sexta-feira, 6 de maio de 2011

Instituto de Brasília oferece curso técnico em agropecuária

Portal do MEC
O campus de Planaltina do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB) abriu, até o dia 16, as inscrições para o curso de técnico em agropecuária, setor com perspectivas de gerar empregos este ano, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Também segundo a CNA, o valor bruto da produção agropecuária, em 2011, será 3,65% maior em relação a 2010.

“O Brasil, culturalmente, é um país agrário e exportador”, destaca a coordenadora do curso, Ednízia Kuhn. “No Centro-Oeste, a atividade é mais forte e intensiva, como em parte da Bahia e do Paraná.”

O curso, com duração de até três anos, é oferecido pelo IFB nas modalidades integrado (o estudante faz o curso técnico integrado ao ensino médio) e subsequente (o portador de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente pode iniciar o curso técnico pretendido). As 600 vagas serão distribuídas em Brasília (Plano-Piloto) e nas cidades-satélites do Gama, Planaltina, Samambaia e Taguatinga. A seleção será feita por sorteio entre os concorrentes.

Depois de formados, os profissionais atuarão no monitoramento de programas preventivos, de condições higiênicas na produção animal, vegetal e agroindústria. As tarefas incluem ainda medição, demarcação e levantamento topográfico rural, além de fiscalização de produtos de origem vegetal, animal e agroindustrial. Os técnicos também podem planejar, executar, acompanhar e fiscalizar todas as fases de projetos agropecuários na administração de propriedades rurais.

O IFB oferece outros 16 cursos técnicos subsequentes. As inscrições devem ser feitas na página eletrônica do instituto.

Assessoria de Imprensa do IFB
Palavras-chave: agropecurária, curso técnico, instituto federal

Diretora de escola volta a ser aluna em curso de licenciatura

Portal do MEC
Concluir um curso superior era aspiração antiga da professora Carmem Patricia Mattos dos Santos. Com 23 anos de magistério, 21 deles como professora e diretora na Escola Estadual Abentulino Ramos, na zona rural de Santo Antônio da Patrulha, no litoral norte do Rio Grande do Sul, ela é agora aluna do curso de licenciatura em educação no campo oferecido pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), por meio da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

“A experiência do curso a distância tem sido extremamente positiva; exige estudo, empenho, organização e dedicação”, diz Carmem Patrícia, inscrita no Polo Universitário Santo Antonio, que atende 64 municípios. Surpreendida com a qualidade e o ritmo intenso das atividades propostas, ela considera a participação no curso a oportunidade de qualificar o trabalho pedagógico e dar significado a um projeto educacional identificado com a comunidade.

Segundo a professora, o conhecimento adquirido com a licenciatura em educação no campo efetivamente contribuirá para o fortalecimento de uma postura autêntica e positiva na promoção de uma educação voltada para a diversidade social, econômica e cultural. “Daqui a alguns anos, pretendo estar em plena atividade, trabalhando muito em uma escola que ajude a construir autonomia, cidadania e autoestima nos alunos e na comunidade”, salienta. Carmem Patrícia já aplica os novos conhecimentos na Escola Abentulino Ramos, de ensino fundamental.

Com 1.285 alunos, o Polo Universitário Santo Antonio atende 64 municípios e participa de mais de 20 cursos da UAB oferecidos pelas universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Rio Grande (Furg) e de Santa Maria (UFSM), além da UFPel. Há cursos de licenciatura, bacharelado, especialização, aperfeiçoamento e de tecnólogo. Quando o polo entrou em funcionamento, em 2007, eram oferecidos seis cursos.

Procura — “Os cursos mais procurados são os de licenciatura em pedagogia e em educação no campo; ou seja, a formação de professores para os anos iniciais do ensino fundamental”, explica a coordenadora do polo, Dilce Gil Vicente, que está no magistério há 32 anos. As aulas são programadas para módulos de dois meses. Nesse período, os estudantes participam de dois a três encontros presenciais por disciplina. “Os encontros presenciais são momentos indispensáveis, pois estamos construindo uma educação a distância e não distante dos estudantes”, enfatiza a coordenadora, que tem licenciatura plena em biologia e cursos de especialização em gestão educacional e em informática na educação. Os encontros são realizados, geralmente, nas noites de sexta-feira ou aos sábados e domingos durante o dia.

Intercâmbio — O Polo Santo Antônio criou um programa de intercâmbio entre o Brasil e a França que representa, de acordo com Dilce, uma inovação na área da educação a distância. Em 2010, José Samuel da Silva Santos, aluno do curso de tecnólogo em planejamento e gestão rural, passou um mês no país europeu, onde participou de atividades em áreas rurais. Este ano, além de receber um agricultor francês, o polo abriu inscrições para estudantes interessados na nova edição do intercâmbio, em setembro próximo. (Fátima Schenini)

Saiba mais no Jornal do Professor



Palavras-chave: educação no campo, educação a distância, licenciatura

Agenda: Inscrições para colaboradores do Banco Nacional de Itens

Portal do MEC
Estão abertas as inscrições para seleção e credenciamento de colaboradores para o Banco Nacional de Itens (BNI) da Educação Superior. Os interessados têm até quarta-feira, 11, para fazer o cadastro, na página eletrônica do BNI. Os candidatos selecionados vão atuar no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior (Revalida). Aqueles com melhor pontuação serão convocados até o dia 13 para participar de curso de capacitação nos dias 25 e 26, em Brasília. Mais informações na página eletrônica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).


Encontro de experiências educativas no audiovisual

O Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), realizará o 1º Encontro Internacional de Experiências Educativas no Audiovisual, nesta sexta-feira, 6 e no sábado, 7, de 6h às 18h, no Museu da República, em Brasília. O Festival começa também nesta sexta-feira, 6, às 20h, e vai até domingo, 8, no mesmo local. O encontro contará com a participação da cineasta e roteirista Laís Bodanzky, diretora do premiado filme Bicho de Sete Cabeças e do documentário Cine Mambembe; o Cinema Descobre o Brasil, e do documentarista Silvio Tendler, responsável pelas três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: O Mundo Mágico dos Trapalhões, Jango e Anos JK.

Palavras-chave: Agenda

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Estudantes fornecem projetos para comunidades carentes

Portal do MEC
Moradores de comunidades em situação de vulnerabilidade social que procuram o escritório modelo de construção civil do Instituto Federal de Sergipe recebem, gratuitamente, projetos arquitetônicos, plantas e orçamentos feitos por estudantes da instituição. Criado em 2008, o escritório atende pessoas carentes da Grande Aracaju.

Para acesso ao serviço, os candidatos devem se submeter a algumas avaliações. Primeiro, devem apresentar um requerimento com a exposição dos motivos pelos quais desejam determinada planta. Assistentes sociais do instituto também avaliam itens como vulnerabilidade social e situação sócioeconômica dos pretendentes, por meio de análise documental e visitas in loco.

De acordo com o diretor de extensão do instituto, Otacílio Rodrigues Cerqueira, o cidadão beneficiário em programas de inclusão social terá maiores chances de ser atendido. O instituto também firmou convênio com o Ministério Público para realizar adaptações nos prédios e garantir o acesso a pessoas com deficiência. “A definição dos prédios a serem adaptados ocorrerá em reuniões anuais”, destacou Otacílio.

Construção Civil - Atualmente, 63% dos investimentos totais da economia são realizados na construção civil. Segundo a pesquisa Trabalho, educação e juventude na construção civil, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 42 empregos são gerados para cada R$ 1 milhão investido no setor. A tendência é de que ocorra um forte crescimento na demanda por profissionais, com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio em 2016.

Ainda de acordo com a pesquisa da FGV, cerca de 17,5% da população em idade ativa já frequentou cursos nessa área. Os profissionais da construção civil são os que apresentam as maiores taxas de ocupação (82,21%), sendo que 67,73% dos formados trabalham ou trabalharam na área. Além disso, é o setor que tem as mais longas jornadas de trabalho semanal (45 horas em média).

Turismo – Além do escritório modelo de construção civil, o instituto de Sergipe dirige um de turismo. Com ele, são atendidas as demandas de comunidades pobres por cursos na área de hotelaria ou para a formação de guias turísticos.

Ana Júlia Silva de Souza
Palavras-chave: institutos federais, educação profissional

Governo envia R$ 300 milhões para os estados e municípios

Portal do MEC
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu para estados e municípios R$ 302.801.822,18 referentes ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O recurso já está disponível nas contas correntes das secretarias estaduais e municipais de educação, bem como da Secretaria de Educação do Distrito Federal, e pode ser conferido na internet.

Para os estados e o Distrito Federal, foram destinados R$ 125.809.080,00 e para os municípios, R$ 176.934.456,00. Já os institutos federais de educação receberam R$ 58.286,18.

O valor repassado pela União a estados e municípios vigora desde 2010 e é de R$ 0,30 por dia letivo para cada aluno matriculado em turmas de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. As creches, escolas indígenas e quilombolas recebem R$ 0,60 por estudante e as escolas de ensino integral, por meio do programa Mais Educação, R$ 0,90.

O orçamento do programa de alimentação escolar para 2011 é de R$ 3,1 bilhões, para beneficiar 45,6 milhões de estudantes da educação básica. Com a Lei nº 11.947/2009, 30% desse valor – R$ 930 milhões – devem ser gastos na compra direta de produtos da agricultura familiar, medida que estimula o desenvolvimento econômico das comunidades.

Assessoria de Comunicação Social do FNDE

Confira na página do FNDE a liberação dos recursos.

Palavras-chave: merenda escolar, FNDE

Melhoria da distribuição de renda é consequência de mais educação

Portal do MEC
Estudos do economista Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam que o aumento da escolaridade dos brasileiros se reflete diretamente na melhoria da renda. No período de 2000 a 2010, a escolaridade dos 20% mais pobres da população cresceu 55,6% e a renda 49,5%; no grupo dos 20% mais ricos, a escolaridade subiu 8,12% e a renda, 8,9%.

Néri analisou dados da década utilizando informações colhidas pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). No recorte educação, que faz parte do estudo divulgado na última terça-feira, 3, o economista também elaborou tabelas sobre as regiões, os estados e destacou o efeito educação sobre populações branca, preta, parda.

A comparação de dados sobre as regiões Nordeste, a mais pobre do país, e Sudeste, a mais rica, revela um crescimento expressivo do Nordeste. O efeito educação sobre a população nordestina foi de 30,68% na década, acompanhando de um crescimento de 29,49% da renda. No Sudeste, o crescimento educacional foi de 15,67%, enquanto a renda subiu 8,6%.

No Maranhão, considerado o estado mais pobre do país, o crescimento da educação na década foi de 42,34%, a renda aumentou 36,48%. Em São Paulo, que é seu contraponto, a educação cresceu 15,22%, e a renda, 1,54%.
Quando são analisados os dados sobre educação e as raças, pretos e pardos obtêm conquistas superiores aos brancos em todo o país. A escolaridade dos pretos subiu 30,77% na década e a renda, 31,48%; entre os pardos, a escolaridade cresceu 30,17% e a renda, 37,03%. Já entre os brancos, o estudo aumentou 16,10% e a renda aumentou em 12,42.

Especialistas comentam a pesquisa:

Clélio Campolina, reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – “Vários mecanismos promovem a ascensão social, mas a educação entre todos é o que tem um impacto brutal de mudança. O resultado da pesquisa da FGV mostra que o país está no caminho certo ao abrir mais vagas no ensino superior público e com o ProUni (Programa Universidade para Todos), mas ainda precisa valorizar muito mais o professor do ensino fundamental e médio. Essa valorização é com salário e formação.”

Priscila Fonseca da Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação – “A pesquisa é muito importante porque chama a atenção do país para o papel da educação na redução das desigualdades. A ausência de educação gerou desigualdade social, e hoje é o acesso à educação que está modificando esse quadro e promovendo a equidade. Temos que prestar atenção num detalhe: durante um tempo, a escolaridade funciona, mas o desafio é aumentar a aprendizagem dos alunos jovens e adultos para atender um mercado de trabalho mais exigente e com mais tecnologia. Carreira e salário do professor da educação básica estão entre os pontos que devem ser considerados para obter esses avanços.”

Nilene Badeca, presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) – “A educação é o presente e o futuro, ela prepara para o depois da escola, por isso é fundamental. A importância está no acesso à educação, hoje temos o ensino fundamental, que recebe 97% das crianças nesse nível educacional. Mas também é preciso garantir que as crianças e os jovens permaneçam na escola, para isso não é suficiente apenas proporcionar as vagas, é preciso garantir transporte escolar, merenda, material didático. Gestores, governadores e prefeitos têm que dar condições ao jovem para que permaneça na escola, os estados e municípios têm que se preparar para funcionar em tempo integral, para oferecer contraturno, capacitando e preparando os estudantes.”

Assessoria de Comunicação Social

Confira o estudo no portal da FGV.

Palavras-chave: Pesquisa

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quase 2 mil candidatos fazem prova para língua de sinais

PORTAL DO MEC

Quase 2 mil pessoas foram habilitadas para realizar nesta terça-feira, 3, a segunda etapa do exame nacional para certificação de proficiência no uso e no ensino de língua brasileira de sinais (libras) e para certificação de proficiência na tradução e interpretação da libras-português-libras (prolibras). A prova prática está sendo aplicada em 32 municípios brasileiros.

O prolibras certificará pessoas surdas ou ouvintes fluentes em língua brasileira de sinais (libras), com ensino superior ou médio completo. Os resultados finais devem ser divulgados no início de junho. Os aprovados devem receber os certificados via correios até o fim de julho.

Será certificado o candidato que alcançar a média mínima 6 na prova prática, que vai de 0 a 10, tiver concluído os ensinos médio ou superior, dependendo do nível da certificação, e que tiver entregado todos os documentos solicitados no dia da prova prática.

O prolibras é promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e desenvolvido por instituições federais de ensino superior, selecionadas por chamadas públicas. Em sua quinta edição, o diploma de certificação será expedido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Os certificados emitidos pelo prolibras asseguram a competência no uso e no ensino de libras ou na tradução e interpretação da língua, sendo aceitos por instituições de educação superior ou básica.

A primeira fase da avaliação foi realizada no último domingo, 1º de maio, também nos 32 polos de aplicação. A prova objetiva foi composta por 20 questões de múltipla escolha sobre a compreensão da linguagem de libras, com duração de duas horas. Foram habilitados para a última etapa do processo os participantes que alcançaram pontuação igual ou superior a 12 pontos na prova objetiva.

Assessoria de Imprensa do Inep

Veja o número de habilitados para a prova prática, por polo de aplicação.

Acesse a página do prolibras na internet.

Palavras-chave: libras, prolibras, Inep

Agenda: Encontro de Experiências Educativas no Audiovisual

PORTAL DO MEC
O Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), realizará o 1º Encontro Internacional de Experiências Educativas no Audiovisual, nos dias 6 e 7 de maio de 2011, de 6h às 18h, no Museu da República, em Brasília. O Festival acontece de 6 a 8 de maio, às 20h, no mesmo local. O encontro contará com a participação da cineasta e roteirista Laís Bodanzky, diretora do premiado filme Bicho de sete cabeças e do documentário Cine mambembe - O cinema descobre o Brasil, e do documentarista Silvio Tendler, responsável pelas três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: O Mundo Mágico dos Trapalhões, Jango e Anos JK. Palavras-chave: Agenda

Co-fundador da Apple diz que computadores podem ensinar crianças

REUTERS
SAN JOSE, Califórnia (Reuters) - O co-fundador da Apple, Steve Wozniak, tem uma ideia que pode ajudar a melhorar o sistema de educação pública dos Estados Unidos: computadores, é claro.

A tecnologia está chegando a um ponto em que os aparelhos feitos hoje em dia têm todos os sensores presentes em seres humanos --movimentos, visão e audição, embora ainda estejam longe de substituir pessoas e professores, disse.

"Estamos próximos a um ponto em que se poderá fazer aparelhos que se tornam amigos e não apenas um livro de textos digitalizado", afirmou a engenheiros em um evento no Vale do Silício nesta terça-feira.

Frente a cortes no orçamento, estados norte-americanos e escolas podem ter que fazer cortes que afetam o tamanho das classes, currículos e salários de professores. Já que escolas públicas são, em grande parte, financiadas pelos Estados, elas tipicamente sofrem com os cortes.

Wozniak, que fundou a Apple Computer em 1976 com Steve Jobs e Ronald Wayne, afirmou que os sistemas educacionais não se adaptaram às necessidades das crianças, com escolas aderindo a filosofias de ensino de cima para baixo.

"Se você tivesse 30 professores em uma classe com 30 alunos, todos teriam atenção individual e seguiriam seu próprio ritmo", disse Wozniak. "Então acho que, algum dia, um computador pode ser um professor".

Wozniak mencionou ter ensinado no ensino fundamental por oito anos.

"A escola, em si, é uma força muito restritiva sobre a criatividade", disse. "Quanto você vem às aulas, faz as exatas mesmas páginas no livro, gasta as mesmas horas que todos os outros. Não vai no seu próprio ritmo".

Popularmente conhecido como "Woz", ele obteve a maior parte de seus conhecimentos de engenharia com seu pai e consertando computadores tarde da noite em seu quarto.

"Nunca usei um livro escolar para isso", disse.

(Reportagem de Poornima Gupta e Noel Randewich)
retirado do site:http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/03/co-fundador-da-apple-diz-que-computadores-podem-ensinar-criancas.jhtm

USP: empréstimo de bicicletas para a comunidade começa nesta quarta

Da Redação*
Em São Paulo
A USP (Universidade de São Paulo) abre nesta quarta-feira (4), às 12h, na Poli (Escola Politécnica) a fase de testes do "PedalUSP" – sistema de compartilhamento de bicicletas para alunos, professores e funcionários da USP na Cidade Universitária. O programa foi desenvolvido por ex-alunos de engenharia mecatrônica da universidade, com apoio institucional e financeiro da Cocesp (Coordenadoria do Campus da Capital).

Nesta fase de testes, que deve durar até novembro, o PedalUSP terá quatro bicicletas e duas estações – nos prédios do Biênio (próximo aos anfiteatros) e da mecânica, naval e mecatrônica (entrada do prédio) da Poli. O sistema será composto de estações automáticas estrategicamente distribuídas pela Cidade Universitária com a função de armazenar as bicicletas e disponibilizá-las aos usuários a qualquer hora do dia.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/04/usp-emprestimo-de-bicicletas-para-a-comunidade-comeca-nesta-quarta.jhtm

Senado aumenta carga horária de 800 horas para 960 horas nos ensinos infantil, fundamental e médio

Marcos Chagas
Da Agência Brasil
Em São Paulo
A Comissão de Educação do Senado aprovou, hoje (3), projeto de lei que aumenta de 800 para 960 horas anuais a carga horária mínima para os ensinos infantil, fundamental e médio. Como foi aprovado em caráter terminativo, a matéria segue, agora, à apreciação da Câmara dos Deputados. Essas 960 horas, pelo projeto, serão distribuídas pelo período de 200 dias do ano letivo, excluindo os dias destinados aos exames finais, quando houver.

Emenda incluída pelo relator do projeto, deputado Cyro Miranda (PSDB-GO), determinou que as mudanças no calendário escolar só entrarão em vigor dois anos após a publicação da lei no Diário Oficial da União. Ou seja, se a lei for aprovada pelo Senado e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff ainda este ano, a nova carga horária só entraria em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Também foi aprovado pela comissão, em caráter terminativo, o projeto de lei que aumenta de 75% para 80% a frequência mínima para a aprovação de estudantes no ensino fundamental. A proposta esclarece que, no caso de afastamento do estudante da sala de aula por motivo de saúde, o atestado médico apresentado garantirá o direito de fazer provas em segunda chamada, "mas não abona as faltas que lhe foram imputadas".
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/03/senado-aumenta-carga-horaria-de-800-horas-para-960-horas-nos-ensinos-infantil-fundamental-e-medio.jhtm

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...