sábado, 22 de agosto de 2015

TJ-SP determina mais uma vez que professores recebam os dias parados

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, mais uma vez, na quinta-feira (20), que o governo do Estado deve pagar todos os dias descontados de todos os professores que fizeram greve. Depois que a paralisação foi considerada abusiva pelo tribunal, o governo suspendeu o pagamento dos dias parados de março e abril, que estava previsto para o próximo dia 24.
De acordo com o desembargador, Francisco Casconi, o governo deve respeitar integralmente a decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), do dia 6 de julho, que determinou o pagamento. Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informou que "cumprirá toda e qualquer decisão judicial". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/08/21/tj-sp-determina-mais-uma-vez-que-professores-recebam-os-dias-parados.htm

"Já houve reajuste em 2015", diz ministro sobre greve nas federais

Do UOL, em São Paulo

Em bate-papo com internautas nas redes sociais, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou nesta quinta-feira (20) que os docentes e técnicos administrativos das instituições federais já receberam reajuste neste ano por conta de um acordo de 2012. A paralisação começou no dia 28 de maio e tem a adesão de mais de 40 universidades federais, no balanço da Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior).
"Estou acompanhando de perto as negociações que estão sendo feitas em reuniões com as entidades sindicais representativas dos docentes e dos servidores técnicos administrativos das universidades que estão em greve. O MEC continuará dialogando com todos os sindicatos", afirmou.
O ministro relembrou que o MEC recebeu representantes da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil), Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) e Andes.
Para ele, os maiores prejudicados com a greve são os alunos. "Os grevistas pedem aumento salarial e uma reestruturação na carreira docente em um momento agudo de crise nas finanças públicas. Precisamos agora fazer mais com menos e fazer um bom uso do dinheiro público", disse.
Janine também foi questionado sobre os cortes orçamentários sofridos no Ministério. "Ao longo destes meses, dialoguei intensamente dentro do governo para preservar o orçamento do MEC. Assim, conseguimos que as ações estruturantes, principalmente da Educação Básica e de custeio e pesquisa nas universidades fossem preservadas na medida do possível", afirmou.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/08/20/ja-houve-reajuste-em-2015-diz-ministro-sobre-greve-nas-federais.htm

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Brasil cai em ranking de universidades do Brics; só USP fica no top 10

Do UOL, em São Paulo

O Brasil tem apenas uma universidade entre as dez melhores do Brics, bloco formado por ele, Rússia, Índia, China e África do Sul. É o que aponta o ranking internacional QS, divulgado na noite desta terça-feira (7). Em 2014, o país tinha duas entre as top. A USP (Universidade de São Paulo) aparece em 9º lugar, caindo duas posições em relação ao ano passado.
A China, que tem mais de uma entre quatro universidades no ranking, possui sete instituições entre o top 10, entre elas a Universidade Tsinghua (1º), a Universidade de Pequim (2º) e a Universidade Fudan (3º). Há ainda uma universidade russa, a Universidade Estatal de Moscou (4º), e uma indiana, o Instituto Indiano de Ciência (5º).
Segundo o relatório, o Brasil manteve o número de instituições no top 50 e garantiu uma a mais no top 200 em relação a 2014. Entre as 200 melhores, 27 universidades do país caíram de posição, 12 melhoram a pontuação e uma apareceu no top pela primeira vez.
No estudo, o QS afirma que o Brasil ainda está longe de ser atrativo para estudantes internacionais. A instituição do país melhor colocada é a PUC (Pontifícia Universidade Católica) Rio, que está apenas na 96ª posição neste quesito. A análise é melhor quando se olha o corpo docente internacional: a UFRGS é a 1ª colocada entre as universidades do Brics, e outras 16 brasileiras integram o top 100 deste quesito.
A boa notícia para o Brasil, ainda segundo o QS, é que a USP e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) estão em 3º e 9º lugares, respectivamente, na pesquisa entre especialistas. "Isso sugere que apesar do limitado impacto de pesquisa, essas instituições são importantes atores globais, e estão competindo com a China e outras potências do Brics", afirma o QS. 

Outras brasileiras

A Unicamp, que fazia parte do top 10 no último ranking divulgado, caiu três posições e agora é a 12ª melhor universidade do Brics.
Entre as melhores brasileiras no top 50, ainda estão a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 25º; a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em 27º; a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), em 37º; a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 41º; a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em 42º; a PUC de São Paulo, 47º; e a PUC Rio, na mesma posição (47º).
Para fazer o ranking, o QS analisa a reputação acadêmica e de mercado, a proporção entre alunos e professores, o número de docentes com PhD, as citações e os estudantes e corpo docente internacionais.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/07/07/brasil-cai-em-ranking-de-universidades-do-brics-so-usp-fica-no-top-10.htm

USP terá 225 vagas para 'pretos, pardos e indígenas' no vestibular 2016

Do UOL, em São Paulo

A USP (Universidade de São Paulo) irá destinar 225 vagas para candidatos 'pretos, pardos e indígenas' (classificações de raça utilizadas pela Fuvest) no vestibular 2016. Essas vagas serão selecionadas por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que utiliza a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
A universidade aprovou no último dia 23 de junho a adesão ao Sisu como nova forma de ingresso aos cursos de graduação. Das 11.057 vagas oferecidas em 2016, 1.489 serão destinadas ao Sisu e 9.568 continuarão a ser selecionadas pela Fuvest.
Entre os cursos que terão parte das vagas destinadas a candidatos 'pretos, pardos e indígenas', que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas, estão bacharelado em sistemas de informação, licenciatura em ciências da natureza, educação física e saúde, gerontologia, obstetrícia, saúde pública, psicologia, têxtil e moda, lazer e turismo, gestão ambiental, gestão de políticas públicas, marketing e relações internacionais.
Das 42 unidades de ensino e pesquisa da USP, sete não disponibilizaram vagas para o Sisu. Além dessas, a ECA (Escola de Comunicações e Artes), a FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e o IAU (Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos) não aderiram ao sistema, pois a seleção dos novos alunos dessas Unidades conta também com provas de habilidades específicas.
Os bônus do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP) continuarão a ser oferecidos a alunos oriundos de escolas públicas que se inscreverem na Fuvest. Os bônus do Inclusp podem chegar a 20%, conforme o grupo no qual o candidato se inserir, que incidem sobre a nota da primeira fase e a nota final do vestibular.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2015/07/29/usp-tera-225-vagas-para-pretos-pardos-e-indigenas-no-vestibular-2016.htm

Fuvest - Começam as inscrições para vestibular 2016 da USP e Santa Casa

Do UOL, em São Paulo

As inscrições para o vestibular 2016 da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, começaram nesta sexta-feira (21), às 9h. O cadastro deve ser realizado pelo site www.fuvest.com.br.
O sistema irá receber inscrições até o dia 9 de setembro. O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 145, deve ser feito até o dia 10 de setembro. No momento da inscrição, o candidato deverá utilizar o seu próprio número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) e o do documento de identidade.
No total, serão ofertadas 11.177 vagas: 11.057 para a USP e 120 para o curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
O candidato que completar a inscrição e pagar a taxa no prazo receberá um número de inscrição que poderá ser consultado no site www.fuvest.com.br a partir do dia 25 de setembro. Esse número será usado para consultar os locais de prova das primeira e segunda fases.
Será possível retificar informações fornecidas - como carreira, curso, cidade escolhida para a realização das provas, endereço residencial, telefone, endereço eletrônico - até as 23h59 do dia 10 de setembro. O sistema não permitirá a retificação do número do CPF do candidato.

Vestibular 2016

A primeira fase do vestibular 2016 da Fuvest será em 29 de novembro. A segunda fase será realizada nos dias 10, 11 e 12 de janeiro de 2016. O resultado da primeira chamada será em 2 de fevereiro.
  • Inscrições: de 21 de agosto a 9 de setembro
  • Divulgação dos locais de prova: 23 de novembro
  • Exame da primeira fase: 29 de novembro
  • Exames da segunda fase: 10, 11 e 12 de janeiro de 2016
  • Primeira chamada: 2 de fevereiro de 2016
A universidade aprovou no último dia 23 de junho a adesão ao Sisu como nova forma de ingresso aos cursos de graduação. Das 11.057 vagas oferecidas em 2016, 1.489 serão destinadas ao Sisu (Sistema de Seleção Unificada) e 9.568 continuarão a ser selecionadas pela Fuvest.
Entre os cursos que terão parte das vagas destinadas a candidatos 'pretos, pardos e indígenas', que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas, estão bacharelado em sistemas de informação, licenciatura em ciências da natureza, educação física e saúde, gerontologia, obstetrícia, saúde pública, psicologia, têxtil e moda, lazer e turismo, gestão ambiental, gestão de políticas públicas, marketing e relações internacionais.
Das 42 unidades de ensino e pesquisa da USP, sete não disponibilizaram vagas para o Sisu. Além dessas, a ECA (Escola de Comunicações e Artes), a FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e o IAU (Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos) não aderiram ao sistema, pois a seleção dos novos alunos dessas Unidades conta também com provas de habilidades específicas.
Os bônus do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP) continuarão a ser oferecidos a alunos oriundos de escolas públicas que se inscreverem na Fuvest. Os bônus do Inclusp podem chegar a 20%, conforme o grupo no qual o candidato se inserir, que incidem sobre a nota da primeira fase e a nota final do vestibular.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2015/08/21/inscricoes-para-vestibular-2016-da-usp-e-santa-casa-comecam-hoje.htm

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Curso de oratória gratuito será realizado na UFLA

Portal da UFLA


Rodrigo Moreira, fonoaudiólogo e professor de oratória, realizará na Universidade Federal de Lavras (UFL), no dia 31 de agosto, o curso: Aprenda a controlar seu corpo e seus pensamentos para falar melhor.
O curso será às 19 horas, no anfiteatro do Departamento de Ciências Exatas da UFLA. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas. Interessados devem fazer contato por meio do e-mailscalon@dex.ufla.br
Durante o curso, Rodrigo abordará forma e conteúdo da comunicação; as quatro grandes técnicas de oratória; dicas de como lidar com o nervosismo e organizar uma apresentação; além de distintas formas de apresentação (fala espontânea planejada, fala memorizada, improviso e leitura profissional).
Rodrigo Moreira é graduado em Fonoaudiologia e especialista em Audiologia. Seu trabalho é treinar pessoas, corrigindo e aperfeiçoando a comunicação interpessoal. É professor universitário da Faculdade Promove – Curso de Administração de Empresas – e instrutor de treinamento no SENAC-MG e Associação Comercial de Minas Gerais. Atua como consultor também na PUC-MG, no IBMEC-MG, Empresas  Juniores da UFMG e em diversas outras empresas espalhadas pelo Brasil.
O curso é uma realização da UFLA e Fundação Logosófica
Camila Caetano – jornalista/bolsista UFLA

retirado do site:http://www.ufla.br/ascom/2015/08/18/93244/

UFAL - Mestrado em Zootecnia

Portal da UFAL

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Coordenação do Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Zootecnia da Universidade Federal de Alagoas – UFAL torna pública, pelo presente Edital, a abertura do processo de inscrição, seleção e matrícula dos candidatos a seu curso de Mestrado especificado neste Edital, com prazos máximos de conclusão de 24 (vinte e quatro) meses.
Pegue o Edital:      Nº 22 Processo Seletivo 2015.2

Professora da UFSCar é a primeira pessoa surda a defender doutorado no Estado de São Paulo

Portal da UFSCar

Defesa pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Especial acontece no dia 27 de agosto, no Campus São Carlos da UFSCar

A professora da UFSCar Mariana de Lima Isaac Leandro Campos, do Departamento de Psicologia (DPsi), defende no dia 27 de agosto, pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs), seu doutorado intitulado “O processo de ensino-aprendizagem de Libras por meio do Moodle da UAB-UFSCar”, orientada pela professora Cristina Broglia Feitosa de Lacerda, do DPsi. Mariana é a primeira pessoa surda a defender o título de doutora no Estado de São Paulo. 

A defesa acontecerá em Libras, que é a primeira língua da professora, com a presença de intérpretes de Libras e de Português, já que na própria banca participará a professora Marianne Rossi Stumpf, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que também é surda, e Ana Cláudia Balieiro Lodi, docente da USP Ribeirão Preto, que é ouvinte e fluente em Libras. Completam a composição da banca Cláudia Raimundo Reyes, do Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP), e Isamara Alves Carvalho, do Departamento de Artes e Comunicação (DAC), ambos da UFSCar.

Mariana, que atua como professora de Libras nos cursos de Tradução e Interpretação de Língua de Sinais/Língua Portuguesa (TILSP), Educação Especial e demais licenciaturas da UFSCar, e é atual vice-coordenadora do curso TILSP, pesquisou, em sua tese, as ferramentas da UFSCar no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), no âmbito do processo de ensino-aprendizagem de uma segunda língua que tem como principal característica ser da modalidade viso-gestual. A análise focou em como acontece esse processo na educação a distância, com o objetivo de contribuir na melhoria da qualidade do modo como essa disciplina é ministrada, principalmente na UFSCar, mas também nas demais instituições de Educação Superior.

A defesa de doutorado será no dia 27 de agosto, às 14 horas, no Anfiteatro da Reitoria, localizado na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7643

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Depois do Fies, governo deve remodelar Ciência Sem Fronteiras e Pronatec

Estadão Conteúdo
Em Brasilia

Depois das mudanças nas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), a área econômica prepara o terreno para remodelar outros programas do governo. A reforma nas regras é necessária para garantir o cumprimento da meta de superávit primário das contas públicas em 2016, segundo apurou a reportagem. Entre os programas que estão na mira do governo, está o Ciência Sem Fronteiras. Administrado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o programa, que concede bolsas para estudantes brasileiros no exterior, sofrerá um profundo corte no ano que vem.
A área econômica quer que as mudanças no Ciência Sem Fronteiras e em outros programas já possam ser usadas para balizar as previsões de despesas no Projeto de Lei Orçamentária de 2016, que será encaminhado no final do mês ao Congresso Nacional pelo Executivo. O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que financia cursos de educação profissional e tecnológica, também deverá ser atingido para ganhar mais foco.
Procurado, o CNPq não quis comentar as mudanças em curso. Informou que o Programa Ciência sem Fronteiras atingiu a meta inicial prevista, com um total de 101.446 bolsas concedidas, correspondendo a um investimento total de R$ 6,36 bilhões entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 3,42 bilhões somente em 2014.

Crescimento de despesas

Os dados mostram um crescimento vertiginoso das despesas com o programa. Em 2011, os gastos foram de apenas R$ 108 milhões. O CNPq informou que vê para a segunda etapa do programa a expectativa de recuperar seu potencial de estimular fortemente o pós-doutoramento, o doutoramento sanduíche e o professor visitante estrangeiro e, ao mesmo tempo, em áreas estratégicas para o desenvolvimento do País, o doutoramento no exterior, nas melhores universidades do mundo.
O Grupo de Trabalho Interministerial de Acompanhamento de Gastos Públicos do Governo Federal (GTAG) tem até o final do mês para apresentar o relatório final, no qual deverão ser apontados os programas que passarão por remodelagens. Por causa do calendário estudantil, as mudanças nas regras do Fies, que permitiram um corte de 32% no subsídio pago pelo governo no financiamento dos cursos universitários aos estudantes - foram anunciadas antes da conclusão do relatório final do GTAG.
O governo ainda não bateu o martelo final e os ministros de cada área dos programas fazem pressão. Uma reunião da Junta Orçamentária - formada pelos ministros da Fazenda, Planejamento e Casa Civil - deve ocorrer nos próximos dias. Criado no início do ano pela nova equipe econômica, o GTAG tem a função de fazer um pente fino nos principais programas do governo governamentais, inclusive os sociais.

Agenda

Com a crise fiscal, a equipe econômica quer garantir mais eficiência no gasto público. Na "Agenda de Cooperação Legislativa para o Crescimento", entregue pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), já podem ser percebidas as sinalizações da necessidade de mudanças. No documento, de seis páginas, Levy destaca a necessidade de reavaliação dos atuais mecanismos de proteção social na busca da melhoria da eficiência do gasto.
O ministro defende a criação de instrumentos para a mediação da efetividade e eficiência do gasto. Esse levantamento deve atingir também as inúmeras renúncias fiscais que favorecem diversos agentes econômicos.
No documento, o ministro afirma que esses programas de proteção social exigem avaliação "permanente" de sua sustentabilidade e dos resultados obtidos. Dada a atual carga tributária, a avaliação descrita na agenda é de que é urgente reforçar a avaliação da qualidade do gasto e escolher as "ações mais essenciais" dentro de um orçamento determinado, dando segurança fiscal e eficácia à ação do governo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/08/17/depois-do-fies-governo-deve-remodelar-ciencia-sem-fronteiras-e-pronatec.htm

Ex-vendedor de cocadas conquista cinco diplomas e vira servidor público

Jéssica Nascimento
Do UOL, em Brasília

Ele é graduado em filosofia, tradução, biblioteconomia, teologia e letras (Língua e Literatura Francesas) pela UnB (Universidade de Brasília). Sua dissertação de mestrado foi premiada no Concurso Latino-americano "Fernando Báez" do Centro Argentino de Informação Cientifica e Tecnológica. A tese doutoral virou um livro e foi indicado para o prêmio Jabuti deste ano. Todas essas conquistas não foram em vão. O brasiliense Cristian Santos, 38, vendeu cocada dos nove aos 19 anos para comprar livros, materiais escolares, passe de ônibus e ainda ajudar em casa.
O pai de Cristian era carpinteiro e a mãe dona de casa. Era ela que preparava os doces para que ele pudesse vender no centro de Brazlândia, região localizada a 32 quilômetros de Brasília. "Sempre estudei em escola pública e mesmo assim sofria preconceito por vender cocadas. Fazer isso explicitava minha condição de mais pobre, acrescido ao fato de nem sempre possuir o material didático exigido pelos professores".
Santos conta que sempre foi um leitor precoce. Adorava frequentar a biblioteca comunitária de onde morava. O que mais lhe chamava atenção não era apenas a coleção de livros – ele adorava consultar verbetes na Barsa e Larousse –, mas o pequeno jardim de inverno, o mobiliário confortável e as canecas de alumínio areadas. "Tornou-se uma espécie de refúgio frente à pobreza em que vivia", desabafa.

De vendedor de cocadas até servidor público

Segundo Cristian, a necessidade de se dedicar mais intensamente aos estudos foi despertada no ensino médio, quando era estudante do colégio público Elefante Branco, na Asa sul. "As diferenças sociais entre os colegas de sala eram mais explícitas e isso me impactou enormemente".
Ele acordava diariamente às 4h da manhã, preparava o café e limpava a casa para facilitar o dia de sua mãe, na época diabética e hipertensa. Depois pegava o ônibus lotado (linha 413) às 5h10, rumo ao Elefante Branco.
"Levava na mochila um pão francês amanhecido besuntado em margarina. Às 7h o devorava sentado no banco gélido de concreto, em frente à biblioteca da escola. Era a única refeição até o almoço das 15h. No caminho, lia literatura brasileira. Consumia as tardes na Biblioteca Érico Veríssimo".
Aos 17 anos ele foi aprovado no curso de biblioteconomia da UnB. A escolha do curso veio devido a uma palestra que assistiu no colégio. "Notei que a formação de um bibliotecário envolvia uma multiplicidade de conhecimentos, uma verdadeira síntese de tudo o que adorava: biblioteca, línguas, artes, literatura, filosofia".
Nos dois primeiros anos de UnB, Cristian continuou vendendo cocadas na vizinhança, especialmente para pagar os passes escolares, o bandejão da UnB (R$ 0,50 por refeição) e as cópias dos textos obrigatórios. Mesmo alcançando a primeira graduação ele não parou de estudar.
Hoje, Cristian é bibliotecário da Câmara dos Deputados. Atuou em diversos setores no Parlamento, todos vinculados à cultura e aos direitos humanos. Academicamente se dedica a pesquisar as relações entre literatura e sagrado, em particular os fenômenos da mística e do anticlericalismo.
"No ano passado iniciei o pós-doutorado em história pela Casa de Rui Barbosa, onde tenho analisado as charges anticlericais publicadas na imprensa brasileira. Nos últimos anos tenho sido convidado a ministrar palestras em diversas regiões, abordando os desafios e perspectivas das instituições de cultura em nosso país, em particular as bibliotecas, museus e arquivos".
Questionado sobre qual o segredo de alcançar o sucesso, Cristian não hesita. Diz que o mais importante é sonhar. "Nem tudo o que desejamos se concretizará, mas os fracassos podem nos ajudar a reconfigurar estes mesmos projetos, tornando-os mais plausíveis".
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/08/10/ex-vendedor-de-cocadas-conquista-cinco-diplomas-e-vira-servidor-publico.htm

Estudantes aprendem com cartas a escrever e a expressar ideias

Portal do MEC

Professora de português, Maria Rosana Guimarães Zwieczykowski acredita na importância de escrever bem. Tanto que desenvolve atividades para levar os estudantes a evoluir na redação. “Quando eles adquirem essa habilidade, podem expressar as ideias de forma clara e objetiva e, assim, ser entendidos”, justifica.
Maria Rosana defende a necessidade de as crianças aprenderem a ordenar os pensamentos e a usar as regras do idioma para expressá-los. “Depois de jovens e adultos, podem se manifestar sem medo e, dessa forma, ser aceitos pelos demais”, ressalta a professora, que atua no magistério público do Paraná há 25 anos e há 19 leciona no Colégio Estadual Professor Dario Veloso, do município de Mallet. Ela tem alunos do ensino fundamental e médio e do curso de formação de docentes.
Para a professora, erros ortográficos comprometem a imagem profissional. Por isso, a preocupação em capacitar os alunos para a escrita e, assim, ajudá-los a se tornar cidadãos mais seguros e confiantes.
No primeiro semestre deste ano, Maria Rosana desenvolveu o projeto Cuidando do Meio Ambiente, para incentivar a escrita entre os alunos do 6º ano do ensino fundamental e colaborar na criação de uma consciência cidadã. Os estudantes foram desafiados a enviar cartas à população do município para tratar de temas como lixo e limpeza urbana. “Deu bons resultados”, garante.  “Os alunos, motivados, escreveram outras cartas para falar sobre os cuidados para evitar a dengue.”
Algumas cartas foram publicadas no jornal da cidade. “Eles gostam quando as cartas aparecem no jornal e querem escrever bem para que sua produção seja a escolhida”, revela Maria Rosana. “Muita gente comentou, as cartas foram lidas em outras escolas, e isso é um incentivo para que os alunos melhorem cada vez mais a escrita.” Na próxima etapa, as cartas tratarão da importância da preservação das nascentes e rios do município.
Leitura — Outro projeto desenvolvido por Maria Rosana com os alunos do 6º ano é voltado para a leitura. “Ela é a base para a boa escrita”, garante. Nesse projeto, os estudantes são estimulados a pegar livros nas bibliotecas da escola e do município, por empréstimo. Os que mais leem recebem prêmios. “É gratificante perceber que todos os alunos se empenham para participar do concurso”, diz. “Com isso, estão criando o hábito da leitura, e as produções estão cada vez melhores e mais criativas.”
Com os estudantes do 9º ano, a professora desenvolve, desde o ano passado, um projeto de blogue. “Eles fazem tudo: criaram o blogue, escrevem e postam. Eu apenas incentivo e ajudo.” Com alunos do 3º ano do ensino médio, o projeto envolve a leitura de temas polêmicos, de interesse dos próprios estudantes. Cada grupo fica com um tema. A partir da leitura, os alunos selecionam informações, vídeos, charges, notícias e outros textos sobre o assunto e os apresentam ao restante da turma. Depois da apresentação e de debate sobre o tema, eles produzem texto dissertativo.
“Desde que comecei a trabalhar dessa maneira, percebo que as produções melhoraram muito, pois eles têm mais facilidade para escrever quando conhecem melhor o assunto”, justifica. Maria Rosana tem graduação em letras e pós-graduação em língua portuguesa e literatura e em mídias da educação.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor
Palavras-chave: língua portuguesa, leitura, escrita

MEC utilizará sistema digital para agilizar processos e reduzir custos

Portal do MEC

O Ministério da Educação aderiu nesta segunda-feira, 17, ao Processo Eletrônico Nacional (PEN) ao assinar um acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP). A partir de novembro, o MEC passará a utilizar o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para tramitar eletronicamente os seus processos. A previsão inicial é economizar R$ 2,4 milhões anuais com o uso da ferramenta digital.
O SEI torna o procedimento mais ágil e reduz os gastos com aquisição de resmas de papel e aluguel de impressoras. “Nosso papel é prover soluções que simplifiquem o dia a dia dos órgãos”, enfatizou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert. Segundo ele, a adesão do MEC ao sistema é relevante em função do seu volume de processos e da quantidade de órgãos vinculados, como as universidades federais e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
De acordo com o secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, o ministério já trabalhava para reduzir o uso de papel, aumentar a eficiência e economizar recursos. “Quando o Planejamento trouxe a ferramenta pronta e toda a tecnologia, nós imediatamente fizemos a adesão a essas novas práticas eletrônicas”, disse.
No ano passado, somente em projeto-piloto no Ministério das Comunicações (Minicom), o sistema trouxe uma economia de mais de R$ 500 mil reais nos gastos com impressão. A duração média da tramitação de um processo no órgão passou de 199 dias para 25.
A Assessoria Especial para Modernização da Gestão (Asege) coordena a frente de trabalho de adesão ao SEI junto aos órgãos. O SEI padroniza o modelo de troca de documentos eletrônicos. “O uso do SEI gera maior agilidade na tramitação de processos, o que naturalmente impacta também na relação do Estado com a sociedade”, destacou Vânia Vieira, chefe da Asege. Atualmente, 13 órgãos já usam o sistema e 103 estão em implantação.
Transparência – Desde a última semana, os procedimentos tramitados no SEI já estão incorporados no Protocolo Integrado. Com isso, a sociedade poderá acompanhar com mais transparência e agilidade o andamento de documentos nos órgãos públicos. As informações disponíveis contemplam tanto os processos gerados por cidadãos quanto aqueles realizados pelo órgão público.
Os manuais para a instalação do Protocolo Integrado estão disponíveis no portal Compras Governamentais.
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Planejamento
Conheça o Sistema Eletrônico de Informações (SEI)
Acesse o portal Compras Governamentais
Acesse o Protocolo Integrado
Acesse os manuais
 para a instalação do Protocolo Integrado, disponíveis no Portal Compras Governamentais
Palavras-chave: SEI, gestão, processos eletrônicos

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...