sábado, 2 de maio de 2015

Banco de itens vai inscrever docentes a partir de 5 de maio

Portal do MEC


Os professores dos cursos que serão avaliados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2015 podem concorrer na seleção de elaboradores e revisores do Banco Nacional de Itens (BNI). O período de inscrição será aberto na terça-feira, 5 de maio, e se estenderá até o dia 29 do mesmo mês.
O elaborador de itens tem como atribuição criar questões inéditas para o exame. O revisor avalia e atesta a qualidade técnico-pedagógica do item e pode aprovar ou não as questões analisadas. Ambos seguem os critérios estabelecidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os candidatos devem estar em exercício de atividade docente na graduação e vinculados a instituição de educação superior. Os selecionados vão passar por capacitação, na modalidade a distância.
Na edição de 2015, serão avaliados os cursos que conferem diploma de bacharel em administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, jornalismo, publicidade e propaganda, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teologia e turismo. Também serão avaliados os cursos que conferem diploma de tecnólogo em comércio exterior, design de interiores, design de moda, design gráfico, gastronomia, gestão comercial, gestão de qualidade, gestão de recursos humanos, gestão financeira, gestão pública, logística, marketing e processos gerenciais.
Banco — Criado em 2010, o banco de itens do Enade reúne questões de qualidade técnica que permitam ao Inep avaliar, por meio do exame, o conhecimento dos estudantes em relação a conteúdos programáticos, habilidades e competências previstas nas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação.
As diretrizes para o cadastramento dos professores constam do Edital do Inep nº 5/2015, publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira 30. A inscrição deve ser feita na página do Banco Nacional de Itens na internet.

Assessoria de Comunicação Social, com informações  do Inep
Palavras-chave: educação superior, Enade, BNI

STF concede liminar contra novas regras do Fies na renovação de contratos


Por Juliana Schincariol


RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta quarta-feira liminar contra as novas regras criadas pelo governo federal para a concessão do financiamento estudantil Fies, beneficiando estudantes que estejam tentando a renovação de seus contratos.
A decisão determina a não aplicação das novas regras aos estudantes que estão renovando contratos, "em respeito ao princípio da segurança jurídica", segundo comunicado do STF à imprensa.
A liminar foi concedida em favor de ação aberta pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). A decisão é monocrática e ainda será submetida a referendo do Plenário da Corte.
Segundo o pedido do PSB, regra de nota mínima criada no final do ano passado estaria sendo aplicada também para alunos que tentam renovar seus contratos de financiamento, o que violaria o princípio da segurança jurídica.
O Ministério da Educação (MEC) determinou as novas regras para a contratação do Fies no final do ano passado e elas entraram em vigor a partir de 30 de março. A partir de então, os alunos deveriam ter nota mínima de 450 pontos no Enem e não zerar a redação.
A decisão do ministro Luís Roberto Barroso não é válida para novos contratos. Ele entendeu "não haver direito adquirido à obtenção do financiamento com base nas regras anteriores", segundo o STF.
Barroso acrescentou que as condições para a obtenção do financiamento foram alteradas antes do início do prazo para requerimento da contratação do Fies para o primeiro semestre de 2015.
O ministro afirmou, ainda, que a exigência das notas é "absolutamente razoável" como critério de seleção.
Representantes do MEC não puderam ser contatados para comentar o assunto.

Experiência de professores ajuda a pensar educação

Portal do MEC

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, esteve em São Paulo durante esta quinta-feira, 30, para reunião com educadores com o intuito de dar prosseguimento aos diálogos com diversos setores da área.
No encontro, realizado na Cidade Escola Aprendiz, na capital paulista, Janine Ribeiro pôde debater sobre melhorias no ensino básico e superior, ouvindo relatos de experiências pedagógicas diversas.
A reunião contou com a presença do professor de economia da PUC-SP, Ladislau Dowbor, da professora da Faculdade de Educação da Unicamp, Maria Teresa Mantoan, da professora da Faculdade de Educação da USP, Sônia Kruppa, e Miguel Arroyo, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, além de José Pacheco, idealizador da escola Projeto Ancora, Tião Rocha, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) em MG. Como representantes da Cidade Escola Aprendiz estiveram a coordenadora geral, Helena Singer, e a diretora Natacha Costa.
Entrevistas – Ainda em São Paulo, o ministro dará entrevista para a  GloboNews, na sede da empresa.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Encontro

Ministro quer diálogo com toda a sociedade para que metas do PNE sejam alcançadas

Portal do MEC

O secretário-executivo e o coordenador do FNE, Walisson Maurício de Pinho e Heleno de Araújo; o ministro Renato Janine Ribeiro; o secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, e o secretário substituto da Sase do MEC, Geraldo Grossi Junior, na mesa da reunião do FNE e fóruns estaduais (Foto: João Neto/MEC) “Nós temos um caminho a seguir, o Plano Nacional de Educação (PNE), que foi amplamente discutido no Congresso Nacional e sancionado sem vetos pela presidenta”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, na reunião do Fórum Nacional de Educação (FNE) e coordenadores dos fóruns estaduais e distrital de educação, nesta quarta-feira, 29, em Brasília.
Para Janine Ribeiro, as principais metas do Ministério da Educação na implementação do PNE são garantir o financiamento e a qualidade da educação brasileira, assunto também debatido na reunião com o secretariado do MEC com as autarquias, na noite de terça-feira. “O dinheiro público é precioso e como todos os recursos é finito. Precisamos eliminar o desperdício desses recursos”, afirmou.
“Estamos falando com todos os atores da educação brasileira”, disse o ministro, ao destacar a importância do FNE na construção das políticas públicas. “Todo debate sobre educação é bem-vindo, toda contribuição séria, mesmo que discordante, é bem-vinda”.
Janine Ribeiro reafirmou o compromisso de manter um diálogo com os diversos setores da sociedade, com a qualidade da educação, com a universalização do acesso à educação, especialmente nas creches e no ensino médio, e com a criatividade na educação. “A educação não pode parar, mas precisa ser repensada o tempo todo”, concluiu.
Na reunião, o FNE entregou ao ministro o documento O Brasil como efetiva Pátria Educadora, com colaborações para o debate sobre as políticas públicas de educação e a criação de planos estaduais e municipais de educação.
O FNE é o espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado. Composto por 44 entidades e órgãos ligados à educação brasileira, o fórum avalia os impactos da implementação do PNE e acompanha, junto ao Congresso Nacional, a tramitação de projetos legislativos referentes à política nacional de educação.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Plano Nacional de Educação, PNE, FNE

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Presa dupla que cobrava R$ 50 mil para revalidar diploma de medicina

Jéssica Nascimento
Do UOL, em Brasília 

 

  • Polícia Civil do DF/Divulgação
    Dinheiro e certificados foram apreendidos pela polícia do DF com os dois presos Dinheiro e certificados foram apreendidos pela polícia do DF com os dois presos
Após uma denuncia anônima, dois homens foram presos no Guará (DF) acusados de aplicar golpes contra alunos de medicina. A dupla prometia a revalidação de diplomas emitidos no exterior e também empregos no Distrito Federal com salários de até R$ 30 mil. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas eram estudantes brasileiros que estudavam na Bolívia e na Rússia.
O delegado-chefe da Polícia Civil Jeferson Lisboa conta que as vítimas - com a finalidade de conseguir a revalidação - teriam que pagar R$ 50 mil aos suspeitos e também participar de um curso fictício que, segundo os golpistas, seria ministrado em Brasília. "Eles cobravam uma entrada de R$ 1.500 a R$ 2.000. Para dar credibilidade ao golpe, Jurandir Pinheiro, 37, e Jorge Martins, 32, diziam que eram membros da Associação Médica do Mercosul, instituição que não existe".
Ainda não há um número exato de vítimas confirmadas. Entretanto, cerca de 27 certificados de cursos realizados pelas vítimas foram apreendidos com os suspeitos. "Estima-se que o golpe tenha movimentado, nos últimos quatro meses, mais de 1,5 milhões de reais", informa o delegado. Ao serem presos na terça-feira (14), a dupla informou que eram estudantes de medicina. Porém, foi encontrado com Jurandir uma carteia da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
"Os envolvidos tinham a fala muito boa. Inventaram uma instituição e prometiam vagas no sistema público de saúde do Brasil. Acreditamos que eles tinham algum contato em uma universidade boliviana".
A Polícia Civil também informou que mais dois homens estão envolvidos com os golpes. Eles já foram identificados e um mandado para prisão preventiva foi pedido. Os foragidos são de Goiânia e do Litoral Paulista.

Aluna diz que prática é comum

A estudante brasiliense Ana Luiza Perotto, 25 anos, estuda medicina há quatro anos em Buenos Aires. Ela conta que é comum receber ofertas de Revalida e de vagas em faculdades particulares dentro e fora do país. "Essa notícia não me surpreendeu em nada. Desde que eu cheguei no país, recebo esse tipo de proposta de até R$70 mil", conta.
Para Ana Luíza, o brasileiro tem o hábito de sempre optar pelo caminho mais fácil. "Conheço pessoas que já compraram vagas em universidades particulares. A prática apenas reflete no tipo de profissional que elas serão", diz.
A estudante que está no quinto semestre conta que não tem medo da revalidação.  "Estou estudando para isso e a faculdade em que estudo possui um alto índice de aprovação. Quem decide conseguir as coisas de forma ilegal não terá sucesso".

Revalidação de diploma

De acordo com o MEC (Ministério da Educação), a competência pela revalidação de diplomas de graduação é das universidades públicas brasileiras que ministram curso de graduação reconhecido na mesma área de conhecimento. Nesse processo de revalidação, os candidatos que estudaram no exterior têm que realizar exames de complementação de estudos.
No caso do curso de medicina, os médicos formados no exterior pode fazer o Revalida, um processo unificado de revalidação. As instituições de ensino superior aderem ao Revalida de forma voluntária. Portanto, as instituições que não aderiram ao Revalida continuam executando procedimentos próprios de avaliação dos profissionais que pleiteiam a revalidação de curso de medicina.
Retirado do site: http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/04/16/presa-dupla-que-cobrava-r-50-mil-para-revalidar-diploma-de-medicina.htm

Há 45 dias parados, docentes da rede estadual de SP mantêm greve



Do UOL, em São Paulo 





Professores da rede estadual de SP entram em greve 90 fotos

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24.abr.2015 - Professores da rede estadual de ensino em greve se reúnem no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) para mais uma assembleia da categoria, na capital paulista. Entre as pautas reivindicadas pela categoria estão o aumento salarial de 75,33%, aplicação da jornada do piso, contratação dos professores temporários, o reajuste do vale-alimentação e vale-transporte; entre outras Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo

Os professores da rede estadual decidiram continuar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada na tarde desta sexta-feira (24) em assembleia na avenida Paulista. A paralisação completa 42 dias. A próxima reunião será no dia 30 de abril.
O sindicato da categoria fez uma reunião com a Secretaria Estadual de Educação na última quinta-feira (23). Segundo a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Noronha, o encontro não teve acordos. "Foi uma reunião frustrante, porque estamos chegando ao 42º dia de greve e não tivemos nenhuma proposta."
A secretaria informou que apresentou, durante a reunião, três propostas. São elas, política salarial pelos próximos 4 anos com data base em 1º de julho; envio de lei à Assembleia Legislativa que inclui os temporários na rede de atendimento do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) e estabelece a redução da exigência de 200 dias de intervalo a partir do terceiro contrato destes docentes (duzentena).
Segundo a Polícia Militar, cerca de 500 manifestantes participaram da ação de ontem. Por volta das 13h45, os docentes quebraram os vidros de uma porta da secretaria. Eles usaram um pedaço de ferro para forçar a entrada no prédio, mas foram contidos pelos seguranças do local.

A greve

Entre as reivindicações, os professores pedem a valorização da carreira, reajuste salarial que equipare perdas salariais, aumento do valor do vale-transporte e do vale-alimentação e são contra o fechamento de salas de aulas, o que ocasionou a demissão de 20.000 professores e superlotou turmas remanescentes.
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo afirmou que "avalia que a decisão do sindicato é extemporânea e ofensiva aos pais e alunos paulistas, uma vez que a categoria recebeu o último aumento salarial há sete meses, em agosto de 2014, o que consolidou um reajuste de 45%".
Segundo a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em 2011 foi instituída uma política salarial que permitiu aos professores e demais servidores da rede estadual de ensino um aumento salarial de 45% em quatro anos.
A Apeoesp argumenta que, passados os quatro anos, o reajuste está defasado e que por isso o aumento de 75,33% equipararia as perdas salarias aos vencimentos das demais categorias de nível superior. Hoje, o salário é de R$ 2.145, para 40 horas semanais.

Uniesp barra aluno que não conseguiu fazer o contrato do Fies

Do UOL, em São Paulo 


 
  • Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo
                                                                                                                                                                                                                                                               Alunos da Uniesp são impedidos de fazer prova por não ter contrato com o Fies                                            Alunos da Uniesp são impedidos de fazer prova por não ter contrato com o Fies
Um grupo de alunos foi impedido de fazer provas em uma unidade da Uniesp no centro de São Paulo nesta quinta-feira (23). Os estudantes foram barrados porque ainda não conseguiram firmar o contrato com o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).
O caso ocorreu na Faculdade de São Paulo – Centro Velho e, segundo a instituição, "os alunos não foram barrados na entrada da unidade, eles ficaram impossibilitados de realizar a prova marcada para hoje (ontem) devido ao não aditamento do Fies".
A medida continuará em vigor até que os estudantes consigam firmar o contrato. "A direção da unidade tem informado os alunos da seguinte forma: caso não consigam realizar o aditamento antes do período das provas agendadas, eles poderão fazer provas substitutivas assim que concluírem o processo no SisFies", disse a Uniesp em nota.
A Lei nº 9.870/99, porém, indica que é proibida "a suspensão de provas escolares, a retenção de documentos escolares ou a aplicação de quaisquer outras penalidades pedagógicas por motivo de inadimplemento".
A instituição afirma que os estudantes estão tendo problemas para realizar a inscrição no site do Fies, mas que "permite que os alunos assistam às aulas mesmo com essa pendência, de modo que não sejam prejudicados".
"Ao contrário do que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) alega, a situação não está regularizada. Temos ofícios de alunos que comprovam a impossibilidade de validar os aditamentos", afirma.
"Cabe ao MEC regularizar o SisFies de modo que tal processo seja concluído. Assim como nas demais instituições, este é o único motivo pelo qual os alunos da Uniesp não conseguiram realizar o aditamento".

Novo prazo

O MEC (Ministério da Educação) informou na quinta que vai prorrogar o prazo para quem pretende renovar o contrato do Fies. A nova data é 29 de maio. Segundo balanço do ministério, 296 mil estudantes ainda não conseguiram renovar o financiamento.
Para os contratos novos, porém, será a mantido o prazo de 30 de abril.
Procurados pela reportagem, o FNDE disse que não comenta casos específicos, mas afirmou que "a instituição de ensino não pode proibir os alunos com contrato regular do Fies de frequentar aulas ou fazer provas, nem pode haver cobrança de mensalidades em desacordo com o valor contratado, mesmo que o aluno ainda não tenha realizado o aditamento".
"Caso ocorra a cobrança indevida ou o estudante seja impedido de frequentar aulas ou fazer provas, é preciso entrar em contato via central telefônica gratuita, número 0800-616161, para reportar a situação, que será investigada. No caso de cobranças indevidas, os estudantes devem ser ressarcidos pela instituição", informou em nota.

Ministro garante que pendências do Fies serão todas resolvidas

Portal do MEC

No programa Bom Dia, Ministro, Janine Ribeiro falou também sobre o PNE e disse que o MEC está empenhado em ajudar estados e municípios a cumprirem o prazo determinado para entrega das metas (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil) O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, garantiu nesta quinta-feira, 23, que todos os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) serão renovados. “Ninguém deve ficar preocupado com essa história; estamos fazendo tudo para resolver as pendências”, disse, ao participar pela primeira vez do programa de rádio Bom Dia, Ministro, na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília.
O Fies reúne mais de 1,9 milhão de estudantes, que têm prazo até 29 de maio para fazer a renovação. Para a adesão de novos contratos, o prazo continua previsto para o dia 30 próximo. “Temos pouco mais de 200 mil alunos que não renovaram o contrato; nossos indicadores mostram que a cada dia mais casos são resolvidos”, disse Janine Ribeiro. Os estudantes que ainda tiverem problemas relativos ao fundo devem ligar para o número 0800-616161.
Outro ponto discutido na entrevista do ministro foi o Plano Nacional de Educação (PNE). Aprovado no ano passado, o plano estabelece o prazo de dez anos para que as 20 metas previstas sejam transformadas em realidade. Depois da aprovação do projeto de lei no Congresso Nacional e transformação na Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, o passo atual é a elaboração dos planos estaduais e municipais. O prazo vai até 24 de junho próximo. “Temos dois meses diante de nós”, disse Janine Ribeiro. “O Ministério da Educação está amplamente empenhado para ajudar estados e municípios a cumprirem o prazo determinado.”
Janine Ribeiro também assegurou que o repasse de recursos às universidades federais voltou à normalidade e que os cortes e ajustes do início do ano foram resultado da falta de aprovação orçamentária. O orçamento do governo federal foi aprovado pelo Congresso Nacional em março, com três meses de atraso.
Exame — Sobre o Enem Digital, tema sobre o qual o MEC promoveu consulta pública, em março último, o ministro esclareceu sobre a possibilidade de aprimoramento na aplicação e na utilização do exame para os próximos anos. “Não creio que possa ser implantado este ano”, disse. “Isso é algo que precisa ser estudado melhor para começar a funcionar.”
O programa Bom Dia, Ministro é coordenado e produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC. O áudio da entrevista de Janine Ribeiro pode ser encontrado, na íntegra, na página do programa na internet.
Assessoria de Comunicação Social
Leia também:
Renovação de contratos tem novo prazo, até 29 de maio; novas adesões só até o dia 30 próximo

Palavras-chave: Fies, PNE, Enem Digital, Bom Dia, Ministro

Exame abre chance de acesso a instituto politécnico em Portugal

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Instituto Politécnico de Leiria: parceria com o Inep para adotar resultado do Enem abre oportunidade para alunos brasileiros que queiram estudar na Europa (foto: media-in-change.org)Os estudantes brasileiros têm mais uma oportunidade de ingressar em instituição portuguesa de educação superior. O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Chico Soares, e o reitor do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Nuno André Oliveira Magas Pereira, assinaram nesta sexta-feira, 24, em Brasília, parceria para adoção do Exame de Nacional do Ensino Médio (Enem) como meio de seleção de estudantes para o instituto.
“O Enem está consolidado e passou a ser um exame reconhecido por outras universidades portuguesas”, disse Chico Soares. “Já foram Coimbra, Algarve, Beira Interior e, agora, o Instituto Politécnico de Leiria. Isso é bom para os estudantes brasileiros.”
Para Nuno André, a parceria é uma oportunidade ímpar para os jovens brasileiros que pretendem estudar na Europa, principalmente em Portugal. “Os estudantes brasileiros podem usar o Enem para ingressar no nosso instituto, sem precisar fazer os exames locais”, afirmou. “Eles estão na mesma condição que os estudantes portugueses.”
O reitor espera também que o acordo seja o primeiro na relação entre o Inep e o IPL. O instituto português atua em outras áreas, como as de avaliação, pesquisa e supervisão.
O Instituto Politécnico de Leiria é uma instituição pública de ensino superior destinada a promover a formação integral dos cidadãos, a aprendizagem e a transferência do conhecimento e cultura. Outra atividade do IPL é o estímulo ao desenvolvimento regional e nacional e à internacionalização. Valorizar a inclusão, a cooperação e a responsabilidade, além da criatividade e do espírito crítico e empreendedor também faz parte das diretrizes do instituto português.
Assessoria de Comunicação Social do Inep

Palavras-chave: educação superior, Enem, Leiria, IPL

Sociedade complexa é desafio para estudantes, diz ministro

Portal do MEC

São Paulo  — O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ao falar, em São Paulo, sobre as perspectivas para um modelo de universidade do futuro, desafiou os estudantes “a buscar uma formação mais abrangente para integrar uma sociedade complexa”. O ministro esteve na capital paulista nesta sexta-feira, 24, para participar, de manhã, de palestra na Universidade de São Paulo (USP) com 15 estudantes estrangeiros e brasileiros de doutorado.
O encontro fez parte de uma série de eventos organizados pelo Instituto de Estudos Avançados da USP. Segundo Janine Ribeiro, foi um exemplo de como aumentar a interação entre alunos de doutorado de todo o mundo.
À tarde, o ministro manteve reunião com os reitores da Universidade Federal do ABC (UFABC), Klaus Capelle; da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Naomar de Almeida Filho, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Tadeu Jorge. Janine Ribeiro destacou os avanços na educação superior a partir das iniciativas de interiorização de unidades universitárias promovidas pelo Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Participaram do encontro os secretários de educação básica, Manoel Palácios, e de articulação com os sistemas de ensino do MEC, Binho Marques.
O ministro reuniu-se também com representantes de entidades como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Ação Educativa e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, universidade do futuro

Instituto abre vagas em curso na área de sustentabilidade

Portal do MEC

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) abriu as inscrições do processo seletivo para o preenchimento de 21 vagas no curso de mestrado profissional em tecnologia de processos sustentáveis, no campus de Goiânia. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até 8 de maio próximo.
O mestrado profissional é direcionado a quatro linhas de pesquisa — energias renováveis e engenharia econômica aplicada; tecnologia de redução e gerenciamento de resíduos; modelagem de sistemas ambientais; fontes alternativas de água. O público-alvo é formado por profissionais com graduação em gestão, engenharia, tecnologia, licenciatura e bacharelado nas áreas de ciências exatas e da terra, ciências biológicas, biotecnologia, materiais e meio ambiente.
A seleção terá as etapas de análise da documentação e homologação das inscrições; prova escrita; prova de interpretação e compreensão de texto em língua inglesa; avaliação do pré-projeto de pesquisa e avaliação do currículo Lattes.
As aulas serão ministradas, preferencialmente, no período vespertino dos dias úteis e aos sábados, de manhã. O início do curso está previsto para 13 de agosto próximo. O resultado final da seleção será divulgado em 30 de junho. Os selecionados farão a matrícula em 4 e 5 de agosto.
Inscrições — As inscrições devem ser feitas pessoalmente, ou por procurador devidamente constituído, na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias de Processos Sustentáveis, sala T-203, campus de Goiânia do IFG, das 14h às 17h.
Mais informações no Edital nº 6/2015, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação do IFG, e na página do instituto na internet.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: mestrado profissional, processos sustentáveis, tecnologia

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...