sábado, 3 de dezembro de 2011

Fuvest anula uma questão da primeira fase do vestibular 2012

Da Redação
Em São Paulo
A Fuvest informa, na manhã desta sexta (2), que a questão V –62  da primeira fase do vestibular 2012 fica anulada. A prova da primeira fase terá 89 questões, segundo informações da instituição.
Segundo nota divulgada, a anulação ocorreu "devido a uma imprecisão na formulação do enunciado da questão".

Questão de matemática "impossível"

Professores de cursinhos ouvidos pelo UOL Vestibular já apontavam problema na questão no domingo, dia 27 de novembro, quando a primeira fase aconteceu. Eles afirmaram que a prova de matemática teve uma questão impossível de ser resolvida, por fornecer dados errados que prejudicavam a resposta: a 62 da prova V (e suas correspondentes), sobre um polígono convexo de seis lados.
“Se você usar essa informação [a de que formava um polígono convexo de seis lados], acaba chegando em meia dúzia de ângulos que invalida a informação de que o polígono é convexo”, afirma Gregório Krikorian, do Objetivo. “Deve ser anulada, não tem como consertar. Não faz sentido o texto”, diz Glenn van Amson, do Anglo.
Desde o começo do processo, a assessoria de imprensa da Fuvest não divulgou quais eram as questões sob análise. Apenas que seriam três perguntas. Os docentes ouvidos pelo UOL haviam detectado problemas em física. Uma das questões seria a 81 da prova V (e suas correspondentes). Segundo Ricardo Helou, do Objetivo, a fórmula apresentada está errada. Além disso, na 89, um dos esquemas (o II) tornava duas alternativas de resposta possíveis. No entanto, as bancas da Fuvest consideraram esses pedidos de anulação improcedentes.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/12/02/fuvest-decide-anular-uma-questao-da-primeira-fase-do-vestibular-2012.jhtm

 

Governo usará universitário para ajudar 254 escolas ruins


FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

Intenção da Secretaria da Educação é que estudante colabore com professores
Medida integra novo pacote de ações para a rede estadual de ensino que será divulgado hoje pelo governador

O governo paulista vai dar auxílio mensal de R$ 500 para universitários que fizerem estágio em colégios básicos estaduais considerados ruins.
A ideia é que estudantes de licenciaturas ajudem no ano que vem 254 escolas que têm mais dificuldades pedagógicas ou que estão localizadas em áreas periféricas. A rede estadual tem 5.000 unidades.
Segundo o governo, além de auxiliar a rede no curto prazo, os universitários terão experiências que os deixarão mais bem preparados para quando estiverem formados.
A medida integra novo pacote de ações na educação -que a Folha antecipou-, a ser anunciado hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). No evento, ele vai convocar a sociedade a participar da melhoria do ensino.
A gestão visa colocar o Estado entre as 25 melhores redes do mundo até 2030. Atualmente, está em 53ª entre 65, considerando simulação que apresenta SP como um país no Pisa (prova internacional).
PLANO DE TRABALHO
Para atingir a meta, o governo lançou em outubro um plano de melhorias. Agora, apresenta ações complementares. Uma das principais é o aperfeiçoamento dos estágios de alunos de licenciatura.
A avaliação da secretaria é que os estágios atuais têm tido pouco efeito para os licenciandos e para as escolas.
No novo programa, chamado de Residência Escolar, os estudantes terão de apresentar um plano de trabalho, que será acompanhado por um professor da unidade.
Os bolsistas poderão ajudar os docentes nas aulas, em correção de trabalhos ou no auxílio aos alunos com dificuldades. Cada estagiário terá um programa diferente.
O governo diz que já tem acordo com PUC, Mackenzie, UFSCar, UFABC e Unifesp.
Os bolsistas farão estágio de 400 horas -o normal é 300 horas no curso todo.
"Haverá benefícios para os universitários, que terão uma formação melhor, e para as escolas, que poderão contar com esses estagiários", disse a responsável pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, Leila Mallio.
Paralelamente, está mantido o programa do professor-auxiliar, que fica na sala de aula com o docente titular, nos cinco primeiros anos do ensino fundamental.
Iniciado na gestão José Serra (PSDB), o projeto enfrenta falta de professores interessados (60% das turmas previstas estão desatendidas).
O plano de Alckmin é o segundo da gestão tucana em São Paulo em quatro anos. O anterior, de Serra, terminou em 2010, com metas parcialmente atingidas.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/12492-governo-usara-universitario-para-ajudar-254-escolas-ruins.shtml

Unicef corrige informação sobre adolescente brasileiro na escola

Portal do MEC


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou informação equivocada em seu relatório, Situação da Adolescência Brasileira 2011, apresentado na quarta-feira, 30 de novembro, em Brasília. Segundo o documento, o percentual de adolescentes entre 15 e 17 anos fora da escola no país é de 20%. O índice correto é de 14,8%.

A agência internacional admitiu o problema e informou que tanto o relatório impresso quanto o eletrônico apresentam a informação real. Segundo o professor Mário Volpi, responsável pelo estudo, o erro constava de um slide apresentado durante a entrevista coletiva de divulgação do trabalho.

A informação correta está na página do Unicef na internet.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: Unicef, adolescentes

Evento discute experiências com novas tecnologias e usos em escolas públicas

Portal do MEC


Experiências que unem entretenimento e educação e estudos sobre o uso de videogames para atrair a atenção e motivar a aprendizagem de estudantes com baixo desempenho escolar estão na agenda do evento Educação e novos Paradigmas (Edu-Tec). O encontro será na próxima terça-feira, 6, no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, Rio de Janeiro.

A reunião, promovida pelo Ministério da Educação por meio da TV Escola, também vai tratar das novas mídias e das formas como as pessoas utilizam esses meios para fazer suas conexões em rede. Participam do evento estudiosos e empreendedores.

Das 8h às 18h acontecerão conferências de curta duração sobre as novas tecnologias de mídias que podem ser usadas em sala de aula e com potencial para transformar as relações de ensino e aprendizagem. Farão palestras no Edu-Tec, profissionais da Inglaterra, Itália, Estados Unidos, Finlândia, Malásia, Argentina, Venezuela, Espanha e do Brasil.

Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, o objetivo é que a TV Escola possa absorver muitas dessas inovações. “Queremos que a TV Escola seja um espaço que possa ser usado para melhorar e aprofundar a aprendizagem. Um canal que dialogue diretamente com a comunidade escolar”, afirma.

Programa – As conferências serão divididas em quatro blocos: a importância de comunicar e interagir de forma individualizada; quando virtual é físico – que apresenta teorias e práticas que defendem que o mundo virtual complementa o mundo físico e é parte do mundo real; caixa de ferramentas – novas formas de interagir, comunicar, entreter e educar; velha nova ética – que analisa como as pessoas se comportam com a grande quantidade de informação e fluxo de comunicação.

Assessoria de Imprensa da SEB


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Conheça os palestrantes
Palavras-chave: TV Escola, SEB, mídias
 

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