quinta-feira, 23 de julho de 2015

Doce de Leite Viçosa é eleito novamente o melhor do país

Portal de notícias de UFV


O supervisor de Produção José Carlos Pereira (com a placa nas mãos) e Aristides receberam os prêmios
O Doce de Leite Viçosa, produzido pelo Laticínio Funarbe, com o apoio da UFV, foi eleito o melhor do Brasil pelo quarto ano consecutivo. O produto ficou em primeiro lugar na 41ª edição do Concurso Nacional de Produtos Lácteos, realizado durante o Minas Láctea 2015, que aconteceu entre 14 e 16 de julho, em Juiz de Fora (MG).
Com esse resultado, o Doce de Leite Viçosa contabiliza oito primeiros lugares desde que começou a participar do concurso, em 2000. Em 15 anos, ele sempre esteve entre os melhores do Brasil, de maneira ininterrupta, e é o mais premiado de sua categoria. A premiação, segundo o gerente administrativo do Laticínio, Aristides Dias, é resultado da dedicação da equipe envolvida. “Temos o objetivo de oferecer o melhor, com a responsabilidade de representar toda a nossa cidade e a própria UFV. Só podemos agradecer e nos motivar ainda mais para continuar fazendo o melhor”, destacou.
Este ano, o Concurso Nacional de Produtos Lácteos, uma realização da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), avaliou 11 categorias: queijos gouda, parmesão, provolone, prato, reino, gorgonzola e minas padrão; manteiga de primeira qualidade; requeijão cremoso e doce de leite. Os produtos de cerca de 60 laticínios de todo o Brasil foram avaliados por um júri composto por 30 especialistas, que consideraram critérios como aspecto global, cor, textura, odor, aroma, sabor e consistência. A atribuição de pontuação para se chegar ao vencedor é feita pelo “teste cego”, quando os produtos são avaliados, sem o conhecimento prévio das marcas.
Doce de Leite Viçosa
Produzido desde 1980 com padrão de excelência em todas as etapas produtivas, o Doce de Leite Viçosa conta com o apoio técnico-científico de pesquisas da UFV e é produzido com matéria-prima de primeira qualidade e mão de obra qualificada. Ele faz parte da linha Produtos Viçosa, que inclui ainda iogurte, manteiga e requeijão.
O Doce de Leite utiliza o mínimo de conservantes, sem adicionar misturas que comprometam a sua pureza (como amido e glicose de milho) e pode ser encontrado nas versões tradicional, com coco e com chocolate. Em 2012, os seus rótulos foram reformulados e, em 2013, a família de produtos ganhou a nova embalagem de 250 gramas.
Divulgação nacionalO Doce de Leite Viçosa foi um dos destaques do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, nesta terça-feira (21). Ele foi um dos produtos do quadro “Quem tem o melhor doce de leite: Brasil ou Argentina?”. Para saber o resultado, veja o vídeo em http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/videos/t/programa/v/quem-tem-o-melhor-doce-de-leite-brasil-ou-argentina/4336227/.

(Fonte: Laticínio Funarbe)

Parte da equipe do Laticínio Funarbe acompanhou a premiação
retirado do site:http://www.ufv.br/

SBPC - Palestrantes apontam entraves e soluções no contexto do Ensino Superior para a promoção da inovação

Portal da UFSCar

O tom provocativo na apresentação de soluções concretas de mudança no Ensino Superior brasileiro marcou as falas da mesa redonda "Educação Superior, pesquisa básica e política industrial", que ocorreu na tarde de ontem, dia 13 de julho, no Teatro Florestan Fernandes, na programação da 67ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Regina Pekelmann Markus, Secretária Geral da SBPC, assumiu a coordenação da mesa, composta por Jorge Luis Nicolas Audy, Vice-Presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreedimentos Inovadores (Anprotec), Luiz Davidovich, docente do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Luiz Roberto Liza Curi, do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Os palestrantes apresentaram dados sobre o Ensino Superior no Brasil que interferem na consolidação da inovação no País. Para Audy, quando o assunto é inovação, ainda é preciso evoluir muito. "O nosso desenvolvimento é sustentado com a exploração de matéria prima e não com o conhecimento. Estamos distantes de transformar conhecimento em valor agregado, em riqueza", sintetizou.

Nesse contexto, a universidade tem um papel chave. "Ainda que as primeiras universidades tenham sido instaladas tardiamente no Brasil, houve  uma evolução notável em índices como a formação de doutores, número de publicações e iniciativas em diversas áreas, como Física, Matemática, linguagens e aperfeiçoamento de professores", afirmou Davidovich, com base em dados sobre o ensino no Brasil e no mundo. "Mas, comparado a ouros países, ainda precisamos melhorar muito."

Apresentando exemplo de países bem sucedidos nos rankings do Ensino Superior – incluindo nações da Europa e, também, China e Estados Unidos –, Davidovich defendeu alternativas com foco na formação de pessoas. Uma delas é a flexibilização dos currículos, combinando cursos de graduação de diferentes durações, a inserção de mais disciplinas eletivas, dentre outras diretrizes que, segundo ele, estão registradas integralmente nos documentos da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

A rigidez em processos externos às Instituições de Ensino Superior (IES) também é apontada como um obstáculo ao desempenho voltado à inovação. "Apenas 3% dos doutores no Brasil estão na indústria. Os demais estão na universidade, regidos por estruturas de avaliações, periódicas e obrigatórias", afirmou Curi. Especificamente em relação ao âmbito privado, Curi acentua a crítica: "Com tantas avaliações, as instituições se ajustam aos requisitos mínimos para manter a expansão do Ensino Superior. Daí a baixa produtividade dessas IES", afirmou. E complementou: "No Brasil, 68% das IES são privadas. Elas deveriam investir mais em inovação. Falta uma política que estabeleça isso como agenda compulsória".

Gestão no Ensino Superior
Apesar dos fatores externos que, segundo os participantes da mesa, impedem o avanço do Brasil na inovação, a resistência à mudança por parte das próprias IES, tanto públicas quanto privadas, foi uma crítica comum nas falas dos palestrantes. Davidovich apontou o conservadorismo das corporações como um dos principais entraves às mudanças, especialmente de gestores e docentes. "As IES devem colocar sua tradição e qualidade a serviço da renovação necessária para atender a sua terceira missão, que é a atuação no desenvolvimento econômico e social", afirmou Audy.

retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7570

Feira de Profissões da USP do interior atrai cerca de 7 mil pessoas

Portal de notícias da USP

A realização da Feira tem como objetivo fornecer subsídios aos estudantes e orientá-los na importante tarefa de optar por uma carreira profissional
Eles vieram de todos os cantos do Vale do Paraíba. Chegavam ansiosos, pensativos e com a cabeça cheia de dúvidas. Qual carreira seguir? Qual o melhor caminho? As respostas eles vieram buscar na 13ª Feira de Profissões da USP – Campi do interior, que ocorreu na Escola de Engenharia de Lorena (EEL), entre os dias 25 e 26 de junho.
O evento, uma realização da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) em parceria com a EEL, recebeu caravanas de diversas cidades do Vale do Paraíba e até de Estados vizinhos, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. O objetivo da feira era levar aos jovens esclarecimentos sobre os cursos, as instalações e a infraestrutura dos campi da USP no interior, bem como apresentar a eles possibilidades de ingresso na Universidade, as atividades extracurriculares oferecidas e o mercado de trabalho contemporâneo.
Superando as expectativas da organização, a Feira de Profissões da USP – Campi do interior – se encerrou com o dobro de visitantes esperados. Muitos grupos chegavam sem inscrição ou com inscrição incompleta. Isso fez com que os cerca de 3.700 inscritos se transformassem em 7 mil pessoas que passaram pelas catracas eletrônicas instaladas na Feira.
O presidente da Comissão de Cultura e Extensão (CCEx) da EEL, o professor Júlio César Santos, considera que a Feira foi um sucesso: Recebemos pessoas da região do Vale do Paraíba, caravanas da Capital e também de lugares bem distantes – como Sorocaba, por exemplo. Também recebemos pessoas de outros Estados, como os visitantes de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Estamos muito contentes com o resultado”. Para o Presidente da CCEx, um fator pode ter sido determinante no número de visitantes da Feira: o recente anúncio de que a USP passaria a aceitar as notas do ENEM como forma de ingresso.
A USP mais próxima
Além dos estandes que apresentavam o perfil das profissões, a Feira ofereceu palestras, bate-papos, testes vocacionais, espaço para dúvidas relacionadas a ingresso na USP, isenção de taxas, bolsas, etc. A intenção era mostrar que a USP é uma realidade próxima e está ao alcance de todos.
Uma novidade em relação às Feiras dos anos anteriores, quando cada Unidade da USP tinha seu espaço, foi colocar os estandes divididos por áreas: Humanas, Exatas e Biológicas, o que facilitou para os jovens encontrar mais facilmente o que procuravam
Para a pró-reitora de Cultura e Extensão da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, a Feira realizada em Lorena simboliza o compromisso da USP com a região do Vale do Paraíba por meio da Escola de Engenharia de Lorena. Os estudantes saberão aqui sobre todas as políticas da Universidade e terão esclarecimentos sobre a profissão que desejam seguir. Para a pró-reitora, esse tipo de evento marca a aproximação da USP com os jovens e revela a eles que a Universidade é possível para todos.
Para o vice-reitor Vahan Agopyan, é uma obrigação da Universidade estimular os jovens a participarem e procurarem a USP e as Feiras de Profissões são uma porta de entrada. Este evento representa o grande contato da USP com o Ensino Médio. E isso é muito importante para toda a sociedade”.

A secretária de Educação de Lorena, Maria Aparecida Ramiro Nogueira, destacou o fato da USP, através da EEL, estar cada vez mais próxima da comunidade lorenense. “Isso abre os horizontes para nossos alunos enxergarem a educação superior com outros olhos”. Na opinião do diretor da EEL, Antonio Marcos de Aguirra Massola, a Feira de Profissões no Campus de Lorena foi importante para aumentar a interação da sociedade com a USP e com a EEL. “A Feira permitiu uma intensa interação da EEL com os alunos das escolas que visitaram o campus e também entre docentes e funcionários da Unidade, como jamais foi vista. Há no momento uma grande motivação para a realização de outros eventos semelhantes”, destaca.
Momento da decisão

O professor Francis Lobo trouxe sua turma de alunos de uma escola técnica de Lorena para a Feira. Para ele, o evento é extremamente importante para os jovens, pois não só os coloca em contato com as profissões como, também, com o mundo universitário, o que representa muito na vida deles. “É o momento de descobrirem as carreiras que querem seguir e as vocações profissionais. Colocá-los frente a frente com o lado prático das profissões é essencial, e esse espaço é ideal para isso”.

Outro professor, Mateus de Oliveira, de uma Escola Pública de Pindamonhangaba, trouxe uma turma de estudantes Essa Feira está muito interessante. Inclusive, tem cursos que os alunos desconheciam, como informática voltada para medicina, física voltada para medicina. Isso, para eles, está sendo uma grande descoberta! Por morarmos no interior, não temos tanto acesso aos avanços no mundo tecnológico, e a Feira vem para ampliar nossos horizontes”, comenta Oliveira.
Durante a Feira, os visitantes puderam conhecer um pouco mais sobre os cursos, as instalações e a infraestrutura dos campi da USP no interior, bem como sobre as possibilidades de ingresso na Universidade, as atividades extracurriculares oferecidas e o mercado de trabalho contemporâneo
““Essa feira veio para somar. Tem grande valia para nossa região. Os estudantes precisam de espaços como esse”, afirma a professora Maria Aparecida de Freitas, de São José dos Campos. “Tenho alunos do 3º ano do Ensino Médio que ainda estão indecisos, e eles acabaram de me dizer antes de descer do ônibus: ‘Professora, esse é o momento da decisão!’”.
Conforme as caravanas chegavam, os jovens se espalhavam pelos estandes procurando sua área de interesse. Diferentemente dos anos anteriores, quando cada Unidade da USP tinha seu espaço, os estandes foram divididos por áreas: Humanas, Exatas e Biológicas, o que facilitou para os jovens encontrar mais facilmente o que procuravam. “Estou achando a Feira espetacular! A divisão dos estandes por área ficou incrível, assim eles já vão direto para o pavilhão de seu interesse. Está incrível! Estamos adorando!”, diz a professora Jeane dos Santos, que veio da cidade de Guaratinguetá com seus alunos.
O mineiro Rafael Gorgulho veio da cidade de Itajubá, Minas Gerais, com um grupo de amigos. Eles passaram o dia na Feira e aproveitaram para conhecer as instalações da EEL. O que mais chamou a atenção do grupo foram as atividades lúdicas apresentadas pelos estandes de Exatas: “É uma maneira muito mais interessante pra gente entender a matéria. Está tudo muito bom! É muito divertido de aprender dessa maneira”, diz o jovem, que já decidiu seguir carreira como engenheiro da computação.
Na saída, o semblante apreensivo dos estudantes visto na chegada foi substituído por fartos sorrisos, as famosas selfies e as divertidas poses para fotos. Sentiam-se em casa. A cabeça certamente fervilhando de ideias. A Feira de Profissões da USP Campi do interior acabava de apresentar a milhares de jovens do Vale do Paraíba um leque de possibilidades e vários caminhos para o futuro.
(Fotos e texto: Simone Colombo Lopes / Assessoria de Imprensa da EEL)
retirado do site:http://www.usp.br/imprensa/?p=51004

segunda-feira, 20 de julho de 2015

IQSC promove workshop sobre análise térmica

Da Agência USP de Notícias 
No dia 22 de julho, a partir das 14 horas, será realizado no Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, o Workshop Thermal Analysis, com a presença de especialistas estrangeiros.
A análise térmica é uma das técnicas utilizadas para o desenvolvimento e caracterização dos mais diversos materiais. A região de São Carlos, Araraquara e Bauru reúne uma das maiores concentrações de equipamentos termoanalíticos em operação e um grande número de pesquisadores envolvidos.
O evento é gratuito e aberto aos interessados, que devem se inscrever antecipadamente neste site, que traz ainda toda a programação do evento. Será fornecida declaração aos que tiverem no mínimo 85% de participação no Workshop. O encontro acontece no Anfiteatro térreo do edifício Q1 do IQSC.
O Laboratório de Análise Térmica, Eletroanalítica e Química de Soluções (LATEQS) e o Grupo de Biomateriais, ambos do IQSC realizaram, em 2003, o 1º Encontro de Usuários de Técnicas Termoanalíticas. Novas edições foram realizadas e o evento ganhou novas proporções, transformando-se este ano em Simpósio de Análise Térmica (7º SiAT), que acontecerá em Bauru, de 19 a 21 de julho. Após o SiAT, o Instituto realizará o Workshop Thermal Analysis, coordenado pelo professor Éder Tadeu Gomes Cavalheiro.
IQSC promove workshop sobre análise térmica
O workshop é coordenado pelo professor Éder Tadeu Gomes Cavalheiro.
Datadata22/07/15 | 14:00 - 16:00
Tipo de EventodataEvento científico - exatas
E-maildatasandra@iqsc.usp.br
Sitedatahttp://www5.iqsc.usp.br/mostra/?id=6159
InvestimentodataEvento Gratuito
InscriçãodataInscrição Prévia Obrigatória
16/07/2015 - 21/07/2015
Interessados devem se inscrever antecipadamente neste site.
LocaldataSão Carlos 
IQSC - Instituto de Química de São Carlos 
EndereçodataAvenida Trabalhador Sancarlense, 400 - Pq. Arnold Schimidt CEP: 13560-970 - São Carlos - SP
ImportantedataAs informações foram checadas na data de sua publicação, mas pode haver alterações ou cancelamentos. Recomendamos entrar em contato com a organização do evento para confirmação.
- See more at: http://www.eventos.usp.br/?events=iqsc-promove-workshop-sobre-analise-termica#sthash.Go1XJSlc.dpuf
Retirado do site:http://www.eventos.usp.br/?events=iqsc-promove-workshop-sobre-analise-termica

Projeto treinará professor para diversificar esportes na escola

Portal do MEC

Parceria entre o Ministério da Educação e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o projeto Transforma vai levar capacitação para professores das redes pública e particular em todo Brasil. Com a parceria, os profissionais de educação terão uma plataforma digital que oferecerá cursos e capacitações, com o objetivo de ampliar a variedade de desportos nas escolas.
Criado em 2014, o Transforma, programa de educação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, está presente em 2.200 escolas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília. Em um ano de projeto, diversas escolas já introduziram nas aulas de educação física esportes pouco praticados no Brasil, como hóquei sobre grama, rúgbi, e goalball.
O Transforma oferece, de forma gratuita, materiais didáticos, cursos de formação, capacitações esportivas, desafios escolares, sugestões de experimentação esportiva e conteúdo para aulas e atividades sobre a história, a simbologia e os valores dos jogos olímpicos e paraolímpicos. No Rio de Janeiro, o programa já integra o sistema de políticas públicas municipais.
As atividades do Transforma vão além da escola, com a realização de festivais esportivos, que permitem que o público em geral experimente novos esportes. Nesses festivais, atletas profissionais se apresentam ao público, aumentando a interação entre esportistas e população e reforçando o clima de confraternização dos jogos olímpicos e paraolímpicos.
Assessoria de Comunicação Social
Acesse a página do programa Transforma
Conheça a íntegra da parceria entre o MEC e o Comitê Organizador dos Jogos
Palavras-chave: jogos olímpicos, Projeto Transforma, esportes

Programa de intercâmbio ensina inglês a estudantes brasileiros

Portal do MEC

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, visitou nesta sexta-feira, 17, a Escola Sesi-Senai de Taguatinga (DF), onde conheceu o Conexão Mundo, programa de intercâmbio de línguas para estudantes da educação básica articulada com educação profissional. O programa atende cerca de 2 mil alunos brasileiros de ensino médio e técnico que estudam inglês pelas redes sociais com o auxílio de 200 monitores norte-americanos.
O curso de inglês oferecido no Conexão Mundo é dividido em três etapas. Na primeira etapa, que tem duração de oito semanas, alunos e monitores norte-americanos se comunicam em inglês, a distância, por meio das redes sociais, programas de conversação em vídeo em tempo real e pela plataforma de aulas Longman, um portal especializado no ensino do inglês.
Na segunda fase, os monitores vêm às unidades do Sesi-Senai para quatro semanas de aulas e atividades presenciais. A terceira fase também é a distância, com atividades e práticas do idioma, e dura seis semanas, nos mesmo moldes da primeira etapa.
Para a quarta etapa do programa, os estudantes com melhor aproveitamento e progressão no aprendizado do inglês fazem uma viagem de imersão de duas semanas nos Estados Unidos. Durante o período de intercâmbio no exterior, os estudantes ficam hospedados em casas de famílias norte-americanas, visitam escolas, conhecem universidades e empresas e participam de uma série de outras atividades junto ao programa.
Janine falou sobre a importância do conhecimento do inglês na qualificação e inserção no mercado de trabalho. “O acesso a toda uma cultura e a todo um conhecimento mundial nos é facilitado pelo inglês, esse é um ponto importante de aprender o inglês”, afirmou o ministro.
O programa é uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a organização não governamental US-Brasil Connect, e tem como objetivo o ensino e aperfeiçoamento do inglês de maneira lúdica e interativa. Ao final do curso, os alunos recebem um certificado de conclusão do Sesi-Senai.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Sesi, Senai, inglês, Conexão Mundo

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...