terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Ex-catadora de caranguejo se forma bióloga com curso a distância e busca vaga no mestrado

 Cláudia Emi Izumi
Do UOL, em São Paulo

Ex-catadora de caranguejo no município fluminense de São Francisco de Itabapoana (a 322 km do Rio de Janeiro), Marina Barretos Silva, 47, se formou bióloga com graduação a distância, curso que completou em 2009. Agora tenta o mestrado.
Paulo Noel/Divulgação
Pegava as apostilas no  polo do curso de biologia e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana.

Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto.
Marina Barretos Silva, bióloga
Como a mãe, hoje aposentada, Marina catou caranguejo "praticamente a vida toda", inclusive na época em que estudava a distância. "É desumano o trabalho no manguezal. É muito puxado e ruim, mas me ajudou a sobreviver", diz.
Dos oito filhos, somente ela tem ensino superior. "Não queria deixar minha mãe e meus irmãos e morar em outro lugar. Parei de estudar entre o ensino fundamental e o médio, que só retomei entre 2001 e 2003, quando já estava casada e tinha quatro filhos."
Durante os estudos do ensino médio, soube da graduação a distância pelo Cederj (consórcio de instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro), que oferece mais de 6 mil vagas anualmente. "Alguém me falou do curso a distância. Fui lá para conferir. Chegou na hora certa, na hora que eu precisava", lembra.
Hoje com quatro filhos e duas netas, a bióloga tenta um mestrado na UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense), na área de biociência e biotecnologia. Em janeiro de 2013, presta a prova de admissão com a esperança de ser aprovada para pedir uma bolsa de estudos.
 "Queria muito entrar na área de pesquisa. Gosto de trabalhar em laboratório. A única desvantagem do EAD que fiz é que não tinha um", diz ela, que começou a trabalhar no laboratório da UENF, em Campos dos Goytacazes, em abril de 2011, como estagiária não remunerada.

Três horas por dia

Marina cursou biologia, dedicando diariamente de duas a três horas para os estudos. "Cuidava da casa, mas não tinha emprego formal. Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto."
O marido, que é pescador, sempre a apoiou. "Ele foi se acostumando com a ideia e sentia a minha aptidão", conta. "[Quando estava] no ensino médio, chegou a falar: ‘Eu já sei que você nunca vai parar de estudar’."
"Não tinha computador e usava muito pouco esse recurso. Até hoje não gosto de usar. Pegava as apostilas no polo do curso [o Cederj mantém um polo de ensino a distância no município em São Francisco de Itabapoana] e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana. Foi ótimo, estudava nas horas de folga e em casa."
Além da mudança de vida de Marina, a familia tem outro motivo para comemorar. A filha mais velha vai se formar também pelo curso a distância do Cederj em biologia, como a mãe.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/12/18/ex-catadora-de-siri-se-forma-biologa-com-curso-a-distancia-e-busca-agora-vaga-no-mestrado.htm

Prefeitura de SP veta docente que cursou USP Leste


FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

Professores formados em licenciatura na USP Leste foram impedidos de trabalhar neste ano na rede municipal paulistana --e mesmo os que atuaram respaldados com liminares da Justiça deverão ser obrigados a deixar as escolas no ano que vem.
Me disseram que diploma da USP Leste não valia, afirma professor
Prefeitura de SP veta docente que cursou USP Leste
O problema ocorreu porque o curso oferecido pela USP, chamado de licenciatura em ciências da natureza, não constava no edital do concurso aplicado em 2011, para contratar docentes de ciências para o ensino fundamental e médio para 2012.
Eram citadas licenciatura em ciências, ciências biológicas ou em história natural.
O veto ao curso da USP foi informado aos professores após eles terem sido aprovados na seleção, que teve 5.429 inscritos para 62 cargos.
A modalidade da USP Leste (cujo nome oficial é Escola de Artes, Ciências e Humanidades) se propõe a dar ao futuro docente formação geral em ciências. As outras licenciaturas focam áreas específicas, como biologia ou física.
A unidade teve de buscar um modelo diferente porque a USP não permite cursos iguais na mesma cidade (já há outras licenciaturas na Cidade Universitária, zona oeste, entre elas biologia e química).

Joel Silva/Folhapress
Marcos Santos Barbosa, formado em ciências na natureza pela USP; ele foi impedido de lecionar
Marcos Santos Barbosa, formado em ciências na natureza pela USP; ele foi impedido de lecionar
A Secretaria Municipal de Educação afirmou que a opção, criada em 2005, é nova e não havia tido tempo de acrescentá-la na seleção.
A USP rebateu. Disse que já havia informado a prefeitura. E os professores afetados ponderam que a rede estadual já aceitava o diploma.
Não há estimativa de quantos docentes foram barrados. Só uma advogada, Kátia Cristina da Silva Muniz, entrou com ação para sete deles. Em três casos, a avaliação inicial da Justiça foi que os docentes não podiam atuar, porque o curso não constou no edital.
Em outros dois, os juízes entenderam que a opção da USP Leste é compatível com as do edital. Em um desses casos, porém, a liminar foi revista em segunda instância. O entendimento, diz a advogada, tende a ser usado nos demais julgamentos. Assim, até os que conseguiram atuar em 2012 devem perder o direito para 2013.
"A prefeitura considerou apenas os nomes dos cursos, nem quis saber se ele é bom. É injusto", disse a advogada.
Ela ressalta que a própria prefeitura passou a aceitar o diploma em outros exames.
"É péssimo ficar nessa situação por uma questão meramente burocrática", disse Cláudia Regina Pereira Ribeiro, 29, que lecionou neste ano com base em uma liminar.
"Faltou também a universidade acelerar o processo."
O coordenador do curso, Thomás Augusto Santoro Haddad, afirmou que a prefeitura sempre teve conhecimento da modalidade e nunca apontou o motivo pelo qual não a incluiu no edital.
Os formados em obstetrícia na USP Leste também têm tido dificuldades. Tanto o conselho federal quanto o estadual de enfermagem se recusam a fazer o registro profissional. A Procuradoria entrou com ação tentando reverter a posição.
Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1202923-prefeitura-de-sp-veta-docente-que-cursou-usp-leste.shtml

Programa de ensino de inglês vai atender 500 mil alunos até 2014

Portal do MEC

O ministro Aloizio Mercadante entregou nesta terça-feira, 18, os primeiros cartões-bolsista, que atenderão, em um primeiro momento, 20 mil bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras e 10 mil estudantes de outros projetos (foto: João Neto/MEC)   O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lançou na manhã desta terça-feira, 18, o programa Inglês sem Fronteiras, que reúne iniciativas destinadas a melhorar a proficiência em língua inglesa dos estudantes brasileiros. Na primeira etapa, o programa beneficiará 500 mil alunos da educação superior aptos a participar do programa Ciência sem Fronteiras até 2014. Durante a cerimônia, Mercadante assinou portaria que institui o programa.

O Inglês sem Fronteiras abrangerá todos os níveis de proficiência, do mais básico ao mais avançado. Serão aplicados 500 mil exames do Test of English as a Foreign Language (Toefl), certificação reconhecida em todo o mundo, que servirá de diagnóstico. Inicialmente, os estudantes com melhores resultados receberão senhas para estudar a distância por meio do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação — serão distribuídas 100 mil senhas. Outros 10 mil participarão de cursos presenciais.

De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, a preparação em inglês dos estudantes é fundamental para o sucesso do programa Ciência sem Fronteiras. “Inglês é a língua universal da ciência”, destacou. “Nos melhores cursos de ciências, o inglês é essencial para acompanhar as aulas nas melhores universidades do mundo”, disse.

Para Mercadante, o Inglês sem Fronteiras é apenas o primeiro passo no ensino de idiomas. O ministro destacou a demanda por cursos e a importância de universalizar o ensino do inglês de qualidade. “A partir das experiências pedagógicas, vamos ter como expandir”, afirmou. “Vamos começar com o Ciência sem Fronteiras, depois com a graduação e o ensino médio, até o momento em que conseguiremos chegar ao ensino fundamental.”

Cartão-bolsista — Na cerimônia de lançamento, no auditório do Ministério da Educação, também foram entregues os primeiros cartões-bolsista. Os cartões pré-pagos do Banco do Brasil atenderão, em um primeiro momento, 20 mil bolsistas do Ciência sem Fronteiras e 10 mil estudantes de outros projetos da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O valor das bolsas, creditado diretamente na conta vinculada ao cartão, reduzirá os custos de operação e a taxa de conversão para os estudantes. “O cartão é uma aspiração antiga da Capes e do CNPq, ele dá segurança e facilita a vida dos estudantes no exterior”, afirmou o ministro.

Assessoria de Comunicação Social






Palavras-chave: educação superior, Ciência sem Fronteiras, Inglês sem Fronteiras

MEC anuncia medidas para garantir qualidade de cursos e instituições

Portal do MEC
 
Ao comentar as medidas, o ministro destacou que o Brasil tem grande demanda de ensino superior e que o MEC pretende ampliá-la: “As medidas adotadas vão na direção da expansão do sistema, mas não podemos expandir sem qualidade” (foto: Letícia Verdi/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira, 18, as medidas de regulação e supervisão que serão tomadas, com base nos indicadores de qualidade referentes a 2011. O processo leva em consideração o índice geral de cursos (IGC) e o conceito preliminar de curso (CPC). Em uma escala até 5, os conceitos 1 e 2 são considerados insatisfatórios, e as instituições e cursos ficam sujeitos a medidas de regulação e supervisão.

Segundo Mercadante, é papel do Ministério da Educação fiscalizar os cursos e instituições para garantir a qualidade necessária da educação superior e, consequentemente, a segurança dos estudantes. No sistema público, o MEC faz a regulação somente das instituições federais. “O Brasil tem uma imensa demanda de ensino superior, e o MEC tem interesse em aumentar essa demanda”, disse o ministro. “As medidas adotadas vão na direção da expansão do sistema, mas não podemos expandir sem qualidade.”

O ministro salientou que houve melhora generalizada nos indicadores de qualidade da educação superior. “O sistema todo se moveu em direção à melhora nos anos de 2008 e 2011”, afirmou. “No entanto, uma parte do sistema não está acompanhando; não haverá flexibilização em nenhum cenário para quem piorou. Nosso dever é fiscalizar esse grupo.”

O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do MEC responsável por avaliar os programas de pós-graduação das instituições.

O CPC avalia o rendimento dos alunos, a infraestrutura e o corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura representa 15% e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de mestres pesa em 15% do total; a dedicação integral, 7,5% e o número de doutores, também 7,5%.

Conceito preliminar de curso — Em 2011, foram avaliados 8.665 cursos — 6.083 do sistema federal de ensino — das áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins, bem como cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial.

Do total, 4.458 tiveram CPC satisfatório — 1.272 federais e 3.186 particulares. Dos cursos avaliados, 672 tiveram CPC insatisfatório — 124 federais e 548 particulares. Outros 1.114 cursos ficaram sem conceito — para qualificar o curso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) avalia vários itens. Entre eles, número mínimo de matrículas e de alunos que fizeram o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Para os cursos com conceito inferior a 3, o MEC estabelece medidas gerais obrigatórias, como assinatura de compromisso e plano de melhorias detalhado, com medidas a serem tomadas a curto e a médio prazo. Em 60 dias, os cursos mal avaliados devem passar por reestruturação no corpo docente. Ou seja, investir em dedicação integral e titulação. Em 180 dias, por readequação da infraestrutura e do projeto pedagógico.

O plano de melhoria será acompanhado por comissão de avaliação, que fará relatórios bimestrais sobre a evolução da correção das deficiências apontadas pelo MEC. Caso se verifique o não cumprimento das medidas, será instaurado processo administrativo, que pode resultar no fechamento do curso.

Além disso, os cursos e instituições com conceito inferior a 3 ficam automaticamente impossibilitados de oferecer o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A partir deste ano, o MEC estabeleceu novos critérios para acompanhar o processo de supervisão. Foi definida uma matriz de risco, com base no CPC e no IGC, para detectar cursos sem a qualidade exigida.

Índice geral de cursos (IGC) — Os dados gerais de 2011 apontam que foram avaliadas 1.875 instituições de educação superior, das quais 1.772 federais. Do total, 1.221 obtiveram índice satisfatório — 1.134 particulares e 87 públicas. Outras 551 registraram IGC insatisfatório — 549 particulares e duas públicas federais. Outras 261 ficaram sem conceito. Também para essas instituições estão previstas medidas de aferição da qualidade.

A descrição dos cursos e instituições com desempenho insatisfatório, além das medidas cautelares, serão publicadas no Diário Oficial da União a partir desta quarta-feira, 19.

Paula Filizola

Confira a apresentação do ministro Aloizio Mercadante em entrevista coletiva, nesta terça-feira, 18


Ouça o ministro Aloizio Mercadante na entrevista coletiva desta terça-feira, 18




Palavras-chave: educação superior, regulação, supervisão, IGC, CPC

domingo, 16 de dezembro de 2012

Parceria entre USP e editora transforma em audiolivros seis títulos da lista da Fuvest

Denis Pacheco
Do USP Online, em São Paulo
 
“Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seu "Livro do Desassossego". Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a USP (Universidade de São Paulo) criou seis audiolivros em formato Daisy (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.

Mais sobre Fuvest e USP

  • Rodrigo Paiva/UOL Fotos da 1ª fase da Fuvest
  • Arte/UOL Famosos estudaram na USP
  • Aline Arruda/Arte/UOL Mitos e verdades sobre a prova
A lista de obras para o vestibular contém nove títulos em 2012. Os livros editados pelo projeto do SIBi foram "Til" (José de Alencar), "Memórias de um sargento de milícias" (Manuel Antônio de Almeida), "Memórias póstumas de Brás Cubas" (Machado de Assis), "O cortiço" (Aluísio Azevedo), "Viagens da minha terra" (Almeida Garret) e "A cidade e as serras" (Eça de Queirós), todos em domínio público.
Os títulos estão disponíveis tanto online, no site do projeto, como em suporte físico, reproduzido pelos grupos parceiros no projeto.
O projeto é uma parceria entre o SIBi (Sistema Integrado de Bibliotecas) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy.

Objetivos

Calouros contam vida de estudante da USP

Os candidatos com necessidades especiais são classificados em cinco grandes grupos, que exigem procedimentos distintos por parte da Fuvest: Deficientes visuais, auditivos, físicos, disléxicos e outros tipos.
Neste ano, a Fuvest recebeu um total de 72 inscritos com deficiência visual, 12 deles convocados para a segunda fase do vestibular. Os candidatos portadores de deficiência visual solicitam provas em braille ou ampliadas dos tipos I e II. As provas correspondentes são preparadas por uma equipe com experiência nessa tarefa.
“Nosso programa consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. “Com a aproximação da primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”
Apesar de todos os volumes migrados serem de domínio público, as versões utilizadas pelo projeto são de propriedade da Editora Martin Claret “que também está preocupada com a questão da inclusão social e cedeu seus direitos gratuitamente”, esclarece Sueli.“Dentre os conteúdos que busca tornar acessível, o SIBi entendeu como sendo de grande relevância e extensão social, a inclusão dos livros exigidos pela Fuvest”, explica a diretora.
Além de possuir os direitos de seis dos nove livros da lista do vestibular, a Editora Martin Claret gerou uma série de roteiros de leitura e perguntas que orientam os alunos sobre os principais pontos do texto.
Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/12/14/parceria-entre-usp-e-editora-transforma-em-audiolivros-seis-titulos-da-lista-da-fuvest.jhtm


 

Unesp 2013: Siga correção comentada do primeiro dia de provas da 2° fase

do Uol, em São Paulo
Confira agora a correção do primeiro dia de provas da segunda fase do vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista) feita por professores do Curso e Colégio Objetivo.
Dos 45.639 candidatos convocados para essa etapa, 9,4% não compareceram ao primeiro dia de prova da segunda fase, segundo a Vunesp, responsável pelo vestibular.
Na segunda-feira (17), os estudantes têm o segundo dia de provas dessa etapa do processo seletivo. Os portões serão abertos às 13h e o exame começa às 14h. Os candidatos têm 4h30 para terminar o exame.

Estudantes fazem segunda fase do vestibular 2013 da Unesp

Foto 15 de 25 - 16.dez.2012 - Candidata corre, pula a grade para conseguir entrar na segunda fase da Unesp 2013 Mais Aline Arruda/UOL
É recomendado que o candidato compareça ao local de prova com uma hora de antecedência. A saída do prédio só será liberada após 3h30 de prova.
É preciso apresentar nos dois dias de prova um documento de identidade original com foto. Os vestibulandos também devem levar lápis preto nº 2, apontador, borracha, caneta esferográfica com tinta azul ou preta e régua transparente.
Hoje, os candidatos fazem 24 questões discursivas, sendo 12 de ciências humanas (elementos de história, geografia e filosofia) e 12 de ciências da natureza e matemática (elementos de biologia, química, física e matemática).
Amanhã, serão 12 questões de linguagens e códigos (elementos de língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte) e redação.
A lista geral de classificação está prevista para o dia 29 de janeiro de 2013. A primeira chamada será divulgada dia 14 de fevereiro, com matrícula nos dias 18 e 19 do mesmo mês.

Primeira fase 

A primeira fase da Unesp, realizada no dia 18 de novembro, teve abstenção de 8,7%. Dos inscritos, 8.236 faltaram às provas. O maior índice foi registrado na cidade de Itapeva (SP), com 18,1%. A cidade de São Paulo teve abstenção de 7,8%.
A prova da primeira fase foi composta por 90 questões objetivas.

Estudantes fazem a primeira fase do vestibular 2013 da Unesp

Foto 22 de 28 - Candidatos fazem a primeira fase do vestibular 2013 da Unesp (Universidade Estadual Paulista) neste domingo (18). São 90 questões de múltipla escolha. O curso mais concorrido é medicina, em Botucatu, com 185,3 c/v. Em segundo lugar aparece o curso de direito, diurno, em Franca, com 63,6 candidatos por vaga. Em seguida engenharia química, em Araraquara, e arquitetura e urbanismo, em Bauru, com 57,8 e 48,4 c/v, respectivamente Mais Aline Arruda/UOL
Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/12/16/unesp-2013-siga-agora-correcao-comentada-do-primeiro-dia-de-provas-da-2-fase.jhtm

UOL terá correção online do 9° Exame de Ordem da OAB no domingo

Do Uol em São Paulo
 A primeira fase do 9° Exame de Ordem Unificado da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) será realizada neste domingo (16), às 14h - horário de Brasília. A partir das 20h30, o UOL transmitirá a correção comentada da prova em vídeo, feita em parceria com o CERS (Complexo de Ensino Renato Saraiva) e o Portal Exame de Ordem.
Confira aqui a lista com os locais de prova da 1ª fase do 9º Exame de Ordem Unificado, que será realizado no dia 16 de dezembro.

Prova

As questões da prova objetiva serão de múltipla escolha. O exame abrangerá as disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de Direito, além de questões sobre o Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei 8.906/94) e seu Regulamento Geral, Código de Ética e Disciplina, direitos humanos, Código do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, direito ambiental e direito internacional.
A etapa subjetiva ou prova prático-profissional será aplicada no dia 24 de fevereiro de 2013, também com cinco horas de duração.
O Exame de Ordem pode ser prestado por bacharel em direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou do nono e décimo semestres.

9º EXAME DE ORDEM UNIFICADO

Evento Data
Publicação do Edital de Abertura 12/11/2012
Período de Inscrição 12/11/2012 a 26/11/2012
Prova Objetiva - 1ª fase 16/12/2012
Prova prático-profissional - 2ª fase 24/02/2013

Calendário 2013

A OAB já divulgou as datas das próximas edições do Exame de Ordem Unificado. Segundo nota publicada no site da OAB, a divulgação das datas serve para aperfeiçoar cada vez mais o Exame e para facilitar a vida dos candidatos.

Exame de Ordem da OAB - Calendário

Exame de Ordem 9º Exame 10º Exame 11º Exame 12º Exame
Publicação do edital 12 de novembro 22 de março 12 de julho 4 de novembro
Período de inscrições 12 a 26 de novembro 22 de março a 9 de abril 12 a 30 de julho 4 a 19 de novembro
Aplicação da prova objetiva (1ª fase) 16 de dezembro 28 de abril 18 de agosto 8 de dezembro
Aplicação da prova discursiva (2ª fase) 24 de fevereiro 16 de junho 6 de outubro 2 de fevereiro
  • Fonte: OAB
A aprovação no Exame de Ordem é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, nos termos do art. 8º, 4, da Lei 8.906/1994.
Outras informações podem ser obtidas no edital ou pelos sites da FGV Projetos e da OAB.

Com "rock educativo", banda Sujeito Simples usa músicas para ensinar gramática

Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo
 

Atual formação da banda Sujeito Simples: Zique (esquerda), Marcelo e Dino
  • Divulgação
    Atual formação da banda Sujeito Simples: Zique (esquerda), Marcelo e Dino
Com letras sobre pronomes, adjetivos, verbos e outras classes gramaticais, a banda Sujeito Simples usa o rock and roll para ensinar temas da língua portuguesa. A ideia surgiu quando Marcelo Darcini, 36, guitarra e vocal, estudava para o vestibular em Curitiba.
"Estava estudando para o vestibular e comecei a fazer uns trechos de música sobre algo que eu precisava gravar mais. A princípio eram só pedaços, depois que pensei em fazer uma banda que cantasse as classes gramaticas. São dez classes, dez músicas", disse Darcini.
Em 2007, Darcini escreveu a primeira canção, "Substantivo", "para ver como ficava". Com a música gravada, começou a procurar pessoas para a banda. "A ideia era fazer uma revista e um CD para o professor usar na sala de aula. O propósito inicial era mais didático. Só que a gente ficou segurando isso por um bom tempo. Tentamos contato com editoras, grupos educacionais, mas vimos que isso não funcionava, o pessoal não estava afim", afirmou.

Clipe

Sem o interesse das editoras, decidiram gravar um clipe e colocar na internet, para ver como seria a aceitação: "Fizemos o clipe de ‘Preposição’ em 2011, se eu não me engano. Queríamos ver o que o público ia achar. E o pessoal começou a gostar, os comentários foram bem positivos".
No site da banda, estão disponíveis para download gratuito os dois discos do Sujeito Simples, com vinte canções e duas revistas.
Depois da divulgação do vídeo, o trio começou a receber convites para participar de programas de televisão, mas ainda não tinha feito nenhum show ao vivo fora das TVs – a primeira apresentação aconteceu ontem (14), em Sobradinho (RS). A banda, que já teve diferentes formações, hoje é composta por Darcini, o baixista Dino Krol, 25, e o baterista Eziquiel Augustin, 24, conhecido como Zique.

Correção gramatical

O vocalista faz questão de enfatizar que não é "nenhum 'expert' em português", por isso, ele e os companheiros de banda recebem ajuda de professores para compor as letras das canções. "Tivemos uma ajuda de uma professora no começo para fazer as letras. Eu entendo de música e composição, mas a língua portuguesa tem que ter alguém que dê uma força", contou Darcini.
Hoje, segundo ele, vários professores ajudam a banda. São profissionais que conheceram o trabalho do trio pela internet e se ofereceram para participar do processo. A maior parte dos contatos acontece por email ou Facebook.
Darcini conta que já melhorou muito no português depois da banda. Eles também recebem respostas positivas de muitos estudantes e concurseiros, que dizem ter melhorado as notas após conhecer o "rock educativo".
Mesmo assim, os integrantes da Sujeito Simples não podem largar seus trabalhos para se dedicar somente a banda, pois ainda não há retorno financeiro e eles encaram essa experiência como hobby.
"O retorno financeiro não veio, mas veio de outra forma. Estamos contribuindo para o aprendizado de algumas pessoas."

retirado do site: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/12/15/com-rock-educativo-banda-sujeito-simples-ensina-gramatica-em-musicas.htm

Inscrições para doutorado no exterior vão até 31 de janeiro

Portal do MEC
Os interessados em cursar doutorado fora do Brasil já podem fazer a inscrição, pela internet, no Programa de Doutorado Pleno no Exterior, oferecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. O prazo vai até 31 de janeiro de 2013.

Podem concorrer às bolsas de estudos brasileiros e estrangeiros ainda sem título de doutor e que não sejam alunos regulares em programas de doutorado no país. No caso dos estrangeiros, é necessário ter visto permanente no Brasil.

O programa da Capes oferece bolsas de doutorado pleno no exterior em áreas não contempladas pelo Programa Ciência sem Fronteiras, do MEC. As bolsas são destinadas a candidatos de elevado desempenho acadêmico, que tenham planos de estudos de doutorado aceitos em instituições estrangeiras de excelência.

Estão impedidos de concorrer às bolsas os candidatos que pretendam cursar doutorado na Alemanha, orientados por edital específico.

Entre os objetivos do programa estão desenvolver os centros de ensino e pesquisa brasileiros, com o retorno do bolsista; ampliar o nível de colaboração e de publicações conjuntas entre pesquisadores que atuam no Brasil e no exterior; ampliar o acesso de pesquisadores brasileiros a centros internacionais de excelência; dar maior visibilidade internacional à produção científica, tecnológica e cultural brasileira.

Os candidatos selecionados receberão benefícios como mensalidade; adicional por dependente, quando for o caso; auxílio-instalação, também quando for o caso; auxílio-deslocamento e auxílio para obtenção de seguro-saúde. A bolsa dos candidatos selecionados deve ser implementada no segundo semestre de 2013. Mais informações no  regulamento do programa. As inscrições devem ser feitas na página do programa na internet.

As áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras estão descritas na página do programa na internet.

Assessoria de Comunicação Social


Palavras-chave: pós-graduação, doutorado, Capes

Mulheres dominam a sétima edição do Grande Prêmio Capes de Teses

Portal do MEC
As mulheres foram as vencedoras do Grande Prêmio Capes de Teses de 2012. Na noite de quinta-feira, 13, foram premiadas 44 teses de doutorado em diversas áreas do conhecimento, no Prêmio Capes de Teses de 2012. As maiores vencedoras da noite foram Caroline Furtado Junqueira, Márcia Almada, e Elisa Souza Orth. Elas tiveram as teses selecionadas entre mais 12 mil trabalhos apresentadas este ano no Brasil e receberam o grande prêmio, que chegou à sétima edição.


Como estabelece a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, o grande prêmio distingue as três melhores teses ganhadoras do Prêmio Capes, selecionadas em três grupos de grandes áreas — ciências biológicas, ciências da saúde e ciências agrárias; engenharias, ciências exatas e da terra e multidisciplinar (materiais e biotecnologia), e ciências humanas, linguística, letras e artes, ciências sociais aplicadas e multidisciplinar (ensino).

Vencedora do prêmio Carlos Ribeiro Diniz, que selecionou, nesta edição, a melhor tese na área de ciências biológicas, ciências da saúde e ciências agrárias, Caroline Furtado Junqueira apresentou pesquisa que usa clones alterados geneticamente do protozoário causador da doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi, para combater o crescimento de tumores. O sucesso no trabalho abre nova área de pesquisa no combate ao câncer. Carlos Ribeiro Diniz [1919-2002] foi professor e pesquisador, membro da Academia Brasileira de Ciências.

Doutora em bioquímica e imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, Caroline pretende continuar na área de pesquisa. Ela participa de programa de pós-doutorado no Centro de Pesquisa René Rachou, em Belo Horizonte. “Além do reconhecimento de nosso trabalho, o prêmio pode nos ajudar a conseguir recursos para manter nossas pesquisas”, afirmou.

Manuscritos — O grande prêmio para ciências humanas, linguística, letras e artes homenageia este ano a pedagoga e psicóloga Carolina Martuscelli Bori [1924-2004]. Foi agraciada a historiadora e restauradora Márcia Almada. Em seu trabalho, ela apresenta reflexão sobre os significados, usos e produção de manuscritos adornados no Brasil do século 18.

Química — O geógrafo Milton Santos [1926-2001] é o patrono do grande prêmio na área de engenharias e ciências exatas e da terra, concedido à doutora em química Elisa Souza Orth. Os resultados da pesquisa podem repercutir diretamente na aplicação da desferroxamina para remover o excesso de ferro do corpo com fins terapêuticos como forma de prevenir o câncer.

Seleção — O Prêmio Capes distingue as melhores teses de doutorado defendidas e aprovadas em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. São considerados na seleção quesitos de originalidade, inovação e qualidade. “O prêmio marca a qualidade dos cursos de pós-graduação das universidades e institutos de pesquisa brasileiros”, disse o presidente da Capes, Jorge Guimarães. “Estamos incentivando a pesquisa científica no pais.”

Além do certificado, as três vencedoras do grande prêmio de 2012 receberam, cada uma, U$ 15 mil da Fundação Conrado Wessel, que participa da premiação desde a primeira edição, em 2005.

Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Escola do MS desenvolve projeto vitorioso em olimpíada nacional

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Os vencedores da sexta edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente, promovida pela Fiocruz: realizada a cada dois anos, a Obsma estimula o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e particulares brasileiras (foto: arquivo Fiocruz)Projeto desenvolvido na Escola Municipal Professora Arlene Marques Almeida, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, obteve o primeiro lugar na Etapa Nacional da 6ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), na modalidade projeto de ciências. Interdisciplinar, o projeto abrangeu também as disciplinas de língua portuguesa, língua inglesa, matemática, artes e informática.

O projeto — Sustentabilidade: Tema Motivador para a Inserção do Aluno no Mundo Letrado — foi aplicado em 2011 em turmas do oitavo ano do ensino fundamental do turno vespertino. Os alunos envolvidos apresentavam dificuldade de compreensão, de estabelecer relação e fazer a interpretação de dados e de representação de informações para a tomada de decisões e enfrentamento de problemas.

“Os Parâmetros Curriculares Nacionais, documento que organiza o currículo, orienta que o professor, independentemente da sua área de formação, devem ter o texto como instrumento de trabalho”, diz a professora Marilyn Errobidarte de Matos, responsável pelo projeto. Ela argumenta que o texto deveria ocupar lugar de destaque no cotidiano escolar. Com o trabalho orientado para leitura, o aluno conseguiria apreender conceitos, apresentar informações novas, comparar pontos de vista e argumentar. “Em um mundo no qual os textos estão por toda a parte, entender o que se lê é uma necessidade para poder participar plenamente da vida social”, destaca.

De acordo com o diretor pedagógico adjunto da escola, André Afonso Vilela, a comunidade escolar comemorou a premiação, que revela o bom trabalho realizado por todos. “É o resultado da aposta em um ideal: a aprendizagem dos alunos”, ressalta. Há 12 anos no magistério, Vilela é graduado em filosofia e em história.

Marilyn atua no magistério há 20 anos, 16 dos quais como professora de ciências no ensino fundamental da rede municipal. Com licenciatura em biologia e mestrado em ensino de ciências, ela leciona no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS), onde ministra aulas de metodologia de pesquisa científica a alunos do curso superior de tecnólogo em sistemas para internet. “Os projetos que desenvolvi sempre nasceram de uma necessidade da sala de aula, com temas escolhidos pelos alunos”, explica.

Tecnologias — Apreciadora das tecnologias de informação e comunicação (TIC), Marilyn usa nas aulas recursos que incluem desde quadro-negro e giz até a metodologia de pesquisa orientada da web, a webquest. “O interesse dos estudantes é despertado com atividades desafiadoras, com novidades, com tecnologias, com participação ativa”, afirma.

No período em que lecionou na rede municipal, a professora nunca trabalhou em escola que contasse com laboratórios. No entanto, isso não a impediu de desenvolver experimentos. “O laboratório da biologia é a vida, e vida tem em todo ambiente”, afirma. “Sempre desenvolvi experimentação com materiais do dia a dia, observação no jardim, na rua, na sala de aula.” Os professores, de acordo com Marilyn, contam com aliados muito significativos, como os vídeos disponíveis na internet. Outra opção são os objetos de aprendizagem. “Existem vários simuladores de experimentos de laboratório”, enfatiza.

Desafios — Também professor de ciências, com atuação em turmas do sétimo ao nono ano do ensino fundamental, Nivaldo Vitor de Albuquerque usa nas aulas conteúdo teórico e práticas diversificados, como recursos tecnológicos e de multimídia, além de cartazes, livros e peças de anatomia humana.
Para despertar o interesse dos estudantes pelas aulas de ciências, Albuquerque propõe atividades desafiadoras. “Faço com que eles percebam a necessidade do conhecimento para o desenvolvimento pessoal e cultural”, explica o professor, que este ano desenvolveu projeto sobre leishmaniose tegumentar e visceral. Com licenciatura e bacharelado em ciências biológicas e especialização em planejamento e gestão ambiental, Albuquerque está no magistério há 17 anos.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco). Realizada a cada dois anos, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e particulares brasileiras.

Fátima Schenini

Saiba mais no Jornal do Professor





Palavras-chave: ciências, olimpíada, Fiocruz

Programa Novos Talentos recebe propostas até dia 25 de janeiro

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação abre no próximo dia 21 as inscrições para o programa Novos Talentos. A iniciativa visa a aproximar estudantes de graduação e de pós-graduação com experiência de atuação em escolas públicas.

Instituições públicas de educação superior interessadas em apresentar proposta têm até às 23h59 de 25 de janeiro para fazer a inscrição, pela internet. Cada instituição pode apresentar à Capes uma única proposta, com até quatro subprojetos.

O objetivo do programa é apoiar propostas dessas instituições para a realização de atividades extracurriculares com professores e alunos da educação básica. Os inscritos no programa Novos Talentos propõem cursos, oficinas ou atividades equivalentes, que devem desenvolvidas, necessariamente, no período de férias das escolas públicas ou em horário que não interfira na frequência dos estudantes.

As atividades inscritas devem valorizar espaços inovadores, como dependências de universidades, laboratórios e centros avançados de estudos e pesquisas, museus e outras instituições, como empresas públicas e particulares. A meta é o aprimoramento e a atualização do público-alvo e a melhoria do ensino de ciências nas escolas públicas do país. Um dos princípios do programa é identificar e investir em novos talentos da rede pública, além de garantir a inclusão social e o desenvolvimento da cultura científica.

Os projetos devem prever o início das atividades para julho de 2013, com prazo de execução de 24 meses. O valor por projeto institucional a ser financiado será de até R$ 200 mil por ano.

As instituições interessadas em submeter propostas devem fazer a inscrição no Sistema Integrado Capes (Sicapes). Mais informações no Edital nº 55/2012, no endereço eletrônico novostalentos@capes.gov.br ou pelos telefones (61) 2022-6687 e 2022-6568. A divulgação final dos resultados está prevista para 5 de abril de 2013.

Paula Filizola
Palavras-chave: educação básica, novos talentos

Bolsistas passarão a receber também o adicional-localidade

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Portaria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, publicada nesta terça-feira, 11, regulamenta os valores das bolsas de estudos e auxílios pagos a estudantes, pesquisadores e professores participantes dos programas e ações da Capes fora do Brasil. O texto também institui o adicional-localidade para 96 cidades consideradas de alto custo de vida, com base em rankings internacionais.

Os bolsistas no exterior passam assim a receber mensalmente um auxílio de mais 400 unidades monetárias da moeda do local de destino. Entre as cidades estão Londres, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Chicago, Boston, Paris, Milão, Zurique, Genebra e Sidney.

O coordenador-geral de bolsas e projetos da Diretoria de Relações Internacionais da Capes, Geraldo Nunes Sobrinho, acredita que o novo auxílio vai ajudar na permanência de estudantes nas melhores instituições do mundo. “Certamente, isso vai permitir que os estudantes procurem as melhores instituições. Ou seja, eles vão poder fazer a opção pela instituição, independentemente da cidade”, salientou.

Segundo Sobrinho, um grupo de trabalho com representantes da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) foi formado para realizar revisões periódicas na lista de cidades, em conjunto com os parceiros internacionais. “Pode ser que hoje uma cidade seja de alto custo e amanhã, não mais, por motivos econômicos do local”, observou. “Por isso, vamos ficar acompanhando e fazer proposições ao longo do tempo.”

Mensalidades — Os valores das mensalidades de brasileiros no exterior variam entre US$ 870 [R$ 1.809,95, nesta terça, 11], para estudantes de graduação do programa Ciência sem Fronteiras, e US$ 5 mil [R$ 10.402], para professores de cátedra. Para os estrangeiros no Brasil, o valor da bolsa da Capes vai de R$ 830 (estudantes de graduação) a R$ 24 mil (professores da Escola de Altos Estudos).

Na maioria dos casos, os valores são equivalentes. Um estudante do Ciência sem Fronteiras nos Estados Unidos recebe mensalidade de US$ 870 [R$ 1.809,95], enquanto um aluno do mesmo programa em país europeu recebe 870 euros [R$ 2.341,52]. Já o custo do seguro-saúde é o mesmo para todas as modalidades, com exceção dos pesquisadores-visitantes no Brasil, que não recebem o benefício. São US$ 90 [R$ 187,24], 90 euros [R$ 242,23] ou 90 libras esterlinas [301,28], valor convertido para o equivalente em dólar canadense ou australiano e em iene.

De acordo com a portaria, são entendidos como bolsas e auxílios as mensalidades, auxílio-instalação, auxílio-deslocamento, adicional por dependente, seguro-saúde e adicional-localidade. Alguns benefícios são pagos conforme a modalidade da bolsa. O auxílio-material didático, por exemplo, é pago somente a bolsistas de graduação-sanduíche das áreas contempladas pelo Ciência Sem Fronteiras, durante a vigência do programa.

A portaria define ainda que os valores das bolsas e auxílios, além dos prazos de vigência de cada bolsa, serão definidos em editais específicos de cada modalidade.

O total das cidades nas quais os bolsistas serão contemplados com o novo benefício consta do anexo VI da portaria. Com efeitos retroativos a 1º de julho último, a Portaria Capes nº 174, do dia 6 último, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 11, seção 1, página 11.

Paula Filizola
Palavras-chave: Capes, bolsas, valores, auxílio

Projeto na área ambiental do DF está entre os 40 vencedores da 6ª edição

Portal do MEC


O professor Gilvan França, com seu projeto em escola do Distrito Federal, buscou mostrar aos alunos a importância de não jogar garrafas em rio e esgotos (foto: João Neto/MEC)A construção de uma sala somente com garrafas plásticas; um projeto de alfabetização de jovens e adultos a partir do resgate das próprias histórias de vida; oficinas de leitura, saúde e cidadania. Estas e outras práticas inovadoras e bem-sucedidas em educação foram distinguidas na sexta edição do Prêmio Professores do Brasil, entregue na manhã desta quinta-feira, 13, em Brasília.

Premiado na categoria temas específicos, subcategoria educação integral e integrada, Gilvan Luís de França, professor do Centro de Ensino Fundamental 2, em Planaltina, Distrito Federal, mostrou preocupação com o meio ambiente. Com os alunos, ele construiu uma sala de 66 metros quadrados com garrafas plásticas cheias de areia, em substituição aos tijolos, assentadas com barro. “Tentei passar a eles a importância de não jogar as garrafas em rios e esgotos, mas reutilizá-las”, salientou.

Dos 2.609 projetos inscritos em todo o país, foram premiados 40, apresentados por professores da rede pública. Os autores das melhores experiências receberam prêmio de R$ 7 mil, além de troféu e certificado. As escolas ganharam placas.

Os prêmios foram divididos em duas categorias — temas livres, com distinção para iniciativas na educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio, e temas específicos, com seleção de projetos de educação integral e integrada, de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental, de alfabetização também nos anos iniciais e de educação digital articulada ao desenvolvimento do currículo.

Histórias — Outra educadora premiada foi a professora Carina Escabora Campos, que leciona em escola pública da comunidade do Parque Imperial, em Barueri, São Paulo. Ela ganhou com o projeto Vidas que se Contam: a Biografia como Portal de Aprendizagens. Professora de alfabetização para jovens e adultos, Carina buscou lembranças significativas dos alunos para tornar o conteúdo formal atrativo e relembrar a importância da educação. Em seguida, registrou em filme histórias capazes de servir de estímulo a outros estudantes.

“Foi possível perceber que o índice de evasão caiu e que o de alfabetização cresceu”, disse a professora. “Ao tornar o conteúdo mais próximo deles, consegui tornar aprendizagem mais fácil e significativa.”

O ministro interino Paim Fernandes valorizou o trabalho dos professores: “Quem pode mudar a educação do país são os professores, eles são os protagonistas desse processo” (foto: João Neto/MEC)Importância — O ministro da Educação em exercício, José Henrique Paim Fernandes, ressaltou a importância de se reconhecer o trabalho feito pelos professores. Ele afirmou ainda que o Ministério da Educação e as secretarias estaduais e municipais devem reforçar a assistência técnica e financeira a esses profissionais.

“O país vive um esforço muito grande no sentido de melhorar a qualidade da educação brasileira, e os gestores da educação fazem um esforço permanente no sentido de garantir que as políticas públicas sejam implementadas e executadas”, disse Paim. “Mas quem pode mudar a educação do país são os professores, eles são os protagonistas desse processo de mudança.”

O Prêmio Professores do Brasil visa a valorizar o papel do professor como agente transformador na formação e no desenvolvimento de novas gerações. Foi criado para dar visibilidade a experiências pedagógicas bem-sucedidas, como forma de estímulo a profissionais de toda a rede pública.

Parceiros — O prêmio conta com o apoio da Fundação Volkswagen, Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime), Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros), entre outras entidades.

Paula Filizola

Palavras-chave: educação básica, professor, prêmio

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Portal do MEC

Estados, Distrito Federal e municípios já podem dispor de R$ 755,2 milhões, total referente à nona parcela da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A transferência dos recursos é de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Estados e municípios têm parcela complementar de R$ 755 milhões Este ano, a complementação da União contempla nove estados — Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí — que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido para 2012, de R$ 2.096,68.

Principal fonte de financiamento da educação básica pública, o Fundeb deve ter pelo menos 60% dos recursos usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício. O restante destina-se a despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino — pagamento de auxiliares administrativos e merendeiras; formação continuada de professores; aquisição de equipamentos e construção de escolas.

Assessoria de Imprensa do FNDE

Palavras-chave: educação básica, Fundeb, FNDE
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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esteve na Câmara dos Deputados na manhã desta terça-feira, 6, para defender a destinação integral dos recursos oriundos do pré-sal à educação pública. Os deputados discutem esta semana o Projeto de Lei nº 8.051/2010, que trata da partilha dos royalties do petróleo, incluída a camada pré-sal.

“O Brasil tem de aproveitar um dinheiro que nunca foi repartido para eleger uma prioridade, e a prioridade das prioridades é a educação”, disse o ministro. De acordo com Mercadante, o repasse integral pode servir como fonte de receita concreta para o país atingir a meta de aplicar, até 2020, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, sem a criação de impostos. Essa meta foi estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Câmara dos Deputados em julho deste ano. O percentual é quase duas vezes maior do que os 5,1% destinados este ano ao Ministério da Educação.

Também tramita na Câmara o Projeto de Lei nº 2.565/2011, que propõe modificações na atual legislação do setor petrolífero para determinar novas regras de distribuição entre os entes da Federação dos royalties oriundos da exploração de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. Visa, ainda, a aprimorar o marco regulatório sobre a exploração desses recursos no regime de partilha.

Base — De acordo com Mercadante, a educação é a base de todo desenvolvimento do país. “Se nós não distribuirmos educação, dermos a mesma oportunidade, não vamos resolver o principal problema do desenvolvimento do Brasil”, disse. “Ciência e tecnologia dependem da educação; defesa depende da educação; saúde depende da educação.”

A proposta do governo sobre a distribuição das novas receitas oriundas dos royalties do petróleo já recebeu o apoio do Fórum Nacional de Educação (FNE) e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Nesta terça-feira, foi a vez da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee).

Assessoria de Comunicação Social

Leia também:

Governo tem apoio nos 100% dos royalties para a educação


Confira o Projeto de Lei nº 8.051/2011

Confira o Projeto de Lei nº 2.565/2011



Palavras-chave: educação pública, petróleo, royalties


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Os 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 3 e 4 últimos terão acesso ao espelho de correção digitalizado da redação, para fins pedagógicos, a partir de 15 de fevereiro do próximo ano. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela realização do Enem, 5.683 profissionais farão a correção. O trabalho terá início na próxima semana.

A correção avalia cinco competências:

1. Domínio da norma padrão da língua escrita
2. Compreensão da proposta de redação e aplicação de conceitos das várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento do tema nos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo
3. Capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
4. Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação
5. Elaboração de proposta de intervenção para o problema abordado, respeitados os direitos humanos.

A pontuação em cada competência pode variar até 200 pontos. A nota máxima da redação é de mil pontos.

A partir desta edição, a redação será examinada por dois corretores, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Caso haja diferença na nota final superior a 200 pontos, o texto será avaliado por um terceiro corretor. Em anos anteriores, isso ocorria quando a discrepância entre as duas primeiras notas superava os 300 pontos.

Também a partir deste ano, será acionada uma banca examinadora de excelência caso a diferença entre as notas dos três avaliadores permaneça superior a 200 pontos. Composta por três professores, a banca será responsável pela atribuição da nota final ao participante. O máximo é de mil pontos. A nota final será a média aritmética daquelas atribuídas pelos avaliadores.

Na hipótese de a nota do primeiro corretor ser de 640 pontos e a do segundo, 480 — diferença inferior a 200 pontos —, a nota final da redação desse candidato será a média aritmética das duas. No entanto, caso a de um corretor, na competência 1, seja 160 e a de outro, 40, a redação será encaminhada ao terceiro avaliador. Se a terceira nota, nessa competência, se aproximar daquela atribuída por um dos dois corretores anteriores, não haverá necessidade de intervenção da banca examinadora. A avaliação mais baixa será eliminada.

O estudante terá nota zero na redação se fugir ao tema proposto, apresentar estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, entregar folha em branco ou com sete linhas ou menos, copiar os textos motivadores e reproduzir impropérios, desenhos ou palavras de desrespeito aos direitos humanos.

O Inep estima que das 4,1 milhões de redações corrigidas, cerca de 1,2 milhão receberão a terceira correção e que aproximadamente 200 mil sejam avaliadas pela banca.

Capacitação
— Os corretores passaram por dois meses de treinamento presencial e a distância, no qual foram abordadas as especificidades de cada competência e o conjunto do texto. Nesta semana e na próxima, os profissionais passam por nova capacitação, voltada para a correção do tema — O Movimento Imigratório para o Brasil no Século 21. No dia 14 próximo, serão submetidos a pré-teste de avaliação da capacidade de proceder à correção de acordo com o padrão estabelecido pela banca examinadora.

Após a fase de correção, as redações estarão disponíveis para visualização na página do Inep na internet. Os estudantes terão acesso com a senha pessoal gerada no momento em que fizeram a inscrição para o exame.

Assessoria de Comunicação Social

domingo, 21 de outubro de 2012

Programas para a formação do professor são atração em feira

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está com estande no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, participando da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O evento prossegue até 21 de outubro, com o tema economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza.

A Capes apresenta no estande os programas voltados à formação de professores da educação básica, como Universidade Aberta do Brasil (UAB), Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat), Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor), entre outros.

Além dos professores, os alunos do ensino fundamental e médio praticam atividades que a Capes oferece em parceria com o Espaço Ciência de Pernambuco. Cada exposição apresenta um painel de síntese e um experimento interativo. Quatro monitores e os expositores da Capes animam a visitação. Também está disponível para uso dos estudantes do ensino fundamental a Britannica Escola Online, portal de aprendizagem, fruto de parceria entre a Capes e a Enciclopédia Britannica.

A feira em Brasília está aberta à visitação do público no Pavilhão do Parque da Cidade até domingo, dia 21, no horário das 8h30 às 20h.

Assessoria de Imprensa da Capes

Acesse a programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em diversas cidades do país

Conheça o programa Universidade Aberta do Brasil

Conheça o Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional

Conheça o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência

Conheça o Plano Nacional de Formação de Professores

Conheça o programa Novos Talentos
Palavras-chave: Capes, formação do professor, Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Institutos federais vão debater papel que desempenham no país

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano sedia a partir de segunda-feira, 22, a Reunião dos Dirigentes dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Reditec) de 2012. Estarão em debate, entre outros temas, as políticas de educação profissional e tecnológica no Brasil, o papel dos institutos federais nessas políticas, o planejamento e as ações integradas de educação profissional e tecnológica, o desenvolvimento local e regional e a extensão tecnológica.

O encontro vai se estender até o dia 26, no complexo de multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, Bahia, município vizinho a Petrolina, Pernambuco, onde o instituto federal tem sede. A Reditec é realizada desde 1977, pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Conif). Ela reúne reitores e diretores dos institutos federais, centros federais de educação tecnológica (Cefet), Colégio Pedro II e escolas técnicas.

O encontro deste ano reunirá representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação e convidados dos Estados Unidos, Colômbia e Portugal para debates sobre a educação técnica e tecnológica em âmbito nacional e internacional. Entre os debatedores estarão o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; a diretora-executiva da Rede de Instituições Técnicas, Tecnológicas e Universidades da Colômbia, Diana Pérez; o reitor da Universidade de Évora (Portugal), Carlos Braumann, e o coordenador de Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Carlos de Ávila.

Durante o encontro, será entregue a Medalha de Mérito Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, iniciativa do Conif como reconhecimento a pessoas que tenham serviços prestados à educação profissional. Outro homenageado é o cantor e compositor Luiz Gonzaga, cujo centenário de nascimento é festejado este ano. Gonzaga nasceu em Exu, Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912, e morreu em Recife, em 2 de agosto de 1989.

Mais informações na página da Reditec na internet.

Assessoria de Comunicação Social , com informações do Instituto Federal do Sertão Pernambucano



Palavras-chave: educação profissional, instituto federal, Reditec

Educação integral conta com a contribuição de universidades

A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação promoveu, de terça-feira, 16, a quinta, 18, em Brasília, reunião técnica com universidades parceiras para debater o papel da universidade no desenvolvimento da educação integral. O encontro, sob o tema Programa Mais Educação: Construindo a Política da Educação Integral no Brasil, contou com a presença de 30 instituições federais de educação superior.

Desde 2008, representantes das universidades parceiras encontram-se semestralmente para debater os programas e as ações que as instituições vêm realizando no campo da educação integral. As propostas em destaque apresentam novos conceitos para formação de professores nos cursos de pedagogia e licenciatura e defendem a produção de conhecimento com base na pesquisa de pós-graduação.

Para a diretora de Currículos e Educação Integral da SEB, Jaqueline Moll, as federais devem participar da construção da política educacional brasileira. “As universidades têm um papel importante na construção dessa política e no diálogo com as escolas, para construir outros conceitos de educação integral”, disse.

A professora Ana Emília Gonçalves de Castro, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que desenvolve projetos de extensão voltados para a educação em tempo integral, defende que o papel dessas instituições vai além da formação de profissionais que atuam na educação. “Estamos construindo algo novo em um processo que já está acontecendo, por isso precisamos de pesquisa e extensão no campo da educação integral. A universidade pública tem uma responsabilidade com a sociedade”, afirmou.

O programa Mais Educação foi criado em 2007 para atender, inicialmente, 1.380 escolas que apresentavam os piores resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb). De acordo com a proposta do programa, no turno oposto ao das aulas, os alunos têm acompanhamento pedagógico obrigatório. Contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche. Os professores ajudam nas tarefas, tiram dúvidas e dão aulas de reforço, principalmente de português e matemática. Em 2012, o programa chegou a 32 mil escolas.

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação básica, Mais Educação, educação integral, SEB

Ministro pede propostas a secretários para mudar ensino médio já em 2013

Portal do MEC
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, pediu aos secretários estaduais de Educação um esforço para, o mais breve possível, definirem as propostas de mudanças para melhorar o ensino médio. A solicitação foi feita na abertura do 3º Encontro Ordinário do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), realizado nesta quinta-feira, 18, em Florianópolis.

No encontro, os secretários encaminhariam as propostas ao Ministério da Educação. No entanto, como o documento ainda não foi concluído, o debate prosseguirá nas unidades federativas, de forma a entregar o documento final até 7 de dezembro.

Mercadante pediu a antecipação do prazo para que os avanços na educação sejam aplicados já no ano letivo de 2013. “Os estados precisam defender a proposta do MEC para que todos os royalties do petróleo sejam destinados à educação”, disse o ministro.

O encontro termina nesta sexta-feira, 19. Os secretários reconhecem a necessidade de um pacto nacional, mas querem preservar a identidade local nos temas. Mercadante disse ainda que há programas do governo destinados à melhoria do ensino médio, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). Ele citou ainda a recente sanção da Lei de Cotas (Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012).

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação básica, ensino médio, Consed

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Após pressão do movimento negro, USP deve realizar debate sobre cotas na universidade

Cristiane Capuchinho
Do UOL, em São Paulo
A reunião do Conselho Universitário da USP (Universidade de São Paulo), que aconteceu nesta terça-feira (25), decidiu pela realização de um debate com a comunidade acadêmica sobre a adoção do sistema de cotas para o ingresso na universidade. Representantes do movimento negro e do corpo discente defenderam a inserção de cotas raciais, no entanto a nota distribuída pela reitoria ao final da reunião fala em cotas sociais.
"Hoje foi uma sessão meramente de debates", explicou o professor Nei Fernandes de Oliveira, diretor da Escola de Engenharia de Lorena. A reunião teve participação de docentes, representantes discentes da graduação e da pós-graduação, de representante da Frente de Lutas Pró-cotas Raciais, do Núcleo de Consciência Negra da USP e do Instituto Luiz Gama - associação de defesa dos direitos humanos.
Após posicionamentos pró e contra o sistema de cotas, decidiu-se pela necessidade de ampliar o debate dentro da universidade. Em nota, a reitoria afirmou que houve consenso quanto à "realização de um grande seminário, em que a questão da inclusão social será discutida com maior profundidade e detalhamento com a comunidade universitária".

Estudantes protestam antes de reunião sobre cotas na USP

Foto 9 de 19 - Estudantes realizaram um protesto em frente à reitoria da USP (Universidade de São Paulo), nesta terça-feira (25), para pedir a adoção de cotas sócio-raciais na universidade. Dentro da reitoria, a reunião do Conselho Universitário discute o tema pela primeira vez desde a criação do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP), em 2006. O evento foi organizado pela Frente Pró-Cotas Raciais na USP, vinculado ao Núcleo de Consciência Negra Mais Leonardo Soares/UOL
"Pela primeira vez tivemos oportunidade de debater essa questão dentro do Conselho Universitário, isso é positivo", avaliou Silvio Luís de Almeida, presidente do Instituto Luiz Gama.
O reitor da USP, João Grandino Rodas, estabeleceu o compromisso de nos próximos dias nomear uma comissão que será responsável pela organização de seminários nas unidades da universidade. Não ficou estabelecido prazo para essa comissão.
O diretor do DCE (Diretório Central de Estudantes) da USP, Adrian Fuentes, considera que a reitoria se comprometeu timidamente. "Não ficou claro quem serão as pessoas convidadas para essa comissão e nem de que forma isso será feito."
Para a representante discente da pós-graduação, Maria Fernanda Silva Pinto, "a universidade é muito reticente em pensar políticas públicas afirmativas por meios que não sejam sócio-econômicos. A proposta é para que todos os professores tenham mais informações acerca do debate e da experiência brasileira para que a questão volte ao Conselho Universitário e as cotas sejam votadas".
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/09/25/apos-pressao-do-movimento-negro-usp-deve-realizar-debate-sobre-cotas-na-universidade.htm

Cresce número de alunos de EAD no país; cursos livres são maioria

Cláudia Emi Izumi
Do UOL, em São Luís (MA)
Aumentou o número de alunos que aderiram ao sistema de ensino a distância (EAD) no Brasil, o grupo soma mais de 3,5 milhões de estudantes. Os dados são do Censo EAD.BR 2011, divulgado no 18° Congresso Internacional de Educação a Distância, que vai até o dia 26 em São Luís (Maranhão).
A maioria dos cursos ministrados a distância (56%) são livres, não precisam de autorização do MEC (Ministério da Educação) para funcionarem. São cursos de  atualização ou aperfeiçoamento pessoal ou de aprimoramento profissional. Neles estavam matriculados, em 2011, 2,7 milhões de estudantes (77,2%).
Nos livres, as áreas de conhecimento mais procuradas são Administração e Gestão, Educação e Ciências da Computação.
Entre os 3.971 cursos autorizados pelo MEC, a maior parte dos matriculados estão no ensino superior (75%). A pós-graduação responde por 17,5% dos estudantes - inclusos aí mestrados, MBA e outros lato-sensu.
O restante dos matriculados, 7,5%, estão divididos entre cursos de ensino fundamental, médio e técnico.

Perfil

O censo indica que as mulheres são a maioria dos estudantes a distância. A única modalidade com público majoritariamente masculino é a de cursos corporativos - oferecidos por empregadores a seus funcionários.
Os alunos de EAD se concentram na região Sudeste: 2,1 milhão de matrículas. O Sul aparece em segundo lugar, com 625.184 estudantes. No Centro-Oeste são 595.098 estudantes e no Nordeste, 256.084. O Norte fica em último, com 14.184 matriculados.
A evasão de alunos, um dos principais obstáculos para o desenvolvimento das ações em EAD, teve uma média de 20%. O maior índice é proveniente de cursos livres, com 23,6%.

Pesquisa

O Censo EAD.BR, realizado pela Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), reúne informações de 181 instituições que oferecem cursos de aprimoramento pessoal e profissional EAD - o que representa 13% das 1.424 instituições de ensino a distância listadas pela Abed. Os dados captados são de 2011.

Conheça os dez cursos de graduação a distância mais procurados do Brasil

Foto 4 de 11 - Serviço social, curso que forma assistentes sociais para lidar com as demandas da população, é o terceiro no ranking de matrículas em graduações a distância. Ao todo, de acordo com o Censo da Educação Superior de 2010, há mais de 74 mil matrículas, 76,3% delas na rede privada. Mais Reprodução/SXC
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/09/26/cresce-numero-de-alunos-de-ead-no-pais-cursos-livres-sao-maioria.htm

A Importância da Administração de Cargos e Salários

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