sábado, 13 de novembro de 2010

Estudantes produzem e expõem corpo humano em feira de ciência

Portal do MEC
Os visitantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2010, em outubro último, em Brasília, certamente ficaram impressionados com a exposição de partes do corpo humano. Em cores vivas, lá estavam coração, pulmões, boca e língua, entre outros órgãos. A exposição foi montada no estande do Centro Educacional Adventista Milton Afonso (Ceama) pelos próprios alunos.

“Todos os experimentos apresentados foram feitos de material reciclável, como papel, plástico, latas, sucata de computadores, fios, tubos e conduítes”, explica o professor Flávio Franco Nascimento, coordenador pedagógico de turmas do sexto ano do ensino fundamental até o ensino médio na escola brasiliense. Os materiais eram levados para a escola pelos alunos, depositados em recipientes próprios, nas salas de aula, e recolhidos uma vez por semana pelos professores. “A escola entrou no clima da sustentabilidade durante todo o ano”, diz Nascimento.

“Os alunos prepararam os experimentos, com nossa supervisão, no turno oposto ao das aulas regulares”, relata o professor de biologia Maximiliano Rinco Lopes. O material a ser exposto foi selecionado pelos próprios estudantes. “Os trabalhos nos ajudaram a colocar em prática nossas aulas e contribuíram para a Semana de Ciência e Tecnologia”, destaca Lopes, que dá aulas a turmas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental e do ensino médio.

Segundo o coordenador pedagógico, a área de ciência e tecnologia é valorizada no Ceama não apenas por meio da infraestrutura oferecida — há um laboratório amplo e equipado —, mas pelo estímulo das aulas práticas de química, biologia, física e matemática, entre outras disciplinas, além de projetos coletivos e interdisciplinares. “Isso também é feito em nossas capacitações coletivas ou por área do conhecimento”, afirma. “Damos condições e preparamos nossos professores para o ofício prático de lecionar.”

Os estudantes têm contato com o laboratório em aulas especiais desde o primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro do ensino médio. “Sempre que possível, uso o laboratório em minhas aulas, experimentando a teoria na prática”, diz o professor Maximiliano. “Os alunos gostam das aulas práticas e participam sem restrições, colocando a mão na massa.”

O laboratório também abriga oficinas especiais, como a de robótica, e o Clube de Ciências. Criado, em 2009, o clube é um ponto de encontro de estudantes interessados em ciências. “O objetivo é despertar nos sócios o interesse pela pesquisa e pelo conhecimento científico, além de desenvolver habilidades, ao relacionar os conteúdos teóricos vistos na sala de aula com a prática, através de ações ligadas ao meio onde estão inseridos”, salienta Nascimento.

Participam do clube estudantes a partir do quinto ano do ensino fundamental. A maior parte é formada por alunos do nono ano e do primeiro ano do ensino médio.

Em funcionamento há 40 anos, o Ceama reúne cerca de 650 alunos, da educação infantil ao ensino médio, na unidade de ensino da 611 Sul (Plano Piloto). Além das aulas práticas, os estudantes participam de atividades diversas, como projetos de desenvolvimento sustentável e de meio ambiente — recolhimento de pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, latas, garrafas, e papel —, em parceria com empresas da cidade. Eles também fazem visitas a órgãos e entidades da Universidade de Brasília, como os museus de astronomia, botânica e geofísica, e a empresas de reciclagem.

Fátima Schenini

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Palavras-chave: corpo humano, exposição, material reciclável

TRF suspende decisão da Justiça Federal do Ceará e dá continuidade ao exame

Portal do MEC
O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, acolheu recurso do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério da Educação, e sustou, na manhã desta sexta-feira, 12, liminar que impedia o instituto de dar prosseguimento ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. A interrupção do exame fora determinada pela juíza federal Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara do Ceará.

Gurgel de Faria atendeu o pedido formulado pelo Inep, responsável pelo Enem, na suspensão de antecipação de tutela nº 4208-CE. O magistrado ressaltou que a suspensão de um exame que envolve mais de três milhões de estudantes traria grandes transtornos aos organizadores e candidatos de todo o Brasil e que a alteração do cronograma do Enem repercutiria na realização dos vestibulares promovidos pelas instituições de educação superior que pretendem usar as notas do exame em seus processos seletivos. Portanto, havia risco de grave lesão à ordem administrativa.

O desembargador destacou, ainda, a possibilidade de um elevadíssimo prejuízo ao erário — aproximadamente R$ 180 milhões —, decorrente da contratação da logística necessária à realização de novo exame. Segundo ele, a decisão da juíza Karla Maia, baseada “em eventual irregularidade nas provas de menos de 0,05% dos candidatos, equivalente a dois mil estudantes”, prejudicaria todos os demais, o que afrontaria o princípio da proporcionalidade.

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Assessoria de Imprensa do TRF da 5ª Região

Veja aqui a íntegra da decisão

Palavras-chave: Enem, liminar, TRF

OAB 2010: prova prático-profissional do 2º Exame de Ordem será realizada amanhã

Da Redação
Em São Paulo
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) aplica neste domingo (14), das 14h às 19h, a prova prático-profissional do 2º Exame de Ordem Unificado 2010. Foram aprovados para esta etapa 46.946 candidatos. Esse é o primeiro exame aplicado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A consulta aos locais de prova deve ser feita pela internet. Para obter as informações, é necessário selecionar a seccional escolhida no momento da inscrição.

O candidato deve chegar ao local de realização do exame com antecedência mínima de uma hora, munido de caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente, do comprovante de inscrição e do documento de identidade original.

O candidato deverá elaborar uma peça profissional e responder cinco questões, sob a forma de situações-problema, de acordo com a área de opção escolhida no momento da inscrição e do seu correspondente direito processual: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário.

O resultado preliminar da segunda fase será divulgado no dia 6 de dezembro. Nos dias 7, 8 e 9 do mesmo mês, será possível entrar com recursos questionando esse resultado. A divulgação do resultado final do exame está prevista para 23 de dezembro.

Outras informações podem ser obtidas no edital, nos sites da OAB e da FGV.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/11/13/oab-2010-prova-pratico-profissional-do-2-exame-de-ordem-sera-realizada-amanha.jhtm

Enem 2010: Inep divulga gabarito oficial das provas

Da Redação
Em São Paulo
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou os gabaritos dos dois dias do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 nesta sexta-feira (12).
GABARITOS OFICIAIS DO PRIMEIRO DIA

* Prova Amarela
* Prova Azul
* Prova Branca
* Prova Rosa

GABARITOS OFICIAIS DO SEGUNDO DIA

* Prova Amarela
* Prova Azul
* Prova Cinza
* Prova Rosa


Prevista para o dia 9 de novembro, a liberação do gabarito foi proibida pela Justiça. Na manhã desta sexta, o TRF da 5ª Região cassou a liminar que suspendia o Enem 2010.
1º dia do Enem 2010

A primeira etapa do Enem, realizada em 6 de novembro, teve grau de dificuldade de médio para fácil. Mas a extensão da prova – 90 questões distribuídas em duas áreas de conhecimento e cinco disciplinas (ciências humanas – geografia e história; ciências da natureza – biologia, química e física) – tornou a tarefa exigente. Essa foi a avaliação dos professores de cursinho ouvidos pelo UOL.

“Em geral, as provas foram diversificadas e abrangentes nas temáticas de cada disciplina, exceto a prova de biologia em que predominou ecologia”, disse o coordenador do curso e colégio Etapa, Edmilson Motta.

* Caderno de provas amarelo
* Questões 1 a 90: correção comentada (prova amarela)
* Veja os outros cadernos de prova


Entre os estudantes ouvidos pela reportagem, as opiniões foram diversas. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, os inscritos consideraram a prova fácil, mas extensa. Já os estudantes de Salvador, a prova estava difícil.

Gabarito com cabeçalho trocado, erros de impressão no caderno de prova e problemas de trânsito marcaram o primeiro dia do Enem.
2º dia do Enem 2010

A prova do domingo do Enem 2010 foi bastante parecida com a do ano passado. "O exame trouxe pouco avanço na busca pela convergência de conteúdos com a compreensão de textos e raciocínio – proposta adotada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) desde o ano passado”, afirmou o coordenador do curso e colégio Etapa, Edmilson Motta.

“Os textos ficaram mais enxutos, como o ministro (da Educação, Fernando Haddad) havia pedido, mas não tanto quanto deveriam”, avalia. Considerando a prova como um todo, as questões foram fáceis. “Mas o conjunto a torna pesada e exigente”, disse Motta.

* Caderno de provas amarelo - 2º dia
* Questões 91 a 180 + redação + espanhol: correção comentada (amarela)
* Veja os outros cadernos de prova


Os candidatos consideraram a segunda prova mais fácil, de modo geral, do que o exame do dia anterior. O tema da redação – trabalho na construção da dignidade humana – foi bem recebido.

O teste de língua estrangeira (inglês ou espanhol), introduzido neste ano, não apresentou dificuldade para candidatos que fizeram a prova em São Paulo. “Achei a parte de inglês fácil porque não exigia tanta tradução dos textos”, diz Amaina Vieira Barreto, 20. Ela afirma que gostou de uma questão que trazia uma letra de música, por achar o tema “bem atual”.

No domingo, foram aplicadas as provas de matemática, linguagens e códigos e redação. Sábado foi dia de ciências da natureza e ciências humanas.
Batalha judicial

O Enem 2010 foi marcado por disputa judicial. A Justiça suspendeu o Enem 2010. No dia 8 de novembro, a juíza Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará, acatou argumento do MPF (Ministério Público Federal) e determinou a imediata suspensão do Enem 2010 em todo o Brasil. A Justiça entendeu que o erro de impressão das provas levou prejuízo aos candidatos.

Estudantes identificaram problemas nos cadernos de provas e nos gabaritos do Enem, que foi aplicado nos dias 6 e 7 de novembro. Nos cadernos amarelos, havia questões repetidas e faltantes. Já nas folhas de resposta, os cabeçalhos dos testes de ciências da natureza e ciências humanas vieram trocados.

Depois da suspensão em 1ª instância, o MEC e o Inep questionaram a amplitude da decisão, ao que a juíza esclareceu que todo o processo deveria ficar suspenso. Isso incluía a divulgação do gabarito no final da terça-feira e a abertura de sistema de reclamação sobre o preenchimento dos gabaritos, previsto para a quarta (10).

Mesmo com essa decisão, o procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, pediu a anulação do Enem. "A prova tem que ser nula, independentemente de qualquer coisa", afirmou o procurador, que defende uma apuração criteriosa das responsabilidades pelas falhas.

A DPU (Defensoria Pública da União) do Ceará se juntou ao MPF (Ministério Público Federal) do Estado no pedido de anulação do Enem.

No dia 11 de novembro a AGU protocolou o recurso contra a suspensão do Enem. Nesta sexta-feira (12), o TRF da 5ª Região cassou a liminar que suspendia o Enem. A decisão foi tomada pelo desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, presidente do TRF da 5ª Região, sediado na capital pernambucana.

MEC e AGU ainda vão definir quem serão os inscritos com direito a refazer a prova.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/11/12/enem-2010-inep-divulga-gabarito-oficial-das-provas.jhtm

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Instituto federal oferece curso inédito no Centro-Oeste

Portal do MEC
A partir de pesquisa de opinião com a comunidade do Distrito Federal, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília constatou carência na oferta de cursos na área de dança. Decidiu então, em julho deste ano, lançar o Curso de Dança do Centro-Oeste, de formação de professores (licenciatura). A iniciativa, inédita, foi apresentada na sétima edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, realizada em outubro, em Brasília.

De acordo com a professora Cinthia Nepomuceno, o mercado de trabalho na área de dança tem se ampliado. Consequentemente, há maior procura por cursos. Para Cinthia, apaixonada por arte desde pequena, a dança tem o poder de transformar a vida, de contribuir para a saúde física e para a estabilidade psicológica. “A dança, além de outras coisas, nos ajuda a adquirir consciência maior do nosso corpo”, diz.

Mestre em arte pela Universidade de Brasília, Cinthia é professora de dança há mais de 20 anos. Atualmente, faz curso de doutorado, também na UnB. Ela revela que a licenciatura tem como base danças contemporâneas e brasileiras, mas salienta que os alunos também estudam as danças clássicas e folclóricas. Durante oito semestres de aulas práticas e teóricas, eles tomam conhecimento da fisiologia do corpo humano e aprendem os movimentos e os fundamentos da dança.

O instituto federal de Brasília integra a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que comemorou cem anos em 2009.

Sara Scaringi

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Palavras-chave: instituto federal, dança, licenciatura

ONU diz que Teoria de Resposta ao Item garante isonomia das provas

Portal do MEC
A Coordenação da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil divulgou nota nesta quinta-feira, 11, em que afirma que a Teoria de Resposta ao Item (TRI) garante a isonomia das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mesmo se aplicadas em períodos diferentes. A TRI se baseia em modelos matemáticos que permitem a elaboração de provas com o mesmo grau de dificuldade.

Na nota, a ONU ressalta que “o uso dessa metodologia apresenta amplo respaldo na literatura científica internacional (...) e tem sido utilizada em um conjunto importante de avaliações conduzidas por organismos internacionais”. Entre as vantagens metodológicas da TRI, segundo a organização, está a possibilidade de elaboração de provas diferentes para o mesmo exame, que podem ser aplicadas em qualquer período do ano, com o mesmo grau de dificuldade, permitindo a comparabilidade no tempo.

A ONU também destaca, no documento, que a TRI “prioriza o uso de habilidades reflexivas e analíticas em detrimento da memorização de conteúdos, o que representa um avanço importante em relação a outros modelos de avaliação”.

Estudantes – O ministro da Educação, Fernando Haddad, recebeu na tarde desta quinta-feira os representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que levaram ao seu conhecimento as principais reclamações dos jovens brasileiros em relação ao Enem.

Augusto Chagas, presidente da UNE, afirmou que a posição da entidade é a de que o Enem 2010 não seja anulado, mas que os candidatos que se sentiram prejudicados tenham direito de fazer uma nova prova. “Queremos que o MEC apresente um balanço do prejuízo e que determine critérios para definir quem terá direito a fazer o exame novamente”, disse.

O presidente da Ubes, Yann Evanovick, acredita que o Enem é um bom instrumento de avaliação, mas que os erros têm de ser reparados. “As entidades estudantis vão se reunir para discutir possíveis propostas de mudanças para o exame do ano que vem”.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: enem, onu, teoria de resposta ao item, tri, une, ubes

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Semifinalistas participam de oficinas em encontro regional

Portal do MEC
Os estudantes semifinalistas da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, que trabalharam textos do gênero memória, participam desta quarta-feira, 10, ao dia 12, de uma série de oficinas com professores especialistas na área.

O encontro reúne 125 alunos do sétimo e do oitavo ano do ensino fundamental, no Hotel Ouro Minas, em Belo Horizonte (MG). Nas oficinas conduzidas por professores formadores, os estudantes criam textos e aprimoram aqueles produzidos em suas escolas. Fora do programa de produção, a coordenação da olimpíada oferece atividades culturais e de lazer aos alunos.

Também os professores de língua portuguesa dos semifinalistas estão no encontro regional, em salas separadas, onde trabalham com equipes de formadores para qualificar sua atuação em sala de aula.

Etapa regional - A fase regional da Olimpíada de Língua Portuguesa 2010 compreende quatro encontros, um para cada gênero literário – crônica, poesia, memória e artigo de opinião, que reúne estudantes do quinto ao nono ano do ensino fundamental e de todo o ensino médio das escolas públicas. O tema que orienta a produção dos textos tem a ver com a realidade do bairro, da cidade ou da região onde residem e estudam. Os textos dos quatro gêneros literários falam sobre o lugar onde vivo.

O último encontro regional será no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP), de 16 a 18, para os concorrentes do segundo e terceiro ano do ensino médio que produziram artigos de opinião.

Ao final dos quatro encontros regionais, 152 estudantes, sendo 38 por categoria, irão à etapa nacional, prevista para 29 de novembro, em Brasília, quando serão anunciados os 20 vencedores, cinco por gênero literário.

A competição é promovida pelo Ministério da Educação e pela Fundação Itaú Social e coordenada pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

Ionice Lorenzoni
Palavras-chave: olimpíada, língua portuguesa, semifinalistas, oficinas

Solidários com MEC, secretários lamentam suspensão do exame

Portal do MEC
O Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) divulgou nesta quarta-feira, 10, nota em que manifesta apoio ao Ministério da Educação pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e lamenta o pedido de suspensão judicial do exame, ocorrido na terça-feira, 9. A entidade representa gestores dos 26 estados e do Distrito Federal.

No documento, assinado pela presidente Yvelise Freitas de Souza Arco-Verde, o Consed afirma acreditar que o MEC defenderá a total apuração dos fatos. O conselho, segundo Yvelise, que também é secretária de Educação do Paraná, vai somar esforços com o MEC e outros órgãos para a completa solução dos problemas, com respeito e zelo pelo interesse público.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a íntegra da nota do Consed

Palavras-chave: Enem, secretários, Consed

Reitores das federais do Rio de Janeiro reafirmam apoio ao exame

Portal do MEC
As quatro universidades federais do Rio de Janeiro utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em seus processos seletivos de estudantes. As instituições fazem parte do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aloísio Teixeira, acredita que a possibilidade de utilizar o Enem como forma de ingresso nas instituições públicas de educação superior é uma conquista para as universidades e para o país. “O antigo mecanismo de vestibular era excludente, ao contrário do exame unificado”, destaca Teixeira. Este é o primeiro ano em que a UFRJ entra no Sisu, com 40% das vagas e mais 20% que aliam o Enem a políticas afirmativas voltadas para alunos oriundos de escolas públicas.

Na visão de Roberto Salles, reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), a ocorrência de erros gráficos em algumas provas aplicadas no último fim de semana não ameaça o processo de implantação do novo Enem. “Os vestibulares tradicionais atraem, em média, 50 mil pessoas e o Enem movimentou 4,6 milhões de candidatos. Dentro desse volume de provas rodadas é natural que haja um ou outro problema pontual, o que não coloca em risco a credibilidade do sistema”, avalia.

“Houve, sim, um erro. Mas, em hipótese alguma, compromete a confiabilidade do Enem”, acrescenta o reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Ricardo Miranda. Ele lembra que o modelo do exame é consagrado internacionalmente, utilizado em diversos países. “Permite que provas com o mesmo nível de dificuldade sejam feitas em momentos diferentes e sejam comparáveis no tempo.”

Para Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), o Enem se destaca como instrumento importante de acesso para todos os jovens que desejam entrar na universidade. “Na Unirio, continuaremos defendendo a forma democrática de acesso à educação superior. Isso torna a instituição mais plural e respeitosa.”

Mobilidade estudantil – Na primeira edição do Sisu, realizada no primeiro semestre deste ano, 5.189 candidatos do Rio de Janeiro se matricularam em instituições participantes do sistema. Desses, 4.754 efetuaram a matrícula em instituições do próprio estado e 435 em instituições de outros estados, o que representa uma mobilidade de 8,38%.

A média nacional de mobilidade foi de 25,02%. O Sisu do primeiro semestre selecionou candidatos às 47 mil vagas em instituições públicas de ensino superior – universidades federais e estaduais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Veja nota do reitor da Universidade Federal Fluminense sobre o Enem.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: enem, ensino médio, universidades federais, sisu

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Inep estuda 27 e 28 de novembro ou 4 e 5 de dezembro para reaplicar Enem para alunos prejudicados

Camila Campanerut
Em Brasília
(Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) estuda aplicar uma nova prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para quem foi prejudicado pelos erros no caderno amarelo em 27 e 28 de novembro ou em 4 e 5 de dezembro. Cerca de 2 mil candidatos podem ter que fazer a nova prova.

Nas datas de novembro, estão previstas a primeira fase da Fuvest, em São Paulo, e provas da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), UFRR (Universidade Federal de Roraima), Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), UFLA (Universidade Federal de Lavras) e da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina).

Já em dezembro, estão no calendário as provas da UFPR (Universidade Federal do Paraná), UFV (Universidade Federal de Viçosa), Fatecs (Faculdades de Tecnologia de SP), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Uneb (Universidade do Estado da Bahia), Acafe-SC (consórcio de universidades de Santa Catarina), UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro), UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) e da Uece (Universidade Estadual do Ceará).
Entenda o caso

Estudantes identificaram problemas nos cadernos de provas e nos gabaritos do Enem, que foi aplicado nos dias 6 e 7 de novembro. Nos cadernos amarelos, havia questões repetidas e faltantes. Já nas folhas de resposta, os cabeçalhos dos testes de ciências da natureza e ciências humanas vieram trocados.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/11/08/inep-estuda-27-e-28-de-novembro-ou-4-e-5-de-dezembro-para-reaplicar-enem-para-alunos-prejudicados.jhtm

Teoria de resposta ao item permite prova em outra data

Portal do MEC
Em 2009, os municípios de Brejetuba e Ibatiba, no Espírito Santo, foram atingidos por enchentes, que alagaram escolas e impediram a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para evitar que os estudantes capixabas fossem prejudicados, a provas foram realizadas fora do calendário nacional, em 5 e 6 de janeiro deste ano, data reservada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para o exame nos presídios de todo o país.

A mudança de data para esse grupo de estudantes só foi possível porque o Inep adota, na elaboração das provas, a teoria de resposta ao item (TRI). Com a TRI, o conjunto de modelos matemáticos usados no Enem permite que os exames tenham o mesmo grau de dificuldade. Testadas antes da prova, as questões ganham um peso que varia de acordo com o desempenho dos estudantes nos pré-testes — quanto mais alunos acertam uma determinada pergunta, menor o peso que ela terá na prova porque o grau de dificuldade é supostamente menor.

A aplicação da teoria da resposta ao item é frequente nas avaliações em testes de múltipla escolha aplicados em diversos países. No Brasil, a TRI é usada desde 1995 nas provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que mede o desempenho de estudantes do ensino fundamental e médio. Em 2009, foi usada pelo Enem com o objetivo de garantir a comparação das notas do exame daquele ano com os seguintes.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Enem, TRI

Gráfica assume erro de impressão no caderno de cor amarela da prova

Portal do MEC
A gráfica RR Donnelley encaminhou nesta segunda-feira, 8, carta ao presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim Soares Neto, na qual assume a responsabilidade pelos erros de impressão no caderno de questões de cor amarela das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010.

“Durante a aplicação do primeiro dia do exame, identificamos, fazendo a leitura dos quatro itens de caderno de provas que contêm as mesmas questões em quatro ordens distintas de diagramação, que em um dos lotes de produção tivemos um problema de processo, resultando na impressão de 33 mil cadernos de provas amarelas com um defeito de ordenação”, explica a direção da gráfica. Desse conjunto de cadernos, segundo a empresa, aproximadamente 21 mil foram efetivamente distribuídos.

A gráfica informa ainda: “Cabe ressalvar que foram impressas e distribuídas por todos os pontos de aplicação no Brasil, quase um milhão de provas que compõem a reserva técnica operacional da aplicação. Entre as funções dessa reserva técnica operacional está a substituição de provas com defeito de impressão obtidas na mesma sala da aplicação ou em qualquer outra sala de aplicação dessa escola”.

Ao final do documento, a RR Donnelley diz estar à disposição do Inep para esclarecer qualquer dúvida técnica e a colaborar de forma efetiva na busca de solução dos problemas possivelmente acarretados a um número restrito de alunos.


Confira a íntegra da carta


Conheça a RR Donnelley

Fundada em Chicago, Estados Unidos, em 1864, a Gráfica RR Donnelley começou a expansão em 1928, quando imprimiu 200 mil exemplares da revista americana Time, tiragem inédita na época. Consolidou a credibilidade dez anos depois, com a publicação da primeira edição da revista Life, com 446 mil exemplares. Nas décadas de 1950 a 1970, a gráfica expandiu sua indústria nos Estados Unidos. Em 1980, começou a expansão pelo mundo. Em 1991, abriu uma fábrica em Cingapura; em 1992, chegou à Argentina e ao México; em 1994, ao Chile e em 1995, ao Brasil.

Em 2004, as indústrias gráficas norte-americanas RR Donnelley e Moore Wallace fundiram-se e formaram o maior complexo gráfico do mundo, com faturamento anual de US$ 7,2 bilhões, oferta de emprego para 45 mil funcionários, 125 fábricas e 600 escritórios distribuídos em 30 países da Europa, Ásia e América Latina, além dos Estados Unidos.

No Brasil, a RR Donnelley tem unidades em Barueri e Osasco (SP) e Blumenau (SC). Desde 2009, é responsável pela reprodução das provas do Enem.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Enem, gráfica

MEC vai esclarecer sobre TRI à Justiça Federal do Ceará

Portal do MEC
Informado pela imprensa sobre o teor da decisão da juíza Carla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará, que determinou a suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010, o Ministério da Educação esclarece que a preocupação da magistrada referente à igualdade de condições dos concorrentes está assegurada pela utilização da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Desde o Enem do ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplica a TRI, que permite a comparabilidade no tempo. Em 2009, por exemplo, foram aplicadas duas provas distintas em momentos distintos, em virtude de inundações em duas cidades do Espírito Santo e as provas nos presídios.

A consultoria jurídica do MEC/Inep, neste momento, ultima ações de esclarecimento à Justiça Federal do Ceará.

Com a TRI, o conjunto de modelos matemáticos usados no Enem permite que os exames tenham o mesmo grau de dificuldade. Testadas antes da prova, as questões ganham um peso que varia de acordo com o desempenho dos estudantes nos pré-testes — quanto mais alunos acertam uma determinada pergunta, menor o peso que ela terá na prova porque o grau de dificuldade é supostamente menor.

A aplicação da teoria da resposta ao item é frequente nas avaliações em testes de múltipla escolha aplicados em diversos países. No Brasil, a TRI é usada desde 1995 nas provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que mede o desempenho de estudantes do ensino fundamental e médio. Em 2009, foi usada pelo Enem com o objetivo de garantir a comparação das notas do exame daquele ano com os seguintes.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: enem, tri, justiça

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Justiça Federal determina imediata suspensão do Enem

Por Redação Yahoo! Brasil
A Justiça Federal do Ceará acatou liminar do Ministério Público Federal (MPF) e determinou a imediata suspensão do Enem 2010. A decisão vale para todo Brasil. A juíza da 7ª Vara Federal, Carla de Almeida Miranda Maia, acatou argumento do MPF, de que o erro da impressão das provas, que apresentava questões divididas entre o cabeçalho de Ciência e Natureza e de Ciências Humanas, levou prejuízo para os candidatos.

Para a juíza Carla de Almeida Miranda Maia, a disponibilização do requerimento aos estudantes prejudicados pela prova correspondente ao caderno amarelo e a intenção de realizar novas provas para os que reclamarem administrativamente não resolve o problema.

Segundo o procurador da República Oscar Costa Filho, a decisão vem trazer segurança e estabilidade a todos que enfrentam essa comoção nacional. O fato de o diretor do Inep ter aventado realizar provas separadas para o mesmo concurso apenas confirma o total desconhecimento dos princípios que informam os concursos públicos, entre os quais a igualdade.

As provas aplicadas a 3,3 milhões de candidatos apresentaram diversos erros. Vinte e um mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas nos sábado (6). Não se sabe ainda quantos candidatos foram prejudicados por esse problema, já que em cada local de aplicação há uma reserva técnica de 10% dos exames que permitiria a troca do material defeituoso. Para evitar cola, o Enem tem quatro versões de prova: amarelo, azul, rosa e branco. As questões são as mesmas, o que varia é a ordem. Em milhares de casos, por um erro no encarte, folhas do caderno de prova amarelo estavam misturadas com folhas da prova branca. Com isso, estudantes se depararam com questões repetidas ou ausentes.

Também no sábado, a folha em que os estudantes marcam as respostas das questões estava com o cabeçalho das duas provas trocado. O exame teve 90 questões, sendo a primeira metade de ciências humanas e o restante de ciências da natureza. Mas, na folha de marcação, as questões de 1 a 45 eram identificadas como de ciências da natureza e as de 46 a 90, como de ciências humanas.

A gráfica RR Donnelley Moore, responsável pela impressão dos cadernos do Enem, emitiu nesta segunda-feira uma nota sobre o caso.

Segundo o texto, a impressão dos cadernos foi realizada dentro de rigorosos controles e o erro encontrado representa apenas 0,003% das 10 milhões de provas impressas. A gráfica informou que houve falha em um dos lotes de produção, que continha 33 mil cadernos amarelos com problema de ordenação. Desse total, 21 mil cópias foram distribuídas. O comunicado explicita que os erros se encontram "dentro da normalidade".

A gráfica também indicou que a manutenção do sigilo do conteúdo impede a leitura do material já impresso. Isto obriga a RR Donnelley Moore a "elaborar critérios especiais de verificação da qualidade de impressão, sem que esse conteúdo seja devassado", de acordo com a nota.
retirado do site:http://br.noticias.yahoo.com/s/08112010/48/manchetes-justica-federal-determina-imediata-suspensao.html

Justiça ainda não entendeu o que é o Enem

HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
Os chamados operadores do direito (advogados, juízes, promotores, procuradores etc.) ainda não entenderam bem o que é o Enem. Se tivessem compreendido, não teriam pedido --e nem concedido-- a suspensão do exame, por desnecessária.

É fato que, pelo segundo ano consecutivo, os organizadores da prova cometeram erros. Isso depõe contra a capacidade gerencial do Ministério da Educação (MEC) e dos consórcios que confeccionam os testes, mas não afeta os modelos matemáticos que sustentam a Teoria de Resposta ao Item (TRI), na qual o Enem se baseia.

Desenvolvida nos anos 50 e 60, a TRI torna possíveis testes mais refinados, que permitem comparar alunos submetidos a provas diferentes e a performance de uma mesma instituição ao longo dos anos. Assim, em vez de anular os exames de mais de 3 milhões de estudantes, basta que o MEC ofereça gratuitamente aos cerca de 20 mil alunos que podem ter sido prejudicados a oportunidade de fazer uma nova prova nas próximas semanas.

Embora seja "apenas uma teoria" a TRI é usada há décadas com bastante sucesso em provas já consagradas como o SAT (o Enem dos EUA) e o Pisa (usado para comparar sistemas de ensino de diferentes países). A ideia central da TRI em sua versão mais simplificada é que cada questão ou item possui duas características especialmente relevantes: o grau de dificuldade e o de discriminação.

Se a pergunta for fácil, será respondida por quase todos os que estão mais preparados e por parte dos que se mostram menos preparados; se for difícil, será respondida somente por alguns dos mais hábeis. Já a discriminação traduz a eficácia com que o item distingue entre os mais e os menos competentes.

O que a TRI faz é reunir esses dois parâmetros em um modelo matemático que permite atribuir a cada candidato uma pontuação que leva em conta não só os acertos como também o grau de dificuldade de cada questão e a coerência nas respostas.

Com isso, nem todos os estudantes recebem os mesmos pontos pelos mesmos acertos. Um aluno que acertar uma questão difícil, sem ter resolvido um número razoável de outras mais fáceis, receberá por aquele acerto uma pontuação menor do que o aluno que tenha demonstrado coerência ao longo de toda a prova.

Evidentemente, o sistema precisa ser calibrado tanto para o grau de dificuldade como para o de discriminação de cada item. Uma série de testes com alunos de diferentes níveis permite a formação de grandes bancos de questões, de modo que, em princípio, não haveria grandes problemas para elaborar em poucos dias uma prova extra para os prejudicados.

Na verdade, tanto a fraude de 2009 como as falhas organizacionais deste ano poderiam ter sido evitadas se o MEC tivesse avançado mais nas possibilidades abertas pela TRI. Não há razão, por exemplo, para fazer um megaexame que envolva vários milhões de alunos --com todas as dificuldades logísticas daí decorrentes. Seria muito mais razoável organizar sete ou oito provas por ano, como, aliás, ocorre com o SAT norte-americano.

O mesmo vale para a segurança. Nada impede que o MEC elabore várias dezenas de diferentes modelos de prova. Não estamos aqui falando das mesmas questões dispostas em outra ordem, mas de exames compostos por perguntas diferentes. Se existe apenas uma chance em 50 ou 60 de um candidato a fraudador comprar a prova certa, violações de sigilo praticamente perdem valor de mercado.

Pode-se ir ainda mais longe e imaginar uma situação onde cada examinando resolva seu teste diretamente num computador. Neste caso, o sistema poderia, a partir do banco de questões, que idealmente conta com milhões de perguntas, gerar uma prova específica para cada candidato.

E isso é provavelmente o mais perto que se pode chegar de um exame à prova de fraude.

O verdadeiro teste do MEC vai ser convencer os juízes de que a TRI funciona.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/saber/827418-helio-schwartsman-justica-ainda-nao-entendeu-o-que-e-o-enem.shtml

Inep estuda 27 e 28 de novembro ou 4 e 5 de dezembro para reaplicar Enem para alunos prejudicados

Camila Campanerut
Em Brasília
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) estuda aplicar uma nova prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para quem foi prejudicado pelos erros no caderno amarelo em 27 e 28 de novembro ou em 4 e 5 de dezembro. Cerca de 2 mil candidatos podem ter que fazer a nova prova.

Nas datas de novembro, estão previstas a primeira fase da Fuvest, em São Paulo, e provas da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), UFRR (Universidade Federal de Roraima), Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), UFLA (Universidade Federal de Lavras) e da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina).

Já em dezembro, estão no calendário as provas da UFPR (Universidade Federal do Paraná), UFV (Universidade Federal de Viçosa), Fatecs (Faculdades de Tecnologia de SP), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Uneb (Universidade do Estado da Bahia), Acafe-SC (consórcio de universidades de Santa Catarina), UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro), UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) e da Uece (Universidade Estadual do Ceará).
Entenda o caso

Estudantes identificaram problemas nos cadernos de provas e nos gabaritos do Enem, que foi aplicado nos dias 6 e 7 de novembro. Nos cadernos amarelos, havia questões repetidas e faltantes. Já nas folhas de resposta, os cabeçalhos dos testes de ciências da natureza e ciências humanas vieram trocados.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/11/08/inep-estuda-27-e-28-de-novembro-ou-4-e-5-de-dezembro-para-reaplicar-enem-para-alunos-prejudicados.jhtm

3,3 milhões de candidatos realizam a prova em todo o país

Portal do MEC
Cerca de 3,3 milhões de candidatos compareceram às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste fim de semana. O percentual de abstenção neste domingo, 7, ficou em 29,2%, enquanto no dia anterior foi de 26,7%. Estavam inscritos no exame 4,6 milhões de pessoas.

“Não houve registro de nenhuma falha de segurança durante as provas”, disse o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), Joaquim Neto. Na visão do professor Neto, o Enem “cumpriu seu papel”. O estudante que realizou as provas pode concorrer a uma das 83 mil vagas em universidades públicas, além do Programa Universidade Para Todos (Prouni) que, em média, tem oferecido 100 mil bolsas a cada processo seletivo.

Os cadernos de prova estarão disponíveis para consulta nesta segunda-feira, 8. Na terça, dia 9, sairá o gabarito oficial, às 18h. Em seguida, na quarta-feira, 10, estará aberta uma página no sistema de acompanhamento do Enem para que os alunos que se sentiram prejudicados pela troca de cabeçalhos no cartão-resposta – ocorrida na prova de sábado – entrem com requerimento, no caso de terem preenchido o cartão de forma inversa à ordem das questões. O sistema ficará disponível até o dia 16.

“Nenhum estudante será prejudicado”, garantiu Neto em relação à troca do cabeçalho e aos erros gráficos em alguns cadernos de prova da cor amarela. Sobre estes, o presidente do Inep informou que será feito um levantamento do problema, para que seja dada a melhor solução aos candidatos.

Confira aqui o índice de abstenção por estado.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: enem, prova, enem 2010

Alunos prejudicados pela prova amarela poderão ter nova chance

Portal do MEC
O presidente do Inep, professor Joaquim José Soares Neto, confirmou agora há pouco, em Brasília, que os alunos eventualmente prejudicados por falhas de impressão no caderno amarelo das questões do Enem 2010, aplicado neste final de semana, poderão ter uma nova chance.

O Professor Neto reafirmou que nenhum candidato será prejudicado. E que, portanto, caso fique comprovado que estes estudantes tiveram seu direito afetado, no limite, poderão refazer a prova.

O Inep apurou que um lote inferior a 1% do total das provas do caderno amarelo apresentou problemas de impressão. Deste total, a grande maioria dos estudantes recebeu um novo exemplar do caderno de questões. Uma minoria deixou de ter o caderno substituído ou se recusou a substituir a prova.

O Inep deverá receber nos próximos dias os relatórios de aplicação das provas, de todos os locais. Vai analisar caso a caso o ocorrido. E, ficando comprovado que o direito dos estudantes foi prejudicado, estudará uma forma de reaplicar a prova.



Palavras-chave: enem, prova, enem 2010

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