude de onde preferir, da sua casa, trabalho, faculdade, lan-house ou de qualquer computador, faça nos seus horários disponíveis e conclua os cursos em quanto tempo desejar. Tudo é feito de acordo com seu ritmo, sem compromisso com prazos e horários fixos.
Motivo 1 Não necessita se locomover motivo 4
Fazendo nossos Cursos Online você não gasta com locomoção até uma escola presencial, não perde tempo no trânsito. Isso significa mais tempo livre para estudar, resultando em um melhor aproveitamento.
Motivo 1 Banco de Currículos motivo 5
Diversas empresas contatam-nos e solicitam indicações de alunos para vagas de emprego. Ao estudar conosco, você pode incluir seu currículo no Banco de Currículos e ser indicado para vagas relacionadas aos cursos feitos.
Motivo 1 Certificado Válido em Todo o Brasil motivo 6
O Certificado é válido em todo o Brasil e em vários outros países, ele pode ser utilizado em faculdades, empresas públicas e privadas, concursos e provas de título, entre outros.
Motivo 1 Empresa Mantenedora da ABED motivo 7
O Cursos 24 Horas é uma empresa mantenedora da ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância. Nosso nome e logo é exibido na página de Mantenedores da ABED.
Motivo 1 Funcionários treinados conosco motivo 8
Outra prova de qualidade do sistema de ensino é o número de empresas que já tiveram funcionários treinados conosco. Veja na imagem ao lado algumas dessas empresas.
Motivo 1 Seu Currículo fica Atualizado motivo 9
Todos os cursos podem ser incluídos em seu currículo. As pesquisas comprovam que manter o currículo atualizado é uma das formas mais eficientes para ser promovido, conseguir um novo emprego, ou até mesmo evitar uma demissão do emprego atual.
Motivo 1 Professores Altamente Qualificados motivo 10
Uma equipe de professores altamente qualificados fica à disposição para atender aos alunos, corrigindo exercícios, enviando material adicional e tirando todas as dúvidas que possam surgir durante o curso.


Então o que esta esperando para dar inicio ao seu curso:

Alunos de universidade de Minas Gerais fazem campanha contra o racismo

Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte

Estudantes criam páginas para combater racismo nas universidades

Depois dos alunos da UnB (Universidade de Brasília), os estudantes da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) decidiram montar uma página com as frases racistas que já ouviram para tentar combater a discriminação racial no ambiente universitário. As páginas foram inspiradas no projeto "I, Too, Am Harvard" ("Eu também sou Harvard"), desenvolvido por alunos neros da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos Reprodução/ahbrancodaumtempoufjf.tumblr.com
Alunos da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), situada em Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte), aderiram a uma campanha contra o racismo e passaram a compartilhar fotos, nas redes sociais, de estudantes segurando cartazes com frases que dizem ouvir no ambiente acadêmico e também fora dele.
As fotos foram postadas no Tumblr e o movimento foi denominado de #AhBrancoDaUmTempo.
Conforme uma das organizadoras, o intuito do movimento é fazer com que as pessoas entendam como sendo injúria racial comentários velados e aparentemente "inocentes" sobre a cor da pele ou sobre o cabelo de pessoas negras.
"Essa coisas corriqueiras acontecem, sim. É tão rápido e feito de uma maneira dita natural que as pessoas nem se dão conta de que é racismo. Esse movimento é importante porque as pessoas acabam reproduzindo [os comentários] sem saber que é racismo. E quem está passa por isso, às vezes, nem se dá conta. É uma coisa que a gente escuta bastante dentro do ambiente acadêmico", afirmou Mariana Martins, 23, matriculada no curso de artes e design da universidade.
Segundo a estudante, o movimento teve início na Universidade de Harvard (EUA). A ideia dos estudantes mineiros surgiu após a iniciativa ter sido reproduzida por alunos da Universidade de Brasília (UnB).
"Pessoas que passavam no momento em que a gente fazia as fotos, e que não tinham muita ligação com a universidade, também se interessara pelo projeto e quiseram tirar as fotos. Daí você percebe que o racismo está em todos os lugares', disse Mariana.
Os participantes do movimento prepararam uma manifestação, nas dependências da universidade, para ser feita no próximo dia 13 de maio, dia no qual é celebrada a sanção da Lei Áurea (que aboliu oficialmente a escravidão no Brasil).

Apoio

Em nota enviada ao UOL, a Universidade Federal de Juiz de Fora informou ter apoiado a iniciativa dos estudantes "que traz visibilidade a amplia as discussões acerca do racismo em toda a sociedade".
Por outro lado, revelou ainda desenvolver "politicas de ações afirmativas e inclusão, que têm como objetivo garantir direitos a grupos sociais que foram alijados dos processos de desenvolvimento social, educacional, cultural, político e econômico do país".
Como exemplos, a nota cita a criação da Diretoria de Ações Afirmativas, com objetivo, segundo o documento, de "articular os diferentes órgãos da instituição de ensino para que adotem estratégias no combate ao racismo".
Em outra frente, a direção da universidade revelou ter feito revisão da grade curricular para incluir matérias sobre a cultura afro-brasileira e africana e indígena e possui cursos de pós-graduação voltados para o tema.
Além disso, declarou manter o Neab (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros), que "promove sistematicamente um diálogo contínuo e participativo dos diversos segmentos do movimento negro da cidade com docentes, discentes, pesquisadores e servidores de departamentos e unidades acadêmicas da UFJF".
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/07/alunos-de-universidade-de-minas-gerais-fazem-campanha-contra-o-racismo.htm

Unicamp tem a menor taxa de calouros da rede pública em cinco anos

Estadão conteúdo
em São Paulo

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) teve em 2015 a menor proporção de calouros de escola pública em seis anos. No último vestibular, a taxa foi de 30,2% de ingressantes da rede pública. É o valor mais baixo desde 2010, quando a proporção foi de 29,4%.
Os dados são da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), responsável pelo processo seletivo da instituição. No ano passado, a proporção de calouros da rede pública havia sido de 36,9%, recorde da instituição. Internamente, equipes da universidade acreditavam que neste ano o nível poderia chegar a 38%, expectativa que foi frustrada.
O total de novos alunos da Unicamp que se declararam pretos, pardos e indígenas (PPI) também recuou. A proporção em 2015 foi de 15,7%, ante 18% no ano passado, outro recorde que havia sido atingido pela universidade.
No último vestibular, o total de inscritos de escola pública já havia caído: 26,6%, contra 27,7% na edição anterior. Já na proporção de candidatos PPI, a queda foi ainda mais acentuada. Foram 12,3% de candidatos pretos, pardos e indígenas neste vestibular e 17,7% na edição de 2014.
A Unicamp não adota cotas, mas um sistema de bonificação no vestibular para alunos de escola pública e pretos, pardos e indígenas. A Comvest informou que ajustes no sistema de bônus e a adoção de cotas são estudadas, mas precisam de aval do Conselho Universitário, órgão máximo da instituição. Se aprovadas, as mudanças já podem valer no próximo processo seletivo.
Pelo Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior de São Paulo (Pimesp), plano proposto pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) aos reitores das três universidades estaduais, em 2015 já deveria haver 43% de alunos de escolas públicas. No ano seguinte, o patamar deveria subir para 50%.
A meta da própria Unicamp é ter 50% de estudantes de escola pública até 2017, com 35% de alunos PPI, porcentual que corresponde à distribuição populacional do Estado de São Paulo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/08/unicamp-tem-menor-taxa-de-calouros-da-rede-publica-em-cinco-anos.htm

Estrangeiros têm até 3 de julho para tentar graduação no Brasil

Portal do MEC

Estão abertas até 3 de julho próximo as inscrições para o processo seletivo de 2016 do Programa de Estudantes – Convênio de Graduação (PEC-G). Instrumento de cooperação educacional, o programa oferece a estudantes de países em desenvolvimento a oportunidade fazer a graduação em instituições brasileiras de educação superior.
São selecionados pelo programa, preferencialmente, candidatos inseridos em projetos de desenvolvimento socioeconômico que sejam objeto de acordo entre o Brasil e os países de origem. O estudante selecionado deve assumir o compromisso de regressar a seu país e contribuir com a área na qual se graduou.
Administrado pelos ministérios da Educação e das Relações Exteriores, em parceria com universidades públicas e particulares de todo o país, o PEC-G seleciona estrangeiros entre 18 e 23 anos, com ensino médio completo, para realizar gratuitamente estudos de graduação no Brasil. Mais antigo programa de mobilidade brasileiro, criado oficialmente em 1965, é regido pelo Decreto nº 7.948, de 12 de março de 2013, que conferiu força jurídica a seu regulamento e fortaleceu a oferta de vagas a jovens de países com os quais o Brasil mantém acordo educacional, cultural ou científico-tecnológico.
A abertura das inscrições para esta edição do PEC-G foi estabelecida pelo Edital nº 13, de 13 de abril de 2015, da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação. Compete ao MEC coordenar os procedimentos referentes à adesão das instituições de ensino, a oferta de vagas, seleção e matrícula dos candidatos e acompanhamento do programa. Atualmente, estão matriculados no programa 1.431 estudantes, oriundos de 21 países. Entre eles, Cabo Verde, Guiné-Bissau, África do Sul, Gana, Angola, Benim, Congo, Senegal e Quênia.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: cooperação internacional, graduação, PEC-G

Universidade portuguesa do Algarve recebe inscrições de brasileiros com base no Enem

Portal do MEC

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que pretendem estudar fora do Brasil podem concorrer a vagas na Universidade do Algarve (UAlg), em Portugal. Abertas nesta sexta-feira, 8, as inscrições podem ser feitas até o dia 29 próximo. A oferta é de 260 vagas.
Na primeira fase de seleção, em março último, 60 candidatos que fizeram o Enem inscreveram-se para estudar na UAlg. Foram admitidos 48. Haverá ainda uma terceira fase de inscrições, de 2 a 17 de julho próximo.
Desde o ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) tem acordo firmado com universidades portuguesas (Coimbra e Algarve) para aproveitamento dos resultados do exame brasileiro para ingresso de estudantes.
Para a candidatura na UAlg, basta aos participantes do Enem apresentar os resultados obtidos no exame, sem necessidade de fazer prova de ingresso. A UAlg exige apenas que os brasileiros obtenham um mínimo de 500 pontos na redação e pelo menos 475 pontos em cada uma das provas objetivas.
A Universidade do Algarve criou ainda um incentivo aos estudantes internacionais, ao reduzir o valor da anuidade. Assim, os aprovados com melhor classificação pagarão mil euros (R$ 3.431,70, em cotação de quinta-feira, 7) por ano, conforme vagas previstas para cada curso. Os diplomas são reconhecidos em todos os países da União Europeia, o que habilita o aluno a fazer pós-graduação em outras universidades da Europa.
A Universidade de Algarve congrega unidades de ensino superior universitário e politécnico. Aceita candidaturas para cursos de licenciatura e mestrado integrados, no ano letivo de 2015–2016, de estudantes brasileiros que tenham realizado o Enem em 2012, 2013 e 2014. A instituição conta com três unidades na cidade de Faro e uma em Portimão. Há áreas de formação em artes, comunicação e patrimônio, ciências sociais e da educação, ciências e tecnologias da saúde, ciências da terra, do mar e do ambiente, economia, gestão e turismo, engenharias e tecnologias.
Mais informações sobre as vagas disponíveis na página da universidade na internet dedicada a estudantes internacionais.
Assessoria de Comunicação Social do Inep
Palavras-chave: Enem, Algarve, Portugal

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Entidades querem sistema que garanta a melhoria do ensino

Portal do MEC

Em encontro com o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, representantes de entidades de estudos e pesquisas na área de educação apresentaram propostas e reivindicações referentes ao Sistema Nacional de Educação, formação e valorização dos profissionais educadores, modalidade a distância na educação superior e reformulação do ensino médio, entre outros temas. O intuito é aproveitar o diálogo aberto pelo Ministério da Educação para ajudar na melhoria do ensino no Brasil.
A primeira audiência com o ministro ocorreu na segunda-feira, 4. Segundo a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Maria Margarida Machado, as entidades apresentaram ao ministro os principais pontos e preocupações para a retomada do diálogo sobre a continuidade das ações. “Temos comprometimento com a política educacional e condições de contribuir para fazer avançar a pauta, pois não podemos deixar retroceder as conquistas”, afirmou Maria Margarida, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Entre os temas apresentados está a base nacional comum curricular. De acordo com Maria margarida, as instituições propõem a reabertura das discussões com fundamento nas normas curriculares já aprovadas. Para a reformulação do ensino médio, a proposta é “discutir sua natureza a partir do que está definido nas diretrizes nacionais, que trazem avanços importantes, e retomar as experiências de reformulação que estão em andamento em vários estados, com recursos do MEC”, disse.
O encaminhamento dado pelo Ministério da Educação inclui desdobramentos em encontros por tema. As entidades comprometeram-se a elaborar documento que sintetize as propostas e canalize as discussões por área específica. “Foram trazidas questões complexas, mas muito importantes para a educação, o que o MEC vê como positivo”, disse a representante da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do MEC, Flávia Nogueira. “São mais vozes se manifestando, que têm de ser ouvidas. Essas instituições contribuem, colocam-se à disposição para fortalecer as políticas de educação.”
Participaram do encontro com o ministro, no qual esteve presente o secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, além de Flávia Nogueira, da Sase, representantes do Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (Forumdir), da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope), da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), do Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes) e da Anped. A realização de próximos encontros está em estudo.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação, qualidade, entidades

Nobre assume presidência para manter sucesso da pós-graduação

Portal do MEC - CAPES


Aumentar a mobilidade de pesquisadores é uma das propostas do novo presidente da Capes, Carlos Afonso Nobre (Foto: João Neto/MEC) O pesquisador Carlos Afonso Nobre tomou posse na manhã desta quinta-feira, 7, no cargo de presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Empossado pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, Nobre substitui Jorge Guimarães no comando da agência de fomento à pós-graduação.
Ao se despedir, depois de 11 anos à frente da Capes, Guimarães destacou o sucesso que a autarquia vem obtendo no desenvolvimento da pós-graduação brasileira, aumentando o número de bolsas para mestrados, doutorados e pós-doutorados, incentivando a publicação de trabalhos científicos e executando o programa Ciência sem Fronteiras.
“A Capes se distingue de outras instituições no mundo”, disse ele. “É uma matriz formadora de sementes multiplicadoras. Enquanto a Capes opera nos milhares, o Ministério da Educação tem a missão dos milhões”, disse.
Para o ministro da Educação, a Capes ocupa papel de destaque tanto na pós-graduação quanto na formação de professores para educação básica. “Nós temos aqui o trabalho de muitas gerações que contribuíram para fazer da Capes uma entidade que é um órgão de Estado com uma agenda de Estado e republicana”, disse Janine Ribeiro.
Entre as propostas do novo presidente, Carlos Nobre, estão aumentar a mobilidade de pesquisadores, estudantes e professores brasileiros e estrangeiros. “O potencial de atratividade do Brasil é imensa, seja pela estrutura das universidades, seja pelo capital de simpatia que o país goza no exterior”. Para Nobre, o Brasil precisa fortalecer a produção científica e tecnológica. “A saída passa por reforçar sistemas de indução de talentos a partir do ensino médio, passando pela universidade e chegando à pós-graduação”, concluiu.
Jorge Guimarães (primeiro à esquerda, com o secretário-executivo Luiz Cláudio Costa, o ministro Renato Janine e o novo presidente, Carlos Nobre) ficou 11 anos no comando da Capes (Foto: Mariana Leal/MEC) Carlos Nobre é natural da cidade de São Paulo e tem graduação em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP), e doutorado em meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos. Iniciou a carreira profissional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e atuou como pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de 1983 a 2012. Na Capes, foi coordenador da Comissão de Cursos Multidisciplinares entre 2006 e 2008.
Também foi secretário de políticas e programas de pesquisa e desenvolvimento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e, desde fevereiro de 2015, ocupava a posição de diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
Nobre representa o Brasil no International Institute for Applied System Analysis (Iiasa). É membro do High Level Scientific Advisory Panel on Global Sustainability da Organização das Nações Unidas (ONU) e foi recém-eleito membro estrangeiro da Academia de Ciências dos Estados Unidos.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: posse, Capes

Projetos do Mais Cultura nas Universidades são analisados

Portal do MEC


Representantes dos ministérios da Educação e Cultura analisam projetos apresentados pelas instituições de educação superior (Foto: Janine Moraes/MinC) Quase 100% das instituições federais de ensino superior aderiram ao Programa Mais Cultura nas Universidades. Das 101 existentes, 98 apresentaram projetos culturais que estão sendo analisados até a próxima sexta-feira, 8, por equipe técnica dos ministérios da Cultura (MinC) e da Educação e representantes de universidades e da sociedade civil.
A secretária de Educação e Formação Artística e Cultural (Sefac) do MinC, Juana Nunes, comemorou o sucesso do programa. “A cultura conquistou um espaço no planejamento dos projetos educacionais das instituições federais”, avaliou. “O Brasil vive uma intensa expansão do ensino superior, que está recebendo cada vez mais pessoas, se tornando uma universidade mais colorida. Entendemos que, nesse momento, cabe ao MinC, em parceria com o MEC, qualificar a educação brasileira, tornando o ambiente universitário mais acolhedor e agregando valor à educação”, disse Juana.
O Programa Mais Cultura nas Universidades é uma ação do MinC e do MEC e tem por finalidade desenvolver e fortalecer o campo das artes e da cultura no país, com ênfase na inclusão social e no respeito e no reconhecimento da diversidade cultural.
As instituições participantes tiveram que apresentar um Plano de Cultura, com base em seis eixos do edital. Os projetos serão classificados pela equipe técnica de acordo com os critérios do edital. Os recursos serão oriundos do MEC.
“É um edital que reconhece as instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica que entraram em condições de igualdade com as instituições federais de ensino superior. É um desafio para as redes mobilizar toda a comunidade interna para discutir cultura e arte. É uma excelente provocação”, contou a representante do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Alessandra Paulon.
Entende-se por planos de cultura os programas, projetos e ações culturais que valorizam, reconhecem, promovem e preservam a diversidade cultural nas instituições. “A intenção é avaliar o mérito e a diversidade dos planos, para que tenhamos ações contempladas em todas as regiões do país”, enfatizou o assessor especial para inovação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC, Rafael Almada.
Ao todo serão investidos R$ 20 milhões no programa, e cada plano poderá receber de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão. O resultado final da avaliação será publicado em 12 de junho. No dia 22 de maio será publicada a prévia do resultado.
Assessoria de Comunicação do MinC
Acesse o edital Mais Cultura nas Universidades
Palavras-chave: educação superior, Mais Cultura nas Universidades

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Banquete medieval desperta interesse de alunos para estudo da história

Portal do Professor

Dismael Sagás é professor de história em Santa Catarina.Em São José, município de Santa Catarina, estudantes do 7º ano (6ª série) do Colégio Posição prepararam um banquete com receitas medievais. As iguarias foram comidas sem talheres, de acordo com os costumes da época. “Os estudantes puderam vivenciar a experiência, lambuzando o rosto e comendo com as mãos. Por incrível que pareça, a aula transcorreu sem bagunça e as explicações das receitas foram ouvidas por todos,” diz o professor de história, Dismael Sagás, ao recordar o episódio ocorrido em maio de 2006.
A ideia de desenvolver o projeto Banquete Medieval surgiu após a leitura de textos, na sala de aula, sobre o costume dos banquetes e as normas de etiqueta desenvolvidas por Erasmo de Rotterdam. “Os alunos me perguntaram o que comiam naquela época e como comiam. Nesse momento, sugeri que fizessem uma pesquisa e marcamos o banquete”, explica.                                                                                                                                                         Autor:Arquivo Pessoal
Na aula de história, alunos fazem tabuinhas de argila como os antigos sumérios.Segundo o professor, o projeto possibilitou que os objetivos didáticos fossem alcançados e colaborou para fortalecer os laços, não só entre os estudantes, como deles com o professor. Licenciado e bacharel em história, com pós-graduação em gestão educacional e metodologia do ensino interdisciplinar, Sagás leciona esta disciplina desde 2004. Antes, trabalhou como professor de educação física para as séries iniciais, já que fez curso técnico de magistério nessa área. Seus sonhos para o futuro incluem um mestrado na área da educação, pois acredita que faltam historiadores nesta área.
De acordo com Sagás, ele sempre procura desenvolver pequenos projetos durante suas aulas, pois acredita que eles possibilitam a vivência dos alunos, compreensão dos fatos e a formação da visão crítica do estudante. “Já trabalhei com produção de vídeos de diversos assuntos, recriação de fotos antigas, contação de lendas, criação de paródias, criação de jornais, elaboração de tabuinhas de argila (como os antigos sumérios), e simulação de tribunais.”
Sagás trabalha, atualmente, em duas instituições. Pela manhã, atua no Colégio Visão, onde desenvolve um projeto de rádio com os estudantes – a Rádio Corredor. À noite, leciona no Ensino de Jovens e Adultos (EJA) do Centro Educacional Municipal Jardim Solemar. “Nas aulas noturnas, os recursos são limitados e dificilmente conseguimos aplicar um projeto”, destaca o professor. Em sua opinião, somente com o apoio da direção e de outros professores, além de muita criatividade, é possível atingir bons resultados. “Uma proposta interessante e que deu certo foram as entrevistas sobre a Reforma Protestante e religiões atuais, com a turma da 6ª série. Porém, de uma forma geral, é difícil driblar a falta de recursos na rede pública de ensino”, ressalta.
O professor coordena, no momento, a elaboração de quatro vídeos sobre a Segunda Guerra Mundial. Mantém, ainda, dois blogs, pois acredita que são ótimos meios de divulgar, discutir e aperfeiçoar idéias. O História e Projetos foi feito para discutir projetos de história e o Blog do Disma para divulgar e discutir textos de diversos assuntos.
(Fátima Schenini)
Retirado do site:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=594

Programa internacional avalia 33 mil estudantes brasileiros nascidos em 1999

Portal do MEC

Ao longo deste mês de maio, cerca de 33 mil jovens brasileiros, nascidos em 1999, farão os exames do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2015. A aferição abrange alunos de 965 escolas, matriculados a partir do sétimo ano do ensino fundamental. Nesta edição, pela primeira vez, as provas serão integralmente feitas em computadores e terão como base a disciplina de ciências, com questões também de matemática e leitura.
Desenvolvido e coordenado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa é referência nas discussões sobre melhoria da qualidade de ensino. A edição deste ano envolve 70 países. No Brasil, o programa é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
Os participantes terão 120 minutos para completar o teste, dividido em duas sessões de 60 minutos. Terão ainda 35 minutos para preencher questionários. Não há necessidade de preparação, pois a ideia é aferir como os estudantes aplicam o que aprendem. As questões, de múltipla escolha, baseiam-se em situações reais da vida e pedem respostas curtas.
Nesta edição, estudantes sorteados farão avaliações adicionais sobre letramento financeiro e resolução colaborativa de problemas. Esse teste visa a identificar o domínio dos estudantes sobre o controle das finanças diárias, além de saber como resolvem as situações cotidianas.
O Pisa, Programme for International Student Assessment, na sigla em inglês, é uma iniciativa de avaliação comparada, aplicada a cada três anos a estudantes na faixa dos 15 anos de idade, fase em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países.
Além de avaliar a preparação dos jovens para a vida adulta, o Pisa tem como propostas produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação nos países participantes e permitir a comparação da atuação do estudante e do ambiente de aprendizagem entre diferentes nações. O programa inclui coleta de informações socioeconômicas, por meio dos questionários do aluno, do professor e da escola.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação básica, avaliação internacional, Pisa

IFSP abre concurso público para selecionar 169 docentes

IFSP abre concurso público para selecionar 169 docentes

Estarão abertas, de 4 a 23 de maio, as inscrições para o concurso público do IFSP que preencherá 169 vagas para professor da carreira de magistério do ensino básico, técnico e tecnológico.
Para se inscrever, o candidato deve acessar o site concursopublico.ifsp.edu.br, preencher a ficha de inscrição, gerar a guia de recolhimento da União no valor de R$ 110 e efetuar o pagamento dentro do prazo previsto no edital.
O concurso será estruturado em três fases e compreenderá prova objetiva, prova de desempenho didático e prova de títulos. 
A remuneração dos aprovados varia de acordo com a carga horária e com a titulação, variando de R$ 2.018,77 para professores com graduação e com 20 horas de trabalho semanais a até R$ 8.639,50 para docentes com doutorado e 40 horas de trabalho por semana. 
Além da remuneração, os aprovados receberão os auxílios alimentação, pré-escolar, transporte e assistência à saúde, desde que atendam à legislação em vigor.  
Para acessar o edital na íntegra, clique aqui.
Retirado do site:http://www.ifsp.edu.br/index.php/outras-noticias/52-reitoria/3444-ifsp-abre-concurso-publico-para-selecionar-169-docentes.html
 

Ministro debate com gestores os planos municipais de educação

Portal do MEC

O ministro Janine Ribeiro disse aos representantes da Undime que planos municipais devem ser discutidos pela sociedade local (Foto: Mariana Leal/MEC)O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, recebeu nesta quarta-feira, 6, representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), no Ministério da Educação, em Brasília. Janine Ribeiro destacou a importância da participação da sociedade na elaboração dos Planos Municipais de Educação (PMEs).
Para o ministro, os planos municipais precisam refletir o pensamento do poder público e da população. “Mais importante que ter um documento votado, é o processo no qual este documento é gerado. Não ajudará muito o Brasil e não ajudará nada os municípios, se os textos não tiverem adesão consistente do poder público municipal e da sociedade local”, disse. O prazo estabelecido no Plano Nacional de Educação (PNE) para que os municípios aprovem seus planos municipais é 24 de junho.
No encontro, a presidenta da Undime, Cleuza Repulho, apresentou as principais demandas das secretarias municipais de educação, entre elas a base nacional comum, o financiamento da educação, o piso nacional do professor e os modelos de construção de creche. “A Undime entende que as políticas na área da educação são integradas entre União, estados e municípios”, afirmou.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: PNE, PMEs, Undime

Funcionários são afastados após vídeo de sexo em escola no Rio

Felipe Martins
Do UOL, no Rio de Janeiro 
  • Reprodução
    Vídeo mostra funcionários fazendo sexo no Colégio Quintino Bocaiuva, no Rio Vídeo mostra funcionários fazendo sexo no Colégio Quintino Bocaiuva, no Rio
Um inspetor e uma funcionária da limpeza foram afastados do Colégio Municipal Quintino Bocaiúva, na zona norte do Rio, nesta segunda -feira (2), após um vídeo em que  aparecem fazendo sexo no interior da escola ir parar na internet.  Cerca de 50 pais e alunos fizeram um protesto durante a tarde desta segunda contra o comportamento dos profissionais.
O arquivo com as imagens estava em um pen drive encontrado por um aluno, que publicou o vídeo de aproximadamente 15 minutos no Facebook.  O casal aparece rindo, correndo sem roupa dentro do ambiente até chegar ao ato sexual.

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Segundo a Secretaria Municipal de Educação, o fato aconteceu fora do horário escolar. O inspetor foi afastado e uma sindicância foi aberta para apurar o caso. A auxiliar de limpeza estava cedida pela Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) à Secretaria Municipal de Educação e também foi afastada.
Uma estudante de 16 anos da unidade municipal de ensino que pediu para não ser identificada disse que o comportamento dos funcionários contrariam as regras rígidas no interior da escola. "Aqui a gente não pode mascar chiclete, não pode se abraçar, aí aparecem esses dois fazendo uma coisa dessas. É um abuso", disse.
De acordo com a Comlurb, "o comportamento da mulher está em desacordo com as normas internas e todas as providências, de acordo com as regras trabalhistas, serão tomadas".  Já a Secretaria de Educação "ressalta que preza por um atendimento de qualidade em todas as creches e escolas municipais e que não admite qualquer tipo de conduta inadequada de funcionários", encerrando a nota.
retirado do site: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/09/03/funcionarios-sao-afastados-apos-video-de-sexo-em-escola-no-rio.htm

Pais denunciam dirigente por dar poema erótico a alunos de escola de MG Comente

Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte
  • Reprodução
    À esquerda, parte do poema "Ciuminho Básico", que causou espanto em pais de alunos À esquerda, parte do poema "Ciuminho Básico", que causou espanto em pais de alunos
Uma dirigente escolar foi apontada como a responsável pela distribuição de um poema erótico a alunos da 5ª série do ensino fundamental da cidade de Santa Luzia, situada na região metropolitana de Belo Horizonte. O caso levou alguns pais de alunos a procurarem a direção da escola municipal Jaime Avelar de Lima, situada no bairro Bom Destino.
Conforme T.T.C, irmã de um aluno e que pediu para não ser identificada, o fato ocorreu no dia 28 do mês passado, quando o conto teria sido retirado de uma página na internet e cópias teriam sido feitas.
O texto intitulado "Ciuminho Básico" traz palavras populares atribuídas a partes íntimas do corpo humano.
Segundo a irmã do aluno, a folha contendo o texto foi colada nos cadernos dos estudantes, que supostamente foram orientados a fazer em casa um exercício sobre ele. "Uma das mães viu o caderno do filho dela e ligou para a minha mãe alertando sobre as palavras chulas que estavam escritas nele. Quando eu li o texto, fiquei horrorizada", disse a jovem.
Ainda de acordo com a irmã, alguns pais procuraram a direção da escola e supostamente teriam sido orientados a 'abafar' o caso. "É um absurdo isso ter sido entregue a crianças de 10 anos. Nós ficamos horrorizados ainda mais por saber que as crianças leram o poema em voz alta dentro de sala de aula. Alguma punição os responsáveis têm que ter', disse.
O irmão de T.T.C disse a ela que ficou assustado com o teor do poema e por ele ter sido distribuído dentro da escola onde estuda. "Ele ficou bastante assustado e sem entender o motivo pelo qual a escola estava dando aquele tipo de atividade", afirmou.
Em nota, a Prefeitura de Santa Luzia informou que será instaurado um processo administrativo disciplinar "para apuração de responsabilidades e eventual demissão da servidora", que não teve o nome divulgado.
Ainda de acordo com o texto, a instauração do processo poderá resultar, com base na avaliação da comissão disciplinar, no "afastamento provisório da servidora". O UOL tentou contato com a escola, mas ninguém atendeu nos números indicados.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/05/pais-denunciam-dirigente-por-dar-poema-erotico-a-alunos-de-escola-de-mg.htm

Professor demitido por criticar Educação do Rio diz que foi censurado

Edgard Matsuki
Do UOL, em Brasília

Quando realizou, em 2011, o concurso público para ser professor de geografia pela rede municipal de ensino na cidade do Rio de Janeiro, Breno Mendes, 31, ficou em terceiro lugar entre 1.900 candidatos. Na prova prática de aula, tirou nota 100, nota máxima. Mas três anos após começar a lecionar, ele acabou demitido do cargo. O motivo apontado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) foi o comportamento do professor em redes sociais.
No processo administrativo que acarretou na demissão (publicada em Diário Oficial), há a acusação de que o professor teria ferido o código de ética do funcionário público ao realizar críticas públicas no Facebook. De acordo com o texto do processo, Breno transgrediu, dentre outros, um artigo que aponta como dever do funcionário público "lealdade e respeito às instituições administrativas que servir".
Breno acusa a Secretaria de Educação de censura. "A demissão não [é] por motivos trabalhistas e, sim, políticos. Decidiram, por meio de uma Lei da Ditadura [o artigo em que ele foi enquadrado é de 1979], que não posso criticar a Prefeitura e me demitiram", diz.
O professor, que estava na Escola Municipal Padre Manuel da Nóbrega, no Complexo do Alemão, argumenta que o conteúdo online não influenciava no trabalho. "Os textos eram redigidos em minha casa, fora do local de trabalho, exercendo meu direito constitucional de expressão. Nada tinham a ver com minha atuação como professor. Não havia relação entre minhas opiniões virtuais e meu dia a dia na escola", diz
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe/RJ), que prestou assessoria jurídica ao professor, diz que vai tentar reverter a decisão: "A direção está conversando com a secretaria e o jurídico verificando as possibilidades. A crítica, ainda que ácida, faz parte da dinâmica de qualquer Estado que aspire ser democrático e direito", afirma o sindicato em nota.
Até o momento, a Secretaria disse que a decisão da demissão está mantida e que não cabe recurso. O órgão também afirmou, por meio da assessoria, que é comum professores em estágio probatórios não serem efetivados: "Há um conselho que julga se ele é apto ou não. O comportamento em redes, inclusive com ofensas, fez dele inapto ao trabalho por não ter a postura adequada".
A reportagem do UOL pediu para conversar com a atual secretária municipal de Educação, Helena Bomeny, mas a assessoria apontou que ela não tinha agenda para falar sobre o assunto. A direção da escola em que Breno dava aula também não quis comentar o caso.

Reprodução
Reprodução da página Cariocaativismo Social do professor Breno Mendes

Entrevista ao vivo e processo acirraram relação

Os problemas entre o professor de geografia e o Executivo começaram logo após ele ser escalado para dar aulas de história e português, no início de 2013. "Pedi inspetores para o corredor e livro para as aulas. Ouvi que não existia e que não havia. Ser obrigado a dar outras aulas me fez tomar uma posição mais radical contra o sistema", conta.
Breno diz que passou a ser mais conhecido e visado após falar sobre a educação no Rio em uma entrevista ao vivo do prefeito Eduardo Paes para a rádio Band News em 2013. À época, perguntou se o prefeito colocaria os filhos para aprender português com um professor de geografia. "O meu problema eu resolvi e voltei a lecionar geografia. Mas aí comecei a sentir que passei a ser observado. Virei flecha e virei alvo", conta.
Postagens criticando a postura da Secretaria Municipal de Educação e o prefeito passaram a ser tornar mais frequentes. Em uma delas, Breno dizia que a SME teria conseguido piorar o "impiorável". Em outra, ele mostra duas fotos: uma de apostila de geografia com informações erradas e crianças criando uma bola de futebol com ela. No comentário, ele apontava que "as crianças sabiam reciclar lixo".
Em agosto de 2013, os professores do Rio de Janeiro estavam em greve e realizando manifestações quase que diariamente. Uma foto de Breno tirada durante um protesto também foi anexada ao processo que seria aberto logo após o fim da greve daquele ano. "Quando acabou a greve, colocaram minha cabeça a prêmio", diz.
Além do processo por causa das redes, Breno quase foi demitido por causa da greve. "A Prefeitura do Rio de Janeiro tentou me demitir por causa da greve, mas perdeu na Justiça e ainda foi condenada a devolver os descontos", conta.
A relação entre professor e secretaria piorou ainda mais com o tempo. Postagens reclamando não só da da SME e do prefeito como do processo passaram a ser mais frequentes após a criação da página Cariocaativismo Social. "Chegavam a alcançar até 100 mil pessoas", conta. Breno também criou um abaixo-assinado na tentativa de voltar a dar aula na escola municipal. O documento já soma 4,6 mil assinaturas.
Toda a pressão online de nada adiantou. Breno, que lecionou pela última vez no dia 29 de abril, não está desempregado porque também é professor da rede municipal de Petrópolis, mas afirma que deseja voltar a dar aula no Rio: "Quero voltar pelo meus alunos. Eles pedem por aula quando me veem. Quero ficar na escola que estou. Apesar de ser uma das piores da cidade nos índices de educação, quero voltar pelos alunos", afirma.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/05/professor-demitido-por-criticar-educacao-do-rio-diz-que-foi-censurado.htm


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Bibliotecários debatem formas de atuação na Rede Federal

Portal do MEC

Bibliotecários de todo o Brasil estão reunidos no 8º Seminário Brasileiro de Bibliotecas das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (SBBI), que teve início nesta quarta-feira, 6, e segue até a sexta, 8, em Manaus. Realizado pela primeira vez na região Norte, o evento tem como objetivo despertar novas perspectivas quanto à atuação desses profissionais em suas bibliotecas.
O evento é sediado pelo Instituto Federal do Amazonas (Ifam) e discute importantes temas relacionados à área de atuação dos bibliotecários. Na programação, os debates abrangem desde as responsabilidades técnicas, políticas e sociais da profissão até a visibilidade e comunicação das bibliotecas, além de gestão estratégica e questões técnico-científicas, como ferramentas de armazenamento em nuvem e plataformas de leitura on-line.
São recorrentes neste seminário os temas ligados à tecnologia da informação. Segundo a bibliotecária Cristiane Sinimbu, do Ifam, presidente da comissão organizadora do evento, a edição terá programação exclusiva para tecnologia da informação, com três oficinas, duas conferências e um minicurso. “Nossas bibliotecas estão se renovando, com mais tecnologia, para atender uma demanda maior e melhorar os serviços”, afirma.
O 8º SBBI também aponta para a integração dos profissionais na rede pública de ensino superior, cujas instituições têm grande necessidade de gestão do conhecimento, essência da biblioteconomia. “Esta edição conta com a participação das Universidades Federais do Amazonas (Ufam), do Pará (UFPA) e de Roraima (UFRR) e da estadual do Amazonas (UEA)”, informa Cristiane Sinimbu.
Assessoria de Comunicação Social
Acesse a página do seminário
Confira a programação do seminário
Palavras-chave: educação profissional, rede federal, bibliotecários, SBBI

SE LIGA NOS EVENTOS

Portal do Professor

 7ª Olimpíada Nacional em História do Brasil – 7ª ONHB


Os participantes devem se organizar em equipes compostas por três estudantes matriculados no oitavo e nono anos (antigas sétima e oitava séries) do ensino fundamental ou no ensino médio, orientados por um professor de história. Os estudantes podem ser do ensino regular, ensino profissionalizante, supletivo ou EJA (Educação de Jovens e Adultos), sempre das séries permitidas (oitavo e nono anos e ensino médio) ou equivalentes, de escolas públicas ou particulares.
As inscrições estão abertas até 24 de abril de 2015.
Mais informações: no site da ONHB


VI Congresso Internacional de Educação


“Educação Humanizadora e os Desafios Éticos na Sociedade Pós-Moderna”
De 6 a 9 de maio de 2015 – Santa Maria (RS)
Mais informações: no website do evento


3º Congresso Internacional Linguagem e Interação


De 17 a 19 de junho de 2015 – Unisinos – São Leopoldo (RS)
Mais informações: na página da universidade, na internet


VIII Congresso Brasileiro de História da Educação


“Matrizes Interpretativas e Internacionalização”
De 29 de junho a 2 de julho de 2015 – Universidade Estadual de Maringá (PR)
Mais informações: na página do evento, na internet

7º Concurso de Desenho e Redação da CGU


Já estão abertas as inscrições para a 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação da Controladoria Geral da União (CGU). O concurso, com quatro categorias – desenho, redação I, redação II e redação III – é voltado a estudantes de escolas públicas e particulares do ensino fundamental e médio.
O tema desta edição é Pequenas Corrupções – Diga não. Os trabalhos devem ser entregues até 30 de junho.
Mais informações: no Portalzinho da Criança Cidadã, da CGU


II Congresso Brasileiro de Alfabetização – II CONBAlf


“Políticas Públicas de Alfabetização”
De 12 a 14 de julho de 2015 – Universidade Federal de Pernambuco
Promoção: Associação Brasileira de Alfabetização
Mais informações: na página do evento, na internet


VI Encontro Nacional de Hipertexto e Tecnologias Educacionais


“Inventando outras vez as palavras”
De 15 a 17 de julho de 2015 – Universidade Federal do Maranhão – São Luís (MA)
Mais informações: na página do evento, na internet


30º Colóquio Brasileiro de Matemática


De 26 a 30 de julho de 2015 – IMPA – Rio de Janeiro (RJ)
Mais informações: na página do IMPA, na internet


XVII Congresso Brasileiro de Sociologia


“Sociologia em Diálogos Transnacionais”
De 20 a 23 de julho de 2015 – Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Porto Alegre (RS)
Mais informações: na página do evento, na internet

XXII Congresso Nacional da Associação Brasileira de Educação Musical (Abem)


“Educação Musical: formação humana, ética e produção do conhecimento”
De 5 a 9 de outubro de 2015 – Natal (RN)
Mais informações: na página do evento, na internet


I Congresso Brasileiro e IV Workshop de Educação Ambiental Interdisciplinar


Dias 15, 16 e 17 de outubro de 2015 – Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) – Câmpus de Petrolina
Para conhecer o Projeto Escola Verde acesse: www.escolaverde.univasf.edu.br
Mais informações: na internet

XII Congresso Nacional de Educação (Educere 2015)


“Formação de Professores Complexidade e Trabalho Docente”
De 26 a 29 de outubro de 2015 – Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)
Mais informações: no site da PUCPR

retirado do site:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/noticias.html?idEdicao=127&idCategoria=6

Curso contribui para troca de experiências e reflexão sobre atividades docentes

Portal do Professor

Professora de arte no município mineiro de Araguari, Laíza Coelho leciona nas escolas estaduais Professora Katy Belém e Professor Antônio Marques. O tema de suas aulas, ministradas uma vez por semana a alunos do nono ano do ensino fundamental e dos dois primeiros do ensino médio, nas duas instituições, é o teatro.
Com licenciatura em teatro, Laíza cursa o Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes), com área de concentração em ensino de artes. “O curso tem superado minhas expectativas”, diz. “Dividir experiências com professores de todo o país e, juntos, buscarmos novas soluções para problemas que parecem ser comuns a todos é uma experiência muita rica”, avalia.
Segundo Laíza, o ProfArtes também é um espaço de criação e produção artística e permite enxergar o ensino de artes para além da sala de aula, abrangendo a formação pessoal e mais humanizada tanto do aluno quanto do professor. “Isso faz valer a pena”, enfatiza.
O programa, coordenado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), é oferecido em 11 instituições de educação superior, com aulas presenciais e a distância. As aulas de Laíza são oferecidas no polo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
A Universidade de Brasília (UnB) é outra instituição credenciada para oferecer o ProfArtes. Um de seus alunos é Hugo Nicolau Vieira de Freitas, que leciona teatro para alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental na Escola-Parque 313–314 Sul, em Brasília.
Para Hugo, o ProfArtes representa a oportunidade de crescimento profissional. “É uma forma muito direta de tentarmos mudar a realidade da educação pública brasileira por meio da formação de qualidade dos docentes”, ressalta. “É também possibilidade de formação continuada e de contato com a pesquisa.”
Com licenciatura em artes cênicas e em pedagogia e experiência de oito anos no magistério, Hugo considera proveitosa a participação no curso de mestrado. “O ProfArtes possibilita a reflexão das nossas práticas como docentes”, diz. “Ao trazer uma abordagem voltada para aprendizagem significativa, o mestrado proporciona nova dinâmica na formação continuada do professor e também na formação que esse professor passa a oferecer aos alunos.”
No curso, Hugo tem como objeto de pesquisa o ensino de teatro partindo da leitura do espaço. “Saímos do ensino tradicional do teatro, que em geral tem início na parte corporal, e passamos a construir um ensino partindo do olhar, da observação, da leitura que fazemos dos lugares que ocupamos no mundo, refletindo nossa relação com esses espaços”, salienta.
Dissertação — O tema da dissertação de Laíza Coelho está ligado à possibilidade de vivenciar um processo de criação teatral com os alunos no contexto de uma disciplina inserida em uma grade curricular, com abordagem do jogo enquanto elemento inspirador para o fazer teatral. “Além disso, a pesquisa trabalha com a viabilidade de um olhar de apaziguamento e mediação trazido pela arte em um espaço de notória violência, como tem se revelado ser o espaço escolar”, salienta.
De acordo com o coordenador nacional do ProfArtes, professor André Carreira, da Udesc, o curso teve início em agosto de 2014, com 177 alunos matriculados. O programa funciona nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo e no Distrito Federal.
“Essa é uma oportunidade ímpar porque tem como eixo a própria atividade do professor na escola, na sala de aula, com os alunos. É ali que será realizada a pesquisa de mestrado”, ressalta Carreira. “O professor pode ter acesso a novos conceitos e a toda uma produção intelectual renovadora no que se refere à reflexão sobre as artes da escola.”
Ao mesmo tempo, segundo Carreira, o projeto pretende produzir mais interação entre a universidade e as escolas onde trabalham os mestrandos. “Isso tem como objetivo estimular a reflexão sobre as práticas de ensino e valorizar e multiplicar as práticas artísticas nas escolas.” (Fátima Schenini).
Retirado do site:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=3813

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...