sábado, 7 de janeiro de 2012

Principais alterações da reforma ortográfica

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou no último dia 25, em Lisboa, que o acordo ortográfico da língua portuguesa deverá estar implantado no Brasil até 2011. No início da 7.ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Fernando Haddad apontou o acordo como uma peça-chave da cooperação com os países africanos.
"Estamos tendo conversas informais com grupos editoriais brasileiros, sobretudo os que trabalham com livros didáticos, prevendo um prazo de dois ou três anos (para a implementação do acordo)", disse o ministro.
Segundo ele, a idéia é levar a consulta pública dentro de 30 dias a minuta do decreto presidencial sobre o acordo. "Pretendemos publicar esse decreto presidencial talvez ainda em setembro ou outubro", afirmou.
O acordo consagra mudanças relativamente pequenas. Segundo os lingüistas que prepararam o acordo - Antônio Houaiss, pelo Brasil, e João Malaca Casteleiro, de Portugal -, 0,43% das palavras no Brasil e 1,42% em Portugal passarão por mudanças.
O idioma português é o quinto mais falado do mundo, alcançando 200 milhões de pessoas. A comunidade lusófona é constituída por Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe (os cinco últimos na África) e por Macau, Timor Leste e Goa no Oriente, onde também esteve presente a colonização portuguesa.
A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como amplamente prejudicial à integração intercontinental do português e para sua importância no mundo. Tal situação remonta a 1911, ano em que foi adotada, em Portugal, a primeira grande reforma ortográfica, mas que não foi extensiva ao Brasil.
Conheça as principais alterações a implementar pela reforma ortográfica:

Ref: Marília Mendes
Por Amélia Hamze
Colunista Brasil Escola
Retirado do site:http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/principais-alteracoes-reforma-ortografica.htm

Matrícula - o que observar na escola.

Com a chegada do final do ano é comum aumentar a movimentação de procura nas escolas, sejam elas de educação infantil, ensino fundamental ou ensino médio.
Sejam cautelosos quanto às estruturas das mesmas, se estão adequadas à faixa etária a que atendem. Casas adaptadas nem sempre podem ser uma boa opção, pois não foram projetadas para o funcionamento de uma instituição de ensino, podendo deixar de atender algumas necessidades dos alunos. Além disso, hoje em dia é exigido por lei que a escola tenha acesso facilitado para deficientes físicos e cadeirantes, como: rampas, portas largas, banheiros adaptados, etc.
Ficar atentos à quantidade de profissionais que a instituição possui para atender cada faixa etária, também é um cuidado que os pais devem ter. Se crianças até quatro anos ficam com uma professora, sem auxiliar de sala, poderão prejudicar o trabalho desenvolvido, bem como comprometer a integridade física e emocional dos alunos. A lei também faz restrições quanto a esse detalhe e os pais devem exigir seus direitos.
Ao conhecerem uma escola de educação infantil, observem a disposição das salas, a quantidade de crianças nas mesmas, os brinquedos ali presentes, a quantidade dos mesmos, se estão em perfeito estado de conservação e higiene, etc. Brinquedos de parque devem ser observados: se não proporcionam perigo para os pequenos, tendo que estar bem adaptados à faixa etária.

Escola bem montada – alunos envolvidos com o processo de aprendizagem
(ao fundo casa de boneca)
Não se deixem enganar por promessas que não são comprovadas no aspecto visual. Muitas escolas apresentam-se como perfeitas, mas na prática do cotidiano nada disso acontece. Olhe os detalhes, indague sobre aquilo que não está em ordem.
Pergunte, questione sobre os materiais didáticos, sobre as quantidades de brinquedos, o que as crianças fazem durante o período, que atividades são propostas, quais os profissionais que irão atendê-la, pois este é o momento adequado. Observe também a organização da sala da direção e da coordenação. Caso estejam bagunçadas, desconfie, pois pessoas desorganizadas não desempenham bem suas atividades e são desorganizadas com os outros também.
É comum vermos escolas de cunho bilíngüe, mas nem sempre isso acontece na prática. Uma escola com esse caráter deve ter aulas de inglês pelo menos uma hora por dia. Caso isso não aconteça, a escola não é bilíngüe. Não se deixe enganar pelos modismos e pelos exageros de recursos visuais que a instituição oferece, pois nem sempre são eficientes quanto à boa formação educativa.
Questione sobre a formação dos profissionais que irão atender seu filho, se possuem formação específica da área em que atuam, se são especialistas, etc. Falar da rotatividade dos profissionais também é importante, uma vez que a troca excessiva dos mesmos indica que a instituição não apresenta um plano de carreira, podendo apresentar sérios problemas.
No caso dos períodos integrais, a escola deve oferecer uma alimentação adequada, com um cardápio elaborado por nutricionista. Se possível pegue o nome dessa profissional, pois em caso de doenças com seu filho, poderá ligar e passar para esta, diretamente, os cuidados recomendados pelos médicos. Fique atento, pois algumas escolas prometem esse serviço, mas não são de qualidade e não possuem contrato firmado com o profissional, ou seja, vendem um produto que não está presente no dia-a-dia das crianças.
Ainda sobre os períodos integrais, a escola deve ter condições, espaços adequados para os alunos repousarem depois das refeições, como berços, caminhas ou tatames para os maiores. Uma televisão é uma boa maneira de prender a atenção dos alunos, além de deixá-los descansados e relaxados.
A instituição deve ter espaços reservados para atividades lúdicas como salas de jogos e brinquedos, parques, sala de DVD, além de outros.
Um fator importante e nem sempre lembrado durante uma visita a uma escola é a verificação dos banheiros, os estados de higiene em que se encontram e as condições físicas dos mesmos. É importante observar antes, para não ter o que reclamar depois.
Seguindo estas informações, pais e responsáveis, bem como os alunos, terão resultados satisfatórios no que diz respeito à rotina escolar de seus filhos.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
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Tiques Nervosos
A forma que a criança e o adolescente manifestam que algo não vai bem
Retirado do site:http://educador.brasilescola.com/orientacao-escolar/matriculaque-observar-na-escola.htm

Maomé

Messiânico profeta árabe nascido em Meca, na atual Arábia Saudita e na época, era um importante e próspero centro comercial e religioso, cujo nome próprio é derivado do verbo hâmada e que significa digno de louvor, fundador da religião muçulmana e do império árabe. Pertencia ao clã dos Hashim, de Banu Hashim, um dos ramos da tribo dos coraixitas (Qoreish, Quraish ou Qoraish), guardiã da Caaba, templo nacional do povo árabe que abrigava os ídolos de todas as tribos da península e os deuses da religião de todos os chefes de caravana que ali passavam, mais de 360 deuses.

Órfão muito cedo, foi criado primeiramente pelo avô paterno, Abd al-Mutalib, e mais tarde pelo tio, Abu Talib, coletor de impostos e mercador, que o iniciou nas artes do comércio. Preocupado com a idéia de restabelecer a religião monoteísta de Abraão, Ibrahim em árabe, teve na religião sua área de interesse privilegiado, tornando-se um político talentoso, chefe militar e legislador. Aos 25 anos, já com a reputação de comerciante honesto e bem-sucedido, casou-se com a rica viúva Cadidja, 15 anos mais velha do que ele. O matrimônio durou até a morte de Cadidja (617), num castelo pertencente a Abu Talib, que morreria dois anos após, onde o profeta estava refugiado.

Segundo a tradição, aos 40 anos recebeu a missão de pregar as revelações trazidas de Deus pelo arcanjo Gabriel. As revelações teriam se repetido durante toda a vida do profeta e logo começaram a ser registradas por escrito e com elas compôs o Alcorão ou Corão (Al no árabe equivale ao nosso artigo o). Seu monoteísmo chocava-se com as crenças tradicionais das tribos semitas e foi obrigado a fugir para Iatribe (622), atual Medina ou Madinat an Nabi, isto é, Cidade do Profeta, onde as tribos árabes viviam em permanente tensão entre si e com os judeus. Estabeleceu a paz entre as tribos árabes e com as comunidades judaicas e começou uma luta contra Meca pelo controle das rotas comerciais.

Conquistou Meca (630) e, de volta a Medina, morreu dois anos depois, sem haver nomeado um sucessor, porém deixando uma comunidade espiritualmente unida e politicamente organizada em torno aos preceitos do Corão, cuja edição definitiva seria publicada alguns anos após (650). A nova religião foi chamada islamismo ou Islã, que significa submissão à vontade divina, e seus adeptos, muçulmanos, os que se submeteram.

Santuário islâmico em Meca

Figura do site HISTÓRIANET:
http://www.historianet.com.br/main/ 

Fonte: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias
Retirado do site:http://www.brasilescola.com/biografia/maome.htm

Globalização

Prós e Contras

A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo, é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro.

No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros, roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes.

Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão-de-obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos.

A questão que se coloca nesses tempos é como identificar a aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada.
Retirado do site:http://www.brasilescola.com/geografia/pos-contras.htm

Pangeia


Configuração da Pangeia.

 
No início do século XX, o meteorologista alemão Alfred Wegener levantou uma hipótese que criou uma grande polêmica entre a classe científica da época. Segundo ele, há aproximadamente 200 milhões de anos, os continentes não tinham a configuração atual, pois existia somente uma massa continental, ou seja, não estavam separadas as Américas da África e da Oceania.
Essa massa continental contínua foi denominada de Pangeia, do grego "toda a Terra", e era envolvida por um único Oceano, chamado de Pantalassa.

Passados milhões de anos, a Pangeia se fragmentou e deu origem a dois megacontinentes denominados de Laurásia e Gondwana, essa separação ocorreu lentamente e se desenvolveu deslocando sobre um subsolo oceânico de basalto.

Após esse processo, esses dois megacontinentes deram origem à configuração atual dos continentes que conhecemos. Para conceber tal teoria, Wegener tomou como ponto de partida o contorno da costa americana com a da África, que visualmente possui um encaixe quase que perfeito. No entanto, somente esse fato não fundamentou sua hipótese científica.

Outra descoberta importante para fundamentar sua teoria foi a comparação de fósseis encontrados na região brasileira e na África, ele constatou que tais animais eram incapazes de atravessar o Oceano Atlântico, assim concluiu que os animais teriam vivido nos mesmos ambientes em tempos remotos.

Mesmo após todas as informações contidas na hipótese, a teoria não foi aceita, foi ridicularizada pela classe científica. Sua hipótese foi confirmada somente em 1960, após 30 anos da morte de Wegener , tornando-se a mais aceita.
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Retirado do site:http://www.brasilescola.com/geografia/pangeia.htm
Equipe Brasil Escola

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