sábado, 23 de março de 2013

Escolas estaduais do RS não terão férias durante a Copa do Mundo

Do UOL, em São Paulo 
A Secretária Estadual de Educação do Rio Grande do Sul anunciou nesta quinta-feira (21) que escolas gaúchas não terão férias durante a Copa do Mundo de 2014. Na semana passada, o MEC (Ministério da Educação) autorizou Estados e municípios a decidir se as aulas serão ou não interrompidas entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, período de realização do mundial no Brasil.
Segundo o secretário estadual secretário de Estado da Educação, José Clovis de Azevedo, a prioridade na rede estadual será o cumprimento dos 200 dias letivos, atendendo à LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação).
Apenas nos dias de jogos do Brasil as escolas poderão instalar telões, reduzir o horário ou suspender as aulas, decisão que ainda será tomada pela secretaria.
"A LDB não pode ser sobreposta pela Lei Geral da Copa, e a interrupção das aulas durante 30 dias poderia se refletir em descontinuidade do aprendizado, prejudicando estudantes", disse Azevedo.
A suspensão das aulas durante a Copa do Mundo foi permitida por uma resolução (nº 21/2012) do CNE (do Conselho Nacional de Educação), homologada pelo MEC e publicada no Diário Oficial da União em 15 de março.
No texto, o Ministério da Educação recomenda "eventuais ajustes nos calendários escolares em locais que sediarem jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014, em conformidade com a Lei nº 12.663 de 2012". O parecer recomenda que as escolas decidam se vão ajustar ou não o período de férias escolares com a duração da Copa do Mundo em 2014. Até então, a Lei Geral da Copa determinava que não houvesse aulas durante a Copa do Mundo.
O calendário escolar de 2014 será definido no decorrer do segundo semestre.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/21/escolas-estaduais-do-rs-nao-terao-ferias-durante-a-copa-do-mundo.htm

Educador acompanhará efeitos da formação dos professores

Portal do MEC

Uma equipe com mais de 20 pessoas, entre professores de graduação, mestrandos, doutorandos, estudantes de graduação da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), além de professores de educação básica, vai acompanhar, pelos próximos três anos, o processo de formação continuada dos professores vinculados às ações previstas pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, verificando o efeito dessa formação sobre os índices de leitura e escrita das crianças.

Este foi um dos 90 projetos de instituições de ensino superior selecionados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o Programa Observatório da Educação (Obeduc). No edital de 2012, foram 256 propostas inscritas. Os projetos do Obeduc devem estar vinculados a programas de pós-graduação stricto sensu reconhecidos pela Capes e que desenvolvam linhas de pesquisa voltadas à educação.

Segundo a diretora de formação de professores da educação básica da Capes, Carmen Moreira de Castro Neves, o Obeduc induz novas linhas de pesquisa nas universidades e estimula a geração de trabalhos acadêmicos. “O programa tem um potencial de conhecimento e disseminação muito grande”, salientou.

Com duração de dois a quatro anos, os projetos devem se organizar em núcleos locais, compostos por uma instituição de ensino superior, ou núcleos em rede, compostos por três instituições de ensino superior distintas. No edital de 2012, foram selecionados 70 projetos em núcleo local e 20 em núcleo em rede.

Os projetos selecionados no Obeduc precisam utilizar como base da pesquisa dados existentes no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre os quais, o Censo da Educação Superior, Censo da Educação Básica, Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), a Prova Brasil, o cadastro nacional de docentes e o cadastro de instituições e cursos.

Criado em 2006, o Observatório da Educação é um exemplo da proposta de incentivo à articulação entre programas de pós-graduação e educação básica. Desde 2010, professores de educação básica podem participar dos projetos. Segundo Carmen, isso estimula muitos professores a voltarem a estudar. “O professor da educação básica proporciona um olhar investigativo sob a escola em que trabalha, o projeto pedagógico e os resultados obtidos”, afirma a diretora de formação de professores da educação básica da Capes.

Temática – As linhas de pesquisa são traçadas em articulação com o Inep, as secretarias do MEC e a comunidade científica. Em 2012, foram abordados temas como educação infantil, alfabetização e inovação no ensino médio.

Um dos projetos da Feevale, selecionado para o Obeduc, tratava da ampliação da educação integral. Pelos próximos dois anos, pesquisadores da instituição pretendem analisar, comparativamente, as práticas de educação no campo social e no espaço escolar, investigando experiências de projetos socioeducativos e do programa Mais Educação na cidade de Novo Hamburgo (RS), além de pesquisa qualitativa com educadores e professores que atuam no Programa Mais Educação.

Paula Filizola
Veja outros projetos selecionados no Obeduc
Palavras-chave: ducação básica, formação do professor, Capes, Inep

Questão étnico-racial orienta políticas educacionais do MEC

Portal do MEC

Nos últimos dez anos, o Ministério da Educação tem adotado importantes eixos na consolidação de políticas educacionais para avançar na questão étnico-racial. A temática vem sendo amplamente debatida em programas da educação básica à educação superior.

Na educação básica, os avanços foram estruturantes. Há 10 anos, a lei nº 10.639 introduziu o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos currículos escolares. O MEC também homologou as diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola. ”Até então, essa temática, apesar de ser pautada pelo movimento social, do ponto de vista do marco jurídico, não estava assumida pelo Estado brasileiro”, salientou Macaé Evaristo dos Santos, titular da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi).

A questão também tem sido bastante explorada na formação continuada e inicial de professores da educação básica. Em 2013, mais de 11 mil professores vão passar por formação de educação para as relações étnico-raciais, história, cultura afro-brasileira. “Essa temática inexistia na formação dos professores e hoje está presente”, pontuou a secretária da Secadi.

Segundo Macaé, é importante lembrar que há uma agenda global de eliminação da discriminação racial. “É uma questão que afeta negros e brancos, indígenas, povos de diferentes etnias no mundo todo. É uma luta pelos direitos humanos, para que a gente possa ter uma sociedade mais democrática, com uma convivência fraterna entre os povos”, ressaltou, na data em que se comemora o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. No mesmo dia, há 10 anos, foi criada a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

“Não adianta você só garantir as condições do ponto de vista material e não construir condições de gestão para que essas políticas se efetivem. A Seppir nasce dentro deste movimento de democratização da sociedade brasileira, criando um espaço que se dedique especificamente ao controle, monitoramento, gestão de políticas públicas para este segmento da população”, comemorou Macaé.

Ensino superior – Para a secretária, uma importante vitória foi a sanção da Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, que institui reserva de 50% das vagas das universidades federais para estudantes oriundos do ensino médio público, com recorte racial e de renda. A instituição de políticas afirmativas é essencial para promover a democratização à educação superior, lembrou.

Macaé observou que o MEC tem trabalhado de maneira articulada com os núcleos de estudos afro-brasileiros (Neab), presentes nas universidades federais, desenvolvendo uma agenda interna de acolhida aos ingressantes pelas cotas. O MEC já instituiu uma bolsa-permanência, que ainda está aguardando aprovação no Congresso Nacional.

“Se as ações afirmativas em 2003 não eram uma certeza da população brasileira, nós chegamos a 2013 com o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo ações afirmativas, bem como o Congresso Nacional aprovando por unanimidade uma lei que institui cotas em todas as federais do país”, ressaltou Macaé. “Nós avançamos muito, mas claro, ainda temos muito que avançar. A própria lei de cotas coloca uma tarefa grande para os próximos anos”, completou.

Lei nº 10.639, De 9 de Janeiro de 2003

Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação quilombola, cultura afro-brasileira, questões étnico-raciais, Secadi

MEC e OAB assinam acordo para aprimorar cursos de direito

Portal do MEC


Cerimônia de assinatura de acordo entre o MEC e a OAB teve a presença do secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Jorge Messias; do ministro Mercadante e do presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado (Foto: João Neto/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado, assinaram nesta sexta-feira, 22, acordo de cooperação técnica com objetivo de realizar estudos para subsidiar o estabelecimento de nova política regulatória para o ensino jurídico, visando a melhoria da qualidade dos cursos de direito no país.

O acordo tem vigência de um ano, a contar da data de assinatura, e poderá ser prorrogado. Entre os assuntos debatidos está o aprimoramento na exigência de estágios, por uma comissão com representantes do MEC, OAB, especialistas de direito, professores, setores de carreira jurídica, entre outros.

“Estamos fazendo uma ampla reavaliação, inclusive, exigindo estágios efetivos. Hoje não há acompanhamento, fiscalização, controle, exigência de qualidade nos estágios”, salientou o ministro da Educação. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Direito instituem a obrigatoriedade curricular do estágio, que compõe cerca de 20% da carga horária total do curso.

Segundo Mercadante, a abertura de novos cursos dependerá da capacidade instalada de campo de prática para a realização de estágios supervisionados. “A própria abertura de cursos tem que estar associada a locais com fóruns, ministério público, promotorias, defensorias, para que o estudante possa acompanhar de perto o exercício da profissão”, completou.

O presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado, elogiou a iniciativa e comemorou a parceria. Segundo ele, este é um compromisso pioneiro. Furtado também frisou a importância de expandir os cursos de direito com qualidade. “Este tema é prioridade para a entidade. É uma forma de proteger os cidadãos e os jovens estudantes”, defendeu.

Atualmente, o país dispõe de 1,2 mil cursos de direito, com 800 mil matrículas em todos os anos da graduação. De acordo com o último censo do ensino superior, das 220 mil vagas autorizadas, somente 162 mil foram preenchidas.

Regulação e Supervisão – Mercadante também ressaltou que o MEC não vai autorizar a abertura de novos cursos de direito enquanto a nova política de regulação não estiver definida. O acordo de cooperação técnica também vai estabelecer critérios para a autorização, o reconhecimento e renovação de reconhecimento do curso de bacharel em direito, além de identificar, periodicamente, a demanda quantitativa e qualitativa de profissionais do direito.

Atualmente, há 100 cursos aguardando autorização do MEC para serem abertos. “Não há urgência de abrir novos cursos, já que temos ociosidade de cerca de 25%”, destacou o ministro da Educação.

No final deste ano, o MEC divulga avaliação completa de todos os cursos de direito, com base nos indicadores do Índice Geral de Cursos (IGC) e Conceito Preliminar de Curso (CPC). Os cursos que apresentarem deficiências seguidas não poderão abrir novas vagas.

Paula Filizola

Ouça o ministro Aloizio Mercadante

Palavras-chave: educação superior, direito, OAB

Criação de horta alerta crianças para importância da preservação

Portal do MEC


O espaço é pequeno, mas a animação das crianças mostra que o projeto da professora Waléria deve germinar e crescer (Foto: Arquivo Escola Municipal Londres)A vontade de pôr os alunos em contato com a natureza para torná-los mais sensíveis e conscientes de que a vida depende do meio ambiente, e que o meio ambiente depende de cada um, levou a professora Waléria Monteiro a desenvolver projeto de horta na Escola Municipal Londres. Localizada no bairro de Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro, a escola atende estudantes dos três primeiros anos do ensino fundamental.

A ideia da professora consistiu em aproveitar área disponível na lateral do prédio escolar como mais um espaço de aprendizado para as crianças e ali reproduzir os bons resultados verificados em instituição particular, na qual lecionara, ocasionados pelas atividades realizadas na horta. “Pude acompanhar várias vezes, com minhas turmas, o plantio, colheitas, receitas e experiências. Era gratificante para todos”, destaca.

Obtida a aprovação do projeto pela direção da Escola Londres, a professora deu início às atividades da horta. “Nosso espaço é bem pequeno, mas a vontade é grande”, revela Waléria, responsável por uma turma de segundo ano. O projeto recebeu a adesão das professoras Cláudia Lessa e Jacqueline Barroso, de turmas de primeiro ano, e Ana Lúcia Nunes, de uma turma de terceiro ano.

Após a limpeza e preparação do espaço destinado ao plantio, os estudantes passaram a visitar o local para fazer o reconhecimento — não costumavam circular por lá. “As crianças estão animadas e cheias de expectativas”, salienta Waléria. Segundo ela, todas vão participar das etapas do processo e cada turma ficará encarregada por um canteiro. “Aproveitamos a chuvinha que caiu por aqui e já plantamos as primeiras sementes.”

Prioridade — De acordo com a professora, os estudantes, entusiasmados, querem plantar de tudo, mas terão prioridade legumes e vegetais mais simples, que tenham facilidade de germinação. O propósito é obter um resultado mais dinâmico, capaz de animar as outras professoras, a direção da escola e os pais dos alunos. “Começaremos com alface, cenoura, tomate e pimentão, mas pensamos num futuro de plantas medicinais e outras coisas”, diz.

Waléria pretende relacionar os conhecimentos práticos obtidos com o trabalho na horta às atividades realizadas em sala de aula para que os alunos adquiram conhecimentos relacionados, por exemplo, aos diferentes tipos de solo e aos benefícios das vitaminas. Incentivar as crianças a consumir legumes e verduras e conscientizá-las da importância de saborear um alimento saudável e nutritivo são alguns dos objetivos do projeto.

A professora espera que os alunos colham os alimentos e multipliquem o aprendizado do hábito da alimentação saudável. Pedagoga, com formação também em comunicação social, Waléria atua no magistério há 24 anos, 12 dos quais na rede municipal.

Fátima Schenini
Palavras-chave: educação básica, horta, Jornal do Professor

Redações nota mil serão reavaliadas e deboches poderão ter nota zero

Portal do MEC

A partir da edição 2013, as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) avaliadas com nota máxima de mil pontos passarão obrigatoriamente pela banca, composta por três professores doutores. Esta é uma das mudanças que o Ministério da Educação, juntamente com a comissão técnica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), está estudando para incluir no próximo edital do exame.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, observou que na edição de 2012 houve 2.084 redações com nota máxima. Segundo ele, o MEC pretende exigir mais rigor nos próximos anos. “Nas notas máximas, nós queremos excelência. Por isso, não basta os dois primeiros corretores darem nota mil, queremos que automaticamente a banca avalie se a redação vale nota mil”, salientou. “O Enem é um exame totalmente transparente. Essa transparência é exatamente para contribuir com o debate pedagógico”, completou.

O MEC e o Inep também estudam dar nota zero para qualquer redação que apresente deboche ou provocações ao longo do texto. Na edição de 2012 do Enem, segundo Mercadante, 330 redações continham inserções indevidas. “Se for uma provocação, deboche, brincadeira, é inaceitável para a seriedade de um exame como este, principalmente diante do esforço que o Estado brasileiro faz e os outros candidatos fizeram para passar”, pontuou o ministro.

Mercadante reforçou ainda que os corretores do Enem são monitorados em tempo real e na edição de 2012, pela primeira vez, receberam treinamento de 100 horas. Segundo o ministro, o objetivo é que os profissionais estejam cada vez mais preparados.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação básica, ensino médio, Enem, redação, Inep

terça-feira, 19 de março de 2013

Pronatec oferece 32 mil vagas em cursos gratuitos de formação

Portal do MEC

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) está com inscrições abertas para cursos de formação em várias áreas. Há 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat – o chamado Bolsa-Formação. Podem se candidatar trabalhadores de todo o Brasil e estudantes que terminaram ou ainda estão cursando o ensino médio.

Num primeiro momento terão prioridade às vagas os trabalhadores cadastrados no Sistema Nacional de Emprego ou nos centros de referência de assistência social. As inscrições tiveram início em 18 de fevereiro, mas não têm prazo para acabar. O processo é contínuo e as inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal do Pronatec.

Se no momento de inscrição o candidato não encontrar a opção desejada, ele pode indicar até três cursos de seu interesse para ser avisado quando surgirem novas vagas. O Pronatec oferece dois tipos de cursos: o técnico, para quem está matriculado no ensino médio, com duração de um ano, e o curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com duração mínima de dois meses.

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira, explica que esses cursos gratuitos e de curta duração do Pronatec destinam-se a atender setores produtivos da economia brasileira que requerem qualificação mais elevada e uso de tecnologia. “Temos oferta de mais de 400 cursos de formação inicial e continuada e mais de 200 cursos técnicos, principalmente na área de tecnologia de informação e comunicação, autonomia industrial e no setor de serviços”, afirma Marco Antônio.

A meta global do Pronatec para 2013 é a geração de mais de 2,3 milhões de vagas, boa parte na modalidade de bolsa-formação – vagas gratuitas para cursos de rápida duração em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat. Até o final deste ano deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa-Formação. “E a depender da procura, o MEC tem condições de ampliar a meta”, avisa o secretário.

Assessoria de Comunicação Social
Ouça o secretário Marco Antônio de Oliveira

Acesse o portal do Pronatec
Palavras-chave: educação profissional, Pronatec, Bolsa-Formação

Estão abertas inscrições para programa de iniciação científica

Portal do MEC

Estudantes de graduação que desejam participar de iniciação científica por meio do programa Jovens Talentos para a Ciência, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), já podem fazer suas inscrições para o processo seletivo do programa. A iniciativa tem o objetivo de inserir os estudantes no meio científico. As inscrições vão até o dia 28 de março.

As inscrições dos estudantes recém-ingressados em universidades federais e institutos federais de educação serão feitas pelas instituições de ensino superior disponíveis na página eletrônica do programa. Como na seleção anterior do programa, as instituições indicaram representantes responsáveis por nomear coordenadores em cada curso de graduação que trata das inscrições dos estudantes. O Jovens Talentos para a Ciência também contempla aqueles que ingressaram nas instituições no segundo semestre de 2012.

Os estudantes serão selecionados pelas instituições mediante uma prova de conhecimentos gerais a ser aplicada no dia 5 de maio. As universidades e institutos federais poderão aplicar a prova de seleção em até três locais, sendo que o campus sede deverá constar, obrigatoriamente, entre os indicados.

Na prova de conhecimentos gerais será exigida uma pontuação mínima de 60 pontos. Os aprovados receberão bolsa no valor de R$ 400,00 pelo período de 12 meses. O resultado será divulgado no dia 5 de julho.

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a página do programa Jovens Talentos

Palavras-chave: educação superior, Jovens Talentos, Capes

Reitora de universidade gaúcha é reconduzida e ficará até 2017

Portal do MEC

Ministro da Educação interino, Binho Marques, reconduz ao cargo a reitora da UFCSPA, Miriam da Costa Oliveira (Foto: Letícia Verdi/MEC) O ministro da Educação em exercício, Binho Marques, reconduziu ao cargo, nesta segunda-feira, 18, a reitora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Miriam de Costa Oliveira. Criada em 1961, como Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre, a UFCSPA foi transformada em universidade federal em janeiro de 2008.

De acordo com Binho Marques, a universidade aproveitou bem a expansão da rede federal de ensino superior, que busca ampliar o número de matrículas com qualidade. Entre 2006 e 2011, a UFCSPA passou de quatro para 10 cursos de graduação e mais que dobrou o número de vagas, de 178, em 2006, para 4008 em 2011. “Essa expansão das federais não só democratiza o acesso, mas também oxigena a universidade com diversidade de pessoas”, disse o ministro em exercício.

Miriam da Costa Oliveira é graduada em medicina e mestre em farmacologia pela Universidade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre e doutora em medicina, na área de ciências médicas, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). No âmbito da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, foi pró-diretora de Desenvolvimento Institucional, vice-diretora e diretora geral. Reconduzida ao cargo de reitora, que assumiu em 2009, Oliveira cumprirá mandato de 2013 a 2017.


Diego Rocha


Palavras-chave: educação superior, posse

Estados e municípios receberão este ano mais de R$ 9 bilhões

Portal do MEC

Os repasses do salário-educação para municípios, estados e o Distrito Federal devem atingir R$ 9,79 bilhões este ano, um crescimento de 10,5% frente aos recursos transferidos no ano passado (R$ 8,86 bilhões). A estimativa foi publicada nesta segunda-feira, 18, no Diário Oficial da União, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Destinado ao financiamento de programas voltados para a educação básica pública, o salário-educação é recolhido de todas as empresas e entidades vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social. A alíquota é de 2,5% sobre a folha de pagamento.

Após a arrecadação, cabe ao FNDE repartir os recursos da seguinte forma: 90% em cotas estadual e municipal (2/3) e cota federal (1/3), e 10% para serem utilizados pela autarquia em programas, projetos e ações voltados à educação básica.

Distribuída com base no número de alunos do ensino básico, a cota estadual-municipal é depositada mensalmente nas contas correntes das secretarias de educação. Já a cota federal é destinada ao FNDE, para reforçar o financiamento da educação básica, com o intuito de reduzir os desníveis socioeducacionais entre municípios e estados.

Assessoria de Comunicação Social do FNDE


Leia a portaria 80/2013 do FNDE
Palavras-chave: educação básica, salário-educação, FNDE

Ministros discordam de relatório das Nações Unidas sobre educação

Portal do MEC

Os ministros da Educação e do Desenvolvimento Social, Aloizio Mercadante e Tereza Campello, discutem os dados do Pnud (Foto: João Neto/MEC)Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, comentaram nesta quinta-feira, 14, o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Segundo eles, do ponto de vista qualitativo o documento é elogioso aos avanços brasileiros; no entanto, serão necessários ajustes nos indicadores de educação.

Os ministros entendem que os dados utilizados no cálculo do Pnud estão defasados para o Brasil e diferenciados entre os países. Em educação, os dados são de 2005 e oriundos de fontes não reconhecidas pelas agências estatísticas nacionais.

Segundo Mercadante, foram identificadas inconsistências importantes nos indicadores. “Nós queremos transparência para debater isso. Nós não estamos aqui discutindo a metodologia, ainda que ela seja discutível, mas estamos usando a metodologia do IDH e mostrando que os dados são desatualizados”, salientou o ministro.

A ministra Tereza Campello ressaltou que os dados são injustos e não refletem a realidade do país. “O Brasil continua com os dados paralisados, no mesmo lugar do ano passado.”

No que se refere a média de anos de escolaridade, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2011 indicam 7,4 anos para a população de 25 anos ou mais, enquanto o Pnud informa um valor de 7,2 anos.

Quanto aos anos de escolaridade esperados, o Pnud apresenta um valor de 14,2, que se mantém constante desde 2000. De acordo com o governo federal, caso as estatísticas censitárias, públicas e confiáveis de instituições oficiais fossem consideradas, este valor saltaria para 14,9 em 2000 e 16,7 em 2010.

De acordo com os ministros, o relatório do Pnud não incluiu nos cálculos 4,6 milhões de crianças de 5 anos matriculadas na pré-escola, bem como nas classes de alfabetização. O relatório também não considera a jornada escolar atual de nove anos, ao invés da de oito.

“Isso dá uma distorção brutal. A situação do Brasil é uma situação de estagnação, quando houve uma inquestionável evolução. Se fizéssemos só esta correção, nós subiríamos 20 posições no IDH”, ressaltou Mercadante. Já a ministra do MDS destacou que os ajustes do governo federal eram objetivos. “Não é uma discussão hipotética. Pegamos a metodologia e incluímos 4,6 milhões de crianças matriculadas, no lugar das 26 mil que eles tinham considerado”.

O governo federal deve enviar técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para o escritório do Pnud e buscar atualização dos dados.

Paula Filizola

Ouça o ministro Aloizio Mercadante

Confira a apresentação usada pelo ministro
Palavras-chave: desenvolvimento humano, IDH

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...