sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Professora gaúcha sonha com avanços na prática docente

Portal do MEC
Perceber que a maioria dos professores está comprometida com a prática docente e se preocupa em fazer a diferença é o que mais gratifica a pedagoga Ivonir Silveira da Rosa, de Venâncio Aires (RS). Há mais de dez anos no magistério, ela já trabalhou com educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental, supervisão escolar e como vice-diretora. Com curso de especialização em psicopedagogia institucional, Ivonir atua como coordenadora pedagógica e supervisora na Escola Estadual de Ensino Médio Wolfram Metzler, onde também mantém um blog.

Para ela, é uma satisfação observar que há espaço para o diálogo e que é possível, apesar das resistências, avançar e construir possibilidades na prática docente ou o reforço de atividades que apresentam resultado positivo. “É fundamental o professor perceber que tem espaço para falar, mas também saber mudar de atitude ao constatar que a opinião dele não é a da maioria ou não leva a uma melhoria no processo de ensino-aprendizagem”, destaca Ivonir.

Desafios — Entre as maiores dificuldades enfrentadas na coordenação pedagógica, Ivonir cita a troca de professores no decorrer do ano letivo, a resistência a horários para reuniões pedagógicas e a falta de coerência do plano de trabalho com o de estudos. Outros desafios são a falta de recursos pedagógicos de apoio, como laboratórios de ciências e de informática, e de profissionais disponíveis para auxiliar o professor.

“O professor, sozinho, não consegue usar as tecnologias em seu trabalho”, avalia. Para ela, no entanto, a maior dificuldade é a impossibilidade de acompanhar tudo o que acontece no âmbito escolar, pois as atividades burocráticas tomam muito tempo.

Ivonir é responsável pela reativação do Grêmio Estudantil. “Por meio dele, percebo como está o trabalho em sala de aula, as relações com os colegas e a organização dos estudantes em busca da realização de objetivos”, salienta. Alunos da quarta série do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio (diretoria e colaboradores) participam da agremiação.

Fátima Schenini

Saiba mais no Jornal do Professor

Palavras-chave: prática docente, coordenação pedagógica

Exame de língua portuguesa para estrangeiros recebe inscrições

Portal do MEC
Cidadãos estrangeiros que pretendem obter certificação em língua portuguesa devem fazer a partir desta quinta-feira, 10, a inscrição para as provas do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa (Celpe-Bras). O prazo vai até 15 de março. As provas serão aplicadas em 27 e 28 de abril próximo.

Cerca 30 países têm instituições credenciadas pelo Ministério da Educação como postos para aplicar o exame. No Brasil, mais de 20 universidades estão autorizadas, nas cinco regiões. Podem fazer o exame os estrangeiros, os brasileiros com dupla nacionalidade e os brasileiros cujo idioma materno não seja o português. O candidato deve ter a idade mínima de 16 anos no dia da inscrição e formação equivalente ao ensino fundamental brasileiro completo.

O exame é composto por partes escrita, com duração de duas horas e meia, e oral, com 20 minutos. Os participantes podem obter a certificação em níveis intermediário, intermediário superior, avançado e avançado superior.

O certificado é emitido pelo Ministério da Educação. Internacionalmente, o Celpe-Bras é aceito em empresas e instituições de ensino como comprovação de competência na língua portuguesa. No Brasil, é exigido pelas universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação.

Os candidatos receberão instruções sobre o local e os horários do exame, parte escrita e oral, nos postos aplicadores — o participante do exame deve escolher um deles ao fazer a inscrição. É necessário, ainda, imprimir documento para pagamento da taxa de inscrição, pagá-la em agência bancária e entregar o recibo de pagamento, além da cópia do documento de identificação, no posto escolhido.

Os resultados serão divulgados em 27 de junho, com divulgação no Diário Oficial da União e na página eletrônica do Celpe-Bras.

Assessoria de Imprensa do Inep
Palavras-chave: língua portuguesa, certificação, Celpe-Bras

Portal de arte e literatura cadastra 3 mil obras por mês

Portal do MEC
Um dos sites educacionais mais procurados na internet no Brasil, o portal Domínio Público, do Ministério da Educação, aumenta mensalmente seu acervo digital em cerca de 3 mil obras, desde agosto de 2010. Em janeiro deste ano foram cadastradas 3.471 obras. O número considerável de novas mídias resulta da parceria com outros ministérios e bibliotecas nacionais. Existem hoje 187.533 obras cadastradas em formato de textos, imagens, sons e vídeos.

“A intenção é de que o Domínio Público deixe de ser apenas um portal do Ministério da Educação, para ser um portal de conteúdo de todo o governo federal”, diz José Guilherme Ribeiro, diretor de infraestrutura em tecnologia educacional do MEC. O Domínio Público foi criado em 2004, com acervo inicial de 500 obras, para promover o acesso gratuito a obras literárias, artísticas e científicas.

No período de férias escolares, o portal recebe 500 mil visitas e dobra a quantidade de acessos durante o período letivo. “O MEC quebrou um paradigma ao começar a oferecer material de qualidade gratuitamente, sejam filmes, partituras, obras literárias ou animações”, ressalta.

De todo esse material, os mais procurados são os textos, que já tiveram quase 24 milhões de downloads. A Divina Comédia, de Dante Alighieri, poemas de Fernando Pessoa e clássicos de William Shakespeare e Machado de Assis estão entre os mais acessados. Entre as 11.906 imagens que constam no acervo, as famosas pinturas de Leonardo da Vinci, como a Adoração dos Magos, A Última Ceia e La Gioconda lideram a lista das mais procuradas.

Uma nova versão do portal entra no ar ainda neste semestre. O Domínio Público migra para a web 2.0, o que vai tornar a forma de acesso mais rápida e fácil. Uma rede social educacional, com fórum de discussões de obras, também deve ser inserida na nova versão. Todo o material que consta no portal está em domínio público ou conta com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais.

Acessos do exterior – O Portal do Professor, que também pode ser acessado pela página do MEC, registra números iguais de acesso. As aulas prontas, de diferentes assuntos, postadas por professores, são o material mais acessado. “Dez por cento do Portal do Professor é acessado por pessoas de fora do Brasil. Os Estados Unidos, por exemplo, são um dos países que mais o acessam. Nós fazemos coisas que os outros países estão tentando aprender conosco”, afirma José Guilherme.

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Acesse o Portal Domínio Público.
Palavras-chave: Domínio público, obras literárias, literatura

Sistema de financiamento pode beneficiar alunos que não obtiverem bolsas

Portal do MEC
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pode se equiparar a bolsa de estudo em alguns casos, como o dos 365 mil estudantes que, este ano, pleitearam esse tipo de benefício no Programa Universidade para Todos (ProUni) em cursos de licenciatura e não o obtiveram. “Esses estudantes poderão abater sua dívida do Fies depois de formados, se vierem a trabalhar na rede pública”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad. O mesmo caso se aplica a estudantes de medicina que, após a formatura, venham a trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS).

Para debater e implementar medidas que potencializem a utilização do Fies, o Ministério da Educação e representantes de instituições privadas e comunitárias de educação superior reuniram-se nesta terça-feira, 8, em Brasília.

No atual processo seletivo do Programa Universidade Para Todos (ProUni), a oferta de bolsas para cursos de licenciatura ficou na faixa de 31 mil, sendo que 396 mil estudantes solicitaram o benefício. No total, um milhão de candidatos se inscreveram no ProUni, mas o número de bolsas ofertadas, para o primeiro semestre, foi de 123 mil. Os 877 mil estudantes não atendidos são potenciais candidatos ao Fies, lembrou o ministro. “Eles já foram, inclusive, avaliados pelo Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]”, disse Haddad.

O Fies também serve para o aluno com bolsa parcial do ProUni, que pode usar o financiamento para pagar o restante da mensalidade. No ano passado, do total de 51.446 bolsistas parciais, 4.860 também usaram o Fies. Este ano, foram ofertadas pelo ProUni 79.789 bolsas parciais.

Encontros – Para que alunos e instituições melhorem o acesso ao financiamento, o ministério vai instituir uma política de disseminação da informação sobre os programas de acesso à educação superior, voltada tanto aos estudantes quanto às próprias instituições. Para isso, serão feitos encontros regionais com representantes das mantenedoras das instituições. Essas instituições têm acesso ao perfil dos estudantes que solicitam bolsas e financiamentos, e portanto podem contribuir para que os benefícios se ampliem.

Um dos exemplos usados por Haddad se refere ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), que permite a dispensa de fiador para o Fies. “Das 863 mantenedoras que aderiram ao Fies no ano passado, apenas 148 aderiram também ao Fgeduc; isso mostra que as instituições precisam conhecer melhor o funcionamento do fundo”, apontou.

A adesão ao fundo garantidor é voluntária. A partir dele, podem abrir mão de fiadores os estudantes que tenham renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio, os matriculados em cursos de licenciatura e os bolsistas parciais do ProUni que optem por inscrição no Fies no mesmo curso em que são beneficiários da bolsa.

A partir da reunião desta terça-feira, foi criado um grupo de trabalho permanente, para aperfeiçoamento dos programas federais voltados à educação superior. O objetivo, segundo o ministro, é garantir que as metas do Plano Nacional de Educação relativas ao ingresso na educação superior para a próxima década sejam alcançadas.

Letícia Tancredi
Palavras-chave: Educação superior, Fies, ProUni

OAB aplica Exame de Ordem no domingo para 106 mil; prova terá questões sobre direitos humanos

Da Redação
Em São Paulo
No próximo domingo (13), 106.825 bacharéis em direito fazem a prova objetiva do terceiro Exame de Ordem da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de 2010. O teste acontece das 14h às 19h (horário de Brasília) em todo o país. Pela primeira vez, a prova terá questões sobre direitos humanos

O número de inscritos é ligeiramente menor que o da segunda prova de 2010, que recebeu 106.941 candidatos. A reprovação foi alta nessa etapa: na segunda fase, para a qual haviam sido convocados 46 mil bacharéis, 30,9 mil (65,87% do total) não conseguiram aprovação.

Este exame trará questões sobre direitos humanos, o que vem preocupando candidatos. Segundo o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, diz que serão cobrados conceitos básicos sobre a área. “Dezenas de faculdades têm um currículo voltado para a questão dos direitos humanos. Não será nada de muito extraordinário”, afirma.

Polêmica
O teste, obrigatório para quem pretende exercer a profissão, ficou marcado na segunda edição por problemas no acesso aos resultados e uma guerra judicial.

No 2º exame de 2010, realizado no dia 14 de novembro, houve lentidão no site da FGV (Fundação Getúlio Vargas), aplicadora da prova, o que levou a sucessivas prorrogações do prazo de divulgação do desempenho dos candidatos. Isso influenciou também o período para recursos.

Além disso, a Justiça chegou a decidir que o exame era inconstitucional e que dois candidatos poderiam tirar o registro sem a prova. A decisão acabou derrubada. O Ministério Público entrou com representações no Ceará, no Distrito Federal e em Goiás contestando a prova. Um juiz chegou a determinar a recorreção do exame.

Cavalcante diz que esses problemas não ocorrerão dessa vez. “Tenho que tranquilizar a todos. Erros acontecem, infelizmente. Dentro daquele momento, de Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], de mudanças de paradigmas, gerou uma inconformação muito grande. Mas nós trabalhamos muito com a FGV para que os erros não voltem a se repetir.”
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/02/11/oab-aplica-3-exame-de-ordem-no-domingo-para-106-mil-prova-tera-questoes-sobre-direitos-humanos.jhtm

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Revista de pedagogia recebe textos sobre ações afirmativas

Portal do MEC
O tema da edição especial da Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, a Rbep, que será lançada no final de 2011, será ações afirmativas. Interessados em publicar artigos sobre esse assunto devem encaminhar o material até o dia 20 de abril, para fins de análise.

Os estudos deverão abordar questões em torno de políticas afirmativas como cotas para negros, cotas para egressos de escola pública e abertura de novos campi em bairros onde se concentram camadas sociais mais baixas.

Todos os textos serão encaminhados a avaliadores de regiões diferentes daquelas onde vivem seus autores. Depois, a editoria científica da revista, formada por especialistas de várias partes do país, emitirá parecer final.

Histórico - A Rbep foi criada em 1944 e traz artigos de natureza técnico-científica resultantes de estudos e pesquisas que contribuam para o debate e desenvolvimento de conhecimento educacional, além de oferecer subsídio às decisões políticas na área. O público da revista é formado por professores, pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, técnicos e gestores na área de educação.

Desde sua criação, a revista, que é pluritemática, já passou por diversas mudanças. Atualmente, a publicação está na edição de número 229, volume 91, e é quadrimestral. O periódico está disponível também na versão on-line.

Interessados em colaborar, ou simplesmente receber novidades da revista, devem se cadastrar na página da revista na internet ou solicitar informações por correio Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. eletrônico. Mesmo não sendo cadastrada, qualquer pessoa pode ter acesso às edições.

Assessoria de Imprensa do Inep
Palavras-chave: Ações afirmativas, Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Rbep, Inep

Polícia investiga suposto trote violento em Lorena (SP)

Da Agência Estado
A Polícia Civil e a direção do Centro Universitário Salesiano (Unisal), de Lorena (SP), estão a procura dos supostos agressores que teriam cometido trote violento contra pelo menos quatro calouros daquela instituição de ensino. Os fatos teriam ocorrido na última segunda-feira, 31, num bar a cerca de 300 metros da escola, onde alunos veteranos teriam obrigado os novatos a ingerir bebidas alcoólicas como cachaça e vodca.
O excesso de bebidas teria provocado convulsão em dois alunos, que foram parar na Santa Casa local, onde receberam cuidados médicos e foram dispensados. Além disso, um dos alunos, que não quis se identificar, contou que eles tiveram as roupas rasgadas, o cabelo cortado e o rosto pintado, além de terem sido obrigados a dar dinheiro para a compra das bebidas.

"Eles colocam a garrafa na nossa boca, sem chances da gente cuspir. Eu cheguei a desmaiar", afirmou o calouro, morador de Cachoeira Paulista, cidade vizinha de Lorena. O fato acabou sendo levado à delegacia pelos familiares das vítimas. A polícia já instaurou inquérito para apurar se houve ou não violência e quem são os responsáveis.

"Não temos ainda a identificação dos possíveis agressores, mas embora não tenha havido agressões físicas, se for confirmada a versão das vítimas, os culpados podem responder por crime de constrangimento e periclitação de vida", disse o delegado Hugo Parreiras de Macedo, titular do 2º distrito policial, onde o boletim de ocorrência foi registrado.

O diretor operacional do Centro Unisal, Fábio Garcia dos Reis, disse que a instituição também está trabalhando para identificar os possíveis culpados e colabora com a polícia. "Isso é algo que não aceitamos. Na Unisal nunca tivemos trote violento", afirmou. Em nota, o Centro Unisal destacou que "repudia veementemente esse tipo de ocorrência" e ainda que "o sentimento geral entre os estudantes também é de repúdio aos episódios do dia 31, como vários deles já se manifestaram junto aos professores, aos diretores, ou na mídia social".
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/02/04/policia-investiga-suposto-trote-violento-em-lorena-sp.jhtm

Professores de criança se formam mais a distância

ANGELA PINHO
DE BRASÍLIA

Pela primeira vez, modalidade capacitou a maior parte dos docentes da creche ao 5º ano do ensino fundamental

Dados de 2009 mostram avanço sobre cursos presenciais, que, no entanto, continuam fortes em outros níveis
Polêmica entre especialistas, a educação a distância cresceu e hoje forma a maior parte dos futuros professores que darão aulas da creche ao quinto ano do ensino fundamental (antigo primário).
Em 2002, o ensino presencial formava 98% dos estudantes graduados nas áreas de pedagogia, Normal Superior e em cursos específicos de formação para a educação infantil e anos iniciais do fundamental.
Em 2009, ano do mais recente censo da educação superior, a situação se inverteu, mostrando que 55% dos formados vieram de cursos da modalidade a distância.
Um estudo do Inep (instituto ligado ao Ministério da Educação) feito com dados dos formandos de 2005 apontou que os alunos que saíam de cursos de pedagogia presenciais se saíam melhor do que os colegas do a distância no Enade, exame para universitários.
O ministro Fernando Haddad afirma que o governo está preocupado com o alto número de formandos nesse tipo de curso.
"Sempre que possível, o ensino presencial deve ser a prioridade", disse à Folha, com a ressalva de que nem sempre o aluno tem tempo ou um curso presencial à disposição na cidade.
Ele afirma que o MEC tomou duas medidas para impedir um crescimento desordenado da área: aumentou a fiscalização e restringiu o Fies (programa de financiamento estudantil) à modalidade presencial.
POLÊMICA
Para Regina de Assis, professora aposentada da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e consultora, a educação a distância só deveria ser adotada em localidades muito remotas.
Ela argumenta que o ensino presencial permite um atendimento mais individualizado, com estrutura de ensino menos padronizada.
"Nada substitui a interlocução do aluno no momento em que surge a dúvida", afirma a professora.
Para Francisco Botelho, do comitê científico da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), as críticas refletem um "preconceito" contra a modalidade.
"Há condições de garantir qualidade em qualquer modalidade de ensino", diz, argumentando também que muitas vezes há mais discussões nos fóruns das salas de aula virtuais, uma vez que não há limite de tempo.
Ele também ressalta a dificuldade de deslocamento nas grandes cidades.
Ao contrário do que ocorre com a pedagogia, na formação de professores de matérias específicas como física e matemática, que dão aula no ensino médio e nos anos finais do fundamental (6º ao 9º), o ensino presencial ainda é mais forte.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0402201111.htm

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...