quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Para presidente do Inep, exame docente não pode ser usado como "Enem do professor"

Camila Campanerut* Enviada do UOL Educação Em São João da Mata (BA) O Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, que ainda está em fase de elaboração pelo Inep, tem como objetivo ser aplicado para novos professores que pretendem trabalhar na rede pública e, não para avaliar os antigos. O assunto foi um dos temas que gerou dúvidas entre os secretários municipais de educação, durante o 4º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municípios de Educação, quando a proposta foi apresentada. A presidente do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Malvina Tuttman, conversou com o UOL Educação sobre o tema. Veja alguns trechos da entrevista realizada em Mata de São João (BA). UOL Educação - Há possibilidade de se usar a prova como um “Enem do professor”, um ranking para comparar os profissionais da área? Malvina Tuttman - Isso não pode acontecer. UOL - Tem como evitar isso? Malvina - Primeiro, a má utilização de um processo pode acontecer sempre. Garantir que os resultados não serão utilizados indevidamente? Eu não posso garantir, porque vai depender da ética de cada um. O que é interessante é que cada participante, ele se inscreve na rede, ou nas redes que ele assim desejar. Só vai ter o resultado deste candidato ou destes candidatos que se inscreveram naquela rede, a secretaria de Educação. A secretaria de Educação X só tem os seus resultados. Então, possivelmente ela não irá divulgar os resultados, porque não interessa divulgar os resultados. Ela [a secretaria] vai fazer a chamada como faz em concursos que normalmente ela realiza. UOL - Qual a previsão de periodicidade da prova e a previsão de custo dela? Malvina - Não temos um custo total porque vai depender da adesão, do número de provas, dos locais [onde serão aplicadas]. Então, é prematuro dizer os custos neste momento. Vamos fazer a primeira e vamos verificar qual a adesão que nós temos, porque um concurso tem a duração [validade] de dois anos pela legislação. Então, vamos verificar qual a demanda. Ela terá sim uma periodicidade, mas eu não posso dizer neste momento qual será. UOL - É possível evitar que as escolas comecem a propagandear o fato de terem professores mais bem colocados na prova (Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente)? Malvina - Não. Até porque nós todos sabemos que nem sempre, entre aspas, o melhor aluno, que é o primeiro na faculdade, ele se torna o expoente em sua profissão. Não é verdade? Existem outras situações, existe a prática. Então, não há nenhuma pesquisa que relacione que os primeiros colocados serão sempre os melhores professores. É um conjunto. A prática do professor está relacionada também a ambientação das escolas, as discussões, ao projeto político-pedagógico, a uma direção bastante competente. Portanto, há um conjunto de fatores que não dependem apenas da performance do professor numa prova. retirado do site:http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/09/06/para-presidente-do-inep-exame-docente-nao-pode-ser-usado-como-enem-do-professor.jhtm

União repassa mais uma parcela para transporte e alimentação

Portal do MEC As secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios já podem utilizar a parcela do recurso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) depositou no dia 1º de setembro R$ 354.409.148,72 para execução dos dois programas. Esta foi a sétima parcela da alimentação escolar e deve beneficiar 45,6 milhões de alunos matriculados em creches, na pré-escola, no ensino fundamental e médio e em turmas de educação de jovens e adultos. O recurso transferido desta parcela foi da ordem de R$ 290.165.820,00. Desse valor, R$ 115.016.610,00 vão para as escolas estaduais e R$ 175.149.210,00 para as escolas municipais. O orçamento deste ano é de R$ 3,1 bilhões repassados em 10 parcelas. Quanto ao repasse do Pnate, o FNDE transferiu a quinta parcela no valor de R$ 64.243.328,72, sendo R$ 1.441.116,42 para escolas estaduais da zona rural e R$ 62.802.212,30 para escolas municipais da zona rural. O orçamento do Pnate para 2011 é de R$ 644 milhões, transferidos diretamente aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios em nove parcelas, de março a novembro, obedecendo ao quantitativo de alunos da zona rural constante no censo escolar do ano anterior. O repasse é feito automaticamente, sem necessidade de convênio, e o recurso deve ser utilizado no custeio de despesas como consertos mecânicos, recuperação dos assentos do ônibus escolar ou combustível. A transferência de recursos para estados ou municípios pode ser acompanhada pelo Portal do FNDE. Assessoria de Comunicação Social Palavras-chave: educação básica, transporte escolar, alimentação escolar, Pnate, Pnae, FNDE
Portal do MEC Num período inferior a uma década, a rede universitária federal deu um salto significativo para a democratização da educação superior no Brasil. O número de universidades passou de 45, em 2003, para 59, em 2010. Até 2014 mais quatro universidades serão criadas. A ampliação do número de câmpus permitiu a interiorização e uma melhor distribuição geográfica da rede federal superior no país. De 2003, quando o país possuía 148 câmpus, até 2010, foram construídas 126 novas unidades, passando a 274. Até 2014, haverá mais 47 novos câmpus. “Houve democratização do acesso e a universidade passou a ser vista como vetor de desenvolvimento econômico, social e humano”, ressalta o secretário de educação superior do MEC, Luiz Cláudio Costa. Com 230 municípios atendidos, há presença federal em todos os estados. O Brasil saiu de 300 mil para 1 milhão de formandos por ano, o que tem contribuído, segundo o secretário, para que o país tenha os profissionais necessários para o seu desenvolvimento econômico. “Estamos vivendo a transformação de um país que pensou estrategicamente o ensino superior. Dobramos o número de vagas na graduação, que passou de 110 mil para 220 mil”, afirma o secretário. A política de expansão universitária no Brasil veio acompanhada por metodologias que permitem aferir a qualidade dos cursos, como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). “A história das universidades brasileiras é recente, mas é uma história de sucesso. Apesar de ter universidades jovens, o Brasil é 13º produtor mundial de conhecimento”, diz o secretário, citando a listagem da produção científica no ano de 2009, elaborada pelo Institute for Scientific Information (ISI), dos Estados Unidos. Rovênia Amorim Palavras-chave: educação superior, expansão

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...