segunda-feira, 28 de setembro de 2015

UFPE- Abertas inscrições para I Simpósio Nordestino em Neurociências, Nutrição e Desenvolvimento Humano

Portal da UFPE

Estão abertas as inscrições para o NeuroNutri 2015 e Ciclo de Palestras em Nutrição e Educação Física, que ocorrerão, simultaneamente, em 12 e 13 de novembro, sob organização da UFPE em colaboração com a UFCA/Juazeiro do Norte e USP, no Centro de Ciências da Saúde da UFPE. O NeuroNutri 2015 é destinado, prioritariamente, a estudantes, professores e pesquisadores envolvidos nessa grande área da saúde e de áreas afins.
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O evento tem como escopo a divulgação e discussão de pesquisas, experiências profissionais e de intercâmbios referentes a assuntos que contemplem as Neurociências Clínica e Experimental, Comportamento e Nutrição Humana, Experimental e Atividade Física. Já o Ciclo de Palestras visa ampliar novos conhecimentos e estratégias nacionais para um melhor aproveitamento de atletas brasileiros nas Olimpíadas de 2016. Veja a programação e mais informações no site do evento.
Mais informações
Departamento de Nutrição
(81) 2126.8470 / 8471
retirado do site:https://www.ufpe.br/agencia/index.php?option=com_content&view=article&id=53648:abertas-inscricoes-para-i-simposio-nordestino-em-neurociencias-nutricao-e-desenvolvimento-humano&catid=50&Itemid=72

UFPE - Agendada para outubro a VI Jornada de Estudos sobre Etnicidade

Portal da UFPE

Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (Nepe) da UFPE realizará, nos dias 21 a 23 de outubro, a jornada de estudos antropológicos e direitos territoriais, com a participação, na conferência de abertura, do professor Antonio Carlos de Souza Lima, presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA).
O evento, que contará com mesas-redondas, fórum de debates e grupos de trabalhos sobre a temática da etnicidade e os estudos antropológicos, também receberá a professora Irene Bellier, da Escola de Altos Estudos e Ciências Sociais de Paris, e a professora Susana Viegas, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A jornada contará com o apoio da Capes, da Embaixada Francesa e da Universidade Lisboa. A programação ainda será definida.
retirado do site:https://www.ufpe.br/agencia/index.php?option=com_content&view=article&id=53831:agendada-para-outubro-a-vi-jornada-de-estudos-sobre-etnicidade&catid=242&Itemid=72

Bateu ansiedade? Veja 7 dicas para se preparar emocionalmente para o Enem

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo

Quanto mais perto de uma prova decisiva, maior costuma ser a ansiedade dos candidatos que se preparam para o tão esperado dia. A ideia de que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou o vestibular pode mudar o rumo da sua vida – ou adiar os planos por mais um ano — pode causar o maior frio na barriga.
"Essa ansiedade vem da expectativa -- individual e a da família -- que colocamos no vestibular e no Enem, mas essa ansiedade pode gerar prejuízos, diminuir a concentração e a capacidade de raciocínio, aumentar a dificuldade de interpretação", afirma a psicóloga Camila Cury.
A pergunta que não quer calar é: como lidar com as emoções envolvidas nessa fase? Para dar uma ajudinha, a psicóloga aponta, a seguir, sete dicas para não surtar até o dia do exame.

Confira as dicas

Thinkstock
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1

 

Domine os seus pensamentos

Na reta final bateu um desespero? Você acha que não vai conseguir? Nada de ficar pensando que você não é bom ou que não vai dar conta. "Esse pensamento angustiante bloqueia a memória, então você precisa agir", afirma a psicóloga. Para isso, ela indica a técnica que chama de DCD (duvidar, criticar e determinar). Quando o pensamento negativo chegar, você deve avaliá-lo de forma crítica e agir sobre ele, determinando atitudes saudáveis e positivas.
Reprodução/Nationswell
Reprodução/Nationswell

2

 

Dormir é fundamental

Não adianta perder uma noite de sono para ficar estudando. Para a psicóloga, isso não é saudável e prejudica o seu desempenho nos estudos. "O sono é fundamental. Ficar sem dormir pode resultar em um rendimento cognitivo menor", afirma Cury. Por isso, é importante ter hora certa para dormir e, 30 minutos antes, desligar os aparelhos eletrônicos. "Pode ser que no começo seja muito difícil, mas é um treinamento. Assim como esporte, é difícil no começo, mas você se adapta aos poucos. O mesmo acontece na psique".
Reprodução/Propel Perform
Reprodução/Propel Perform

3

 

Cuidado com a alimentação

Assim como o sono, a alimentação também pode afetar o seu desempenho na hora da prova. Por isso, é importante preferir comidas leves e ingeri-las de forma regrada. "Às vezes, no dia da prova a ansiedade bloqueia a fome, mas ficar sem comer pode dificultar o raciocínio", diz a especialista.
Junior Lago/UOL
Junior Lago/UOL

4

 

Prepare seu cérebro

Dias antes do vestibular, é importante que o estudante se prepare psicologicamente caso algo não dê certo. "Ele precisar pensar 'como eu vou lidar se eu não conseguir resolver uma questão?', 'e seu eu não passar no vestibular?'", diz a psicóloga Camila Cury. Mas essa projeção não pode ser passiva, tem que ser argumentativa, tem que ser um posicionamento questionador, crítico e estratégico. "Se eu não souber a questão, vou passar para a próxima?", diz. "Geralmente, quando estamos ansiosos evitamos pensar sobre aquilo, mas quando mais você tenta não pensar, mais você pensa. Por isso, não pensar não é uma alternativa saudável. Você precisa preparar o seu cérebro, criar possibilidades diante dos desafios futuros", afirma.
Rogério Cassimiro
Rogério Cassimiro

5

 

Na reta final, só revisão

Duas semanas antes da prova, a psicóloga diz que o ideal é revisar o que você já sabe. "Não adianta estudar muito coisa diferente nessa fase, é muito mais valioso para o cérebro sedimentar o que você já sabe do que querer focar em um conhecimento novo", afirma.
Getty Images
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6

 

Desmistifique o vestibular

Para ficar mais tranquilo, é importante pensar no vestibular como uma etapa, um processo, e não como um objetivo final. "O jovem atrela muito o sucesso na carreira à escolha e ao resultado do vestibular, mas hoje muita gente não trabalha na área em que se formou, o mercado está dinâmico, e muitos profissionais de sucesso não passaram de primeira no vestibular", afirma a psicóloga. "Quando você vê histórias de outras pessoas, quando você pega esses parâmetros possíveis e reais de sucesso e fracasso, você diminui a ansiedade e percebe que não tem que acertar sempre e vai com expectativa diferente para a prova", diz.
Leandro Moraes/UOL
Leandro Moraes/UOL

7

 

Confie no seu taco

No dia da prova, pense positivo e confie nos seus estudos. "É importante trazer essa confiança, pensar que você vai fazer o melhor que puder. Por isso, estabeleça um diálogo saudável consigo mesmo", afirma a especialista.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/listas/bateu-ansiedade-veja-7-dicas-para-se-preparar-emocionalmente-para-o-enem.htm

Pronatec é um caça-níquel para redes privadas, afirma especialista

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo

Oferecer cursos técnicos rápidos a pessoas que não completaram a educação básica não resolve o problema de falta de mão de obra capacitada no país. Isso é o que defende o professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Gaudencio Frigotto, que estuda ensino técnico e ensino médio na instituição. Para ele, o programa reproduz modelos antigos e favorece as redes privadas de ensino superior no país.
"São dois problemas: o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego] reedita programas do passado e virou um caça-níquel para universidades privadas que não têm nenhuma tradição em cursos técnicos, mas que percebem uma forma de ganhar dinheiro", afirma.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/06/30/pronatec-e-um-caca-niquel-para-redes-privadas-diz-especialistas.htm

Quase um milhão de alunos abandonaram os cursos do Pronatec

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo

Das 7,4 milhões de matrículas criadas pelo Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), cerca de 950 mil foram abandonadas por candidatos de 2011 até junho deste ano. O número é do MEC (Ministério da Educação), que não vê esse dado de evasão como preocupante.
"O percentual de abandono é de 12,86% no Pronatec, um número que consideramos razoável", diz Aléssio Trindade de Barros, secretário da Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica) do MEC. "Muitos alunos são jovens e adultos que estão procurando emprego, e dentro da escola passar a ter contatos empresariais, acabam conseguindo emprego e às vezes precisam parar o curso", afirma.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/06/30/pronatec-quase-um-milhao-de-alunos-abandonaram-os-cursos-tecnicos.htm

Pronatec: confira 4 explicações para o fracasso do programa

Do UOL, em São Paulo

O Ministério da Fazenda divulgou na quinta-feira (24) uma pesquisa demonstrando que as pessoas que fizeram cursos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) têm praticamente a mesma chance de voltar ao mercado de trabalho do que aqueles que não procuraram uma capacitação.
Entre os anos de 2011 e 2014, o Pronatec registrou mais de 8,1 milhões de matrículas em cursos de formação gratuitos. Com a crise, o programa sofreu um corte de 57% em relação a 2014.
Algumas críticas feitas por especialistas nos últimos anos podem ajudar a entender o fracasso do programa que foi uma das principais bandeiras da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff em 2014. Confira abaixo:
  • Maioria das vagas em cursos de curta duração

O Pronatec oferece dois tipos de capacitação: os cursos técnicos de no mínimo um ano para quem já concluiu ou está no ensino médio e os conhecidos como FIC (Formação Inicial e Continuada), que têm duração mínima de dois meses.
Para especialistas, um dos problemas do programa é que esses cursos rápidos correspondem a cerca de 70% das vagas ofertadas. "Uma pessoa que não teve ensino médio, que não teve ensino fundamental, não vai conseguir se inserir no mercado com um curso de 160 horas. Em qualquer área, você não aprende se não tem base, se não tem os fundamentos", diz o professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Gaudencio Frigotto.
"Esses cursos são de baixa complexidade tecnológica e, diferente do curso técnico, não garantem um certificado de profissional com elevação de escolaridade ao estudante", afirmou em 2014 ao UOL o Movate (Movimento de Valorização dos Trabalhadores em Educação do MEC).
  • Faltou monitoramento e divulgação de resultados do programa

Em junho de 2014, o UOL procurou o Ministério do Trabalho e o da Educação epediu dados de empregabilidade do Pronatec, o que daria a dimensão da eficiência do programa. Os números, porém, não foram fornecidos.
O programa, que foi criado em 2011, teve os resultados divulgados só agora. Cerca de R$ 14 bilhões foram investidos em cursos do Pronatec entre 2011 e 2014.
  • Faltou acompanhamento da qualidade dos cursos

Em 2014, o UOL entrevistou representantes do Movate, um dos grupos mais críticos ao Pronatec. "O movimento critica a falta de regulação e acompanhamento dos cursos ofertados no âmbito do Pronatec que, em sua maioria, são cursos FIC (curta duração)", afirmou à reportagem.
O monitoramento da qualidade dos cursos também foi questionado pelo professor Gaudencio Frigotto, que estuda o ensino técnico no Brasil na Uerj. "O MEC não tem capacidade técnica de acompanhar tudo, é uma falta de controle total".
  • Governo não considerava evasão preocupante

Entre 2011 e 2014, quase 1 milhão de estudantes abandonaram os cursos do PronatecEm alguns casos, a evasão chegava a 50%. "O percentual de abandono é de 12,86% no Pronatec, um número que consideramos razoável", disse ao UOLAléssio Trindade de Barros, então secretário da Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica) do MEC.
No entanto, o MEC implantou, em agosto deste ano, uma série de medidas para tentar contar a evasão no Pronatec.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/09/25/pronatec-confira-4-explicacoes-para-o-fracasso-do-programa.htm

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