quarta-feira, 22 de maio de 2013

Inscrições chegam a 3,9 milhões e São Paulo e Minas lideram


Portal do MEC

O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegou a 3.912.719 até as 18h15 desta terça-feira, 21. O período de inscrição, que não será prorrogado, se estenderá até as 23h59 do dia 27 próximo.

Os estados de São Paulo, com 623.549 inscrições, e Minas Gerais, com 419.851, lideram o número de candidatos por estado. Depois vem o Rio de Janeiro, com 300.660 inscritos. A Bahia vem em seguida, com 290.617 candidatos.

Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até o dia 29. Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

As provas serão aplicadas em outubro próximo, nos dias 26 (sábado) e 27 (domingo), com início às 13 horas (de Brasília). Os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas, também de acordo com o horário de Brasília. Será proibida a entrada do participante que se apresentar após o fechamento dos portões.

O Enem, que avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante ao fim do ensino médio, é aplicado em todos os estados e no Distrito Federal. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.

O desempenho no Enem é também requisito para participação do estudante nos programas Universidade para Todos (ProUni) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem.

As inscrições e demais informações sobre o exame estão na página do Enem na internet.

Assessoria de Comunicação Social

Veja o número de inscrições por estado, até as 18h15 do dia 21 de maio
Palavras-chave: educação superior, Enem

Modernização da rede é mostrada a fornecedores

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As iniciativas do governo para a reestruturação e modernização dos hospitais universitários federais foram apresentadas esta semana a representantes da indústria fornecedora de equipamentos e insumos médico-hospitalares. O seminário Gestão dos Hospitais Universitários Federais, promovido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), reuniu na terça-feira, 21, cerca de 100 representantes na 20ª Hospitalar – Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, que será encerrada nesta sexta-feira, 24, em São Paulo.

Durante o encontro, o diretor de atenção à saúde da Ebserh, Celso Ribeiro de Araújo, apresentou o histórico do processo de implantação da empresa, iniciado em 2010, com o Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf). “A Ebserh surge de um contexto que contempla uma série de iniciativas para a revitalização da rede, que hoje conta com hospitais em 22 unidades da Federação, e que tem início com o Rehuf, executado em parceria com o Ministério da Saúde”, destacou.

O diretor administrativo e financeiro, Walmir Gomes de Sousa, disse que do orçamento para 2013, de R$ 795 milhões, 20% será destinado à realização de investimentos na rede. Ele salientou que a Ebserh fará a gestão centralizada de itens estratégicos. “Trabalhamos com a lógica dos pregões centralizados”, disse. “A empresa tem hoje uma série de pregões em andamento e há a previsão de publicação de outros editais nas próximas semanas.”

Nos últimos três anos, período em que as compras para os hospitais passaram a ser feitas por meio de registro de preços nacional (RPN) e pregões eletrônicos, a economia alcançada chegou a R$ 477 milhões, com redução de 34,28% em relação ao preço de referência praticado pelo mercado. Enquanto o valor inicial de todos os itens chegava a R$ 1,3 bilhão, o preço final obtido foi de R$ 914,7 milhões. Consideradas apenas as compras realizadas no exercício de 2012, a economia chegou a R$ 66,1 milhões — redução de 28,11% em relação aos preços iniciais. Para este ano, devem ser abertos editais para compra de órteses e próteses de oftalmologia e de cirurgia cardíaca e vascular, instrumento cirúrgicos, medicamentos antineoplásicos e antimicrobianos.

A 20ª Hospitalar reúne 1.250 empresas fornecedoras do setor de saúde, representantes de 34 países. Durante os quatro dias de programação, o evento deve receber mais de 92 mil visitantes. A Ebserh, empresa pública vinculada ao Ministério da Educação, mantém estande para esclarecer dúvidas e prestar informações.

Assessoria de Imprensa da Ebserh
Palavras-chave: hospitais universitários, Ebserh, 20ª Hospitalar

Escola divide com os pais a responsabilidade de educar

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A presença da família é considerada muito importante na Escola Estadual Professora Alice Barbosa Pacheco, em Campo Verde, município do sudeste de Mato Grosso. Todos os projetos realizados pela instituição visam à aproximação entre os pais e a escola para que eles participem da vida escolar dos filhos.

“Não dá para pensar em uma educação de alta qualidade se a escola não considerar a família como parte essencial do processo”, diz Marly Gomes da Silva, professora de geografia e história em turmas do ensino fundamental e médio e da educação de jovens e adultos. Segundo ela, para o sucesso dos educandos é primordial que pais e escola deem as mãos em um trabalho em equipe.

Na visão de Marly, a família e a escola são responsáveis pela educação das crianças. “A educação será mais eficaz quanto mais em sintonia ambos estiverem”, acredita. Há seis anos no magistério, a professora tem licenciatura plena em geografia e pós-graduação em educação ambiental.

Elaine Guimarães Bonfim, professora de português e espanhol, há quatro meses desempenha a função de coordenadora do ensino fundamental e médio. Ela entende que a escola só terá sucesso total na tarefa de formar bons cidadãos se contar com o apoio da família. Entre as ações de aproximação, Elaine cita reuniões periódicas de pais e mestres, palestras sobre temas relacionados à educação dos filhos e apresentações de projetos pedagógicos e culturais. Com experiência de seis anos no magistério, ela é formada em letras e pós-graduada em metodologia de ensino de linguagens.

Empenho — Professora de ensino fundamental e médio, Lusiane Roegelin Aoki dá aulas de português e espanhol e também é professora multidisciplinar. Ela acredita que a presença da família na escola é importante para o acompanhamento do processo pedagógico e dos resultados da aprendizagem. “Quando a família mostra interesse e participa, o estudante empenha-se para que o resultado seja significativo, pois sabe que alguém está assistindo seu esforço”, salienta.

Segundo Lusiane, todas as atividades pedagógicas — leitura, trabalhos e avaliações — necessitam do acompanhamento e da participação indireta da família. Ela já trabalhou com projetos de produção de textos e construção de páginas on-line de relacionamento que exigiam o acompanhamento da família. Este ano, a professora trabalha na elaboração de projeto no qual os alunos têm de envolver os pais em atividades de leitura. Graduada em letras, ela tem pós-graduação em metodologia do ensino da língua espanhola.

Fátima Schenini

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Palavras-chave: educação básica, família e escola

Governo investe R$ 100 milhões para levar artes ao ambiente escolar

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Mercadante e Marta pretendem atender este ano 5 mil projetos do Mais Cultura nas Escolas (Foto: João Neto/MEC) Os ministérios da Educação e da Cultura vão contemplar este ano 5 mil projetos culturais com valor entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, de iniciativa de escolas da rede pública que já participam dos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador. Os projetos, que deverão atender aos objetivos de promover a circulação de cultura nas escolas e contribuir para a formação de público para as artes na comunidade escolar, deverão se formulados em parceria entre escolas, artistas e entidades culturais.

É o que determina o programa Mais Cultura nas Escolas, lançado nesta terça-feira, 21, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Cultura, Marta Suplicy. Estão aptas a se inscrever 34 mil escolas da rede pública, ativas nos dois programas já existentes. As iniciativas precisam ser cadastradas, até o final de junho, pelos diretores das escolas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec).

A previsão de investimento é de R$ 100 milhões para financiar os 5 mil  projetos. Os valores serão repassados diretamente às escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Ao prestarem contas, os gestores deverão incluir documentação de fotos e vídeos das atividades que foram realizadas pelo programa Mais Cultura nas Escolas.

“O objetivo do programa é envolver os estudantes nesse processo de aprendizado por meio da cultura. Vamos selecionar os projetos que mais envolvam a comunidade”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

As atividades deverão ser voltadas para nove eixos temáticos: residência de artistas para pesquisa e experimentação; criação, circulação e difusão da produção artística; promoção cultural e pedagógica em espaços de cultura; educação patrimonial; cultura digital e comunicação; cultura afro-brasileira; culturas indígenas; tradição oral, e educação museológica.

Os projetos serão selecionados por uma comissão com representantes do MEC, do MinC e professores das universidades federais, que darão pareceres técnicos. Segundo o ministro, a escolha dos projetos vai buscar o equilíbrio para que todas as regiões do país estejam contempladas. “Vai ganhar quem tiver qualidade. Tudo na educação é mérito”, pontuou Mercadante. 

Paula Filizola

Palavras-chave: educação básica, Mais Cultura nas Escolas, Mais Educação, Ensino Médio Inovador

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