sexta-feira, 17 de maio de 2013

Aprenda como escolher uma graduação a distância de qualidade

Cláudia Emi Izumi
Do UOL, em São Paulo
Escolher um curso de graduação a distância envolve mais do que pesquisar o nome da instituição de ensino. A infraestrutura do polo educacional, a existência de um serviço de atendimento por telefone ou pela internet e a capacitação dos tutores são critérios essenciais para garantir a qualidade do curso oferecido.

onfira as características a serem conferidas antes de escolher seu curso:

Credenciamento

O curso precisa ser credenciado para que o diploma obtido ao final da graduação tenha validade em todo o país. Ele será regular se estiver devidamente autorizado e reconhecido ou se tiver o seu reconhecimento renovado pelo MEC (Ministério da Educação). A consulta pode ser feita no site e-MEC, que indica, inclusive, os cursos em extinção ou em "sub judice" (processos judiciais movidos pelas instituições que não receberam ainda um parecer final).

Aulas presenciais

Apesar de o nome amplamente divulgado ser "a distância", dando a impressão de que os cursos são integralmente remotos, as graduações de EAD (ensino a distancia) exigem que parte do conteúdo curricular ocorra de modo presencial. A quantidade de aulas presenciais e a distância é definida pelo projeto pedagógico, mas as diretrizes do MEC indicam que provas, estágios, defesas de trabalho de conclusão de curso e atividades em laboratórios (para determinados cursos) são obrigatoriamente presenciais.

Nota do MEC

A nota do curso dada pelo MEC indica se uma instituição atende aos requisitos de ensino a distância e está disponível para consulta no e-MEC. O órgão considera o índice CPC (Conceito Preliminar do Curso), baseado na avaliação de documentos apresentados pela escola, e o CC (Conceito de Curso), que é dado após avaliação in loco por uma comissão do MEC.
Em fevereiro, dos 1.207 cursos disponíveis, 13 foram classificados de excelência, 89 de "muito bom" e 160 de "suficiente".

Coordenadores

As maiores notas de avaliação do MEC para coordenadores de cursos a distância são dadas àqueles com título de doutor e, a seguir, mestres e especialistas. Todos devem ter experiência em magistério superior. A nota mais baixa é para instituições de ensino cujos coordenadores não possuem titulação em programas de pós-graduação ou sem experiência em magistério superior. A experiência dos docentes em EAD também conta.
Para os coordenadores de polos presenciais, as maiores notas de avaliação são para os que possuem pós-graduação sticto sensu, seguido de pós-graduação lato sensu e graduação. Todos devem ter formação específica em EAD. A nota mais baixa é para os coordenadores que não têm titulação em graduação e nem formação específica em EAD.

Tutores

Os tutores devem ter formação superior na área de conhecimento do curso e qualificação específica em EAD. No caso da licenciatura a distância em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo), apontada como de excelência pelo e-MEC, os tutores presenciais (dão aulas aos sábados) são doutores, enquanto que os tutores online têm, no mínimo, o título de mestre. A relação entre tutor e alunos no curso também é bem baixa, sendo de um tutor para até 20 estudantes, informa o diretor de Mídias Digitais da USP Gil da Costa Marques.

Polo Presencial

É a unidade de ensino que precisa estar fisicamente adequada às necessidades do corpo discente e docente para atender ao modo presencial da graduação a distância. O polo deve ter uma sala de aula, auditório, instalações sanitárias e áreas de convivência, equipamentos que possibilitem o uso de videoconferências e de computadores, conexão com a internet, recursos de multimídia e biblioteca, entre outros.
Acesse aqui para ver a avaliação de um polo de EAD feita pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Help Desk

Os estudantes de graduação online necessitam de um canal de comunicação com a instituição de ensino para esclarecer dúvidas sobre o curso ou problemas de acesso ao conteúdo das aulas -- na prática, o serviço costuma extrapolar essas funções. O serviço de atendimento pode ser uma linha 0800 (regiões com menor infraestrutura onde o telefone é o meio mais acessível para os estudantes) ou por meio de rede sociais existentes.

Laboratórios

Os polos presenciais devem ter laboratórios de informática ou laboratórios didáticos para atender a graduações a distância que preveem essas instalações para a formação do estudante. As unidades não precisam estar necessariamente localizadas em um único espaço físico (no mesmo prédio) ou serem de uso exclusivo do EAD.

Biblioteca

Acesso à biblioteca online ou presencial é um item que consta como necessário para a formação de estudantes das graduações a distância. A biblioteca não precisa ser exclusiva do EAD e pode ser de uso comum por outros cursos de graduação. Desconfie se não houver menção desse serviço como parte da graduação que quer cursar.

Conheça os parâmetros

Para mais informações, o site do MEC explica quais são os indicadores da qualidade do ensino a distância e os itens supervisionados durante uma visita in loco.
O Inep disponibiliza em seu site documentos semelhantes sobre a infraestrutura física e pessoal de um polo presencial e da instituição que oferece o curso a distância.
reirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/15/graduacao-o-que-considerar-na-escolha-de-um-curso-a-distancia.htm

Sisu: Mais de 15 mil alunos mudam de Estado para fazer faculdade

Do UOL, em São Paulo
Mais de 15 mil universitários mudarão de Estado para fazer o curso superior em instituições públicas em 2013. O número representa 13% dos calouros que entraram no ensino superior pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada). Os dados foram compilados pelo MEC (Ministério da Educação) a partir das matrículas efetuadas até maio.
Minas Gerais é o Estado que mais recebeu estudantes de outras unidades federativas: 2.437 alunos. Na sequência, estão Rio de Janeiro (1.911), Rio Grande do Sul (1.413) e Paraíba (1.322).
O Paraná é a unidade federativa com maior índice de calouros migrantes, 27% dos matriculados em 2013 são de outro Estado. Em Santa Catarina, o percentual de migrantes é de 25%. Em seguida aparecem o Distrito Federal (23%) e a Paraíba (20%).
Este ano, o Sisu selecionou estudantes de todo o país para 129 mil vagas oferecidas em 101 instituições de ensino superior, sendo 43 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

"Exportadores de universitários"

São Paulo foi o Estado que mais mandou estudantes para estudarem em outras unidades federativas pelo Sisu. Em 2013, 4.839 calouros paulistas deixaram suas casas para conseguirem uma vaga em curso superior público.  Desses, 1.501 calouros foram para Minas Gerais, 724 universitários vão estudar no Rio de Janeiro, 673 no Paraná e 614 em Mato Grosso do Sul.
Minas Gerais 'exportou' 1.342 estudantes, Pernambuco enviou 1.147 alunos para estudantes em instituições públicas de outros Estados e a Bahia enviou 1.058 calouros.

Sisu

O Sisu seleciona candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior e usa a avaliação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A seleção é feita em uma única fase com base na nota obtida pelo candidato. No site, os candidatos podem consultar as vagas disponíveis, pesquisando as instituições e os seus respectivos cursos participantes.
Ainda não há data para a abertura de inscrições no Sisu do meio do ano. 
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/16/mais-de-15-mil-calouros-do-sisu-mudam-de-estado-para-fazer-faculdade.htm

Abertas até dia 31 as inscrições em curso para conselho escolar

Portal do MEC
O processo de adesão ao Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares do Ministério da Educação e as pré-inscrições para o curso de extensão a distância de formação continuada em conselhos escolares estão abertos até o dia 31 próximo. Dirigentes estaduais e municipais de Educação devem fazer a adesão e o cadastramento pela internet.

As pré-inscrições serão analisadas e, uma vez credenciadas, serão validadas no momento da oferta de curso a distância pela Universidade de Brasília (UnB). O curso terá início em 24 de junho próximo. Não haverá encontros presenciais. Serão ofertadas 800 vagas a profissionais que atuem nas secretarias municipais e estaduais de Educação do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. A Universidade Federal Fluminense (UFF) oferece 160 vagas no estado do Rio de Janeiro.

Ao final do curso, os participantes estarão preparados para atuar como agentes de indução e implementação de conselhos escolares e na ampliação da participação das comunidades escolares e locais na gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas. O objetivo final é melhorar a qualidade da educação pública.

Os cursos já estão em andamento na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que atende os estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, com duas mil vagas; na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com 160 vagas; na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com 320 vagas; na Universidade Federal do Ceará (UFC), que atende os estados de Ceará, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso do Sul, com 1.040 vagas.

O curso de extensão a distância de formação continuada em conselhos escolares faz parte do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, executado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC por intermédio da Coordenação-Geral de Redes Públicas (CGRP). Instituído pela Portaria Ministerial n° 2.896/2004, o programa capacitou 15.203 técnicos no período de 2005 a 2012.

A adesão e o cadastramento on-line devem ser feitos no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), módulo PAR. Mais informações na página do programa na internet e no endereço eletrônico conselhoescolar@mec.gov.br.

Assessoria de Comunicação Social


Palavras-chave: educação básica conselhos escolares, extensão

Investimentos e programas do MEC são tema de debate no Rio

Portal do MEC

Rio de Janeiro – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou nesta quarta-feira, 15, a importância dos investimentos públicos em educação feitos por meio de programas como Universidade para Todos (ProUni), Ciência sem Fronteiras, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)  e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que estão melhorando a qualidade da educação no país e devem integrar os investimentos em educação e de inclusão social do governo.

Os programas integram o investimento total em educação, que hoje soma 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O investimento total é utilizado por várias organizações internacionais para medir o quanto cada país destina para a educação, como a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mercadante participa, no Rio de Janeiro, do XXV Fórum Nacional – O Brasil de Amanhã e a Magia do Desenvolvimento, organizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No evento, ele fez um balanço das ações do MEC, da creche à pós-graduação.

Enquanto isso, o MEC segue discutindo, com o Congresso e os movimentos sociais da área de educação, quais outros investimentos devem ser incluídos na área da educação.

O ministro lembrou que o Brasil precisa que ter uma fonte de receita concreta para alcançar os 10% do PIB para a educação em 2020, previstos no Plano Nacional de Educação (PNE). E que a destinação dos 100% dos royalties do petróleo para a educação é o melhor caminho para cumprir a determinação do PNE. Debate sobre este tema está em curso no Congresso Nacional.

Mercadante também destacou a importância do novo Regime Diferenciado de Contratações (RDC) como forma de estimular os investimentos em educação.

Ele citou exemplos de ações como a escola em tempo integral, que deve atingir no fim do ano que vem a meta de 60 mil escolas, as 140 mil bolsas do Fies para estudantes de  engenharia, as cotas no ensino superior, que em quatro anos devem chegar à metade dos estudantes de escolas públicas, e os bolsistas do Ciência sem Fronteiras, que servirão como ponta de lança para o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação no país.

Assessoria de Comunicação Social

Republicada com alteração de informações
Palavras-chave: Recursos para a educação

ENEM - Número de candidatos já supera os 2,3 milhões no quarto dia de inscrição

Portal do MEC

A edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) contava, às 18h30 desta quinta-feira, 16, com um total de 2.379.125 inscrições. Até as 23h59 do dia 27 próximo, os candidatos a cursos superiores podem se inscrever para o exame. Não haverá prorrogação desse prazo.

Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até o dia 29. Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

As provas serão aplicadas em outubro próximo, nos dias 26 (sábado) e 27 (domingo), com início às 13 horas (de Brasília). Os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas, também de acordo com o horário de Brasília. Será proibida a entrada do participante que se apresentar após o fechamento dos portões.

O Enem, que avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante ao fim do ensino médio, é aplicado em todos os estados e no Distrito Federal. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.

O desempenho no Enem é também requisito para participação do estudante nos programas Universidade para Todos (ProUni) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem.

As inscrições e demais informações sobre o exame estão na página do Enem na internet.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, Enem

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