sábado, 21 de julho de 2012

ProUni - Candidatos têm prazo até dia 26 para matrícula em segunda chamada

Portal do MEC
Candidatos já podem verificar se foram selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). Eles terão até a próxima sexta-feira, 26, para apresentar a documentação e efetuar matrícula na instituição em que receberam a bolsa. O resultado pode ser consultado no portal do ProUni, na central de atendimento do Ministério da Educação (pelo telefone 0800 616161) e pelas instituições participantes do programa.

Os candidatos não selecionados ainda poderão solicitar inclusão em uma lista de espera. O período para manifestação de interesse na lista será entre os dias 2 e 4 de agosto. A partir de 7 de agosto poderão ocorrer novas convocações.

Na segunda edição deste ano, o ProUni registrou 456.973 candidatos e 874.273 inscrições. Cada estudante pode optar por até dois cursos. Foram ofertadas 52.487 bolsas integrais aos estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933). Já os candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866) por pessoa puderam concorrer a 37.824 bolsas parciais (50% da mensalidade).

Criado em 2004 pelo Ministério da Educação, o ProUni já ofereceu mais de 1 milhão de bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a página do ProUni

Palavras-chave: educação superior, ProUni

Inscrição de obras para jovens e adultos começa em agosto

Portal do MEC
Será aberto em 8 de agosto próximo o período para cadastramento e pré-inscrição de títulos no Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD-EJA) referente ao ano letivo de 2014. O prazo se estenderá até 8 de março do ano que vem. A etapa seguinte, de entrega das obras e da documentação exigida, está prevista para o período de 18 a 26 de março, também de 2013.

As obras serão destinadas aos educadores e alunos da educação de jovens e adultos do Programa Brasil Alfabetizado (PBA), das escolas federais e das redes de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal.

No processo de inscrição, os interessados devem indicar a caracterização da obra. Estão estabelecidas cinco categorias. A primeira, destinada à alfabetização de jovens e adultos das entidades parceiras do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) e aos alunos de escolas públicas que mantenham turmas exclusivamente de alfabetização de jovens e adultos. A segunda, para os anos iniciais do ensino fundamental, compreendendo as etapas ou ciclos de alfabetização e subsequentes. A terceira, para os anos iniciais do ensino fundamental. A quarta, para os anos finais da mesma etapa do ensino. A quinta, para o ensino médio.

O cadastramento das obras pelos detentores de direitos autorais deve ser feito na página do Sistema de Material Didático (Simad) na internet. As normas de inscrição e prazos constam do edital do programa.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação de jovens e adultos, livro didático, PNLD-EJA

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Para leitor, parceria de Unicamp com empresa privada gera graves problemas

LEITOR THIAGO BONELLE
DE CAMPINAS (SP) 
O ensino superior público está deixando de lado um debate importante para o seu futuro e o da sociedade: a criação de parceria com empresas privadas em projetos de pesquisa. Em algumas universidades, dentre elas a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), tais acordos já são uma realidade e trazem uma série de problemas que não recebem a devida atenção dos setores sociais.
O argumento muitas vezes usado em defesa das parcerias é que a universidade poderia captar mais renda para investir em infraestrutura e financiar outros projetos com menor necessidade de verbas do governo, e a indústria ganharia em termos de tecnologia, tornando-se mais produtiva e diversificada.
A análise superficial desse argumento nos faz acreditar que isso seria vantasojo para a sociedade, mas o que essa prática gera na realidade é o direcionamento da pesquisa --que deveria ser de interesse coletivo-- para interesses privados.
Órgãos públicos de fomento à pesquisa usam como critério de classificação dos pesquisadores o número de artigos científicos publicados em periódicos e revistas especializadas. Desse modo, professores que desejam aumentar seu currículo acadêmico e o volume de suas publicações --isso quando os motivos não são outros além do complemento salarial-- estão migrando para as "áreas quentes" da pesquisa, ou seja, aquelas que possuem um volume maior de investimentos.
As ciências básicas, por exemplo, que não possuem aplicação comercial em curto ou médio prazo, mas que são essenciais para o desenvolvimento científico e cultural, esvaziam-se pela falta de profissionais dedicados a estuda-lás.

Divulgação/Unicamp
Entrada da Universidade Estadual de Campinas, no interior de SP
Entrada da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo
Nos institutos da Unicamp em que essas parcerias são formadas --geralmente as faculdades de engenharias-- alunos que desejam ingressar em algum campo de pesquisa diferente daqueles fomentados pelas empresas tem dificuldades de conseguir um professor para orientá-los. O caso é ainda pior para alunos de mestrado e doutorado.
Dentre as empresas que atuam junto aos institutos da Unicamp temos as do setor petroquímico e farmacêutico. Será que o financiamento dessas empresas privilegiaria, por exemplo, a pesquisa de novas fontes de energia além do petróleo. Também, medicamentos mais eficazes para combater males como a esquistossomose ou doença de Chagas, que são endêmicas em regiões mais pobres e cujo mercado não interessa às grandes companias?
Outro problema grave que já ocorre é a precarização do ensino universitário. Professores envolvidos nessas parcerias se dedicam cada vez menos à sua função pedagógica, como o preparo e planejamento das aulas, correções de provas e trabalhos, atendimento extraclasse aos alunos com dúvidas ou dificuldades, e delegam grande parte dessa função aos doutorandos.
A cultura empresarial cobra resultados rápidos dos seus investimentos, e o docente --que afinal deve ter dedicação exclusiva à instituição de ensino-- tem que dividir seu tempo entre alunos e indústria.
A Unicamp, juntamente com o governo do Estado de São Paulo, iniciou no ano de 2011 as obras de um parque científico em suas dependências que já conta com algumas empresas privadas cadastradas, atropelando assim o debate sobre os problemas envolvendo o programa de parcerias.
Recentemente, a reitoria da Unicamp gastou o equivalente a R$ 150 milhões na compra de um terreno de 1,4 milhão de metros quadrados que poderá ser usado na expansão desse empreendimento.
Uma instituição tão fundemental à sociedade, como a universidade pública, não pode abrir mão de um debate mais amplo em relação ao tema e simplesmente avançar para a construção desse modelo. É preciso discutir essas mudanças levando em consideração o sistema econômico em que estamos inseridos. A partir daí, refletir sobre as consequências desses acordos.
A coopereção entre a iniciativa privada e universidade poderá ser benéfica somente se os interesses sociais precederem os interesses particulares.
A universidade deve ser preservada como um local de pensamento livre, dedicado ao ensino e a investigação científica, sempre com vista ao bem e ao desenvolvimento social. Deixar que ela funcione pelas lei de mercado é sacrificar o seu caráter independente, público e educacional.

Dilma aprova lei que troca dívidas de universidades por bolsas

FLÁVIA FOREQUE
KELLY MATOS
DE BRASÍLIA 
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira lei que prevê o abatimento da dívida de instituições de ensino superior por meio da oferta de bolsas integrais do Prouni (Programa Universidade para Todos), destinada a estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio (R$ 933) por pessoa.
A medida, incluída em lei que trata de temas variados --como a extensão do RDC (Regime Diferenciado de Contratações para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento),-- recebeu seis vetos, sugeridos pelos ministérios da Educação, Fazenda e Planejamento.
Entre os pontos vetados, está o item que previa um desconto de 60% no valor de multas aplicadas às instituições sem fins lucrativos, decorrente do atraso do pagamento da dívida com o Estado. "O veto (...) garante o mesmo tratamento a todas as instituições participantes do Proies", afirma a justificativa publicada no "Diário Oficial" da União de hoje.
Foi mantido, no entanto, o artigo seguinte, que prevê desconto de 40% nas multas --ou seja, todas as instituições que aderirem à medida poderão ter esse abatimento.
O Proies (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior) foi o nome dado ao benefício concedido às instituições de ensino superior. Um dos objetivos da proposta, diz o texto, é "a recuperação dos créditos tributários da União".
As instituições interessadas em aderir ao programa poderão converter até 90% da sua dívida em bolsas do Prouni. Os outros 10% poderão ser parcelados num prazo de 15 anos. Em contrapartida, elas deverão atender alguns requisitos, como a "demonstração periódica da capacidade de autofinanciamento e da melhoria da gestão".
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/saber/1122539-dilma-aprova-lei-que-troca-dividas-de-universidades-por-bolsas.shtml

Educação de jovens e adultos abre oportunidades a detentos do ES

Portal do MEC
As secretarias de Educação e de Justiça do Espírito Santo atuam em parceria na oferta de educação de jovens e adultos em unidades prisionais do estado. O objetivo é garantir o direito constitucional de acesso dos privados de liberdade ao ensino com qualidade e contribuir para o processo de reinserção desses cidadãos na sociedade.


Em todo o estado, mais de 20% das pessoas privadas de liberdade assistem a aulas no próprio espaço prisional. Para a gerente de educação, juventude e diversidade da Secretaria de Educação, Maria do Carmo Starling de Oliveira, a oferta de educação de jovens e adultos visa a garantir, no espaço escolar dos presídios, a efetiva participação dos internos no processo de construção de conhecimento. “A ressocialização abre oportunidades e oferece cidadania a jovens e adultos privados de liberdade”, ressalta a professora, graduada em pedagogia, com pós-graduação em educação.

As aulas de educação de jovens e adultos nos presídios são ministradas por professores contratados pela secretaria. Um deles é a pedagoga Patrícia Pereira dos Santos. Especialista em alfabetização e letramento nas séries iniciais e na educação de jovens e adultos, ela ministra aulas a 18 internos da Penitenciária de Segurança Máxima I, no complexo de Viana, município da região metropolitana de Vitória. “Recebemos alunos que não sabem ler nem escrever e que anseiam ser alfabetizados e alunos que sabem ler e escrever, mas desejam adquirir outros saberes”, explica.

De acordo com a professora, os alunos, em sua maioria, são pessoas que repetiram séries escolares uma ou mais vezes ou que não concluíram o ensino fundamental. “Embora alguns nunca tenham estudado e outros tenham interrompido os estudos, todos sabem da importância que a educação tem na vida das pessoas”, salienta Patrícia. Ela relata que os detentos, mesmo quando preocupados com as famílias ou com o processo de recuperação da liberdade, fazem o possível para frequentar as aulas e participam ativamente das atividades. “É muito bom poder ver nossos alunos tendo mais uma oportunidade de estudar”, destaca.

Lecionar para turmas de educação de jovens e adultos no sistema prisional é proporcionar aos internos, acredita Patrícia, uma nova visão de mundo e oportunidades para uma vida melhor. Com especialização também em psicopedagogia, ela atua no magistério desde 2006. Em 2010, começou a dar aulas a turmas de educação de jovens e adultos.

No Espírito Santo, 27 unidades prisionais oferecem atendimento educacional. São mais de três mil alunos, distribuídos em 170 turmas, atendidos por mais de 200 professores.


Ana Júlia Silva de Souza

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Palavras-chave: ressocialização, privados de liberdade

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Estudantes têm um dia a mais para se matricular no Sisu

Portal do MEC

Foi prorrogado até esta quinta-feira, 19, o prazo para que os candidatos convocados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação providenciem a matrícula na instituição de educação superior para a qual foram selecionados. O resultado da segunda convocação pode ser conferido na página do sistema na internet.

As instituições também terão até o dia 20 prazo para fazer no Sisu o registro das matrículas dos alunos. Os estudantes não selecionados nas duas primeiras chamadas terão nova chance, caso optem por integrar a lista de espera do sistema. A adesão deve ser feita até esta sexta-feira, 20. A convocação, pelas instituições, dos candidatos dessa lista ocorrerá a partir do dia 25.

Por meio do sistema informatizado do Sisu, instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). No período de matrículas do processo deste segundo semestre, o sistema registrou 642.878 candidatos às 30.548 vagas oferecidas em 56 instituições de educação superior públicas de 21 unidades da Federação. Foram feitas 1.245.437 inscrições — cada candidato poderia optar por até dois cursos.

O candidato deve conferir na página do Sisu na internet se foi selecionado na segunda chamada. Caso tenha problemas para se matricular, deve entrar em contato com o MEC, pelo telefone 0800-616161.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, seleção unificada, Sisu

Professor doutor iniciante ganhará menos que agente da PF mesmo com proposta do governo

Rafael Targino
Do UOL, em São Paulo 
A proposta apresentada pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Ministério do Planejamento aos docentes federais em greve ainda deixa o salário de um professor com doutorado em início de carreira menor do que o de um agente da Polícia Federal, que só tem graduação.
Isso porque, descontada a inflação, a proposta representa, até 2015, um aumento de apenas 0,85% no salário desta categoria. Segundo a proposta do governo, em 2015 um professor com doutorado que começar a dar aulas em uma universidade ganhará R$ 8.439,77. Sem a proposta e computando o reajuste pela inflação de 4,5% ao ano, o mesmo professor ganharia R$ 8.368,94 em 2015.
O agente da Polícia Federal, com reajuste de inflação, deve até lá alcançar um salário de R$ 8.575,10.
Os cálculos, feitos pela economista Fabiana de Felício a pedido do UOL Educação, mostram que o reajuste proposto pelo governo quase não afeta a remuneração do doutor com dedicação exclusiva em início de carreira.
No caso de professores que já estão na carreira, há reajustes reais que, no caso de professores titulares - topo de carreira - podem chegar a 27%.

Explicando a proposta

  Salário em fevereiro de 2012 Salário corrigido pela inflação em 2015 Proposta do governo para 2015 Diferença entre valores
Iniciante 7.333,67 8.368,94 8.439,77 + 0,85%
Assistente mestre 2 4.759,71 5.431,62 6.171,22 + 13,62%
Assistente mestre 1 4.651,59 5.308,24 6.171,22 + 16,26%
Adjunto doutor 4 7.913,30 9.030,39 10.952,19 + 21,28%
Titular doutor 11.755,05 13.414,46 17.057,74 + 27,16%
  • 1. Os cálculos consideram inflação de 4,5% por ano no período
  • 2. Para efeito de cálculo, foram considerados só professores em dedicação exclusiva
  • Fonte: Fabiana de Felício, Ministério do Planejamento e Ministério da Educação
O Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) critica a proposta do governo e divulgou, na última segunda-feira (16) nota afirmando que o governo faz “um jogo de números maquiados” e que a proposta de reajuste só apresenta ganho real, acima da inflação, para uma classe de professor que representa menos de 10% de toda a categoria.
Para o secretário de Educação Superior do MEC, Amaro Lins, é preciso olhar para a carreira como um todo –na expectativa salarial do professor ao longo da carreira. “O que nós queremos é tornar a carreira atraente para os novos professores, e principalmente que eles percebam que têm espaço de desenvolvimento da carreira na universidade”, disse.
Já a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento disse que o ingresso na carreira docente é “opcional” e que um salário de um professor iniciante é atrativo principalmente no interior do país.

Plano de carreira

Essa diferença vem acompanhada de uma mudança proposta no plano de carreira dos docentes. Atualmente, existem 17 níveis, contando com o de titular. Um doutor só pode entrar hoje como adjunto 1.
A proposta do governo atende em parte a uma reivindicação do Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que pedia a reestruturação da carreira. Pelo texto apresentado, o número de “níveis” cai para 13, incluindo o de titular. No entanto, o professor doutor entra na universidade em uma categoria mais baixa, a de auxiliar 1.
“Como doutor, você já começava como adjunto 1. Agora, vai entrar como auxiliar 1 e terá mais passos, são 13 passos”, disse o professor Ricardo Summa, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/07/19/com-proposta-do-governo-professor-doutor-iniciante-ainda-ganhara-menos-que-agente-da-pf.htm

Estudantes de universidades federais reclamam de paralisação, mas apoiam greve


  Agência Estado
São Paulo - Alunos de universidades federais em greve apoiam as reivindicações de seus professores ao governo, como mudanças no plano de carreira, reajustes salariais e melhores condições de infraestrutura. Porém, muitos reclamam da paralisação das aulas, que já dura mais de dois meses.
Segundo a estudante de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Marília Moraes, de 24 anos, a greve não atrapalhou os alunos do último ano, que fazem residência. Os demais foram prejudicados. "Falaram que a gente vai ter reposição das aulas, mas deve ser tudo corrido, porque temos muito conteúdo e a nossa grade é superapertada."
O estudante de Filosofia Pedro Almeida, também da Unifesp, lamenta não poder se formar neste ano, mas não culpa os docentes. "A infraestrutura do câmpus de Guarulhos está caótica, não tem como não apoiar a greve."
Na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Cinthia Oliveira relata que alunos xerocaram o contracheque de uma professora, para mostrar quão baixo é o salário. "A greve é uma forma legítima de reivindicação, mas são poucos os alunos engajados", comenta.
Por causa da greve, o MEC prorrogou por 24 horas as inscrições no Sistema de Seleção Unificado (Sisu). O calendário, no entanto, foi mantido. "Queremos ter uma margem de segurança para que nenhum estudante seja prejudicado", disse o ministro Aloizio Mercadante. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
retirado do site:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2012/07/19/estudantes-reclamam-de-paralisacao-mas-apoiam-greve.htm

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...