sábado, 4 de fevereiro de 2012

Fuvest divulga primeira chamada do vestibular 2012

Do UOL, em São Paulo
A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) acaba de divulgar a primeira chamada do vestibular 2012. Confira a lista de aprovados:

A matrícula será realizada nos dias 8 e 9 de fevereiro, na seção de alunos da escola, faculdade ou instituto responsável pelo curso para o qual o candidato foi convocado. Os endereços e horários para a matrícula podem ser verificados a partir da página 68 do manual do candidato.

Veja a documentação necessária para a matrícula dos aprovados na Fuvest 2012

USP - Universidade de São Paulo Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
1) Certificado de conclusão de curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico escolar ou diploma de curso superior devidamente registrado (uma cópia)* 1) Prova de conclusão do Ensino Médio e respectivo histórico escolar (duas cópias autenticadas)
2) Documento de Identidade (uma cópia)* 2) Documento de Identidade - RG (duas cópias autenticadas)
3) Uma foto 3 x 4, datada, com menos de um ano 3) Cadastro de Pessoa Física - CPF (duas cópias autenticadas)
*é preciso apresentar o original ou a cópia autenticada dos documentos para conferência 4) Duas fotos 3 x 4 recentes

Estudantes comemoram aprovação na Fuvest 2012

Foto 9 de 30 - A Fuvest divulgou nesta sexta-feira (3) a primeira chamada do vestibular 2012, que seleciona para a USP (Universidade de São Paulo) e a Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. A matrícula será realizada nos dias 8 e 9 de fevereiro, na seção de alunos da escola, faculdade ou instituto responsável pelo curso para o qual o candidato foi convocado Mais Rodrigo Paiva/UOL
A segunda chamada está prevista para o dia 14 de fevereiro, com matrícula no dia seguinte. A terceira chamada deve ser divulgada no dia 18 do mesmo mês, com matricula no dia 23. Nos dias 5 e 6 de março acontece a confirmação de matrícula.
A quarta chamada será publicada no dia 14 de março e selecionará apenas os candidatos que tenham participado do processo de reescolha. A matrícula deverá acontecer em 16 de março.

O que é a reescolha?

Na reescolha, o candidato poderá optar por até dois cursos de qualquer carreira, independente dos cursos escolhidos no momento da inscrição. A nota final para o processo de reescolha não levará em conta a terceira prova da segunda fase. A classificação será feita pela média aritmética da nota da 1ª fase e das notas das duas primeiras provas da 2ª fase.
No dia 10 de março de 2012 será publicada no site da Fuvest a relação de vagas não preenchidas e a lista de candidatos habilitados para a reescolha. Os interessados deverão indicar os cursos pretendidos, pela internet, entre os dias 10 e 12 de março.
Confira quem não poderá participar da reescolha:
  • Candidatos matriculados em decorrência da 1ª, 2ª ou 3ª chamada, mesmo que em opção de curso que não a primeira manifestada no processo de inscrição (opções de matrícula [S] – Satisfeito ou [M] – Matriculado);
  • candidatos que, após a matrícula, efetuaram seu cancelamento, desistindo da vaga obtida no vestibular;
  • candidatos eliminados ou desclassificados do vestibular, ressalvado o caso dos candidatos de carreiras com provas de habilidades específicas que tenham sido eliminados exclusivamente por essas provas;
  • candidatos treineiros.
O curso de medicina da Santa Casa de São Paulo não participará da reescolha. Haverá uma lista de espera exclusivamente para essas vagas.

Como foram as provas do vestibular 2012

As provas aconteceram em duas fases: a primeira foi no dia 27 de novembro de 2011. Os selecionados para a segunda etapa responderam questões dissertativas e fizeram redação nos dias 8, 9 e 10 de janeiro deste ano. A primeira fase, composta de 90 questões de múltipla escolha, foi uma prova equilibrada -- quem fez um bom colegial não enfrentou muitos desafios, a não ser em física que foi "bem puxada" segundo o professor Edmison Motta, do Etapa, e história em que houve prevalência de temas da história nacional em detrimento à história gera e que pode ter "prejudicado" os candidatos na opinião de Francisco Alves, do Objetivo. Em exatas, houve um problema e uma questão de matemática acabou sendo anulada.
Na segunda etapa, composta apenas de questões dissertativas, os dois primeiros dias foram exigentes, mas nada muito fora do esperado do vestibular da Fuvest. No domingo, dia 8 de janeiro, os candidatos fizeram a prova de português e tiveram que elaborar uma redação, cujo tema foi participação política. Na segunda-feira, foi dia das 16 questões de história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês -- com perguntas que poderiam ser interdisciplinares, mas não foram na opinião dos professores ouvidos pelo UOL. Já o terceiro e último dia, em que os inscritos fizeram questões de disciplinas específicas relacionadas à carreira, trouxe dificuldade aos candidatos por apresentar uma prova difícil e abrangente, segundo os cursinhos.

Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/02/03/fuvest-divulga-primeira-chamada-do-vestibular-2012.jhtm

Bolsas serão distribuídas para graduação-sanduíche nos EUA e na Europa

Portal do MEC


O programa Ciência sem Fronteiras recebeu 36.172 inscrições de candidatos que desejam estudar em instituições de ensino superior dos Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Alemanha ou França. A seleção de estudantes é para cursos de graduação-sanduíche que começam no segundo semestre deste ano. Eles concorrem a cerca de 10 mil bolsas.

Os dados são da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação que coordena as chamadas públicas do programa, em conjunto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O governo federal lançou cinco editais em dezembro de 2011 e as inscrições foram encerradas em 31 de janeiro. Entre os países objeto dessas chamadas públicas, os mais procurados pelos estudantes brasileiros foram os Estados Unidos, com 9.440 inscrições, e Reino Unido, com 4.928 concorrentes.

De acordo com o diretor de relações internacionais da Capes, Márcio de Castro Silva Filho, os selecionados vão ingressar nos cursos em setembro. Neste momento, explica, a Coordenação analisa as fichas de inscrição para verificar se os candidatos prestaram todas as informações solicitadas. Assim que concluir esse trabalho, a Capes envia as relações de estudantes para cada instituição de ensino superior brasileira que participou das chamadas públicas de dezembro do ano passado.

Márcio de Castro informa que será responsabilidade do comitê do programa Ciência sem Fronteiras da instituição, seja pública ou privada, conferir as informações prestadas no cadastro e verificar itens, como o histórico escolar, se o estudante está dentro do período do curso exigido e, em especial, se tem proficiência no idioma do país onde pretende estudar. As inscrições homologadas na instituição serão devolvidas à Capes e ao CNPq.

Na sequência, a Capes e o CNPq encaminham a relação de candidatos selecionados para as agências internacionais em cada país. Serão as agências internacionais que vão definir em que instituição cada bolsista vai estudar.

Viagem – Os candidatos que ganharem bolsas de estudos do governo brasileiro para estudar na França, Itália, Alemanha, Estados Unidos ou Reino Unido seguem para os países em três momentos. Segundo o coordenador de relações internacionais da Capes, os estudantes com domínio intermediário da língua do país de destino, embarcam em junho ou julho para curso intensivo no idioma. Na Alemanha, por exemplo, o curso preparatório será de três meses (embarque em junho), e na França, dois meses (embarque em julho). As aulas de reforço no idioma também serão custeadas pelo Brasil.

Já aqueles candidatos com atestado de proficiência no idioma viajam no início de setembro, que é quando começam as aulas nos países do hemisfério norte.

Oportunidade – Como o programa Ciência sem Fronteiras tem duração de quatro anos, com seleções até 2014, Marcio de Castro recomenda aos brasileiros que estudem idiomas e que se esforcem para aproveitar as oportunidades que serão oferecidas nos próximos editais. Ter uma experiência no exterior durante a graduação, diz o diretor, tem impacto favorável na vida pessoal e profissional. “Não percam essa oportunidade”, recomenda.

A previsão da Capes é lançar novos editais ainda neste semestre para Portugal, Bélgica, Espanha, Coréia e Canadá.

Intercâmbio – O Ciência sem Fronteiras, lançado em 26 de julho de 2011, é um programa do governo federal destinado a consolidar, expandir e a promover a internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. Está prevista a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos, de 2011 a 2014.

Ionice Lorenzoni

Conheça o programa Ciência sem Fronteiras.
Palavras-chave: educação superior, graduação-sanduíche, bolsas, Ciência sem Fronteiras, Capes


UFSJ - Abertas inscrições para Mestrado em Ciências Agrárias


Estão abertas as inscrições para o Mestrado em Ciências Agrárias, que tem como sede o Campus Sete Lagoas (CSL). A inscrição pode ser feita pessoalmente, por meio de procuração com firma reconhecida em cartório ou via Sedex com data de postagem - em todos os casos, o prazo final é 15 de fevereiro. Edital completo, formulário de inscrição e modelo de carta de recomendação podem ser obtidos no site www.ufsj.edu.br/ppgca.
O coordenador do Programa de Pós- Graduação em Ciências Agrárias, professor José Carlos Moraes Rufini, explica que a iniciativa surgiu no final de 2010, quando foi criada uma comissão para elaboração da proposta de mestrado do CSL. Além da área agrícola de 22,5 hectares, a estrutura física do Campus Sete Lagoas conta um prédio constituído por cinco blocos de três andares, que abriga as atividades de ensino e pesquisa em Ciências Agrárias. O prédio possui 12 salas de aula, 11 laboratórios para aulas práticas e pesquisa, uma sala de vídeo conferência, uma biblioteca, 12 gabinetes para docentes e seis salas que contemplam as atividades administrativas do campus.
Segundo Rufini, o mestrado em Ciências Agrárias da UFSJ constitui um elo importante para o desenvolvimento agrícola sustentável do Estado de Minas Gerais, por meio da produção de conhecimento científico e tecnológico, qualificação docente e formação de pesquisadores, cujos benefícios revertem-se também para o aumento da qualidade dos cursos de graduação.
Mais informações:             (31) 3697-2022      

Publicada em 31/01/2012
Fonte: ASCOM

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Em nova decisão, SP é obrigado a mudar jornada dos professores


FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
Em nova decisão, tomada nesta terça-feira, a Justiça ordenou que o governo de São Paulo deve seguir o pedido da Apeoesp (sindicato dos professores) e ampliar a jornada extraclasse dos docentes da educação básica.
A decisão de hoje, da 3ª Vara da Fazenda Pública, foi referente ao mérito da ação, à qual cabe recurso. Até ontem (30), a Justiça vinha analisando os pedidos liminares (provisórios).
Assim, o governo vai ter de transferir o equivalente a sete aulas semanais para o período extraclasse dos professores (com jornada semanal de 40 horas) --tempo em que ele pode, por exemplo, preparar atividades e corrigir provas.
Como tinha a decisão provisória favorável, o governo definiu a jornada dos professores transferindo apenas uma aula semanal. O ano letivo começa nesta quarta-feira (1º).
No processo, o governo afirmava ser inviável seguir o pedido do Apeoesp, pois seria necessário contratar mais de 50 mil professores, numa rede que possui hoje cerca de 210 mil.
A discordância nas contas do governo e do sindicato ocorre devido à diferença entre a quantidade de horas pagas e a de horas em sala.
Na rede estadual, a aula dura 50 minutos (período diurno), mas o docente recebe por 60 minutos.
Para o governo, a diferença de dez minutos em cada aula deve ser contada como jornada extraclasse, o que é refutado pelos sindicatos.
O Estado foi obrigado a alterar a jornada docente devido à lei federal que obriga que 33% do tempo seja destinado a atividades extraclasse.
A Secretaria da Educação informou que "não foi notificada sobre nenhuma decisão" e confirmou que o ano letivo terá início amanhã, "conforme previsto".
retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1042015-em-nova-decisao-sp-e-obrigado-a-mudar-jornada-dos-professores.shtml

Escolas têm até 12 de março para participar do censo 2011

Da Agência Brasil, em Brasília
As escolas de educação básica de todo o país devem participar da segunda etapa do Censo Escolar 2011. O prazo começou ontem (1º) e vai até 12 de março. O objetivo é coletar informações sobre o rendimento do aluno no final do ano letivo.
Para participar, as escolas precisam acessar o sistema Educacenso no endereço: http://educacenso.inep.gov.br, clicar na opção Situação do Aluno e preencher os dados solicitados. A senha para informar a situação é a mesma utilizada na matrícula inicial.
A partir de 19 de março, os dados preliminares sobre a situação de cada estudante estarão disponíveis para conferência dos gestores municipais e estaduais de educação. O prazo para retificação dos dados vai até 2 de abril. A previsão é que os dados finais sejam divulgados na segunda quinzena de abril.
As escolas que não preencherem os dados podem ficar de fora das estatísticas oficiais que servem de base para o cálculo das taxas de aprovação, reprovação e abandono e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/02/02/escolas-tem-ate-12-de-marco-para-participar-do-censo-2011.htm


Professores da rede pública estudam inglês no exterior

Portal do MEC

Um grupo de 25 professores brasileiros de língua inglesa está nos Estados Unidos para aprimorar seu conhecimento naquele idioma. Os docentes participam do programa Certificação nos EUA para Professores de Língua Inglesa, destinado a docentes da rede pública de ensino, de nível intermediário.

Os intercambistas embarcaram no dia 20 de janeiro, para um curso de oito semanas na Universidade de Oregon. O programa, vinculado a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, busca valorizar os profissionais que atuam na rede pública de educação básica.

Professora no campus de Salvador do Instituto Federal da Bahia, Fabrícia Andrade acredita que estudar no exterior pode levar a um crescimento profissional e pessoal. “Aprender através do conteúdo e com os exemplos que temos nas aulas, observar a estrutura universitária e o uso de recursos tecnológicos, bem como desenvolver as atividades cotidianas são atividades que, certamente, aprimoram nosso nível de proficiência em língua inglesa”, declarou.

Para André Machado de Souza, professor dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, em Manaus, a oportunidade é a realização do sonho de participar de uma imersão total no estuda da língua inglesa. “Minhas maiores expectativas são saber mais sobre a cultura americana e a história contextualizada, aprender novas estratégias e metodologias de ensino do inglês, melhorar minha fluência, fazer novos amigos e conhecer lugares maravilhosos, antes vistos apenas pelos livros e internet”, disse.

Ao fim do curso, os participantes deverão elaborar um projeto que a ser executado no retorno ao Brasil. “Pretendo desenvolver um projeto que torne as aulas de língua inglesa mais atrativas e significativas para os alunos, além de valorizar aqueles que demonstram maior interesse pelo estudo do inglês e que tenham algum tipo de acesso à ferramenta da internet”,  explicou o docente.

Durante o processo de seleção, os participantes foram avaliados por um comitê com membros da Capes, da Comissão Fulbright e da Embaixada Americana. Em junho, um segundo grupo de 25 professores fará o curso nos Estados Unidos.

Diego Rocha



Destaque 2
Intercâmbio
Professores da rede pública
estudam inglês no exterior
Brasília, 2/2/2011 – Um grupo de 25 professores brasileiros de língua inglesa está nos Estados Unidos para aprimorar seu conhecimento naquele idioma. Os docentes participam do programa Certificação nos EUA para Professores de Língua Inglesa, destinado a docentes da rede pública de ensino, de nível intermediário.
Os intercambistas embarcaram no dia 20 de janeiro, para um curso de oito semanas na Universidade de Oregon. O programa, vinculado a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, busca valorizar os profissionais que atuam na rede pública de educação básica.
Professora no campus de Salvador do Instituto Federal da Bahia, Fabrícia Andrade acredita que estudar no exterior pode levar a um crescimento profissional e pessoal. “Aprender através do conteúdo e com os exemplos que temos nas aulas, observar a estrutura universitária e o uso de recursos tecnológicos, bem como desenvolver as atividades cotidianas são atividades que, certamente, aprimoram nosso nível de proficiência em língua inglesa”, declarou.
Para André Machado de Souza, professor dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, em Manaus, a oportunidade é a realização do sonho de participar de uma imersão total no estuda da língua inglesa. “Minhas maiores expectativas são saber mais sobre a cultura americana e a história contextualizada, aprender novas estratégias e metodologias de ensino do inglês, melhorar minha fluência, fazer novos amigos e conhecer lugares maravilhosos, antes vistos apenas pelos livros e internet”, disse.
Ao fim do curso, os participantes deverão elaborar um projeto que a ser executado no retorno ao Brasil. “Pretendo desenvolver um projeto que torne as aulas de língua inglesa mais atrativas e significativas para os alunos, além de valorizar aqueles que demonstram maior interesse pelo estudo do inglês e que tenham algum tipo de acesso à ferramenta da internet”, explicou o docente.
Durante o processo de seleção, os participantes foram avaliados por um comitê com membros da Capes, da Comissão Fulbright e da Embaixada Americana. Em junho, um segundo grupo de 25 professores fará o curso nos Estados Unidos. (Diego Rocha)
PALAVRAS-CHAVE: educação básica, valorização do professor, intercâmbio
Palavras-chave: educação básica, valorização do professor, intercâmbio


Prouni - Instituições terão que divulgar aos alunos os valores das mensalidades

Portal do MEC
As instituições de ensino superior participantes do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deverão adotar medidas para a divulgação, entre os estudantes, das informações relativas a cobrança de mensalidades e concessão de descontos.

A regra está na Portaria Normativa nº 2, publicada nesta quinta-feira, 26, no Diário Oficial da União. Entre as informações que deverão ser amplamente divulgadas entre os estudantes estão os valores das mensalidades de cada curso e turno e os descontos regulares e de caráter coletivo oferecidos pela instituição, inclusive aqueles concedidos por pontualidade ou antecipação do pagamento. Além disso, a instituição deverá informar os estudantes sobre os canais de atendimento dos programas do Ministério da Educação para o recebimento de denúncias e reclamações.

O objetivo das novas regras é garantir aos alunos contemplados pelos programas de bolsa e financiamento tratamento igualitário ao dos estudantes pagantes, conforme determina a legislação educacional.

Entre as penalidades previstas para as instituições que não cumprirem as normas estão a desvinculação do Prouni e a impossibilidade de adesão ao Fies por até três processos seletivos consecutivos.

Assessoria de Imprensa da Sesu

Acesse o canal de atendimento do Prouni

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Estudantes trocam a pichação pelo grafite em escola de Goiás

Portal do Professor


O muro pichado do Colégio Estadual Professor José dos Reis Mendes, na periferia de Trindade, município goiano de 104 mil habitantes, a 18 quilômetros de Goiânia, virou espaço para a grafitação — grafitagem, na linguagem dos adeptos. O projeto de arte criado em 2011 deu tão certo que a direção da escola pensa em ampliá-lo para o ano letivo de 2012. A ideia é que o muro interno da instituição seja aproveitado como espaço de expressão artística dos 700 alunos do ensino fundamental e médio.
“O prédio da nossa escola é antigo e estava sujo”, conta a diretora, Wannessa Cardoso Silva. “Como os alunos pichavam o muro que cerca o quarteirão, aproveitamos a criatividade deles porque os mesmos alunos que picham também sabem desenhar.”
Carlos Henrique de Castro Mendes, 15 anos, participava da turma dos pichadores. “Era legal pichar; tinha adrenalina”, diz o estudante do primeiro ano. Ele costumava assinar as pichações sob o apelido de Caos. “E quanto mais alto e difícil, mais a gente ficava famoso.”
O projeto de arte, do Muralismo ao Grafite, fez Carlos Henrique refletir. No muro, ele desenhou a prisão de um pichador por um policial. “Isso quase aconteceu comigo”, revela. Hoje, ele e outros colegas pedem para grafitar em muros pela cidade. “É muito melhor; o grafite é um jeito de expressar”, diz o jovem, que aprendeu, com o projeto, um pouco sobre a história dessa arte.
Coordenadora do projeto, a professora de história Maria Aparecida Pereira Laura pesquisou sobre o movimento artístico. “O primeiro grafiteiro famoso foi o norte-americano Jean Michel Basquiat, um jovem negro, usuário de drogas”, explica. Basquiat deixava mensagens poéticas nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan, em Nova York. “Foi um movimento artístico de ruptura, de contracultura, que se destacou no processo de independência das Américas, principalmente do México”, continua a professora. “O muro era usado como espaço para a manifestação popular.”
Orgulho — Satisfeita com o resultado do projeto de artes, a diretora adianta que o novo visual do colégio ganhou elogios da comunidade e até fez aumentar o pedido de vagas para novos alunos. “O clima é outro na nossa escola depois desse trabalho do grafite” assegura Wannessa. “Os alunos mudaram o comportamento, chamam os pais para visitar a escola e ver o muro pintado, estão mais interessados nos estudos e se conscientizaram de que a escola é um espaço público, que também pertence a eles.”
Para dar continuidade ao projeto, a diretora propõe que se pinte também o muro interno. Ela pretende envolver, agora, os professores de biologia. “Todas as ruas do bairro têm nomes de flores, como gardênia e amor-perfeito, e plantas, como vitória-régia; por que não pintá-las pela escola, com os nomes científicos?”, sugere.
A professora Maria Aparecida, que coordenou o projeto, pensa em algo ainda maior. Em suas pesquisas, ela descobriu como a cultura de rua é valorizada por escolas públicas da Argentina. A partir daí, pensa em aproveitar o laboratório de informática para conectar os estudantes. “Os alunos vão poder aprender sobre arte, a falar espanhol e também a fazer uso da informática.”
Origem — A palavra grafite tem origem na língua italiana (graffiti, plural de graffito). O nome era utilizado, desde o império romano, para as inscrições feitas em paredes. Atualmente, o grafite é traduzido como inscrição caligrafada ou desenho pintado sobre um suporte não convencional, como os muros das cidades. Por isso mesmo, por muito tempo, foi visto como contravenção. Agora, é considerado expressão artística urbana. Ou seja, o artista usa espaços públicos para criar.
Grafite não é pichação, embora muitos grafiteiros respeitáveis, como Os Gêmeos — os paulistas Otávio e Gustavo Pandolfo —, admitam ter começado como pichadores. A prática do grafite espalhou-se a partir do movimento de contracultura de maio de 1968, quando os muros de Paris eram o suporte para inscrições de caráter poético-político. No século atual, o grafite é arte exposta até em museus. (Rovênia Amorim)


Projeto revela talentos em escolas do interior paulista

 
Portal do MEC
 

Estudantes que participam do projeto Fazendo Arte, desenvolvido em escolas públicas de Tremembé, aprendem musicalização e prática de instrumentos e sonham em tocar numa orquestra (foto: junjiabe blogspot com)As aulas são gratuitas e ocorrem duas vezes por semana, durante uma hora, em prédio próprio. Pode participar qualquer aluno a partir do primeiro ano do ensino fundamental, matriculado em escolas públicas municipais de Tremembé, município paulista de 50 mil habitantes, a 150 quilômetros da capital. “No início do ano, a procura é grande, mas os que ficam mesmo são os que se identificam com a arte e querem seguir carreira artística. Temos descoberto talentos”, explica a gestora do projeto Fazendo Arte, Conceição Fenille Molinaro, professora de artes plásticas e cênicas formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nascido há nove anos, o projeto hoje oferece aulas de diferentes expressões artísticas, como hip-hop, dança flamenca, balé clássico, quadrinhos, artes plásticas (desenho, gravura e pintura), teatro e vários instrumentos musicais, com o apoio da Secretaria de Educação do município.

Atualmente, 620 alunos estão matriculados e participam de aulas coletivas. Eles aprendem musicalização, fazem prática de instrumento e leem partitura. “Todos querem participar das nossas duas orquestras”, afirma Conceição. “Fazemos apresentações em Tremembé e cidades vizinhas.”

Bruno Amaral toca, no violão, músicas do Metallica, grupo norte-americano de rock (heavy metal). O estudante busca o sucesso com sua própria banda.

Gustavo Nigoto, apaixonado pelo trombone, ouve solos do mestre Gilberto Gagliardi. Ele diz gostar do instrumento por ser mais cheio de notas brancas (notas naturais, que não sofrem alteração no som) e por completar a harmonia da orquestra. Os dois jovens, que moram em Tremembé, tiveram a chance de descobrir a música graças ao projeto Fazendo Arte, da Secretaria de Educação.

Aluno do segundo ano do ensino médio, Gustavo Nigoto, 16 anos, faz o curso regular em escola pública, à noite. À tarde, é aluno do curso técnico de músico, em escola particular. De manhã, trabalha como estagiário e ajuda um professor nas aulas de fanfarra em Taubaté, município vizinho. Aos sábados, volta para ensaiar na orquestra do projeto. “Nossos ex-alunos não saem daqui”, comenta Conceição. “O núcleo do projeto virou um ponto de encontro de jovens. Para essa juventude, isso é muito saudável.”

Bruno Amaral, 19 anos, já terminou o ensino médio e faz curso técnico de eletricista e manutenção de bicicletas. Ele continua frequentando o projeto, onde aprendeu a tocar violão, guitarra e contrabaixo. Atualmente, faz parte da Camerata de Violões e da banda de rock Sinopse. Quando necessário, substitui os professores de violão, viola caipira e guitarra. “Quando cheguei, gostava da ideia de aprender música, mas não sabia tocar nada”, diz.

As aulas de música do projeto já resultaram em grupos, como a banda Lady Rock, que segue carreira independente. Bruno faz parte da banda. “Estamos atrás do sucesso”, diz, animado. De diferente, o grupo usa violão, em vez de guitarra. “O Slash, do Guns N’ Roses, faz isso”, compara.

Quadrinhos — O curso de história em quadrinhos, em estilo mangá, é outra atividade do projeto bastante procurada. “Toda criança sabe desenhar, mas depois dos 10 anos vai perdendo o estímulo para a criatividade porque a família e a sociedade não acham importante, que não é algo de futuro”, afirma o professor Douglas Henrique Marques. De origem japonesa, o mangá tornou-se conhecido no Ocidente ao ser elogiado pelo desenhista norte-americano Frank Miller.

Nas aulas, cada aluno usa habilidade e criatividade para inventar personagens. “Quem mais procura o curso são adolescentes de 13 a 15 anos, o que é muito bom porque os jovens começam a ler, a se informar sobre a origem e a história do mangá, seus diferentes estilos e sua relação com outros movimentos artísticos, como a art nouveau e a pop art”, diz o professor. “Esses jovens passam a ter, na técnica do desenho, do mangá, uma alternativa de trabalho no futuro.”

O projeto de artes da cidade paulista ganha simpatia e parcerias importantes. Em junho de 2011, sediou o evento Quitutes e Batuques, uma caravana de artistas nacionais e internacionais. Na ocasião, um grupo de 12 artistas holandeses promoveu oficinas de cordas, percussão, sopro, teatro, hip-hop e brinquedos sonoros.

Rovênia Amorim

Saiba mais no Jornal do Professor
Palavras-chave: dança, quadrinhos, artes plásticas, música

Processo administrativo vai apurar se instituição fez cobrança indevida

Portal do MEC

O Ministério da Educação vai abrir processo administrativo para apuração de responsabilidade da Faculdade de Artes, Ciência e Tecnologia (Facet), de Salvador, por cobrança indevida de valores de mensalidades de alunos bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni). A coordenação do programa verificou a ocorrência de irregularidades no atendimento aos beneficiários do ProUni e também do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Eventual decisão do MEC de desvincular a Facet do ProUni não representará prejuízo aos estudantes matriculados naquela instituição. Eles vão poder concluir o curso superior com a bolsa do programa. Além disso, aqueles que se sentirem prejudicados podem ser ressarcidos pelas instituições de ensino.

Isonomia — Para impedir cobrança indevida de mensalidades, pelas instituições de ensino, dos alunos atendidos pelo ProUni e pelo Fies, portaria do MEC, a ser publicada ainda esta semana, disciplinará o assunto e determinará tratamento igualitário entre os pagantes e aqueles atendidos pelos programas.

De acordo com a portaria a ser publicada, as instituições participantes do ProUni e do Fies terão de apresentar aos estudantes todos os valores dos encargos educacionais para cada curso e explicar a concessão de eventuais descontos regulares e de caráter coletivo. Além disso, os alunos devem ser informados sobre os canais de atendimento do ProUni e do Fies destinados ao recebimento de denúncias e reclamações.

Entre as penalidades previstas para as instituições que descumprirem as regras estão o ressarcimento ao estudante dos encargos educacionais indevidamente cobrados e a desvinculação do ProUni. No caso do Fies, a instituição deve ressarcir o programa e o estudante beneficiário, se for o caso, das mensalidades cobradas de forma indevida.

Supervisão — A supervisão do ProUni já desvinculou 43 instituições de ensino que apresentaram irregularidades na concessão de bolsas. Outras 45 tiveram de oferecer um quinto a mais de bolsas além do percentual obrigatório. Denúncias sobre problemas relacionados ao ProUni e ao Fies devem ser feitas pela internet ou pelo telefone 0800-616161, do Ministério da Educação.

Assessoria de Comunicação Social
Ouça a entrevista com o secretário de educação superior do MEC, Luiz Cláudio Costa



Palavras-chave: educação superior, ProUni, Fies



SISU - Prazo para entrar na lista de espera termina nesta quarta

Portal do MEC

Os candidatos não convocados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação, e os aprovados para segunda opção de curso, caso pretendam participar da lista de espera, têm prazo até esta quarta-feira, 1º de fevereiro, para manifestar seu interesse.

Os estudantes que não foram selecionados em nenhuma de suas opções nas chamadas regulares podem ter uma nova chance, desde que manifestem seu interesse.

Os aprovados em sua segunda opção, independente de terem efetuado a matrícula, também podem participar da lista de espera caso queiram continuar concorrendo à sua primeira opção de curso. Neste caso, a participação na lista de espera vai considerar somente a primeira opção de vaga do candidato.

O estudante deverá acessar o seu boletim de acompanhamento, na página do Sisu, e clicar no botão correspondente à confirmação de interesse em participar da lista de espera.  É importante que o estudante se certifique que sua manifestação foi realizada e espere o sistema mostrar uma mensagem de confirmação.

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a página do Sisu
Palavras-chave: educação superior, seleção unificada, Sisu



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