sábado, 20 de junho de 2015

Mais de 43 mil pessoas se inscreveram para ingresso 2015/2 na UFOP

Portal de notícias da UFOP

No total, 43 mil e 569 pessoas se inscreveram para a seleção, tendo uma média de 31,5 alunos por vaga. Dentre os cursos disponíveis, os que se destacaram pela quantidade de alunos por vaga foram os de Medicina (95,5), Arquitetura (86,8), Direito (80,8), Artes Cênicas (62,6), Engenharia de Produção (campus João Monlevade) (33,5), Educação Física (47,4) e Engenharia Civil (43,4).

A seleção de estudantes para o ingresso no segundo semestre letivo de 2015 na UFOP ocorre pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A plataforma utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para classificação de candidatos para os mais de 50 cursos da Instituição. Nesta edição, foram ofertadas 1.384 vagas para o semestre 2015/2 da UFOP.

Confira a lista de cada curso com a quantidade de candidatos por vaga:
* Os cursos de Filosofia, Letras e História possuem duas habilitações (bacharelado e licenciatura) e os números apresentam-se somados. O Curso de Ciências Biológicas também possui duas habilitações, mas apresenta-se separadamente, Ciências Biológicas Bacharelado (BCB) e Ciências Biológicas Licenciatura (LCB).

CURSO   CAND/VAGA
ADM        42,8
ARQ         86,8
ACE         62,6
COM        18,7
ALI          22,4
BCB         27,5
LCB         14,9
ECO        14,2
DIR         80,8
EFD        47,4
AMB        25,2
CIV         43,4
CJM         30,4
AUT         17,6
MIN         21,9
PJM         49,1
PRO         33,5
ELE         24,8
GEO         31,9
MEC         28,2
MET         17,1
EST         12,3
FAR          23,1
FIL          18,1
HIST        18,7
JOR          31,5
LET          13,5
MED         95,5
MUL         13,4
NUT         33,3
PED         28,2
QLI          14,1
SER          24,9
SJM          21,8
TUR          21,8
GERAL      31,5

retirado do site:http://www.ufop.br/index.php?option=com_content&task=view&id=16403&Itemid=196

UNIR - Ciclo Virtual para América Latina e Caribe sobre Horizonte 2020

Com o objetivo de divulgar as próximas convocatórias de financiamento da Comissão Europeia, será realizado o Segundo Ciclo Virtual para América Latina e Caribe sobre Horizonte 2020, organizado nas Oficinas de cooperação da União Europeia, juntamente com Argentina e Uruguai, como parte das atividades do projeto birregional ALCUE NET e do projeto de colaboração global Magic (iniciado em 1º/5). A atividade consiste em três encontros, hoje e nos dias 22 e 24/6, que serão realizados por web conferência via Cooperação Latino Americana de Redes Avançadas (RedCLARA).
Os encontros incluirão sessões temáticas nas áreas de Nanotecnologia, Bioeconomia, Ações Marie Curie, Biodiversidade, Energia, Meio Ambiente, entre outras, além de um treinamento na apresentação de propostas e aspectos-chave do programa H2020. Durante as jornadas temáticas, serão apresentadas as convocatórias vigentes em 2015 e informações sobre convocatórias futuras (2016-2017) de interesse para a América Latina e o Caribe.
A atividade está dirigida a centros de pesquisa, centros tecnológicos, pesquisadores, gestores de projetos, representantes institucionais, administrações públicas, universidades e empresas, associações ou agrupamentos de empresas vinculadas ao setor científico-tecnológico.
As datas do Ciclo Virtual para América Latina e Caribe sobre Horizonte 2020 seguem abaixo:
  • Primeiro Encontro: quarta-feira, 17/6, entre 14:00 e 17:00 horas GMT;
  • Segundo Encontro: segunda-feira, 22/6, entre 14:00 e 17:00 horas GMT;
  • Terceiro Encontro: quarta-feira, 24/6, entre 14:00 e 17:00 horas GMT.
Para participar, adicione a seus contatos de Skype a conta dias.virtuales e acesse a URL http://www.redclara.net/index.php/noticias-y-eventos/transmisiones-en-vivo (link is external).
retirado do site:http://www.rnp.br/noticias/ciclo-virtual-america-latina-e-caribe-sobre-horizonte-2020

UFMS - SISU divulga selecionados para matrícula

Portal da UFMS

Já estão disponíveis no site do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) as listas dos selecionados para os cursos ofertados no processo seletivo de Inverno da UFMS. As matrículas dos aprovados em primeira chamada devem ser feitas nos dias 19, 22 e 23 de junho, nas secretarias das unidades onde os cursos são oferecidos.
A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação alerta aos estudantes que leiam atentamente as informações referentes ao processo seletivo de inverno disponíveis no link http://m.copeve.ufms.br/front/events/ para que não corram o risco de perder as vagas por falta de conhecimento das regras ou documentação na hora da efetivação de sua matrícula.
Todos os candidatos selecionados deverão preencher o Formulário de Pré-Matrícula e o Perfil Socioeconômico do Acadêmico e imprimir os comprovantes para serem entregues no ato da matrícula. O formulário está disponível no link: http://m.copeve.ufms.br/front/news/view/567
A UFMS disponibilizou 665 vagas no processo seletivo de inverno 2015, distribuídas entre 13 cursos, entre eles: Medicina (Três Lagoas), Direito e Engenharia Civil (Campo Grande) e Educação Física (Corumbá).
Lista de espera De 15 a 26 de junho os candidatos que não foram selecionados nesta primeira chamada podem participar da lista de espera, cuja previsão de chamada é a partir do dia dois de julho. 
retirado do site:http://www-nt.ufms.br/news/view/id/2630

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Especialistas debatem conectividade nas escolas públicas do Brasil

Michèlle Canes
Da Agência Brasil

Representantes de diferentes áreas do governo, sociedade civil e setor privado se reuniram hoje (15) com a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) para debater a conectividade nas escolas públicas. Esse foi o primeiro encontro de uma rodada de reuniões sobre o tema, que é um dos pilares do projeto Pátria Educadora.
"Foi uma discussão inicial em que pudemos ouvir os diversos interlocutores e mapear a realidade e os caminhos que poderíamos seguir no futuro para se atingir esse fim de ampliar a conectividade, o serviço de banda larga com mais qualidade nas escolas públicas do Brasil", disse Daniel Vargas, subsecretário de Ações Estratégicas da SAE.
Durante a discussão, os participantes levantaram a importância de identificar as experiências exitosas já aplicadas no país. Outro ponto abordado foi a velocidade da internet oferecida e a necessidade de escolher entre estabelecer uma única tecnologia de acesso à internet para todas as unidades federativas ou possibilitar que cada estado, a partir de sua realidade, possa escolher a infraestrutura mais adequada para atingir metas estabelecidas nacionalmente.
"O objetivo [dessa proposta] não é estabelecer uma tecnologia, uma infraestrutura básica e uniforme para todo o país, mas estabelecer uma meta nacional de acesso à banda larga de alta velocidade, e garantir alguma flexibilidade para estados e municípios adaptarem as diversas infraestruturas disponíveis ou criarem infraestruturas novas", ressalta Vargas. Ele afirma que esses pontos ainda serão debatidos em outros encontros.
Diogo Moyses, especialista em telecomunicações e consultor da Fundação Lemann, uma organização sem fins lucrativos voltada para a melhoria da qualidade do aprendizado, também participou da reunião. Ele acredita que mais importante que a estrutura é o debate sobre a velocidade de acesso à rede. "O princípio orientador é a velocidade que queremos atingir em todas as escolas brasileiras, caso a caso, e é possível fazer a opção por essa ou aquela infraestrutura, o que não quer dizer que a gente não tenha uma infraestrutura prioritária hoje de desenvolvimento no Brasil, que é a fibra ótica".
Para ele, proporcionar a conexão é tornar a educação mais igualitária mas é preciso pensar também no uso que será dado à rede dentro das atividades escolares. "A conectividade tem um valor em si indiferente do seu uso. Mas é evidente que conectar uma escola é parte do processo. É preciso ver quais são os melhores usos pedagógicos possíveis de serem feitos a partir da disponibilidade de tecnologia e de infraestrutura".  Ele ressalta também que em escolas onde há conexão, a realidade dos alunos já apresenta mudanças. "As escolas de fato conectadas estão passando por verdadeiras revoluções internas sob a perspectiva do engajamento dos alunos que chegam antes na escola, ficam até depois, querem se envolver nas atividades e dos professores também.
Agora, o próximo passo é mapear as infraestruturas existentes e analisar as melhores opções para ampliar o acesso à internet. Uma próxima reunião deve acontecer em 15 dias para um novo debate.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/15/especialistas-debatem-conectividade-nas-escolas-publicas-do-brasil.htm

PNE - Entidades repudiam retirada da questão de gênero dos planos de educação

Mariana Tokarnia
Da Agência Brasil, em Mata de São João (BA)*

A retirada dos planos de Educação do trecho que diz que escolas devem promover a igualdade de gênero, raça e orientação sexual foi criticada por entidades do setor educativo. Em nota pública, elas repudiam as "manifestações de intolerância e proselitismo religioso" nos processos públicos de elaboração e revisão dos planos.
Entre os planos que retiraram a estratégia estão o do Distrito Federal, aprovado pela Câmara Legislativa, e o da cidade São Paulo, ainda em discussão na Câmara dos Vereadores. Durante a tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) no Congresso Nacional, a questão de gênero causou polêmica e foi retirada do texto.
A nota é assinada pela iniciativa De Olho nos Planos, formada pela Ação Educativa, Campanha Nacional pelo Direito à Educação, União dos Conselhos Municipais de Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Associação Nacional de Política e Administração Educacional (Anpae) e o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação, com o apoio do Instituto C&A e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
"A iniciativa De Olho nos Planos considera extremamente grave tais manifestações que vêm proliferando em várias regiões do Brasil, fruto da atuação de determinados grupos que propagam preconceitos e desinformação, inviabilizam o debate público e questionam as conquistas da sociedade brasileira com relação à igualdade entre homens e mulheres obtidas arduamente na última década", diz a nota.
De acordo com o texto, as estratégias de promoção da igualdade de gênero, raça e orientação sexual visam a dar concretude à Constituição Brasileira, à legislação educacional e às diversas normativas internacionais das quais o Brasil é signatário.
As entidades defendem que a estratégia tem por objetivo superar desafios ainda presentes no Brasil como a desigualdade entre homens e mulheres em relação à renda, à formação e a presença de uma educação, sexista, homofóbica e descriminatória, entre outros.
O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece metas e estratégias para serem cumpridas em dez anos. Vão desde a educação infantil à educação superior, incluem a formação e valorização dos professores e o financiamento da educação, que deverá chegar a pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no final da vigência da lei. Aprovado o plano nacional, estados e municípios devem aprovar os próprios planos até o dia 24 de junho.
A nota foi divulgada no 15º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação começou na terça-feira (16) e vai até sexta-feira (19), no município Mata de São João (BA). Participam 1.687 representantes de 1.067 municípios.
*A repórter viajou à cidade de Mata de São João a convite da Undime.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/19/entidades-repudiam-retirada-da-questao-de-genero-dos-planos-de-educacao.htm

Empresa de Serviços Hospitalares libera R$ 4,75 milhões para hospitais universitários

Portal do MEC

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação, liberou R$ 4,75 milhões de créditos orçamentários do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) a quatro unidades hospitalares. Os recursos serão repassados em parcela única e liberados mediante a liquidação dos empenhos emitidos.
A iniciativa destina-se ao financiamento da aquisição de medicamentos, materiais médico-hospitalares, produtos para a saúde, insumos e serviços. Nessa oportunidade, foram liberados: R$ 1,7 milhão para Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF); R$ 700 mil para o Hospital Universitário da Universidade Federal de Brasília (HUB-UnB); R$ 2 milhões para o Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA), e R$ 350 mil para o Hospital Universitário da Universidade Federal de Grande Dourados (HU-UFGD).
Criado em 2010, o Rehuf estabelece as condições materiais e institucionais para que os hospitais desempenhem plenamente suas funções de ensino, pesquisa e extensão e assistência à saúde da população.
A decisão pode ser encontrada nas páginas 11 e 12 da seção 1 do Diário Oficial da União (DOU), da última quarta-feira, 17.
Assessoria de Comunicação Social da Ebserh
Palavras-chave: educação superior, Rehuf, Ebserh, hospitais universitários

Experiência de professores no exterior enriquece as aulas

Portal do MEC

Nos últimos dois anos, 1.607 professores de inglês da educação básica de escolas públicas fizeram curso de aperfeiçoamento, em diferentes níveis, nos Estados Unidos, como bolsistas (ilustração: Mário Afonso/MEC)Em janeiro do ano passado, a professora de inglês Carina Carvalho, da Escola Municipal General Vicente de Paulo Dale Coutinho, na periferia de São Paulo, embarcou pela primeira vez para uma viagem ao exterior. Contemplada com bolsa de estudos, ela teve a oportunidade de passar 40 dias nos Estados Unidos.
Além das aulas teóricas na Universidade de Notre Dame, na cidade de South Bend, no estado de Indiana, a professora pôde conviver com famílias nativas, participar de encontros de leitura e visitar museus interativos, além de dar aulas, em inglês, a alunos do quinto e do sétimo anos da escola pública Brown Intermediate School.
De volta ao Brasil, a professora traduz em práticas pedagógicas, no dia a dia de aulas, o aprendizado com o curso de aperfeiçoamento no exterior. Com os alunos do primeiro e do segundo anos do ensino fundamental, ela trabalha com cantigas folclóricas, em inglês. Com as turmas da educação de jovens e adultos, faz uso das tecnologias. Os alunos são estimulados a produzir vídeos com diálogos em inglês e a compartilhá-los pela internet.
“O aperfeiçoamento da linguagem escrita e oral e o conhecimento de novas tecnologias e metodologias foram de grande importância e se fazem úteis diariamente na minha prática docente”, afirma a professora, formada em letras. Há 13 anos, ela leciona na rede municipal de São Paulo. “É preciso avançar em cursos como esse, que tive o privilégio de realizar no exterior”, diz. “Muitos professores, como eu, nunca tiveram a oportunidade de sair do Brasil e muito menos conseguem arcar com custos de um curso em um país estrangeiro.”
Projeto — Nos últimos dois anos, 1.607 professores de inglês da educação básica de escolas públicas fizeram curso de aperfeiçoamento, em diferentes níveis, nos Estados Unidos como bolsistas do Programa de Desenvolvimento Profissional de Língua Inglesa nos EUA (PDPI), uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação e a Comissão Fulbright no Brasil. Do total de professores contemplados pelo programa, o maior quantitativo (34,6%) estava, na época do intercâmbio, no exercício de docência em escolas públicas do Nordeste, segundo dados da Fulbright Brasil. Hélio Filho era um deles. Professor do ensino fundamental em duas escolas públicas no interior da Bahia — Centro Educacional Luís Eduardo Magalhães, em Sobradinho, e Escola Municipal Professora Dinorah Albernaz Mello da Silva, em Juazeiro —, ele passou quase dois meses em curso de qualificação no Miami Dade College, na Flórida.
A experiência com o intercâmbio o motivou a desenvolver projeto pedagógico multidisciplinar que envolve música, dança, literatura, culinária e geografia. A ideia é explorar a cultura dos Estados Unidos. As atividades terão início no segundo semestre, nas duas escolas.
Formado em letras, com habilitação em inglês, Hélio afirma que são bem-vindas as políticas de intercâmbio para aprimorar a formação de professores no exterior nas habilidades exigidas pelo idioma — o falar e o ouvir, o ler e o compreender.
Apesar de considerar que o ensino da língua inglesa tem deixado “muito a desejar” e defender a construção de laboratórios de línguas nas escolas públicas, Hélio garante que é gratificante lembrar, nos 15 anos atuando como professor de escola pública, que foi e continua sendo “espelho para muitos dos alunos”. Mesmo sonho da professora Carina: “Uma sala-ambiente específica para língua inglesa, com recursos didáticos e tecnológicos, como computadores, laboratório de línguas, vídeo, livros e materiais didáticos diversos, além de turmas reduzidas de alunos”.

Rovênia Amorim
Saiba mais no Jornal do Professor

Leia também:
Yes, é possível aprender inglês nas escolas públicas do Brasil
Palavras-chave: idiomas, inglês, aperfeiçoamento

quarta-feira, 17 de junho de 2015

UFSCar abre inscrições na seleção para ingresso de Refugiados nos cursos de graduação presenciais

Portal da UFSCar

A UFSCar divulgou o edital de seleção para ingresso de pessoas em situação de refúgio nos cursos de graduação presenciais ofertados noscampi de São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. Os candidatos interessados devem ter prestado alguma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir do ano de 2011. 

Para fazer a inscrição é necessário que o candidato comprove a condição de refugiado por meio de atestado emitido pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CoNaRe), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Justiça. A documentação completa exigida no edital deve ser enviada por meio do correio para a Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFSCar até o dia 31 de agosto. 

Na ficha de inscrição deverá ser informado o número de inscrição no Enem e também a opção de curso escolhida dentre os 61 ofertados pela UFSCar. Os candidatos concorrem a uma única vaga adicional para cada uma das opções. O edital ainda estabelece que, caso não haja candidatos classificados por meio dos resultado do Enem, haverá uma seleção simplificada em janeiro de 2016, com a divulgação dos cursos com vaga disponível. 

Esta será a oitava edição consecutiva da seleção específica para ingresso na UFSCar de pessoas em situação de refúgio, que foi implementada a partir do que prevê o Estatuto dos Refugiados, a Lei 9474/97. Neste ano, o formato de seleção foi alterado pelo Conselho de Graduação da UFSCar para ampliar a quantidade de inscrições e a participação dos candidatos, com expectativa de aumento na ocupação das vagas disponibilizadas pela universidade.

Mais informações podem ser obtidas por meio da consulta ao edital e com a Coordenadoria de Ingresso na Graduação pelo telefone (16) 3351-8152.
retirado do site:http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=7418

Concorrido vestibular chinês usa até drone para evitar cola

BBC - Brasil

Tessa Wong
Da BBC News

  • AFP
    Mais de 9 milhões de estudantes chineses fizeram prova este ano
    Mais de 9 milhões de estudantes chineses fizeram prova este ano
Todos os anos, mais de 9 milhões de estudantes na China fazem o vestibular unificado chinês, conhecido como gaokao. Este ano, a prova foi realizada na semana passada.
Pelo alto número de concorrentes e a importância dada ao diploma na busca por um emprego, dá para entender porque as autoridades usam até drones para evitar fraudes.
Mesmo assim, centenas de pessoas foram desclassificadas em várias províncias por tentativas de burlar o sistema.
Passar no gaokao é a única forma de entrar na universidade na China. Os alunos sofrem pressão não apenas da família, mas da sociedade como um todo.
Muitos estudantes, pais, professores e políticos criticam esse sistema de prova única, dizendo que ela não leva em conta a criatividade dos estudantes, que o gaokao - cujas matérias obrigatórias são matemática, chinês e uma língua estrangeira - privilegia a famosa decoreba.
Guardas usam detectadores de metal na entrada de locais de prova.
Mas o fato é o gaokao praticamente define as chances de sucesso na vida dos jovens chineses, em particular os que vêm de famílias mais pobres, já que, na China, ter um diploma universitário é essencial para conseguir um emprego. E, quanto melhor a universidade, melhor o emprego.

Vigilância

As autoridades usam câmeras de seguranças e detetores de metal na entrada das escolas para evitar que estudantes entrassem com smartphones ou relógios computadorizados.
As provas também são rastreadas por sistema de GPS até serem entregues aos colégios onde serão aplicadas.
Na província de Henan, funcionários chegaram a usar um drone com um scanner de rádio para pegar trapaceiros.
O veículo aéreo não tripulado voou sobre dois centros de exame na cidade de Luoyang em busca de sinais de rádio, segundo o site do Departamento de Educação.
Segundo os funcionários, sinais de rádio poderiam indicar que informações estavam sendo enviadas a dispositivos introduzidos ilegalmente nos locais de prova.
Este ano, nenhuma atividade suspeita foi detectada pelo drone. Mas alguns estudantes foram flagrados tentando colar.
As autoridades de um colégio da região autônoma da Mongólia Interior desclassificaram 1.465 estudantes, incluindo os filhos de vários funcionários do Partido Comunista, após a descoberta de que eram "imigrantes ilegais do gaokao", segundo o Beijing News Daily.
Essa região do norte da China atrai estudantes de todo o país porque a exigência de pontuação para ser aprovada é mais baixa que em outras províncias, por ser uma área menos povoada.
Cada província determina sua própria série de perguntas para o gaokao, e o exame da Mongólia Interior é visto como um dos mais fáceis.
Mas um estudante só pode fazer a prova lá se cumprir a exigência de ter estudado em um colégio local por pelo menos dois anos. Não se sabe ainda como os estudantes desclassificados conseguiram chegar a ponto de fazer a prova.
A polícia também descobriu, nas províncias de Hubei e Jiangxi, um sindicato que pagava pessoas para se fazer passar por estudantes e faziam a prova por eles.
Nove pessoas foram detidas depois que as atividades do sindicatos foram reveladas pelo jornal Southern Metropolis Daily.
Este ano, entre os jovens rostos de estudantes que faziam o exame em Nanquim, estava Wang Xia, de 86 anos, provavelmente o aspirante a universitário mais velho do país.
Wang, cuja educação formal se resume a um curso técnico de enfermeiro, sempre sonhou em ser médico. Ele prestava o vestibular pela 15ª vez após ser reprovado em todas as tentativas anteriores.
"Não jogo, não tenho nenhum hobby particular, mas adoro ler e aprender. Talvez outras pessoa não aprovem, mas quero passar na prova, é meu pilar espiritual", afirma.

Pais

Os organizadores das provas têm de lidar não apenas com o nervosismo dos estudantes, como também com a ansiedade dos pais.
Alguns colégios criaram unidades de assistência para os pais que esperavam do lado de fora dos locais de prova, onde foram colocadas cadeiras sob guarda-sóis e servido água.
Em Pequim, essas unidades estavam equipadas com remédios para casos de insolação, segundo o Quianlong News.
Muitos alunos precisam repetir a prova várias vezes.
Enquanto isso, o Ministério da Educação se viu inundado de queixas de pais na província de Anhui, depois que estudantes reclamaram que era difícil escutar o áudio das provas de compreensão de inglês por problemas no alto-falante.
No final, foi permitido que cerca de 1.200 estudantes refizessem a prova.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2015/06/17/concorrido-vestibular-chines-que-usa-ate-drone-para-evitar-cola.htm

MEC vai criar fórum de acompanhamento do piso salarial dos professores

Estadão Conteúdo

O Ministério da Educação (MEC) vai criar um fórum de acompanhamento do piso salarial dos professores. Fará parte dessa instância, além do MEC, as entidades representativas dos secretários municipais (Undime), estaduais (Consed) e dos professores, por meio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Segundo o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, Binho Marques, duas portaria do MEC devem ser publicadas no dia 24 de junho. Além do texto que cria o fórum do piso, também haverá a criação de uma instância interfederativa para tratar das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Farão parte o MEC, Consed e Undime. Marques participou nesta terça-feira, 16, do 15º Forum da União da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) em Mata de São João, na Bahia.
"Esses dois passos são fundamentais e esperamos que todos estejam mobilizados para que o Plano Nacional de Educação saia do papel", disse Marques. "Se esse fórum andar bem como nós queremos, criando pactos e compreensões claras sobre o piso, carreira nacional, do cumprimento da hora atividade, vamos conseguir garantir não só a visibilidade de como anda o cumprimento do piso no Brasil, mas pode avançar para ser mesa de negociação. Para que consigamos ter um sistema de educação com qualidade precisamos que os profissionais da educação sejam valorizados."
Neste ano, o piso teve aumento de 13%, chegando a R$ 1.917,78 - salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais. Muitos municípios não conseguem pagar esses valores e reclamam que a lei inviabiliza os orçamentos municipais. "Sem a revisão do sistema de financiamento de educação não vamos conseguir viabilizar essa valorização", disse Marques, ao responder questionamento de dirigentes. "Existe um esforço de pactuação."
O MEC ainda anunciou um prazo de 180 dias de discussão para a criação do Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) - dispositivo desenvolvido pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação que tem como objetivo mensurar o financiamento necessário (calculado por estudante) para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. Segundo o coordenador da Campanha, Daniel Cara, as iniciativas são positivas, mas chegam tarde. "Já são quatro anos de debate sobre o CAQi e até agora não se avançou", disse ele.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/16/mec-vai-criar-forum-de-acompanhamento-do-piso-salarial-dos-professores.htm

MEC vai liberar R$ 180 milhões para escolas no Mais Educação

Portal do MEC

Mata de São João (BA) – O Ministério da Educação vai liberar R$ 180 milhões para escolas cadastradas no programa Mais Educação que tenham menos de R$ 5 mil em conta. O anúncio foi feito pelo ministro Renato Janine Ribeiro na tarde desta terça-feira, durante a abertura do 15° Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, que ocorre no município de Mata de São João, na Bahia.
Em sua fala, Janine Ribeiro reiterou a importância em focar em pontos específicos da educação. “Sabemos de todos os nossos desafios, mas temos alguns focos, como as creches, que precisamos construir mais, e a alfabetização, por exemplo. É chocante saber que temos crianças no Brasil que chegam aos oito anos sem saber ler ou escrever”, disse.
O ministro também destacou a formação dos professores e diretores. “Nós temos de lutar para ter alfabetizadores devidamente formados. Isso envolve muito esforço para formação iniciada e continuada de professores”, lembrou.
Mesmo em ano de ajuste fiscal, o ministro acredita que é possível seguir avançando com a educação, mas, para isso, é preciso uma melhor gestão. “Esse é um ano difícil e temos de aprimorar a gestão, usar a inteligência de que dispomos. E pensar melhor nos projetos e programas”, finalizou.
O Fórum, que segue até a próxima sexta-feira, 19, tem como tema O papel dos Dirigentes Municipais de Educação na implementação do Sistema Nacional de Educação e conta com a presença de gestores e técnicos das secretarias municipais de educação. O encontro é transmitido em tempo real, via internet, com tradução para língua brasileira de sinais (Libras). Para acompanhar a transmissão, basta acessar o portal da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Integral – O Programa Mais Educação é uma estratégia do Ministério da Educação para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular para a educação integral.
As escolas das redes públicas de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal fazem a adesão ao programa e, de acordo com o projeto educativo em curso, optam por desenvolver atividades nos macrocampos de acompanhamento pedagógico, educação ambiental, esporte e lazer, direitos humanos em educação, cultura e artes, cultura digital, promoção da saúde, comunicação e uso de mídias, investigação no campo das ciências da natureza e educação econômica.
Acesse o portal da Undime
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Renato Janine Ribeiro, Mais Educação, creche

Olimpíada internacional premia escolas públicas de 10 estados

Portal do MEC

Escolas públicas de dez estados brasileiros foram premiadas na Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras de 2015, organizada no Brasil pela Rede do Programa de Olimpíadas do Conhecimento (Rede POC). Na quinta edição, participaram da competição 24.328 mil estudantes de escolas públicas e privadas ao redor do mundo.
Diferente de muitas competições do tipo, na Matemática sem Fronteiras a disputa é interclasses, para alunos do quarto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio. Nesta edição, o Brasil foi representado por 1.654 classes de 460 escolas, localizadas em 23 estados e no Distrito Federal. O Brasil recebeu 61 medalhas de ouro, 134 de prata, 220 de bronze e 97 classes receberam menção honrosa. Uma mesma escola teve várias classes vencedoras.
Escolas públicas de 10 estados ganharam prêmios. Entre os destaques, com medalhas de ouro, a Escola Estadual Maria Eudes Bezerra Veraz, de Novo Horizonte, no Ceará; o Colégio Naval, de Angra dos Reis, no Rio; o Colégio Técnico de Campinas (SP); e o Colégio da Policia Militar de Goiás, em Itumbiara.
O estado do Piauí, que vem tendo bons resultados em competições de matemática com o trabalho feito pela Escola Estadual E. M. Augustinho Brandão, em Cocal dos Alves, também conseguiu bons resultados com a Unidade Escolar Paulo Ferraz, em Capitão Campos, que nesta edição foi premiado com medalhas de ouro no oitavo ano do fundamental e prata no nono ano e nas três séries do ensino médio.
Também foram agraciadas com medalhas de ouro a Escola Municipal E.F. Ana Bergamin Uliana, em Ulianópolis, no Pará; o CE Marcelino Machado, em Fortaleza dos Nogueiras, no Maranhão; e a ETEC Martin Luther King, em São Paulo.
Internacional – Criada em 1990 pela Academia de Estrasburgo, na França, com o objetivo de estimular o interesse dos estudantes para a disciplina, a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras é a maior competição educacional interclasses do mundo, com participação de mais de 200 mil estudantes em 29 países e 10 idiomas.
No Brasil, a Rede POC, programa mantido pelo Instituto de Olimpíadas do Conhecimento, tem apoio do Consulado Geral da França em São Paulo, do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Universidade Metodista de São Paulo.
Assessoria de Comunicação Social

Confira todas as classes brasileiras premiadas
Palavras-chave: educação básica, matemática, olimpíada, Matemática sem Fronteiras

terça-feira, 16 de junho de 2015

Nascido em favela, brasileiro se torna doutor nos EUA após passar anos lavando pratos




Reprodução/Arquivo PessoalReprodução/Arquivo Pessoal
Querer é poder? No caso de André Luiz de Souza, sim. O brasileiro, nascido em uma favela de Belo Horizonte, superou todas as adversidades possíveis para sair de uma infância pobre e se tornar professor com pós-doutorado nos Estados Unidos.

O sonho de trabalhar nos EUA vinha da infância, quando via muitas pessoas de sua comunidade se mudarem ilegalmente para o país. Começou a virar realidade em 1999, quando passou em Letras na UFMG. Passou, então, a trabalhar em dois empregos para se sustentar e ajudar a família.

À época em que tudo começou, André Luiz quase foi expulso da faculdade por conta de faltas, sendo elas geradas pelo trabalho em dois turnos. Hoje é professor na conceituada Universidade do Alabama e desenvolve projetos de psicologia cognitiva ao lado de grandes empresas.

“Sou filho de um motorista de ônibus e de uma manicure. Nascido e criado na favela Alto Vera Cruz. Prestei vestibular para Letras na UFMG porque adorava a ideia de saber falar inglês. Na mesma época, trabalhei na Telemig Celular das 7h às 18h e, para ganhar um extra, ficava lá virando a noite programando celulares. Por conta disso, perdi o semestre e ganhei uma carta afirmando que havia perdido a vaga na universidade. Escrevi explicando meus motivos e fui aceito de volta”, conta André Luiz em depoimento ao jornal Folha de S. Paulo.

Por conta de sua insistência em saber inglês fluentemente, conseguiu um intercâmbio para a Universidade do Texas em 2003. Necessitando de provas que poderia se bancar nos EUA, ele pediu dinheiro emprestado aos amigos, anexou o extrato com R$ 6 mil ao pedido de visto e, depois de aceito, devolveu o dinheiro. Depois disso, chegou aos Estados Unidos com R$ 25 no bolso — e só.

Para conseguir se manter realmente nos EUA, André começou a trabalhar lavando pratos em um restaurante, emprego que lhe custou o intercâmbio, uma vez que era proibido trabalhar fora do campus. De volta ao Brasil, se ofereceu para coletar dados para uma professora norte-americana que ajudava no Texas. Desta maneira, manteve a ligação com os EUA e se aperfeiçoou na área, sendo convidado para voltar ao país para fazer um doutorado.

Ainda sem dinheiro e vivendo com US$ 1100 por mês de uma bolsa dada pelo governo norte-americano, ele voltou a lavar pratos no mesmo restaurante de outrora e, mesmo infringindo as regras, ficou assim por dois anos.  Após concluir o doutorado, virou assistente em Alabama e já recebeu propostas para trabalhar na Europa. Ficou pois deseja seguir nos EUA.

Muitos pratos lavados e muita força de vontade depois, André Luiz de Souza se tornou um dos responsáveis pela criação do Cyber Institute, que faz estudos sobre como testes cognitivos influenciam na utilização de um aplicativo. Por conta do projeto, já recebeu um financiamento de US$ 250 mil. Só para começar
retirado do site:https://br.noticias.yahoo.com/nascido-em-favela--brasileiro-se-torna-doutor-nos-eua-ap%C3%B3s-passar-anos-lavando-pratos-210133228.html

Os estudantes que desafiam a universidade mais rica do mundo

BBC-Brasil
Thomas Sparrow
Da BBC Mundo, em Washington

  • Divest Harvard
    Além de ação judicial, estudantes promoveram uma invasão da reitoria de Harvard Além de ação judicial, estudantes promoveram uma invasão da reitoria de Harvard
Harvard, a universidade americana que é também uma das mais prestigiadas instituições de ensino do mundo, tem mais de 20 mil alunos. Mas sete deles se tornaram uma pedra no sapato para os administradores.
Em novembro do ano passado, eles entraram com uma ação na Justiça com a qual pretendem pressionar a universidade a deixar de investir em empresas de gás e petróleo, sob a alegação de que Harvard estaria contribuindo para mudanças climáticas.
Como muitas outras universidades, Harvard tem o que inglês é conhecido como um endowment, capital formado basicamente por doações de ex-alunos ao longo da história e que é investido em áreas distintas para gerar mais receita.

Persuasão x interferência

Harvard tem um fundo estimado em US$ 36,4 bilhões. Se fosse um país, seria a 90ª economia do mundo. Para o grupo de estudantes, ao financiar operações de empresas petrolíferas, por exemplo, Harvard está afetando a vida de seus estudantes e de gerações vindouras. E precisa se distanciar dessas indústrias.
São poucos, mas fazem barulho: por meio das redes sociais, convocaram o corpo universitário para eventos de protesto e "desobediência civil", incluindo uma ocupação da reitoria de Harvard. Mais de 200 professores já se juntaram à causa por meio de uma carta aberta em que cobram da universidade uma "responsabilidade ética".
Harvard, num comunicado enviado à BBC Mundo, afirmou respeitar o ponto de vista dos manifestantes, mas criticou as ocupações como uma "forma altamente perturbadora de promover suas opiniões". "Essas táticas cruzam a linha entre persuasão e um interferência desrespeitosa e coerciva", dizia o texto.
A universidade tem reservas que passam de US$ 36 bilhões, maior do que a economia de muitos países Para os estudantes e professores, a universidade não seria afetada financeiramente se interrompesse os investimentos nessas companhias.
Eles argumentam que a instituição mandaria uma importante mensagem política e moral graças a seu prestígio internacional.

Desenvestimentos

"Harvard está dando respaldo a um modelo de indústria que está extraindo e queimando combustíveis fósseis em níveis que ameaçam o futuro do planeta e as pessoas que nele vivem", disse à BBC Mundo um dos sete estudantes responsáveis pela ação judicial.
A universidade alega que seus investimentos fazem parte de sua política educacional e não acredita que "deixar a indústria de combustíveis fósseis seja a resposta apropriada".
A Universidade de Stanford foi uma instituição que parou de investir na indústria petrolífera. Harvard, porém, reconhece que o aquecimento global é um dos "problemas mais urgentes e sérios do mundo", mas explica que prefere combatê-lo com a investigação científica, a educação e a redução de sua "pegada de carbono".
A recusa de Harvard vai na contramão de uma tendência de desenvestimentos adotadas nos últimos anos por uma série de organizações, incluindo a família Rockfeller, que fez fortuna com o petróleo, e outra prestigiada universidade americana, Stanford, que em 2014 anunciou o fim de investimentos em 100 companhias ligadas à "indústria do carbono".
Entretanto, já houve ocasiões em que Harvard cancelou investimentos. Nos anos 80 e 90, por exemplo, deixou de investir em companhias sul-africanas, por causa do apartheid, e na indústria tabagista.
Já o movimento contra combustíveis fósseis teve início em 2011 em algumas universidades americanas e hoje teria chegado a a mais de 500 instituições em todo o mundo, segundo a campanha US Fossil Free.
E uma pesquisa da Universidade de Oxford afirma que o lobby contra combustíveis fósseis está avançando de maneira mais rápida que campanhas contra o tabaco, as armas de fogo e a pornografia, por exemplo.
A ação contra Harvard está sendo julgada numa corte do estado americano de Massachussetts.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2015/03/02/os-estudantes-que-desafiam-a-universidade-mais-rica-do-mundo.htm

Os sete critérios para escolher as melhores universidades da América Latina Comente

BBC - Brasil
Veronica Smink
Da BBC Mundo, na Argentina

USP ficou em 1º lugar no ranking das melhores universidades da América Latina
Novamente número 1. A Universidade de São Paulo (USP) voltou a ser escolhida como a melhor da América Latina.
É a quinta vez que a maior universidade pública do Brasil recebe a láurea desde que a consultoria de educação superior Quacquarelli Symonds (QS) começou a publicar o ranking em 2011.
Em apenas um ano -- 2014 -- a USP foi superada por outra instituição: Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC), que desta vez ficou em terceiro lugar.
Três universidades brasileiras (USP, Unicamp e UFRJ) e duas chilenas (UC e Universidade do Chile) ocupam o "top 5".
Completam a lista das dez melhores universidades mais duas brasileiras (Unesp e UnB), duas mexicanas e uma colombiana.
Enquanto isso, na compilação das 100 melhores instituições de educação superior da região, o Brasil lidera com 18, seguido pela Argentina, com 15 e o Chile, com 14.
Mas em que se baseia este ranking?
Para obter a resposta, a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, consultou a responsável pela lista, a QS, sediada em Londres, no Reino Unido.
A empresa se dedica a promover universidades e em 2004 criou um ranking das melhores instituições de ensino em todo o mundo.
O enorme interesse gerado pela lista levou a consultoria a criar compilações regionais, como é o caso do levantamento latino-americano, cuja publicação teve início em 2011.

Critérios

Martin Juno é o analista responsável pelo ranking latino-americano.
Juno explica à BBC Mundo que sete "indicadores" são usados para montar a lista.
Os dois primeiros são os mais importantes, respondendo por 50% da pontuação recebida por cada universidade.
Eles refletem a reputação da instituição de ensino, tanto entre outras universidades internacionais quanto entre empresas que empregam os recém-graduados.
Para medir tais parâmetros, o QS diz entrevistar mais de 50 mil acadêmicos e 13 mil empregadores em todo o mundo.
Os outros cinco indicadores têm menor peso (10% cada).
Um deles é a proporção entre alunos e professores. Outro envolve a quantidade de professores que possuem doutorado.
A consultoria também dá especial valor ao tema da pesquisa científica e à publicação em revistas especializadas.
Tal indicador é medido avaliando o número de estudos nos quais cada universidade foi citada e quantas pesquisas foram realizadas por cada professor.
Finalmente, a QS avalia a página da universidade na internet, para saber se os estudos acadêmicos estão disponíveis online.

Parâmetros

Juno disse que a posição de uma universidade no ranking é diretamente relacionada com sua "internacionalização", ou seja, como está conectada com o resto do mundo.
"Quanto mais parcerias internacionais uma universidade tem, melhor ela é", diz ele.
Mas nem todos concordam com tais parâmetros de qualidade.
Especialista em educação, o chileno Mario Garcés Durán, diretor da consultoria ECO Educación y Comunicación, diz à BBC Mundo que há critérios mais importantes que não são levados em conta na avaliação da QS.
"Essa classificação aplica-se a uma lógica de mercado e não mede o impacto da universidade para a sociedade, que é seu principal valor", argumenta ele.
Nesse sentido, explica Durán, o ranking não avalia, por exemplo, os projetos desenvolvidos pela universidade para melhorar diretamente a vida dos cidadãos.
"O número de publicações é medido em sites especializados, a que só especialistas têm acesso, e não o número de livros publicados ? que são uma contribuição para toda a sociedade", frisa.

Precarização

UC do Chile caiu duas posições por menor taxa de proporção entre professores e alunos.
Outros fatores ignorados pelo ranking são os problemas financeiros enfrentados pelas universidades e a crescente precarização de trabalho dos professores.
Nesse sentido, a situação da Universidade de São Paulo (USP), escolhida mais uma vez a melhor da região, é paradoxal.
Embora seja a maior universidade pública do Brasil, com cerca de 90 mil alunos, a USP passa por uma crise financeira sem precedentes.
Em entrevista ao jornal O Globo, um estudante do terceiro ano de Engenharia Ambiental lamentou a falta de professores.
"Pensei que a universidade teria uma estrutura melhor", confessou.
Os problemas para pagar os salários dos professores e servidores vêm provocando uma série de greves, que também afetam os alunos.
De acordo com Garcés Durán, esse é um problema comum na América Latina, onde os professores muitas vezes não são contratados de forma permanente.

Importância

Diante de tantas objeções, qual é o peso real dos rankings internacionais de universidades?
Para Jorge Saez, estudante do quinto ano de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC), trata-se principalmente de prestígio.
"É claro que é motivo de orgulho ver sua universidade escolhida como a melhor do país e uma das melhores da América Latina", afirma.
"Mas não é tão relevante internamente, porque todos no Chile sabem qual é a melhor. Ou seja, o ranking em si só revalida a superioridade conhecida por todo mundo", acrescenta.
Saez brinca que a principal utilidade da compilação foi alimentar a longa rivalidade com a Universidade de Chile (UCH), que no ranking deste ano ficou uma posição abaixo da UC.
 retirado do site:https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=9152907326025746103#editor/target=post;postID=7486588094980813746

Escolas do Estado e da Prefeitura de SP terão provas padronizadas

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

O governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo vão reforçar o monitoramento dos alunos de suas redes de ensino e implementar modelos de provas bimestrais padronizadas para todas as escolas. Nos dois projetos, o objetivo é proporcionar mais uma ferramenta pedagógica para o dia a dia de professores e diretores com base no desempenho dos estudantes, mas as secretarias também poderão usar os dados para intervenções.
No Município, a avaliação começa na próxima semana e integra o projeto Mais Educação, que reformulou em 2013 o sistema educacional sob a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT). A prova bimestral padronizada obrigatória será de português, matemática e ciências - na primeira edição, entretanto, ciências não será incluída.
Alunos do 3º ao 9º ano do ensino fundamental farão o teste, com 36 questões dissertativas e de múltipla escolha. "Cada unidade vai ter sua leitura (dos resultados), mas com os mesmos parâmetros para toda a rede", explica secretária adjunta de Educação do Município, Emília Cipriano. "O objetivo é pensar em intervenções do ponto de vista pedagógico. Queremos também dar retorno às crianças e às famílias."
As notas nesses exames vão fazer parte do boletim do aluno e serão devolvidas aos professores 24 horas depois de colocadas no sistema digital da secretaria. Segundo ela, no entanto, a ideia não é fazer rankings entre colégios e regiões. "Vamos explorar a capacidade de interpretação, de análise", diz Emília.

Processo

Na rede estadual, alunos do 2.º ano do ensino fundamental até o 3.º do médio já fazem uma prova padronizada duas vezes ao ano. Mas, a partir de agosto, a Avaliação de Aprendizagem em Processo (AAP) - criada em 2012, na gestão anterior do governador Geraldo Alckmin (PSDB) - será bimestral. A prova tem 20 questões de Matemática e Português, dissertativas e de múltipla escolha, além de Redação, e tem base no currículo oficial do Estado.
Olavo Nogueira Filho, coordenador de Monitoramento e Avaliação Educacional da Secretaria Estadual de Educação, explica que o novo sistema permite acompanhamento contínuo da evolução dos alunos ao longo do ano. "Com auxílio dos resultados, os professores poderão tomar decisões pedagógicas com base no que está acontecendo em tempo real", diz.

Ressalvas

As provas padronizadas nas duas redes não substituem as avaliações externas, que compõem os índices educacionais do Estado e do governo federal (Idesp e Ideb). Sandra Zákia Sousa, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), faz ressalvas às mudanças. "Não é com mais aplicação de provas que vão resolver o problema de qualidade e de aprendizado", afirma.
Acompanhar o desenvolvimento da turma, segundo ela, é parte da organização da escola. "No fundo, parece a intensificação do controle externo da escola e de seus resultados." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/16/escolas-do-estado-e-da-prefeitura-de-sp-terao-provas-padronizadas.htm

Enade tem diretrizes definidas para cursos a serem avaliados

Portal do MEC

Estudantes universitários concluintes de 26 cursos farão as provas do Enade no dia 22 de novembro próximo (foto: correiodoestado.com)As diretrizes do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), edição de 2015, foram publicadas na sexta-feira, 12. As normas referem-se às competências, conhecimentos, saberes e habilidades a serem avaliados. Elas foram definidas pelas comissões assessoras de área e orientadas pelas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação.
As provas estão marcadas para 22 de novembro próximo. Farão o exame os concluintes de 26 cursos que conferem diploma de bacharel em administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, jornalismo, publicidade e propaganda, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teologia e turismo. Também serão avaliados os que conferem diploma de tecnólogo em comércio exterior, design de interiores, design de moda, design gráfico, gastronomia, gestão comercial, gestão de qualidade, gestão de recursos humanos, gestão financeira, gestão pública, logística, marketing e processos gerenciais.
Criado em 2004, o Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O objetivo é aferir o rendimento dos estudantes dos cursos de graduação em relação ao conteúdo programático, suas habilidades e competências.
As diretrizes do Enade de 2015 constam das portarias de números 217 a 243 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 12. Mais informações sobre o exame no Manual do Enade e na página dos Seminários Enade na internet.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep
Palavras-chave: educação superior, Enade, diretrizes

Segunda edição do ano tem mais de 1,1 milhão de candidatos; UFMG é a líder nas inscrições

Portal do MEC

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) registrou 1.192.622 inscritos nesta segunda edição de 2015. Como cada estudante pôde fazer até duas opções de curso pelo sistema on-line, foram registradas 2.302.722 inscrições.
A Universidade Federal de Minas Gerais (UGMG) é a instituição mais procurada pelos candidatos. Com 176.285 inscrições, está no topo da lista. Depois, vêm as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), com 139.406, e do Maranhão (UFMA), com 136.480. O curso de medicina, com 185.818 pedidos, lidera o interesse, seguido de direito (128.929) e administração (95.272).
Dentre os inscritos, 57% são mulheres. Do total geral, 60% dos candidatos (720.201) têm idade entre 18 e 24 anos. Os estados com maior número de inscritos são Minas Gerais (170.761), Rio de Janeiro (140.788) e São Paulo (125.584).
Nesta edição do Sisu, foram abertas 55.571 vagas. Consideradas as duas edições do ano, são 261.085 em 2015, o que representa acréscimo de 17% em relação às 222.813 oferecidas em 2014. Este ano, o governo federal totaliza 726.640 vagas abertas na educação superior, com todas as edições do Sisu, do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Universidade para Todos (ProUni).
Por meio do Sisu, sistema informatizado do Ministério da Educação, instituições públicas de educação superior oferecem vagas a participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste segundo semestre, puderam concorrer os candidatos que participaram do Enem de 2014 e obtiveram nota na redação que não tenha sido zero.
O resultado desta edição está disponível na página do Sisu na internet. As matrículas serão realizadas nos dias 19, 22 e 23 próximos. O prazo para manifestar interesse em integrar a lista de espera termina no dia 26. A convocação, pelas instituições, dos candidatos da lista de espera está prevista para 2 de julho.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, Sisu

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Universitários de GO vão ensinar programação em escolas públicas

Jéssica Nascimento
Do UOL, em Brasília

Transformar meninos e meninas em criadores de códigos, programas, aplicativos. Como? Com aulas no contraturno em escolas públicas. A intenção é que as crianças deixem de ser apenas consumidores passivos de tecnologia.
"Nossa meta é que as crianças atendidas possam aumentar a capacidade lógica e que também aprendam codificação básica e simples", explica Elton César Silva Morais, 33, coordenador do projeto "Gênios de Turing".
O colégio São Tomáz de Aquino, em Ceres (GO), será a primeira instituição a receber o projeto. As aulas começam em agosto. As aulas serão gratuitas e o conteúdo será dividido em módulos. Em cada etapa, os alunos desenvolverão atividades como jogos de labirinto, tabuadas e até mesmo escrever nos primeiros aplicativos. O projeto é aplicado como uma matéria extra, uma vez por semana no turno vespertino. A duração do curso é de 10 meses.
Criado por quatro jovens de Goiás em janeiro deste ano, a ideia visa beneficiar escolas públicas. Os idealizadores são os alunos Mateus Nascimento, Munike Lamounier, Silas Júnior, e Túlio Vital, todos com 18 anos. Eles são alunos do Instituto Federal Goiano, de Ceres, a cerca de 170 km de Goiânia.

De 9 a 11 anos

O público-alvo são alunos da 4ª série do ensino fundamental (5º ano) e devem ter de 9 a 11 anos.
Escolas públicas de Goiás que desejam a implementação do Gênios de Turing podem encaminhar um pedido para o e-mail: geniosdeturing@gmail.com. Todo o material é disponibilizado gratuitamente pelos idealizadores.
"Quero ver a participação ativa das meninas. Meu maior desejo é que elas tomem paixão pela tecnologia que ainda é um setor considerado masculino", enfatiza Munike. Inicialmente o Gênios de Turing será aplicado somente em Goiás. "Nada impede uma expansão do projeto", diz Mateus.
"Meu desejo é que as crianças possam se apaixonar pela tecnologia e aprender de forma interativa e divertida", disse Silas.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/15/universitarios-vao-ensinar-codigo-e-programacao-em-escolas-publicas.htm

Não sabe como se preparar para o Enem 2015? Estude com prova anteriores

Do UOL, São Paulo

Neste ano, as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro. No primeiro dia, serão aplicadas as provas de ciências humanas e ciências da natureza. No segundo, serão os exames de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e redação. Nos dois dias, as provas começam às 13h30 (horário de Brasília), com abertura dos portões às 12h.
Para ajudar os candidatos, o UOL Educação preparou um roteiro com gabaritos e correções comentadas das provas anteriores e informações importantes para quem vai prestar o exame este ano. Confira:

Provas e gabaritos

Redação

Outras dicas

retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/11/nao-sabe-como-se-preparar-para-o-enem-2015-estude-com-prova-anteriores.htm

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...