sexta-feira, 9 de abril de 2010

O aluno deve aprender a chutar a gol com a perna direita e a esquerda?

Sim. A dominância lateral é definida quando a mão e o pé obedecem à preferência de um lado do corpo. Essa característica, denominada lateralidade, é considerada inata. Quando o hemisfério cerebral esquerdo predomina, o aluno manifesta a preferência pela lateral direita. Se ocorre o oposto, tem-se preferência pela lateral esquerda.Mas dificuldades de lateralidade podem causar problemas em reconhecer esquerda e direita, por exemplo. Por isso, é fundamental investir em práticas corporais que permitam trabalhar os membros de ambos os lados do corpo. No futebol, é válido preparar atividades que exijam habilidades de chute com as pernas direita e esquerda.
retirado do site:http://revistaescola.abril.uol.com.br/educacao-fisica/fundamentos/aluno-deve-aprender-chutar-gol-perna-direita-esquerda-546801.shtml

MPF recomenda a 44 prefeituras paulistas a fiscalização de alunos que recebem Bolsa Família

Da Redação*
Em São Paulo

O Ministério Público Federal em Jales (SP) recomendou a quarenta e quatro prefeituras do interior paulista que fiscalizem a frequência mínima escolar de alunos que recebem benefícios pelo Programa Bolsa Família. A recomendação é fruto de denúncia feita em reportagem d'O Estado de São Paulo, na qual é dito que 50 municípios não estariam cumprindo a exigência de controlar o número de faltas dos estudantes.

Na recomendação às prefeituras, o procurador da República Thiago Lacerda Nobre pede que sejam observadas as diretrizes impostas pela ação e que seja implementado banco de dados para monitorar a frequência dos alunos. O procurador também recomenda que as prefeituras instituam um programa de acompanhamento de alunos com baixa frequência e ofereça, caso necessário, apoio nas áreas de saúde e psicossocial.

O Bolsa Família dispõe, em seu artigo nº 4, que tem por objetivos básicos o acesso à rede de serviços públicos, especialmente na área de saúde, educação e assistência social, bem como o combate à fome e a promoção da segurança alimentar e o estímulo à emancipação sustentada das famílias que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza. A ação foi criada em janeiro de 2004.

Uma das exigência para que as famílias participem do programa é que as crianças estejam estudando e compareçam com uma frequência mínima às aulas. No entanto, de acordo com levantamento divulgado na imprensa em janeiro de 2009, São Paulo concentra mais da metade dos municípios onde há maior descumprimento da exigência.

As prefeituras têm um prazo de 10 dias, a contar da data do recebimento da recomendação, para informar as providências adotas para o cumprimento das medidas. Serão advertidas as seguintes cidades: Aparecida D´Oeste, Aspásia, Auriflama, Dirce Reis, Dolcinópolis, Estrela D´Oeste, Fernandópolis, General Salgado, Guarani D´Oeste, Guzolândia, Ilha Solteira, Indiaporã, Itapura, Jales, Macedônia, Marinópolis, Meridiano, Mesópolis, Mira Estrela, Nova Canaã Paulista, Nova Castilho, Ouroeste, Palmeira D´Oeste, Paranapuã, Pedranópolis, Pereira Barreto, Pontalinda, Populina, Rubinéia, Santa Albertina, Santa Clara D´Oeste, Santa Fé do Sul, Santa Rita D´Oeste, Santa Salete, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, São João das Duas Pontes, São João de Iracema, Sud Menucci, Suzanópolis, Três Fronteiras, Turmalina, Urânia e Vitória Brasil.

* Com informações do Ministério Público Federal em São Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/09/mpf-recomenda-a-quarenta-e-quatro-prefeituras-paulistas-a-fiscalizacao-de-alunos-que-recebem-bolsa-familia.jhtm

UnB oferece 693 vagas para transferência facultativa

Da Redação
Em São Paulo
A UnB (Universidade de Brasília) recebe inscrições a partir do sábado (10) para 693 vagas de transferência facultativa. A seleção é voltada para estudantes de instituições de ensino superior nacionais ou estrangeiras e é válida para ingresso no segundo semestre de 2010.

As inscrições serão feitas no período de 10 a 24 de maio, na SAA (Secretaria de Administração Acadêmica) da UnB, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, ICC (Instituto Central de Ciências), ala norte, mezanino, Asa Norte, Brasília/DF, no horário de 9h às 16h (exceto sábado, domingo e feriado). A taxa custa R$ 80. O aluno terá que apresentar os documentos relacionados em edital, juntamente com o comprovante de pagamento da taxa e o formulário de inscrição preenchido. O formulário está disponível no www.cespe.unb.br/vestibular/2tf2010.

Para participar, o candidato deverá ter concluído entre 20% e 75% da carga horária do curso na instituição de origem. A seleção será feita por meio de análise do histórico escolar e verificação de equivalência entre o curso pretendido e o curso de origem, prova discursiva e avaliação de portfólio, este último somente para os cursos que o exigirem.

A divulgação do resultado final da primeira etapa, composta pela análise do histórico escolar, está prevista para o dia 10 de junho. A prova dissertativa será aplicada na data provável de 13 de junho, com divulgação do resultado final prevista para o dia 3 de agosto. Para os cursos que exigem avaliação de portfólio, o resultado final deverá ser divulgado na data provável de 16 de agosto.

Outras informações podem ser obtidas no site do Cespe/UnB.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2010/04/09/unb-oferece-693-vagas-para-transferencia-facultativa.jhtm

Bebê de 5 meses morre em creche na zona sul de SP

Agencia Estado


A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as causas da morte de um bebê de cinco meses que faleceu ontem em uma creche no bairro Campo Limpo, na zona sul de São Paulo. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), uma funcionária da creche afirmou ter notado algo de errado com a menina quando foi acordá-la, por volta das 15 horas, pois a criança não se mexia.

Minutos após a funcionária perceber que o bebê estava imóvel, os proprietários do local chegaram e um deles fez respiração boca a boca e massagem cardíaca. Como a criança não tinha nenhuma reação, ela foi levada para uma unidade da AMA (Assistência Médica Ambulatorial) da Vila Prel e, depois, transferida ao Hospital do Campo Limpo, onde morreu.

A mãe da menina afirmou à polícia que havia deixado a filha às 7 horas da manhã no local quando saiu para trabalhar. Segundo o relato da mãe, a criança frequentava a creche há poucos dias. A polícia não encontrou marcas de agressão no corpo do bebê, que passará por exames periciais. O caso é investigado pelo 37º DP (Distrito Policial), no Campo Limpo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/09/bebe-de-5-meses-morre-em-creche-na-zona-sul-de-sp.jhtm

Mudança em política pública requer "Coalizão Direcionada"

Erros e acertos
Professor da Harvard Kennedy School faz um balanço das ações introduzidas por meio do Fundescola e analisa os prós e contras do processo.
O que causa o sucesso de uma política pública? Partindo desta pergunta, o professor Matt Andrews, que leciona a disciplina de políticas públicas na Harvard Kennedy School (Escola Kennedy em Harvard, em português), analisou a experiência do Fundo de Fortalecimento da Escola (Fundescola), programa executado no Brasil. Para elaborar o estudo de caso, fez entrevistas em diferentes locais onde o programa foi aplicado. Criado no final do primeiro governo Fernando Henrique Cardoso, o Fundescola contava com o financiamento do Banco Mundial (Bird). O programa partia de duas premissas: a qualidade de ensino oferecida determina a performance individual de cada aluno e os problemas da educação brasileira são particularmente mais severos nas áreas em que há pouca instrução. O objetivo central era atacar esses problemas justamente nesses locais mais pobres. Foram escolhidas três linhas de atuação: a melhoria das escolas; o fortalecimento institucional; e envolvimento e responsabilidade social. O projeto foi executado em algumas etapas, sendo que a última delas, cujo foco era educação infantil, acabou no ano passado - como era um convênio internacional, o Fundescola atravessou quase sete anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O interessante, disse o professor Matt em palestra promovida pela Fundação Lemann em São Paulo, é que alguns mecanismos do Fundescola foram incorporados à gestão petista e ao Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). São eles: o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE-Escola), o Escola Ativa e o Levantamento de Situação Escolar. Para Matt, esse seria um indicativo de que o Fundescola, como política pública, teve sucesso. Na entrevista abaixo, concedida à subeditora Beatriz Rey, o professor disseca as falhas do programa, lembrando que ele funcionou em áreas em que encontrou espaço para se desenvolver.

O senhor diz que uma intervenção política de sucesso depende de habilidade, aceitação e autoridade. Nesse sentido, como podemos dizer que o Fundescola é uma política de sucesso?
Não é fácil dizer que uma intervenção foi bem sucedida ou não, porque, na verdade, ela tem elementos dos dois resultados. O programa funcionou em áreas em que encontrou espaço para desenvolver a aceitação, a autoridade e a habilidade. Mas não funcionou em espaços em que havia limitações para esses fatores. Infelizmente, o Fundescola não funcionou em escolas, municípios ou estados que eram afetados pela pobreza ou padeciam com fraquezas organizacionais.

Nos locais em que políticas conflituosas minaram a aceitação e em que a relação emaranhada entre organizações enfraqueceu os diretores para administrar o programa, o Fundescola criou um peso inimaginável, em vez de uma solução de gestão.

Podemos dizer que todos os atores envolvidos no Fundescola conheciam o programa? Ou ele ficou restrito aos diretores e secretários de educação?
Mais uma vez, percebemos que a experiência foi mista. Em algumas localidades, todos os principais atores conheciam e gostavam das oportunidades oferecidas. Em outras, ninguém sabia da sua existência. A pior situação foi aquela em que havia pessoas que sabiam do programa, mas o enxergavam como um grande fardo, em vez de uma ajuda. Penso que o grande sucesso foram as pessoas que não conheceram o Fundescola, mas acabaram sendo influenciadas por suas inovações - seus mecanismos de planejamento e de treinamento, por exemplo. Elas não souberam das origens do Fundescola.

É correto afirmar que a falta de treinamento para professores e gestores foi uma das falhas do programa?
Essa é uma maneira de ver as evidências, já que o programa previa treinamento para esses atores. O problema foi que as escolas mais pobres tiveram dificuldade em tirar proveito desse treinamento. E, por demandas políticas, as pessoas que haviam sido treinadas acabaram não ficando onde estavam. Os mecanismos de treinamento funcionaram bem onde os gestores criaram espaços para que isso acontecesse, onde havia estabilidade na liderança e na política e onde muitas ideias do programa já faziam parte do dia a dia de trabalho da escola, município ou estado.

Como a verba chegava às escolas?
Essa foi uma grande inovação proposta pelo programa, que acompanhou outra: os comitês de pais, cujo objetivo era supervisionar os gastos e as atividades escolares. A mudança nos arranjos do financiamento mudou quem planejava, prestava contas e reportava o orçamento. Isso ficou nas mãos das escolas. Essas mudanças criaram tensões entre escolas e municípios. Os prefeitos perderam influência e poder por conta da novidade. Em alguns casos, a responsabilidade dos municípios era apenas de pressionar as escolas, o que podia ser feito facilmente, já que os prefeitos escolhiam muitos diretores. O Fundescola trabalhou onde as escolas tinham a capacidade de desempenhar um novo papel administrativo, onde os secretários municipais de educação estavam contentes em desempenhar um papel mais relacionado com o apoio e onde os prefeitos enxergavam o valor da nova organização. E, claro, funcionou menos onde um ou mais desses atores não aceitou essa nova condição, criando um estado de vulnerabilidade a disputas políticas e às mudanças causadas por elas. É importante ressaltar que em muitas escolas pobres essas capacidades novas não se desenvolveram. Elas não podiam, então, ter acesso aos fundos do programa.

No Brasil, há gestores que têm dificuldade de preencher formulários para receber verba do governo federal. Há uma carência de formação. Quando se faz uma intervenção em forma de política pública, deve-se adaptar a linguagem do projeto às necessidades dos envolvidos ou criar maneiras de qualificá-los?
As duas coisas são importantes. Penso em escolas e alguns municípios como exemplos de locais "desertos", como o Saara. Há um espaço muito limitado para fazer grandes mudanças. Você precisa de uma mistura de estratégias para fazer intervenções de sucesso nesses lugares. Primeiro, é necessário descobrir as soluções que funcionam nesse deserto, adaptando as reformas para o contexto limitado.

Também é preciso começar a mudar o local, para que intervenções mais agressivas sejam possíveis. É como construir oásis em desertos: em um momento, você pode introduzir diferentes espécies de animais.

Na atual gestão, o Ministério da Educação optou pela associação entre política pública e liberação de verbas. Há um compromisso chamado Plano de Ações Articuladas (PAR), que deve ser assinado pelos secretários de educação, para que a verba seja enviada. Dessa forma não se deixa de considerar as diferentes realidades de cada município e estado?
O dinheiro é um motivador bom. Mas talvez o governo devesse deixar que as escolas identificassem os próprios problemas e construíssem o seu próprio espaço para resolvê-los, e então dar a elas gratificações financeiras para isso. Nesse sentido, o governo premia as escolas por realmente fazer um planejamento de melhoria, e não apenas por adotar políticas que as fazem parecerem melhores.

O Bolsa Família oferece uma quantia de dinheiro a famílias mais pobres que enviam suas crianças às escolas. É necessário agir das duas maneiras, com políticas educacionais e sociais, ou essas coisas não precisam necessariamente estar vinculadas?
O melhor é agir das duas formas. A pesquisa do Fundescola mostrou que as escolas podem se beneficiar de intervenções em que os pais estão envolvidos e dispostos a ajudar a escola. Nos lugares onde as famílias não estão engajadas na educação de seus filhos, a escola precisa trabalhar mais para oferecer Educação Básica. Os pais agiriam como "fatores de realce".

Um dos maiores problemas educacionais é a interrupção de políticas públicas em razão de mudanças políticas. Há exemplos de mecanismos para garantir uma continuidade de políticas públicas?
Quando criamos o espaço para mudanças, esses mecanismos tendem a aparecer junto. Há exemplos de escolas que já estavam alcançando a excelência antes do Fundescola. Elas aproveitaram ao máximo o programa e conseguiram reter suas ferramentas e princípios úteis, mesmo depois do fim do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Nessas escolas, os atores principais aceitaram a necessidade de mudança, a direção e o custo dessa mudança, além do fato de que ela ocorre quando existem coalizões. Acredito que mudanças sustentáveis requerem coalizões direcionadas a um propósito, no sentido de não permitir que os indivíduos desfaçam suas ações.

Uma das discussões que temos no país é sobre o modelo de ensino médio mais adequado aos nossos alunos. Há quem diga que o correto é adaptar os conteúdos à realidade dos estudantes, o que traria conhecimentos "não escolarizados" à sala de aula. Nesse sentido, a escola não perderia uma de suas principais funções, que é dar subsídio para o aluno entender o mundo?
Minha pesquisa não toca nesse assunto, mas não penso que isso mine a importância da escola. Vamos à escola porque precisamos aprender o conhecimento de que necessitamos para entender o mundo, e isso envolve às vezes o conhecimento "prático" e não apenas o "escolarizado".
Retirado do site:http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12856

MEC suspende abertura de novos cursos na Uniban por irregularidade no corpo docente

Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 19h55

Medida cautelar administrativa publicada hoje (9) no Diário Oficial da União suspende a abertura de novos cursos e vagas na Uniban (Universidade de Bandeirante de São Paulo). A punição foi imposta pois, segundo o documento, a instituição tem menos docentes com mestrado ou doutorado em regime integral do que é previsto na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) --um terço do corpo docente.

A Uniban tem até 31 de maio para regularizar sua situação. De acordo com a medida, a "criação de novos cursos tornaria ainda mais grave a situação de adequação qualitativa e quantitativa de seu corpo docente, bem como dificultaria o saneamento das deficiências encontradas na composição de seu corpo docente".

Caso não cumpra a legislação prevista na LDB, a instituição estará sujeita a perder a autonomia universitária. A medida faz parte do processo de supervisão de corpo docente de 35 instituições de ensino superior, iniciado em setembro de 2009.

Procurada, a Uniban afirmou, em nota, que "demonstrará ao MEC o pleno atendimento da exigência relacionada ao seu corpo docente". A instituição diz que o cumprimento da norma se daria "com o preenchimento do censo educacional, cujo prazo de entrega é 30 de abril", e, como não havia programada a criação de novos cursos para 2010, as atividades "continuam normais segundo seu planejamento acadêmico".
Retirado site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/09/mec-suspende-abertura-de-novos-cursos-na-uniban-por-irregularidade-no-corpo-docente.jhtm

Gestores do Nordeste discutem novas tarefas de coordenadores

Portal do MEC
Cerca de 500 gestores do programa Brasil Alfabetizado dos estados da região Nordeste e dirigentes da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) discutem na próxima semana, em Fortaleza, as novas funções e responsabilidades dos coordenadores de turmas que atuam no programa. Formação de educadores, atualização de dados e relatos de boas práticas de alfabetização também estão na agenda dos eventos.

Nos dias 12 e 13, a Secad reúne-se com os gestores estaduais e municipais de Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe; e nos dias 15 e 16, com os gestores do Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte. De acordo com o coordenador de alfabetização da Secad, Mauro Silva, a partir de agora os coordenadores de turmas em todo o país, cerca de 9 mil profissionais da educação, assumem uma série de tarefas.

Para participar ativamente das ações do Brasil Alfabetizado, cada coordenador receberá uma senha de acesso ao programa, onde deve inserir e atualizar dados, funções até agora exercidas apenas pelos gestores municipais e estaduais. A visão que os coordenadores de turmas têm do processo de alfabetização de adultos interessa ao ministério, diz Mauro Silva.

Responsáveis pela vida escolar dos jovens e adultos matriculados no programa, os coordenadores devem relatar ao Ministério da Educação o desempenho de cada aluno: se frequentou as aulas, se foi alfabetizado ou não, se depois de alfabetizado foi incorporado a uma turma de educação de jovens e adultos. Em 2010, segundo Mauro Silva, os coordenadores terão que inserir no sistema os dados de 2008 e 2009.

Será também responsabilidade deles informar o MEC sobre o andamento da formação inicial e continuada dos alfabetizadores, se os livros didáticos e de literatura chegaram às salas de aula, se a merenda está sendo servida diariamente.

Mapa – Estão hoje nas salas de alfabetização em todo Brasil 1,6 milhão de jovens e adultos, mas o cadastro geral do programa Brasil Alfabetizado registra 1,9 milhão de inscritos. Os estados e municípios podem continuar o cadastro e a abertura de turmas até a publicação do edital de 2010, diz o coordenador da Secad. A meta de 2009, que ainda pode ser atingida, é alfabetizar 2,1 milhões de jovens e adultos.

Calendário – Gestores municipais e estaduais de todo o país participarão este ano de encontros regionais com a mesma pauta que será cumprida em Fortaleza. A Secad está preparando a agenda.

Ionice Lorenzoni

Seminário para 4ª conferência nacional aborda educação

Portal do MEC
Sexta-feira, 09 de abril de 2010 - 16:30
Educação é o tema do quinto seminário preparatório para a 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI). O encontro, intitulado Educação e CT&I, será realizado na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), na terça-feira, dia 13.

O seminário está organizado em quatro sessões: desafios da educação brasileira; renovação da universidade brasileira; educação básica de qualidade; ensino de ciências; ensino médio, profissional, formação de professores e ensino à distância. A conferência nacional ocorre de 26 a 28 de maio, em Brasília.

As sessões contarão com a presença de representantes de diversas instituições, como Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), universidades federais da Bahia (UFBA), do Ceará (UFC), de Minas Gerais (UFMG) e Tecnológica do Paraná (UTFPR), além de representantes do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação (CNE), entre outros.

Os temas discutidos nos quatro seminários anteriores foram Ciência Básica; CT&I, Democratização e Cidadania; Investimento e Inovação; Desenvolvimento Sustentável e o Brasil e o Mundo. Além desses encontros, quatro conferências regionais foram realizadas no mês de março, em Belém (PA), Cuiabá (MT); Porto Alegre (RS) e Vitória (ES). O evento da região Nordeste será realizado nos dias 15 e 16 deste mês, em Maceió (AL).

A 4ª CNCTI, intitulada política de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação com vista ao Desenvolvimento Sustentável, terá suas discussões norteadas pelas linhas do Plano de Ação 42007/2010: Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional, do governo federal e coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Veja a programação completa do seminário.

Histórico - Realizada desde 1985, a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia foi instituída para discutir com a sociedade as políticas para a área. No mesmo ano, foi criado o MCT. Em 2001, a 2ª CNCT foi marcada pela incorporação da inovação nas políticas públicas do setor. No terceiro evento, realizado em 2005, a palavra inovação, já incorporada ao nome da conferência, pautou as discussões em temas voltados para as questões regionais, como Amazônia e Semiárido, além de analisar o andamento dos novos mecanismos de apoio ao setor, como a Lei de Inovação e a Lei do Bem.

Assessoria de Imprensa da Capes

Universidade gaúcha tem 100% das vagas em cursos de graduação preenchidas

Portal do MEC
Bagé (RS) — A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) confirmou nesta sexta-feira, 9, que 100% das 2.465 vagas disponíveis em cursos de graduação foram preenchidas. A universidade gaúcha participou do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação, que usa as nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no processo de ingresso. Somadas as matrículas existentes em 2009, a instituição reúne hoje quase sete mil alunos matriculados, considerados os 50 cursos oferecidos.

A Unipampa recebeu estudantes de diversas partes do país. “Estamos todos, alunos, professores e técnicos, emocionados com o efetivo crescimento e a nova configuração da comunidade acadêmica do Pampa, que combina jovens e adultos da região e de todo o Brasil”, disse a reitora Maria Beatriz Luce. Ela destacou a importância do Sisu e do Enem como instrumentos da política de democratização da educação superior no país.

De acordo com o vice-reitor Norberto Hoppen, o ingresso na Unipampa de estudantes de todos os estados confirma a opção pelo ensino público e gratuito de qualidade que a universidade já oferece, mesmo sendo uma instituição tão nova — oficialmente, foi criada em 2008. Hoppen destaca que em alguns cursos esses estudantes representam 50% dos matriculados.

O coordenador do processo seletivo na Unipampa, Carlos Dilli, citou o resultado de 100% das vagas preenchidas como uma resposta da sociedade à política nacional de expansão da educação superior, promovida pelo governo federal.

Assessoria de Imprensa da Unipampa

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Celulares ajudam alfabetização de jovens no Paquistão

Por meio do projeto da Unesco, adolescentes receberam mensagens de texto e precisaram responder aos alertas; 10 professores avaliaram o desempenho na escrita das alunas durante cinco meses.

Uma parceria entre a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco e a empresa de celulares Mobilink forneceu a jovens paquistanesas acesso à alfabetização.

O projeto piloto começou no fim do ano passado e durou cinco meses, com a entrega de aparelhos de celular para 250 adolescentes.

Nota A

Todos os dias, elas receberam mensagens de texto em urdu, o idioma oficial do Paquistão e precisaram responder a esses alertas. As garotas tiveram ajuda de 10 professores, indicados por uma ONG do país.

As alunas foram avaliadas pelo aprendizado e por ganho de conhecimentos. No começo do projeto, 57% das adolescentes tiraram nota C e apenas 28% conseguiram nota A. Perto do fim do programa, a situação foi revertida: mais de 60% das garotas conseguiram nota A e 11% tiraram nota C.

Com o sucesso do projeto piloto, a Unesco e os parceiros decidiram expandir o programa e incluir outras 1250 garotas de áreas rurais em distritos de Punjab.

Meta do Milênio

O diretor da Unesco no Paquistão, Warren Mellor, afirmou que a tecnologia moderna pode ajudar a alcançar a meta da alfabetização universal. Ele lembra que o país está comprometido a ter 86% da população alfabetizada até 2015.

Na opinião do presidente da companhia Mobilink, celulares são a chave do desenvolvimento social e o programa no Paquistão quer garantir que as mulheres sejam parte desta revolução.

(Rádio ONU)
retirado do site:http://aprendiz.uol.com.br/content/husweprego.mmp

Funcionários da UnB fazem protesto em frente ao CCBB

Um grupo de funcionários e professores da Universidade de Brasília (UnB), em greve há vários dias, faz nesta tarde uma manifestação em frente ao CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) onde funciona provisoriamente a sede da Presidência da República. O presidente Lula está no CCBB e participa de uma reunião com a diretoria mundial da Ford. No encontro, a empresa deve anunciar investimentos no País.

A segurança da Presidência foi reforçada. A entrada de toda a área do CCBB foi fechada. A Polícia Militar bloqueou o acesso de veículos.

Os manifestantes, que se encontram fora do CCBB, soltaram fogos de artifícios. Eles reclamam que o ministro da Educação, Fernando Haddad, não cumpriu acordos de reajuste salarial e melhoria no plano de carreira da categoria.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/08/funcionarios-da-unb-fazem-protesto-em-frente-ao-ccbb.jhtm

Em assembleia vazia, professores de São Paulo terminam greve depois de um mês

Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 18h02

Os professores estaduais de São Paulo decidiram terminar a greve, iniciada em 8 de março, para retomar as negociações salariais com o governo. A mobilização, no entanto, continua segundo o sindicato. Na tarde de ontem, secretaria da Educação e representantes dos servidores se reuniram. A agenda de reuniões ainda não está definida, segundo a pasta.

Segundo a PM (Polícia Militar), havia cerca de 200 manifestantes no Vão Livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo).
No final da quarta-feira (7), a Apeoesp reconheceu que caiu a adesão à greve. Em reportagem da Folha de S. Paulo, a presidente afirmou: "Tenho de admitir que a adesão diminuiu", disse Maria Izabel Noronha.

Segundo o levantamento da entidade, a paralisação chegou a abranger 63% dos docentes em março. Para a Secretaria da Educação, nunca atingiu 1%. O sindicato não divulgou novo balanço de paralisação. Afirmou apenas que há "significativos índices de adesão, afetando todas as regiões do Estado".

Desde o início da paralisação, o governo tucano diz que não negociará enquanto os grevistas não voltarem ao trabalho. "O governo se mostra intolerante. Com esse panorama, as pessoas vão desanimando", afirmou a líder sindical.
Trânsito

A manifestação chegou a interditar todas as faixas da avenida Paulista na altura da alameda Casa Branca, no sentido Consolação, no centro de São Paulo. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), há 1,6 km de lentidão no local, da praça Oswaldo Cruz até a rua Plínio de Figueiredo.

Por volta das 16h10, a CET registrava 48 km de lentidão ou 5,6% dos 868 km de vias monitoradas, índice abaixo da média.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/08/em-assembleia-vazia-professores-de-sao-paulo-terminam-greve-depois-de-um-mes.jhtm

Pit bull invade escola e ataca nove crianças em Osasco (SP)

colaboração para a Folha

Um pit bull invadiu escola e atacou nove crianças em Osasco (na Grande São Paulo), na manhã desta quinta-feira.

O ataque ocorreu por volta das 8h na Escola Estadual Professor Claudinei Garcia, na Vila Ayrosa, quando o animal entrou pelo portão principal, que estava aberto, segundo a Secretaria de Educação.

Após o ataque, as crianças foram socorridas no pronto-socorro de Airosa. Elas foram medicadas e liberadas. As crianças cursam do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.

De acordo com a secretaria, o animal pertence a uma pessoa que reside próximo à escola e, após o ataque, foi levado para o centro de zoonoses. O caso foi registrado no 3º DP de Osasco.
Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u718034.shtml

Melhores colégios de SP têm até 50 candidatos por vaga; veja ranking

colaboração para a Folha de S.Paulo

Quem leva em consideração o ranking do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) na hora de escolher o colégio do filho precisa correr e se preparar. Publicado hoje na Folha, o caderno "Escolha a Escola" mostra o quanto é difícil matricular um filho nas melhores escolas de São Paulo.
As escolas mais concorridas têm fila de espera, provas e critérios próprios de seleção. Algumas regras são objetivas, como já ter um filho estudando na escola, mas outras são difíceis de mensurar, como "a importância que os pais dão à educação" ou o resultado de uma sondagem pedagógica realizada antes da matrícula.

No ensino médio, 16 das 20 melhores escolas do Enem na capital paulista aplicam vestibulinhos, em que a concorrência chega a 50 alunos por vaga --é o caso do Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo), que é público.

Com toda essa concorrência, muitos candidatos ao ensino médio recorrem à preparação oferecida por cursinhos.

A primeira turma de pré-vestibulinho do Cursinho do XI abriu neste ano, com 20 alunos e mensalidade de R$ 80 para 18 horas mensais. A preparação é, principalmente, para as provas de admissão do primeiro ano do ensino médio das escolas técnicas estaduais e do Cefet.

No Rumo Vestibulares, são 13 turmas com 620 estudantes. E o preparatório para o vestibulinho é até mais caro que o do vestibular para as mesmas 15 horas semanais: cinco parcelas de R$ 216 contra cinco de R$ 190 para as turmas iniciadas em agosto.

Já o Remo Recursos cobra mensalidade de R$ 960 a R$ 1.080 para preparar para a seleção de colégios como Bandeirantes, Palmares e Santa Cruz; são até três alunos por classe.
Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u618491.shtml

Universidades estaduais de SP avaliam unificação dos vestibulares

FÁBIO TAKAHASHI
da Reportagem Local

Os reitores da USP, Unesp e Unicamp afirmaram nesta quarta-feira que formaram comissão para avaliar a unificação dos seus vestibulares. A decisão foi tomada depois de um projeto de lei com esse teor ter entrado na ordem do dia da Assembleia Legislativa --ou seja, está pronto para votação.

O autor do projeto, deputado Edson Giriboni (PV), afirma que a unificação beneficiaria os vestibulandos, que não precisariam pagar taxas de inscrição para cada exame (que custam por volta de R$ 100 cada).

Emenda do deputado Bruno Covas (PSDB) prevê que o aluno possa, com a inscrição, disputar vaga em diversos cursos.

Para o projeto ser efetivamente votado, é preciso um acordo político entre os líderes partidários. Giriboni se reuniu nesta quarta com os reitores. A criação da comissão foi anunciada após o encontro. Até a conclusão da comissão, o projeto não deve ser votado na Assembleia.

"Fomos pegos de surpresa. Estamos abertos à discussão, mas antes é preciso uma análise interna nas universidades", disse o pró-reitor de graduação da Unicamp, Marcelo Knobel, no começo desta semana, ao comentar o avanço do projeto no Legislativo.

As universidades afirmam que não haverá mudança nos exames deste ano.

Em conversa reservada, um técnico ligado à seleção da Unicamp diz que haveria dificuldades logísticas, inclusive de segurança, para a implementação da proposta, devido ao tamanho que o exame tomaria --só para a USP costuma haver mais de 100 mil inscritos. "Já vimos no vazamento do Enem o que uma iniciativa dessa pode ocasionar", afirma.

Um membro da reitoria da Unesp também vê problemas na proposta, pois as instituições preferem ter o poder de definir o perfil dos seus calouros.

No ano passado, uma comissão para analisar o mesmo tema foi formada no Conselho Estadual da Educação, com integrantes das universidades, governo e conselho. Ainda não houve resultado prático.

"Pessoalmente, não vejo por que não se unificar, ao menos a primeira fase. No final do ano, o aluno tem vestibular todo fim de semana. É uma falta de respeito", diz o presidente do conselho, Arthur Fonseca Filho.

O calendário para este ano de vestibulares de oito dos principais vestibulares de São Paulo já está definido. A primeira fase da USP, por exemplo, será no dia 28 de novembro.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u717729.shtml

Crianças ignoram significado adulto de "pulseiras do sexo"

INARA CHAYAMITI
colaboração para a Folha Online

Pulseiras da amizade ou do sexo? Os adereços coloridos ganharam o braço dos jovens e também as páginas dos jornais. Para quem ainda não conhece, os plásticos fazem parte de um jogo que começou na Inglaterra e chegou ao Brasil pela internet.

Nele, a pessoa que tem sua pulseira arrebentada precisa cumprir a tarefa da cor correspondente. A brincadeira pode ir de um simples abraço à relação sexual de fato --mas, será que os pequenos dão mesmo este significado ao uso das pulseiras?

A videorreportagem ouviu alguns deles e descobriu que a maioria não sabia da conotação e passaram a conhecê-la após a divulgação pela imprensa. Mas, como já haviam aderido à moda, muitos continuam usando o adereço normalmente, para se integrar com a turma e porque acham bonitos.
Segundo vendedores, no entanto, as compras estão caindo e o produto está ainda mais barato --um pacotinho custava R$ 1 e agora, há promoções de 12 por R$ 5 na rua 25 de Março.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u663060.shtml

Rosely Sayão: Crianças usam pulseira, mas sem significado sexual

da Folha Online

Quanto mais pulseiras, mais popular a pessoa se torna no grupo. O material colorido de plástico, visto entre as entre as crianças e adolescentes como brinquedos ou mero acessório da moda, tem gerado polêmica nas escolas. Sites e jornais divulga que cada cor tem um significado, todos relacionados ao contato físico ou ao sexo.

Usar a pulseira amarela, por exemplo, representa um simples abraço; a roxa, beijo com a língua; a verde, sexo oral a ser praticado pelo menino; a azul, pela menina. Quem não usa as pulseiras é excluído do grupo e quem usa as cores preto e dourado é mais respeitado, segundo os sites.

Rosely Sayão, psicóloga, consultora em educação e colunista da Folha, diz que os pais devem averiguar se os filhos têm noção desse simbolismo. Segundo ela, não é o acessório que vai fazer as crianças iniciarem a vida sexual precocemente.
"Não é por causa do acessório que eles [os adolescentes] vão praticar o sexo. Eles vão tentar, e precocemente, porque esse é o tom do mundo. Elas estão hiperestimuladas pelas nossas publicidades e pelos comportamentos dos adultos. Nós é que estamos promovendo isso entre as crianças e adolescentes", diz Sayão.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u662906.shtml

Cidades decidem proibir o uso das "pulseiras do sexo" em escolas

da Agência Folha, em Curitiba
da Agência Folha em Manaus

Pelo menos três cidades já proibiram o uso das "pulseiras do sexo" entre alunos das escolas da rede municipal. Na maior delas, em Manaus, a Secretaria Municipal de Educação decidiu ontem (6) o veto dos adereços de plástico nas 450 instituições de ensino após a morte de duas jovens que usavam o produto.
A polêmica em torno do uso das pulseiras se intensificou na semana passada, quando foi divulgado o caso de uma menina de 13 anos que teria sido estuprada em Londrina (379 km de Curitiba) por causa do produto.
Na cidade paranaense, a polícia apura se ela foi violentada por incentivo do "jogo das pulseiras". Nele, quem arrebenta o acessório recebe uma retribuição sexual da dona do adereço que varia de acordo com a cor do produto --se for roxa, vale beijo de língua; preta, sexo, entre outras possibilidades.

Em Manaus, a polícia também investiga a relação de três casos com o uso das pulseiras. Em dois deles, jovens que usavam os adereços foram mortas.

Ao proibir as pulseiras nas escolas municipais de Manaus, onde estudam 240 mil alunos, o secretário de Educação, Vicente Nogueira, disse que a decisão foi uma precaução. Segundo ele, nenhum caso de agressão contra meninas foi registrado dentro das escolas da rede. "Não queremos [porém] que os diretores das escolas transformem isso (a proibição) num cavalo de batalha, mas que façam disso um momento de orientação", afirmou.

Em Maringá (426 km de Curitiba), a decisão foi inspirada após a suspeita de estupro da vizinha Londrina. Lá, a medida atinge 43 escolas da rede municipal de ensino.

De acordo com a assessoria da pasta, circulares foram enviadas aos pais dos alunos. Os comunicados pedem que os pais ajudem na fiscalização da medida. Se o aluno insistir em usar os adereços dentro da escola, os pais serão chamados para convencer os filhos a retirar a pulseira.

Já na cidade de Navegantes (95 km de Florianópolis), o uso da pulseira influenciou na criação de uma lei específica sobre o assunto. O prefeito Roberto Carlos de Souza (PSDB) sancionou a lei no início do mês passado. Ela proíbe o uso da pulseira nas 47 escolas da rede.

A nova legislação determina que os educadores se reúnam com os pais para ajudar na fiscalização e orientação sobre o comportamento sexual de crianças e adolescentes. Além das mortes registradas em Manaus, há outros casos de violência sexual que teriam relação com as pulseiras. Nos últimos 23 dias, conselhos tutelares da cidade registraram 14 casos de agressão e tentativa de violência contra meninas que usavam os adereços.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u717305.shtml

Após supervisão de cursos de medicina, MEC pode cortar 370 vagas

Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 19h16

Depois da supervisão de 20 cursos de medicina que obtiveram baixo desempenho no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), o MEC (Ministério da Educação) cancelou uma graduação e poderá cortar 370 vagas em oito cursos. Em nota, o ministério afirma que a medida foi tomada após a verificação do não cumprimento das medidas de saneamento que haviam sido determinadas às instituições.
O curso de medicina da Unig (Universidade Iguaçu) oferecido no campus de Nova Iguaçu (RJ) deverá ser suspenso; essa graduação oferecia 200 vagas anuais. Segundo a pasta, após o prazo de dois semestres letivos para cumprimento das medidas exigidas, a universidade não promoveu as melhorias necessárias. A Sesu (Secretaria de Ensino Superior) do MEC também determinou medida cautelar para que a Unig suspenda, imediatamente, o ingresso de novos alunos no curso.

Dos cursos que terão diminuição do número de vagas, seis -- da Unifoa (Centro Universitário Volta Redonda) (RJ), da Faciplac (Faculdade de Medicina do Planalto Central) (DF), da Unig de Itaperuna (RJ), da Unimar (Universidade de Marília) (SP), da Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) (SP) e da USS (Universidade Severino Sombra), em Vassouras (RJ)-- demostraram cumprimento parcial das exigências do governo e dois -- da Fimca (Faculdades Integradas Aparício Carvalho) (RO) e da Faculdade São Lucas (RO)--tiveram redução por terem apresentado precariedade na oferta de estágios.

As instituições têm 15 dias para apresentar defesa. Após esse período, o MEC avaliará as respostas e decidirá se os cursos serão ou não cancelados. Caso sejam, é possível apresentar recurso ao CNE (Conselho Nacional de Educação).

A supervisão, iniciada em 2008, foi feita por uma comissão de especialistas coordenada pelo médico Adib Jatene. Ao todo, 20 instituições deveriam ser avaliadas. De acordo com a nota do ministério, os cursos da Universidade Luterana do Brasil (RS), do Centro de Ensino Superior de Valença (RJ), da Universidade Nove de Julho (SP), da Universidade Metropolitana de Santos (SP) e do Centro Universitário Lusíadas (SP), também em supervisão, continuam com medidas cautelares e receberão visitas de reavaliação nos próximos meses.
Instituições

A USS, por meio de sua assessoria, informa que só irá se manifestar depois de ter acesso à nota técnica. Em nota, a instituição comemora a liberação do processo seletivo para o curso de medicina: "Aos interessados que sempre acreditaram nas atividades do curso, solicitamos que aguardem a publicação de edital", afirma.

Segundo a secretaria da coordenação do curso de medicina da Unig, nenhuma notificação oficial havia chegado à instituição. O UOL Educação tentou contato com o reitor Julio César da Silva entre 16h50 e 17h30, mas não havia mais ninguém no gabinete.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Unifoa informou que ainda não recebeu a notificação oficial sobre a redução de vagas. Após ser comunicada oficialmente, a instituição pretende apresentar sua defesa, uma vez que entende ter atendido todas os pedidos de melhoria da comissão avaliadora.

A Unaerp disse, em nota, que "recebe com tranquilidade a notícia e confia, plenamente, que o resultado final do processo de avaliação do MEC será a confirmação da qualidade de seu curso". De acordo com a instituição, a supervisão de seu curso de medicina é resultado do boicote feito pelos alunos ao Enade.

De acordo com a assessoria de imprensa da Fimca, a instituição só irá se pronunciar após comunicação do MEC.

A Unimar informa que só poderá se pronunciar após o recebimento do relatório com "as possíveis reprovações detectadas [pelo MEC] na última visita ao campus nos dias 11, 12 e 13 de março deste ano". A Faciplac também espera a divulgação da nota técnica para tomar as providências necessárias "com o objetivo de melhoria da qualidade do curso" assim que receber a nota técnica da pasta.

A Faculdade São Lucas deve se pronunciar ainda hoje a respeito da decisão do ministério.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/07/apos-supervisao-de-cursos-de-medicina-mec-pode-cortar-370-vagas.jhtm

Fatecs de SP recebem pedidos de isenção de taxa até esta quinta-feira

Da Redação
Em São Paulo
As Fatecs (Faculdades de Tecnologia de São Paulo) recebem até as 15h desta quinta-feira (8), pela web, as inscrições para isenção e redução da taxa de inscrição do processo seletivo 2010 de inverno. Segundo a instituição, serão oferecidas 6 mil isenções, entre totais e parciais. A taxa do vestibular custa R$ 70.

Os vestibulandos podem concorrer aos dois benefícios, desde que atendam aos requisitos determinados para esta finalidade. Para isso, é preciso efetuar duas inscrições e fazer duas entregas distintas de documentos comprobatórios.

Documentos
De 1º a 8 de abril, das 13h às 19h (somente nos dias úteis), o candidato deverá entregar os documentos pedidos pela instituição (veja a lista aqui) na secretaria da unidade em que se inscreveu.

No momento da entrega do envelope, é preciso preencher, assinar e entregar o requerimento de solicitação de isenção/redução da taxa, que será fornecido pela secretaria da Fatec. A resposta à solicitação será divulgada no dia 7 de maio, somente pela internet.

Requisitos
Para concorrer à isenção, é necessário ter renda familiar bruta mensal máxima de R$ 510, por pessoa. Se o candidato for independente, sua renda bruta máxima deverá ser nesse mesmo valor. O candidato deve residir em São Paulo.

Para concorrer à redução da taxa é preciso estar matriculado em curso pré-vestibular, curso superior de graduação ou pós-graduação. A remuneração mensal do interessado deve ser inferior a dois salários mínimos (R$ 1.020).

Inscrições
As inscrições para o vestibular serão realizadas entre os dias 7 de maio e 8 de junho. A aplicação da prova está marcada para 4 de julho e a primeira chamada será divulgada em 19 de julho.

Outras informações podem ser obtidas no site da instituição.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2010/04/08/ult798u25976.jhtm

Competição esportiva promove encontro de 2 mil estudantes

Portal do MEC
Dois mil estudantes da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vindos de todas as regiões do país, vão disputar 11 modalidades esportivas na terceira edição dos Jogos Brasileiros das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica (JIF 2010). A competição acontece em Brasília, de 23 a 29 de maio.

Nesta quarta-feira, 7, os delegados esportivos de 25 estados e do Distrito Federal se reuniram, em Brasília, com representantes dos ministérios da Educação, do Esporte, da Comissão Brasileira de Desporto Universitário e do Governo do Distrito Federal. Na pauta do encontro, sistema de inscrição de alunos, infraestrutura e logística dos jogos.

De acordo com o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco, os jogos serão uma oportunidade de integrar ainda mais a rede federal. “O esporte tem um papel agregador, que consegue movimentar as pessoas em torno de um objetivo comum. É uma experiência excelente ter 2 mil alunos da rede nesse clima de companheirismo”, destacou.

O encontro de delgados do JIF 2010 segue até esta sexta-feira, 9, no auditório do edifício sede do Ministério da Educação, em Brasília. Mais informações sobre a competição podem ser obtidas na página eletrônica do evento.

Assessoria de Imprensa da Setec

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Aulas na rede pública do Rio de Janeiro serão retomadas nesta quinta-feira

Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 18h43

As redes estadual e municipal do Rio de Janeiro devem retomar suas atividades na quinta-feira (8). A divulgação foi feita nesta tarde pelas respectivas assessorias de comunicação das pastas.

Segundo a secretaria estadual, a "medida que determinou o fechamento das unidades foi preventiva e teve como principal objetivo preservar alunos, professores e diretores de possíveis danos ocasionados pela chuva incessante".

O órgão municipal informou que, nesses dois dias em que as escolas estiveram fechadas, "a Secretaria trabalhou para que as crianças pudessem retornar às escolas e continuar os estudos com segurança". Cinco escolas estão sendo utilizadas como alojamento para desabrigados da chuva e, nesses locais, as aulas não serão retomadas.

A UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) anunciou que retomará as atividades administrativas nesta quinta (8), mas as aulas só retornarão na próxima segunda-feira (12) "a fim de que a administração da Reitoria e das faculdades, escolas e institutos possam providenciar a garantia das condições necessárias à retomada das atividades acadêmicas de ensino nos cursos de graduação e pós-graduação da universidade".
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/07/aulas-na-rede-publica-do-rio-de-janeiro-serao-retomadas-nesta-quinta-feira.jhtm

Programa mostra importância de um projeto coletivo na escola

Portal do MEC
O programa Caminhos da Escola desta semana, que vai ao ar nesta quinta-feira, 8, às 22h, apresenta um debate importante para educação: a democracia. Como alunos, pais e professores devem trabalhar em conjunto para construir um projeto pedagógico eficaz? A pergunta é respondida com o exemplo da Escola Estadual Osvaldo Aranha, no bairro do Brooklin, em São Paulo. Nela, a diretora promoveu um novo modelo de gestão ao criar o conselho de classe participativo que envolve toda a comunidade escolar.

A diretora Maria Carolina Moraes conta que não havia diálogo na escola, o que trazia problemas não apenas para a administração, mas também para os alunos da instituição. Ela decidiu trabalhar com a construção coletiva do projeto pedagógico para resgatar a confiança dos estudantes e da comunidade.

Para reforçar o debate sobre a importância da educação, o jornalista Heródoto Barbeiro, apresentador da CBN e da TV Cultura, é o convidado para debater com os alunos. Ele conversa com estudantes da Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz, de Pinheiros (SP), sobre a profissão de jornalista e sua volta para a sala de aula como aluno aos 63 anos, após 20 anos trabalhando como professor. O jornalista acredita que a participação da comunidade na escola é parte da cidadania. Barbeiro aproveita para conversar sobre política com os jovens e provoca neles uma reflexão sobre o seu papel na sociedade.

Abelhas – Nessa edição, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental do Campo Hermínio Pagotto aprendem mais sobre abelhas nativas. Eles terão o desafio de produzir uma cartilha voltada para donos de pequenas propriedades rurais. O material será distribuído para que o grupo trabalhe na preservação dessas abelhas que correm risco de extinção devido ao desmatamento, às queimadas e ao uso de agrotóxicos.

O programa Caminhos da Escola é uma parceria do MEC com a TV Cultura, realizado pela Conspiração Filmes. O objetivo é mostrar como a educação é capaz de transformar trajetórias individuais e sociais, dentro e fora da escola. O programa será exibido na TV Escola todas as quintas-feiras, às 22h, com reprises aos sábados, às 17h e segundas, às 22h. A TV Escola pode ser sintonizada via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país e por meio da internet no Portal do MEC. O sinal está disponível também nas tevês por assinatura via Embratel (canal 123), Sky (canal 112) e Telefônica (canal 694).

Assessoria de Imprensa da Seed

Assista à chamada do programa

Destinados R$ 8,8 milhões a municípios para convênios

Portal do MEC
Quarta-feira, 07 de abril de 2010 - 14:26
Recursos de R$ 8,8 milhões foram destinados esta semana a municípios que firmaram convênios para aquisição de ônibus escolares, mobiliário e equipamento de instituições de ensino infantil e para a construção de creche. Os recursos, liberados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, são provenientes dos programas Caminho da Escola e de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).

Foram contemplados três municípios do Amazonas; dois da Bahia; um do Ceará; um de Goiás; quatro de Minas Gerais; um de Mato Grosso do Sul; um de Mato Grosso; um da Paraíba; um do Piauí, dois do Paraná; três do Rio de Janeiro; dois do Rio Grande do Norte; um do Rio Grande do Sul; um de Santa Catarina; quatro de Sergipe; quatro de São Paulo e um de Tocantins.

Os valores podem ser conferidos na página eletrônica do FNDE.

Assessoria de Imprensa do FNDE

Professor discutirá programas nacionais em série de seminários

Portal do MEC
Quarta-feira, 07 de abril de 2010 - 11:32
Estão abertas as inscrições para uma série de seminários sobre os programas nacionais do Livro Didático (PNLD) e Biblioteca da Escola (PNBE). Podem participar professores, diretores de escolas públicas e funcionários responsáveis pelos programas nos estados e municípios.

Nos encontros sobre o PNLD serão apresentados e discutidos os princípios didático-pedagógicos que norteiam os programas do livro do Ministério da Educação. Também estarão em discussão os processos de escolha das coleções didáticas destinadas aos alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental. A indicação das obras cabe aos professores das escolas da rede pública.

Serão promovidos quatro seminários, que contemplarão todas as regiões do país. O primeiro, no Rio de Janeiro, para os educadores da região Sudeste, será realizado do dia 28 ao dia 30 deste mês. As inscrições vão até o dia 16.

O encontro sobre o PNBE visa a discutir a constituição das bibliotecas escolares, a formação do aluno leitor e do professor como mediador da leitura.

As inscrições devem ser feitas na página eletrônica do Ministério da Educação.

Assessoria de Comunicação Social

Cursos de medicina que não cumprem exigências deverão reduzir as vagas

Portal do MEC
Quarta-feira, 07 de abril de 2010 - 17:19
A Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação instaurou processo para o encerramento de oferta e redução de vagas em cursos de medicina que estavam sob processo de supervisão.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 7, após a verificação de não cumprimento, por parte das instituições, das medidas de saneamento determinadas pelo MEC. As instituições terão 15 dias para apresentar defesa, antes da decisão final da Sesu.

“A supervisão dos cursos de medicina serve para dar às pessoas segurança da formação de quem vai cuidar da saúde de todo o povo”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. “Não temos excesso de médicos. O que precisamos é adequar o número de vagas oferecidas à capacidade de atendimento da instituição, zelando pela qualidade do ensino.”

O curso que deverá ter sua oferta encerrada é o oferecido pela Universidade Iguaçu, campus de Nova Iguaçu (RJ). A decisão teve como base o parecer da comissão de especialistas que auxilia o MEC no processo de supervisão. Após o prazo de dois semestres letivos para cumprimento das medidas exigidas pelo ministério, a instituição não promoveu as melhorias necessárias para a oferta de um ensino de qualidade. Para preservar os interesses dos estudantes, a Sesu determinou medida cautelar para que a instituição suspenda, imediatamente, o ingresso de novos alunos.

Outros seis cursos que, após expirado o prazo de saneamento, demonstraram o cumprimento parcial das exigências do MEC, deverão reduzir o número de vagas oferecidas em seus processos seletivos.

Além desses cursos, outros dois deverão reduzir o número de vagas. O curso das Faculdades Integradas Aparício Carvalho (RO), que passou por processo administrativo por não ter cumprido as medidas de saneamento, deverá limitar a 40 as vagas ofertadas anualmente.

Outro curso que deverá reduzir para 40 vagas anuais é o oferecido pela Faculdade São Lucas (RO). A redução tem caráter cautelar e terá validade até a conclusão do processo de reconhecimento do curso. A medida foi adotada após a verificação da oferta de estágios de prática médica em situação precária.

Após o encerramento dos processos, as medidas representarão o fechamento de um curso e a redução de 370 vagas. Considerando que os recentes processos de autorização de cursos de medicina têm fixado em 40 o número de vagas de ingresso, a redução equivale ao encerramento de, aproximadamente, 9 cursos.

Os cursos da Universidade Luterana do Brasil (RS), do Centro de Ensino Superior de Valença (RJ), da Universidade Nove de Julho (SP), da Universidade Metropolitana de Santos (SP) e do Centro Universitário Lusíadas (SP), também em supervisão, continuam com medidas cautelares e receberão visitas de reavaliação nos próximos meses.

A secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari, lembrou que os alunos já matriculados não serão afetados. “Pelo contrário, a tendência é que se beneficiem, já que a atenção se volta para eles. Onde se reduz vaga, a tendência é de melhora da qualidade do ensino”, explicou.

De acordo com o médico Adib Jatene, que preside a comissão de supervisão dos cursos de medicina, o maior problema das instituições que sofreram as medidas é o campo de treinamento dos estudantes. “Não dá para ensinar medicina onde não há doentes. Nessas instituições, havia mais alunos do que a capacidade de treiná-los. O ideal é que haja cinco leitos para cada vaga”, afirmou, referindo-se aos complexos médico-hospitalares e ambulatoriais das instituições, onde os alunos têm aulas práticas.

Assessoria de Comunicação Social

terça-feira, 6 de abril de 2010

Em MT, vereador quer proibir uso de pulseiras coloridas

Agencia Estado

Em Cuiabá

Tramita na Câmara Municipal de Várzea Grande (MT) um projeto de lei que proíbe o uso das pulseiras de plástico coloridas, também conhecidas como "pulseiras do sexo", nas escolas da rede municipal. De autoria do vereador Antonio José de Oliveira, o Toninho do Glória, do PV, o projeto prevê autonomia e poder a diretores de escolas para proibir o uso de tais adereços.

O projeto prevê também que tal proibição seja precedida de um trabalho de conscientização das crianças, adolescentes, pais e professores. O vereador, que preside a ONG MT Contra a Pedofilia, acredita que por trás do uso das pulseiras existe a "exacerbação da sexualidade entre adolescentes".

O Conselho Tutelar de Várzea Grande registrou no primeiro trimestre do ano aproximadamente mil novos casos de denúncia de violência contra criança e adolescente. "Isso não pode e nem deve continuar, mas só poderemos barrar isso através de uma mobilização, começando pelas escolas de braços dados com as famílias."
Venda

O vereador quer ir além da simples proibição do uso. Ele quer impedir também a venda no comércio formal e informal da cidade. "Não adianta proibir só o uso. Devemos proibir também a venda com sanções penais aos que desobedecerem", disse. Assessores preparam um aditivo ao projeto.

Os adereços coloridos viraram moda entre os adolescentes brasileiros no fim do ano passado. Eles fazem parte de um jogo que começou a ser difundido nos Estados Unidos. Cada cor de pulseira representa um significado e, quando ela é arrebentada por alguém, o dono do acessório é obrigado a realizar a tarefa correspondente à cor da pulseira.

A modalidade virtual do jogo passou ser usada por pedófilos para aliciar menores, segundo alerta da ONG Safernet. Em seu formato online, o jogo é disseminado dentro de sites de relacionamento, em comunidades que tratam exclusivamente do assunto.
Pedofilia

O vereador disse que o projeto é apenas mais um de sua autoria no combate à pedofilia em seu município. Na Câmara tramita projeto que obriga estabelecimentos comerciais e escolas de Várzea Grande a fixarem cartazes com o seguinte dizer: "Exploração sexual deixa marcas para toda vida. Denuncie Já." "O nosso objetivo é ampliar as ações de combate a este tipo de crime, aumentando a rede de proteção", afirmou.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/04/06/em-mt-vereador-quer-proibir-uso-de-pulseiras-coloridas.jhtm

Quais são as carências na formação atual do professor?

Uma reportagem publicada pelo "New York Times" destaca que, nos EUA, o currículo em cursos de formação docente privilegia o estudo de grandes teorias de aprendizagem de forma desconectada da prática, e professores chegam em sala sem saber como lidar com os alunos. Além disso, falta clareza a respeito do que deve ser ensinado.

Na avaliação da educadora Guiomar Namo de Mello, esse diagnóstico se aplica também ao Brasil, com o agravante de que a formação docente aqui é ainda mais precária. "O manejo de sala de aula, a gestão do tempo, do espaço, o estabelecimento de vínculos com os alunos. Isso tudo exige competências das quais nossos professores hoje passam longe", diz Guiomar, ex-secretária municipal da Educação em São Paulo e ex-integrante do Conselho Nacional de Educação.

No Colégio Santa Maria, em São Paulo, a professora Lélia de Lucca concorda com a educadora. Ela desenvolveu uma técnica de trabalho com seus alunos de seis anos, em que cada criança recebe um desafio personalizado, e procura repassá-la aos novos colegas. "Os professores mais jovens chegam muito carentes desse tipo de prática em sala de aula. Neste sentido, dá certa saudade do antigo curso de magistério, em que havia muita ênfase na organização da turma e em técnicas de ensino."

*As informações são da Folha de S. Paulo.

Na sua opinião, quais são as carências na formação atual do professor?
Retirado do site:http://forum.educacao.blog.uol.com.br/arch2010-04-04_2010-04-10.html#2010_04-05_12_42_57-8953204-0

Projetos de estímulo à leitura valem prêmios de R$ 30 mil

Potal do MEC
Segunda-feira, 05 de abril de 2010 - 15:29
Educadores, agentes de leitura e profissionais que desenvolvem atividades de leitura em escolas, bibliotecas, instituições e empresas públicas e privadas podem apresentar trabalhos e concorrer ao Prêmio Vivaleitura 2010. As inscrições se estendem até 2 de julho. A quinta edição do Vivaleitura vai distribuir R$ 90 mil, entre três categorias.

Para concorrer à edição 2010, o regulamento prevê prazos de início e conclusão dos projetos: experiências que começaram em janeiro de 2008 e que serão concluídas em julho de 2010, ou projetos permanentes com indicadores de resultados. O relato do trabalho não deve ultrapassar seis páginas e cada participante pode inscrever um projeto por categoria.

Iniciativa dos ministérios da Educação e da Cultura, o prêmio tem a coordenação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha. Democratizar o acesso ao livro, estimular a leitura e a formação cidadã, valorizar o livro e a leitura e apoiar a criação e a produção literárias são objetivos do prêmio.

Cada categoria concorre a R$ 30 mil, em dinheiro: bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; escolas públicas e privadas, e sociedade, o que compreende empresas, organizações não-governamentais, pessoas físicas, universidades e instituições sociais.

O prêmio, previsto para o período 2006-2016, é uma das ações do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), criado em 2005 para estimular, fomentar e reconhecer boas práticas de leitura no país. Vivaleitura é o nome dado no Brasil ao Ano Ibero-Americano da Leitura, comemorado em 21 países das Américas e da Europa desde 2005. Da primeira edição, em 2006, a 2009, concorreram ao prêmio mais de 8,5 mil trabalhos com a participação de escolas, entidades ou organizações sociais de todos os estados da Federação. Nos quatro anos foram distribuídos R$ 360 mil em prêmios. Em 2009, concorreram 1.803 projetos.

Inscrições – O regulamento e a ficha de inscrição estão na página eletrônica do prêmio. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas pela internet ou por carta registrada, com aviso de recebimento para o endereço: Caixa Postal 71.037-7, CEP 03.410-970 – São Paulo (SP).

A seleção dos trabalhos será realizada por uma comissão de especialistas em leitura. A divulgação dos 15 finalistas será em setembro e a premiação em novembro, em Brasília. Dentre os 15 finalistas sairão os três vencedores, um por categoria.

Ionice Lorenzoni

Bolsistas selecionados viajam para a Espanha na próxima segunda-feira

Portal do MEC
Segunda-feira, 05 de abril de 2010 - 19:20
Frio na barriga, ansiedade, mas, acima de tudo, esperança e vontade de aprender. São esses os sentimentos relatados pelos dez bolsistas do Programa Universidade para Todos (Prouni) que foram selecionados para estudar na Universidade de Salamanca, na Espanha. Os alunos, que embarcam para o país europeu no próximo dia 12, tiveram um encontro com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta segunda-feira, 5.

Os dez alunos selecionados são da Bahia, Minas Gerais, Paraná, Maranhão, Espírito Santo e São Paulo. Eles foram os primeiros colocados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, em sete áreas específicas, que atendem aos critérios do Prouni e aceitaram cursar a graduação na Universidade de Salamanca. A parceria entre o Ministério da Educação e a instituição espanhola foi firmada em janeiro deste ano.

Ao conhecer os bolsistas e desejar a eles bons estudos durante os quatro anos em que ficarão fora do Brasil, o presidente Lula ressaltou a importância de convênios entre diferentes países. “Agora, estamos mandando nossos alunos para fora, mas o Brasil já tem condições de receber alunos estrangeiros também, para estudar em nossas universidades, em cursos de excelência”, disse.

De acordo com o ministro Fernando Haddad, o país já vem sendo procurado por outras instituições estrangeiras. “As fronteiras se abrem. Este ano, oferecemos dez bolsas, mas espero que possamos chegar a cem ou a mil nos próximos anos”, enfatizou.

Os estudantes se dizem animados e já começaram a aprender a língua espanhola, em um curso preparatório que teve início no Brasil e vai seguir na Espanha, até que comecem as aulas na universidade, em setembro. O curso de espanhol vai auxiliar os jovens no teste de proficiência que farão em junho.

Nenhum deles já esteve fora do país. Por isso mesmo, fizeram amizade entre eles e prometeram ajudar uns aos outros enquanto estiverem fora. “Ainda mais, porque estaremos longe das nossas famílias”, disse Rubens Lima, de 17 anos, o mais novo do grupo. O rapaz, de Osasco (SP), conta que, no começo, ficou assustado com a proposta. “Minha mãe não queria que eu saísse de casa, ainda mais para um lugar tão longe. Mas, resolvi aceitar o convite, já que a Universidade de Salamanca é uma das melhores do mundo e hoje estou muito feliz por ter essa oportunidade”, afirmou.

Todos os estudantes vêm de famílias de baixa renda. Todos, também, se mostraram capazes de superar desafios e alcançaram boas notas no exame que os levou a conquistar uma vaga na universidade espanhola. Enquanto a nota mínima para classificação no Prouni era de 400 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os dez bolsistas chegaram além dos 700 pontos.

Danilson Silva, de 18 anos, morador de Caxias (MA), chegou à nota 771 e conseguiu passar para o curso que queria: engenharia de informática. Só não imaginava que cursaria sua graduação na Espanha. “Quando recebi o telefonema do Ministério da Educação, fiquei pensando se era verdade. Mas, mesmo assim, aceitei na hora”, relatou. A bolsa do Prouni não foi a primeira conquista na vida escolar de Danilson; o aluno foi medalhista de prata e bronze em três edições da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

Haddad considera o desempenho dos alunos bolsistas equivalente ao desempenho de estudantes de países de primeiro mundo. O ministro ainda fez questão de lembrar da contrapartida dos alunos que vão para a Espanha. “Só têm dois compromissos a cumprir: obter bom desempenho acadêmico e voltar ao Brasil”. Na visão de Danilson, essa é uma questão de ordem. “Quero ajudar no desenvolvimento do nosso país”, destacou.

O intercâmbio nesta primeira versão do chamado Prouni Internacional – que oferecerá 40 bolsas ao longo de quatro anos – será nas seguintes áreas: pedagogia, matemática, farmácia, engenharia civil, engenharia química, comunicação social e engenharia de informática.

Para que tenham condições de subsistir no país, os alunos receberão uma bolsa permanência paga pelo banco Santander, de até 11,8 mil euros por ano – o que equivale a cerca de R$ 30 mil – para custear hospedagem, alimentação e um deslocamento anual da Espanha para o Brasil, na época do recesso de fim de ano.

Letícia Tancredi

Universidade paranaense adere ao Enem e preenche suas vagas

Portal do MEC
Segunda-feira, 05 de abril de 2010 - 16:36
A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) finalizou o período de matrículas para novos alunos dos cursos de graduação com o preenchimento de todas as 2.784 vagas oferecidas. Contando com as três etapas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ao qual a universidade aderiu e que adota como critério único de seleção a nota do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), foram realizadas nove chamadas: quatro pelo Ministério da Educação e cinco pela UTFPR.

O pró-reitor de Graduação e Educação Profissional, Maurício Alves Mendes, observou que o Sisu traz benefícios tanto para as instituições como para os candidatos, de acordo com a avaliação da UTFPR e todas as universidades que aderiram ao sistema.

“No caso da Universidade Tecnológica, até o vestibular de inverno de 2009, os candidatos somente poderiam se inscrever e prestar o exame em onze localidades”, exemplifica o pró-reitor. “Com o Sisu, tivemos candidatos inscritos de todo o território nacional, com uma prova única, elaborada com métodos estatísticos desenvolvidos pelo Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira]”, completa.

O resultado foi um número de inscrições expressivo. Apenas na primeira etapa do Sisu, a UTFPR registrou 46.278 candidatos inscritos. Em comparação com o último vestibular de verão, realizado em 2009 e que obteve 16.282 inscrições, foi um aumento de quase 200%.

Para Maurício Mendes, o programa desenvolvido para inscrições e matrículas do Sisu é bem funcional e permite a personalização por parte das universidades de acordo com suas peculiaridades e autonomia. “No entanto, temos consciência dos transtornos causados aos candidatos, assim como à nossa própria comunidade. Mas já tivemos retorno por parte do MEC dos ajustes que estão sendo implementados, levando-se em consideração as sugestões das próprias universidades participantes”, salienta.

O pró-reitor afirma ainda que a UTFPR, assim como a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), estará permanentemente avaliando o Sisu e a sua permanência no sistema.

Seleção de inverno – O processo seletivo de inverno de 2010 será novamente realizado pelo Sisu, já com aprimoramentos na lógica de inscrição e chamadas. A previsão é que sejam utilizadas novamente as notas do Enem 2009. Inscrições, seleção e matrículas devem acontecer em junho.

Diferente da primeira edição do Sisu, a seleção terá apenas uma etapa de inscrição. Os estudantes optarão por dois ou três cursos e, logo nesse momento, será gerada uma lista de classificação (espera). De acordo com essa lista é que as universidades farão suas chamadas – quantas forem necessárias para cada instituição preencher suas vagas.

Quanto ao Enem 2010, a prova deve acontecer em novembro. Segundo o MEC, as inscrições dos alunos deverão ser feitas entre junho e meados de julho, com prova nos dias 6 e 7 de novembro, e resultado no dia 6 de janeiro.

Na primeira edição do Sisu, a UTFPR ofertou 2.784 vagas em 74 cursos nos 11 campi, todas para o primeiro semestre letivo. As novidades foram os cursos de Engenharia Eletrônica, em Campo Mourão; Engenharia da Computação, em Cornélio Procópio; Engenharia de Alimentos e Engenharia Ambiental, em Medianeira; e Engenharia Química e Ciência da Computação, em Ponta Grossa.

Assessoria de Imprensa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Instituições ganham mais prazo para fornecer suas informações

Portal do MEC
Segunda-feira, 05 de abril de 2010 - 18:17
As instituições de educação superior ganharam mais tempo para preencher o Censo da Educação Superior 2009. O fornecimento de dados, realizado mediante preenchimento de sistema de coleta via internet, poderá ser feito até o dia 30 de abril.

Nesta edição o Censo da Educação Superior foi totalmente reformulado. Pela primeira vez estão sendo colhidas informações individualizadas por docente e aluno. E estão sendo levantados dados sobre instituições – como infraestrutura da sede, campi e pólos, localização e estrutura de bibliotecas e laboratórios – e cursos: número de vagas oferecidas, modalidade de ensino, nível acadêmico, vínculo com a unidade e com instalações para aulas práticas.

O preenchimento deve ser feito no sítio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), onde também estão disponíveis instruções detalhadas sobre o novo sistema e as etapas de preenchimento e migração de dados.

Assessoria de Imprensa do Inep

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Qual a diferença entre licenciatura e bacharelado?

da Folha de S. Paulo, em Campinas

Escolher entre uma carreira de licenciatura ou bacharelado é muito mais do que escolher apenas uma modalidade de curso de graduação. Trata-se de uma escolha que tem muito a ver com a vocação.

É o caso, por exemplo, da estudante Marcela Azemir Musse, 36, que cursa o segundo ano de pedagogia no Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto.

Depois de cursar administração de empresas e até trabalhar na área por algum tempo, Musse resolveu voltar para a faculdade, motivada pelo desejo de ensinar. "A educação sempre foi uma coisa que me chamou a atenção, desde o colegial eu tinha o desejo de ser professora", diz.

Hoje, para complementar o curso de pedagogia, Musse faz estágio em uma unidade do Sesi, em Ribeirão. "Trabalho com crianças do ensino fundamental. O melhor de tudo é que com crianças dessa idade a gente vê o resultado do trabalho. Isso é muito compensador", afirma ela.

Aliás, essa é uma das características principais da licenciatura, que ensina ao aluno, além das disciplinas inerentes ao curso escolhido, técnicas que o tornarão apto a transmitir o aprendizado, tornando-o um professor.

No bacharelado, a formação proporcionada ao aluno é voltada para o mercado de trabalho, o que o torna apto apenas a desenvolver uma atividade em determinada área de atuação.

Durante os quatro anos de formação em licenciatura, o aluno aprende, entre outras coisas, fundamentos da política educacional, gerenciamento e avaliação do aprendizado. "É um processo muito importante, pois é conhecendo esse conteúdo que o aluno descobre se tem ou não vocação para o ensino", diz Márcia Strazzacappa, coordenadora das licenciaturas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Apesar da carência de professores no país, coordenadores dos cursos de licenciatura dizem que a procura pelos cursos tem crescido nos últimos anos.

"Creio que isso vem acontecendo porque a carreira de professor tem sido mais valorizada", avalia Valter de Paula, diretor acadêmico do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto.

Essa também é a tese defendida por Strazzacappa. Para ela, além da valorização do ensino e do profissional, o mito sobre os cursos de licenciatura tem se desfeito. "Muita gente pensava que a licenciatura não era um curso superior e que, por isso, não habilitava o aluno a continuar os estudos, o que não é verdade", diz.

A licenciatura, assim como os cursos de bacharelado, permite que o aluno continue a sequência acadêmica, com especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

* Mão dupla*

"Em geral, os cursos de licenciatura contemplam as disciplinas que são ensinadas na escola, mas isso não impede que o aluno parta para o bacharelado, em vez de seguir para a educação", explica Strazzacapa.

A maior oferta de cursos de licenciatura é em conjunto com o bacharelado. Nesses cursos mistos, o aluno tanto pode escolher uma modalidade e cursar as matérias específicas dela como fazer as duas.
"Fica um pouco pesado, mas temos muitos alunos que fazem as duas coisas", diz Maria Helena Goldman, da comissão coordenadora do curso de ciências biológicas da USP (Universidade de São Paulo), em Ribeirão Preto.

Segundo ela, o que faz com que muitos alunos optem por cursar as duas modalidades é a possibilidade de escolha. "É sempre bom ter algo a mais", completa.
Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u697159.shtml

PUC Minas inicia inscrições para o vestibular de inverno de 2010 hoje (5)

Da Redação
Em são Paulo
Começa nesta segunda-feira (5) o prazo de inscrições para o vestibular do 2º semestre de 2010 da PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), nas unidades de Belo Horizonte, Região Metropolitana e interior de Minas Gerais. As inscrições devem ser feitas pela internet até 19 de maio.

Para os cursos de graduação tecnológica, as inscrições serão do dia 20 de maio a 14 de junho.

A data das provas para as unidades de Belo Horizonte e Região Metropolitana será no dia 13 de junho, e a taxa de inscrição é de R$ 75. Já nos campi do interior, a prova será realizada em 19 de junho, e o valor da inscrição é de R$ 35. Para os cursos de graduação tecnológica, o processo seletivo ocorre em 27 de junho, com taxa de R$ 40.

Em Belo Horizonte, os cursos são oferecidos no campus Coração Eucarístico e unidades Barreiro, São Gabriel e Praça da Liberdade. Na Região Metropolitana, há unidades em Betim e Contagem. No interior de Minas, os candidatos têm à sua disposição os campi de Arcos, Poços de Caldas, Serro e Guanhães.

Ensino a distância
Os interessados nos cursos a distância na PUC Minas Virtual devem se inscrever até o dia 19 de maio. A prova, que consiste em uma redação, será aplicada em 19 de junho. A taxa é de R$ 35. Os cursos ofertados são: administração, ciências contábeis e superior de tecnologia em gestão pública (gestão de estabelecimentos prisionais).

Os polos de apoio presencial localizam-se em Belo Horizonte (Barreiro e São Gabriel), Arcos, Betim, Contagem, Guanhães, Juiz de Fora, Mariana, Pirapora, Poços de Caldas, Serro e Teófilo Otoni. Outras informações podem ser obtidas no site da instituição.
Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2010/04/05/ult798u25973.jhtm

Saiba mais sobre Pós-Graduação

Portal do MEC
Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presenciais (nos quais se incluem os cursos designados como MBA - Master Business Administration), oferecidos por instituições de ensino superior, independem de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento e devem atender ao disposto na Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007.

Os cursos de pós-graduação lato sensu a distância podem ser ofertados por instituições de educação superior, desde que possuam credenciamento para educação a distância.

Aprofundamento na legislação sobre pós-graduação lato sensu:

1 - Os cursos de especialização somente podem ser oferecidos por instituições de ensino superior já credenciadas que poderão oferecer cursos de especialização na área em que possui competência, experiência e capacidade instalada. A instituição credenciada deve ser diretamente responsável pelo curso (projeto pedagógico, corpo docente, metodologia etc.), não podendo se limitar a “chancelar” ou “validar” os certificados emitidos por terceiros nem delegar essa atribuição a outra entidade (escritórios, cursinhos, organizações diversas). Não existe possibilidade de “terceirização” da sua responsabilidade e competência acadêmica;

2 - Observados esses critérios, os cursos de especialização em nível de pós-graduação independem de autorização, reconhecimento e renovação do reconhecimento (o que lhes garante manter as características de flexibilidade, dinamicidade e agilidade), desde que oferecidos por instituições credenciadas;

3 - Os cursos designados como MBA - Master Business Administration ou equivalentes nada mais são do que cursos de especialização em nível de pós-graduação na área de administração;

4 - Apenas portadores de diploma de curso superior podem ser neles matriculados;

5 - Estão sujeitos à supervisão dos órgãos competentes, a ser efetuada por ocasião do recredenciamento da instituição, quando é analisada a atuação da instituição na pós-graduação (Ministério da Educação, no caso dos cursos oferecidos por instituições privadas e federais, bem como os ofertados na modalidade a distância; sistemas estaduais, nos casos dos cursos oferecidos por instituições estaduais e municipais);

6 - As instituições que oferecem cursos de especialização devem fornecer todas as informações referentes a esses cursos, sempre que solicitadas pelo órgão coordenador do Censo do Ensino Superior, nos prazos e demais condições estabelecidas;

7 - O corpo docente deverá ser constituído necessariamente por, pelo menos, 50% (cinqüenta por cento) de professores portadores de título de mestre ou de doutor, obtido em programa de pós-graduação stricto sensu reconhecido. Os demais docentes devem possuir, no mínimo, também formação em nível de especialização. O interessado pode solicitar a relação dos professores efetivos de cada disciplina prevista no projeto pedagógico, com a respectiva titulação;

8 - Os cursos devem ter duração mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas, nestas não computado o tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, e o reservado, obrigatoriamente, para elaboração de monografia ou trabalho de conclusão de curso. A duração poderá ser ampliada de acordo com o projeto pedagógico do curso e o seu objeto específico. O interessado deve sempre solicitar o projeto pedagógico do curso;

9 - Os cursos de especialização em nível de pós-graduação a distância só poderão ser oferecidos por instituições credenciadas pela União, conforme o disposto no § 1º do art. 80 da Lei 9.394, de 1996;

10 - Os cursos a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso;

11 - Farão jus ao certificado apenas os alunos que tiverem obtido aproveitamento segundo os critérios de avaliação previamente estabelecidos (projeto pedagógico), assegurada, nos cursos presenciais, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) de frequência;

12 - Os certificados de conclusão devem mencionar a área de conhecimento do curso e serem acompanhados do respectivo histórico escolar, do qual deve constar, obrigatoriamente: I - relação das disciplinas, carga horária, nota ou conceito obtido pelo aluno e nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; II - período e local em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; III - título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou conceito obtido; IV - declaração da instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da presente Resolução; e V - indicação do ato legal de credenciamento da instituição, tanto no caso de cursos ministrados a distância como nos presenciais;

13 - Os certificados de conclusão de cursos de especialização em nível de pós-graduação devem ter registro próprio na instituição credenciada que o ofereceu.

14 – Todos os interessados em curso de especialização em nível de pós-graduação devem pesquisar as instituições de ensino superior credenciadas da sua região. Existe um portal que oferece informações sobre as instituições de educação superior credenciadas e os cursos superiores autorizados: http://emec.mec.gov.br. Todas as instituições de ensino superior credenciadas que constam desse cadastro podem também oferecer cursos de especialização para os já graduados, sem prévia autorização nem posterior reconhecimento, nas áreas em que atuam no ensino de graduação.

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...