sexta-feira, 30 de julho de 2010

Catálogos de cursos recebem sugestões até 30 de setembro

Portal do MEC
A partir deste domingo, 1º de agosto, estará aberto o período de apresentação de sugestões ou alterações nos catálogos de cursos de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação. Tanto o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos passam por revisões anuais, em agosto e setembro, como determina a legislação. O prazo para o envio das propostas vai até 30 de setembro.

Participam da atualização, nesse período, educadores, estudantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, órgãos e entes públicos, além das instituições que oferecem os cursos. Os catálogos, além de disciplinar, organizar e atualizar os cursos, também são usados como guias por estudantes, instituições de ensino e entidades de classe.

Os interessados em oferecer sugestões de inclusão, exclusão ou alteração devem acessar a página da consulta pública.

Assessoria de Imprensa da Setec

Catálogo Nacional dos Cursos Superiores
Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos
Palavras-chave: Institutos federais, Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, Setec

Secretarias e escolas devem regularizar termos de adesão

Portal do MEC
Os termos de adesão ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) feitos por 1.685 entidades devem ser regularizados com urgência. Caso contrário, as secretarias estaduais e municipais de educação e as escolas federais que estão com o documento em diligência podem ter problemas para receber os livros didáticos que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) encaminha todos os anos às escolas públicas do país.

As principais falhas identificadas pelos técnicos do FNDE são: a assinatura que consta no termo de adesão não confere com a da cópia do documento de identificação enviado; o gestor não enviou a cópia do documento; envio de termo diferente do original.

No portal eletrônico do FNDE, em Consulta e emissão de termo de adesão ao PNLD, os gestores públicos podem conferir qual é a pendência referente ao seu estado, município ou escola federal e providenciar a regularização.

Regra – A nova regra que determina a adesão ao programa do livro didático como pré-requisito para o recebimento das obras passou a valer este ano. O objetivo é garantir maior controle na distribuição dos exemplares às escolas. As escolas federais, as prefeituras e as secretarias estaduais de educação tiveram até 30 de junho para enviar o termo assinado ao FNDE. No total, 95,5% das entidades aderiram ao programa.

Assessoria de Comunicação Social



Palavras-chave: Livro didático, FNDE

Docente da Educação assumirá reitoria da UFBA; ela é segunda mulher a ocupar o posto

Heliana Frazão
Especial para o UOL Educação
Em Salvador

Após 64 anos de fundação, a UFBA (Universidade Federal da Bahia) será administrada, a partir o dia 19 agosto, por uma mulher, com formação pela própria instituição. A professora Dora Leal Rosa, 62, doutora em Educação foi eleita numa disputa com dois outros colegas - João Augusto de Lima Rocha e Roberto Paulo Correia de Araújo -, tendo seu nome ratificado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.

Esta não será a primeira vez que uma mulher assume o comando da UFBA, mas a expectativa é de que seja a primeira a cumprir o mandato integralmente. No início da década de 90 a professora Eliane Azevedo foi escolhida reitora, mas deixou o cargo um ano depois devido a problemas de saúde.

Prata da casa, a professora Dora se especializou e fez doutorado em educação na própria instituição, onde desenvolve sua vida acadêmica há 32 anos. “Tive um curto período de dois anos fora da universidade, mas logo retornei, acho que sou prata da casa, sim”, diz ela, que participou, na manhã desta sexta-feira (30), da solenidade de encerramento do mandato do seu antecessor Naomar Almeida Filho, ao lado ministro FernandoHaddad, e do presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, que também é professor, licenciado, da UFBA.

Segundo a professora, a posse somente acontecerá no dia 19 por questões protocolares, Até lá, responderá interinamente pela reitoria, o vice-reitor Francisco Mesquita.
"Programa de governo"

A reitora eleita, era a candidata de Naomar na eleição ocorrida em maio deste ano. E pretende dar prosseguimento ao programa de seu antecessor. “Entre as prioridades, posso citar a consolidação do processo de expansão e interiorização da UFBA, assim como a estruturação dos cerca de 40 cursos noturnos para os quais ainda existe demanda, sobretudo no tocante a infra-estrutura, para dar suporte às atividades, como a contratação de pessoal administrativo”, diz ela, lembrando que também há muito a ampliar na assistência estudantil. Ampliação dos corpos docente e técnico-administrativo e adoção de novas práticas gerenciais também estão entre as metas da nova reitora.

A nova reitora foi eleita com 4.463 votos, de um total de 10.472 votos de professores, alunos e funcionários de três campi de e das cidades Vitória da Conquista e Barreiras.

A partir da próxima segunda-feira, 2, Naomar Almeida Filho voltará a ministrar aulas e orientar pesquisas nos institutos de Saúde Coletiva e de Humanidades, Artes e Ciências, da Ufba, este último voltado para os Bacharelados Interdisciplinares (BIs), que começaram a funcionar na instituição, sob administração dele. São quatro os BIs na Ufba: Artes, Ciências, Humanidades e Saúde.

Naomar disse que sai com a consciência do dever cumprido e destacou entre as realizações da sua gestão a implementação de ações afirmativas e a criação da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), além da mudança do perfil socioeconômico e étnico, pois, segundo ele, em 2002, eram 21% os alunos da instituição originários da rede pública de ensino. Hoje, somam 55% e, dos ingressos por meio das cotas, 65% têm renda familiar inferior a três salários mínimos. “Estamos resgatando uma grande dívida social”, destacou. Naomar foi o primeiro reitor reeleito na Ufba.

A Universidade Federal da Bahia tem de 36 mil estudantes, 3 mil professores, 4,5 mil servidores técnico-administrativos e campi em Salvador, Vitória da Conquista e Barreiras.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/07/30/docente-da-educacao-assumira-reitoria-da-ufba-ela-e-segunda-mulher-a-ocupar-o-posto.jhtm

Na sua opinião, atualmente falta autoridade moral aos pais?

Para a psicóloga e consultora educacional Rosely Sayão, atualmente falta "autoridade moral" aos pais. Ela falou sobre o tema em Bate-papo UOL realizado na quinta-feira (29).

Ao comparar a educação de décadas passadas com a atual, Rosely escreveu: "concordo que antigamente a educação era mais rigorosa. Mas o mundo era diferente: quase todo mundo pensava do mesmo jeito. Além das palmadas, os pais tinham autoridade moral também: um olhar dos pais bastava para brecar uma travessura. Hoje, os pais é que têm medo do olhar de reprovação dos filhos".

* As informações são do Bate-papo UOL.

Você acha que falta autoridade moral aos pais? Por quê?
retirado do site:http://forum.educacao.blog.uol.com.br/arch2010-07-25_2010-07-31.html

Fórum vai discutir propostas para o ensino superior na internet

O ambiente de debate é aberto a participação de todos


Um fórum on line sobre assuntos pertinentes ao ensino superior privado promete movimentar a discussão sobre as ações que corroboram para a melhoria da educação no país. A ideia é produzir um plano de trabalho para ser aplicado pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular. De acordo com o presidente da ABMES e secretário executivo do Fórum de Entidades Representativas do Ensino, Gabriel Mario Rodrigues, autor da iniciativa, é um fórum de discussão virtual, mas alguns participantes já demonstraram interesse de realizar um encontro presencial.

Para participar do grupo, basta enviar um email para fórum-academico@googlegroups.com. Qualquer pessoa pode obter informações sobre o que está sendo discutido, porém só os participantes podem opiniar. O atual tema em debate é a Carta de Florianópolis, aprovada no 3º Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular.
retirado do site:http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12590

Veja por que universitários desistem do ensino superior

Levantamento aponta índice de 14% entre as universidades públicas; motivo inclui falta de informação sobre curso e dificuldade em acompanhar as aulas


A pesquisa realizada pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) indicou uma evasão recorde de alunos nas instituições de ensino superior privadas em 2008. Realizado com base no Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o levantamento apontou um índice de 20,7% de evasão nas instituções privadas brasileiras; de 21,10% no Estado de São Paulo e de 24,21%, se for considerada apenas a região metropolitana de São Paulo. Todos os dados se referem às instituições privadas no ano de 2008.
Nas instituições de ensino superior privadas da Região Metropolitana de São Paulo, que é considerada como reveladora de tendência nacional, a elevação foi recorde desde o ano 2000, quando a pesquisa passou a ser realizada, passando de 15,17% para 24,21% de evasão.

Para o presidente do Semesp, Hermes Figueiredo, o crescimento da oferta de vagas, a queda dos valores das mensalidades e a inclusão das classes C e D na educação superior explicam o cenário de 2008.

"À medida que cresce a oferta de vagas do setor privado, a mensalidade média cai também para a inclusão das classes C e D com menor poder aquisitivo. Mesmo com os programas de financiamento estudantil, a falta de uma política para manter esse aluno de baixa renda na universidade, além da dificuldade de acompanhamento que esse jovem encontra, provocada pela deficiência no ensino básico, são alguns dos fatores que contribuem para o crescimento da evasão", analisa.

A pesquisa também apontou, na capital, o crescimento do número de ingressantes (3,3%) e de concluintes (10%). Os três cursos mais procurados em números de matrículas na Região Administrativa de São Paulo - composta por 39 cidades - foram administração (112.742), direito (57.815) e pedagogia (41.579).

Ainda entre as instituições particulares de ensino superior, o levantamento também detectou a participação de trancados, desligados e tranferidos na evasão. Em 2008, 11,6% dos alunos se desligaram da instituição, 8% trancaram a matrícula, e 1% foram transferidos (veja tabela acima). Do total de 20,7% de evasão nas instituções privadas, 11,1% acontece no primeiro semestre do ano e 9,6% ocorre no segundo semestre.

Entre os Estados que apresentaram maior evasão nas instituições particulares estão Tocantins (26,9%), Alagoas (26,7%), Ceará (26,3%) e Sergipe (25,9%).
Cruzados, os dados traçam o perfil das estratégias possíveis de serem desenvolvidas pelas instituições, e que comprovam a necessidade de dar mais atenção aos alunos no começo dos cursos e de forma diferenciada em cada semestre do ano.

Mas o problema não está apenas no âmbito das instituições particulares, já que nas universidades públicas esse índice alcançou 14,4% de evasão em 2008, um número ainda mais assustador quando o fator financeiro não é um agravante. A evasão total, incluindo públicas e privadas, foi de 19,1%.

"Nas universidades públicas, os fatores predominantes são a falta de informação sobre os cursos e a dificuldade de acompanhar as aulas por ter realizado um ensino médio de fraca qualidade. Isso é mais sentido principalmente nos cursos que exigem mais cálculos, estatísticas e melhor conhecimento nas matérias exatas", explica Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

Rodrigo cita ainda a incompatibilidade de conciliar horários entre aulas e trabalho e a decepção com o curso oferecido como causas para a evasão, já que ele acaba ficando muito distante daquilo que o aluno imaginava fazer antes de entrar na universidade pública.

Enquanto nas instituições particulares o aluno que abandona o curso no primeiro ano provoca, em média, uma perda de receita futura de R$ 13 mil a R$ 16 mil, na Universidade de São Paulo (USP), quase 40% da evasão se dá no primeiro ano e atinge muito mais os cursos de exatas e humanas, por exemplo, dos que os da área de biológicas.

Pesquisa realizada há quatro anos pela própria USP mostrou que o custo para formar 100 alunos em quatro anos de curso era exatamente o mesmo se apenas a metade, 50 deles, chegasse ao final do mesmo curso.

Roberto Leal Lobo, do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia, acredita que esse é um problema crônico. "A evasão no ensino superior não é um problema só do Brasil, mas internacional. As perdas de alunos que iniciam e não terminam seus cursos são desperdícios sociais, acadêmicos e econômicos. Constituem-se em uma fonte de ociosidade de professores, funcionários, equipamentos e espaço físico", reflete.

Na avaliação de Lobo, as perdas são para os dois lados. "No setor público, o alto índice de evasão significa uma grande quantidade de recursos públicos investidos sem o devido retorno, enquanto no setor privado ela se transforma em uma importante e perigosa perda de receita". (R.C.B)
retirado do site:http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12621

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Estágio de alunos de medicina da UFSCar pode ser interrompido

DE RIBEIRÃO PRETO
A chegada da USP (Universidade de São Paulo) no hospital de Américo Brasiliense deve levar alunos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) para fazer residência no local. Assim, o atual convênio com a UFSCar pode não continuar.

Segundo o superintendente do HC, o assunto ainda não foi discutido. "Pelo menos até o fim do ano os alunos [da UFSCar] continuam no hospital. Mas sem dúvida, Américo será utilizado para aprendizagem dos alunos de medicina [de Ribeirão]."

A assessoria da UFSCar diz que, apesar da mudança de gestão, o convênio será mantido e que a parceria para receber alunos do 5º ano de medicina é por prazo indeterminado.

Convênio

Neste ano, a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) interrompeu temporariamente as atividades de internato dos alunos do 5º ano do curso de medicina.

O internato era realizado na Santa Casa de São Carlos, mas devido a problemas como a estrutura física pequena e a quantidade de docentes, o contrato com o hospital foi rompido.

Para conseguir uma autorização para abrir um curso de medicina, as instituições de ensino precisam comprovar que dispõem de locais para as atividades práticas. No caso da UFSCar, a garantia dada foi o convênio com a Santa Casa.

retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/saber/774444-estagio-de-alunos-de-medicina-da-ufscar-pode-ser-interrompido.shtml

Estudante não precisa mais estar matriculado para pedir o Fies, decide MEC

Da Redação
Em São Paulo

Quem vai pedir o Fies (Financiamento Estudantil) não precisa mais estar matriculado em uma instituição de ensino superior antes de solicitar inclusão no programa. A decisão foi tomada pelo MEC (Ministério da Educação) e está em uma portaria publicada nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União. A norma vale a partir de hoje.

De acordo com o ministério, o candidato poderá conseguir o financiamento antes de se dirigir à instituição para fazer a matrícula, que só precisará estar feita na hora de o estudante levar a documentação ao banco. A faculdade escolhida precisa ter nota acima de 3 no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) para poder participar do Fies e o programa não atende cursos a distância.

* Consulte a lista de faculdades participantes aqui.

As inscrições podem ser feitas em qualquer época do ano pelo site do programa. Os alunos podem solicitar o benefício em qualquer época do ano, com financiamentos de 50%, 75% ou 100% do valor da mensalidade.

Os candidatos que têm 60% ou mais da renda familiar mensal bruta per capita comprometida com a mensalidade podem pedir financiamento de 100%. Estudantes com comprometimento de renda igual ou superior a 40% e inferior a 60% podem pedir financiamento de 75%. Já alunos com comprometimento de renda igual ou superior a 20% e inferior a 40% podem financiar 50% da mensalidade.

Após a inscrição, os candidatos terão até cinco dias para validar suas informações na CPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento). É preciso também comparecer a um agente financeiro do Fies em até 15 dias após a realização da inscrição, com a documentação exigida no edital do programa e apresentar garantia ao financiamento pelas modalidades de fiança convencional ou solidária.

Estudantes matriculados em curso de licenciatura ou com bolsa parcial do Prouni (Programa Universidade para Todos) poderão financiar até 100% do valor a ser pago.

A partir do primeiro semestre de 2011, será exigida a participação no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para pedir o financiamento.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/07/29/estudante-nao-precisa-mais-estar-matriculado-para-pedir-o-fies-decide-mec.jhtm

Cai em 80% número de bolsas de doutorado integral no exterior

RICARDO MIOTO
ENVIADO A NATAL
Fazer doutorado em uma grande universidade estrangeira com bolsa de uma instituição brasileira é um sonho cada vez distante para os estudantes do país.

Segundo dados apresentados na conferência da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em Natal, entre 1992 e 2007 o número de bolsas do CNPq no exterior caiu de quase 2.800 para cerca de 500 --um tombo de mais de 80%.

Já o doutorado-sanduíche, em que o aluno fica parte do curso fora do Brasil, teve um ligeiro crescimento no período. Hoje há cerca de 5.000 alunos na modalidade.

Desde 2007, as bolsas integrais recebem menos dinheiro do CNPq do que as chamadas bolsas-sanduíche.

"Foi um decréscimo exagerado. Os programas de bolsas no exterior ficaram suprimidos, é preciso corrigir isso", diz Carlos Aragão, presidente do CNPq.

"Conforme vão aparecendo novos programas de pós-graduação no Brasil, os estudantes que antes sairiam ficam por aqui. Mas o país tornou isso uma regra", afirma.

CONTATOS

Ele lembra que é bom ter brasileiros fora do país para criar, além da rede de contatos, um fluxo de ideias entre o Brasil e o exterior."É importante ter estudantes que vão para o exterior. Quando voltam, trazem oxigênio para o sistema."

O próprio Aragão fez doutorado nos Estados Unidos, no final dos anos 1970. "Criei uma relação com a Universidade Princeton, onde estudei, que é para sempre. Bolsas no exterior são fundamentais para estabelecer parcerias duradouras."

A internacionalização da ciência brasileira foi tema de debate em Natal e, segundo Aragão, é prioridade para o CNPq, que planeja trazer estrangeiros para os comitês que avaliam os projetos submetidos ao órgão.

retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/774462-cai-em-80-numero-de-bolsas-de-doutorado-integral-no-exterior.shtml

terça-feira, 27 de julho de 2010

Universidade Cidade de São Paulo é alvo de processo do MEC

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Secretaria de Ensino à Distância do MEC (Ministério da Educação e do Desporto) vai instaurar um processo administrativo contra a Unicid (Universidade Cidade de São Paulo) para proibi-la de oferecer cursos superiores à distância.

A decisão foi comunicada em portaria publicada no Diário Oficial da União dessa segunda-feira. De acordo com o texto, o processo foi motivado por deficiências na oferta dos cursos feita pela universidade.

Segundo a portaria, outro motivo seria o não cumprimento integral de um termo --publicado no DOU em 2 de junho de 2009-- que visava sanar essas deficiências, "especialmente no que tange à transferência de gestão acadêmica e pedagógica aos parceiros".

Caso a Unicid seja considerada culpada, não poderá mais oferecer cursos superiores à distância. O prazo para resposta da universidade é de 15 dias a partir do recebimento de aviso formal.

A assessoria da Unicid disse que a instituição vai aguardar a notificação oficial para então apresentar "respostas ao cumprimento das exigências do termo de saneamento". Também informou que o credenciamento da universidade pelo MEC ocorreu com base em exigências que foram alteradas posteriormente, o que teria ensejado a assinatura do termo.

A Folha entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Ensino à Distância e a resposta será incluída neste texto assim que houver manifestação.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/saber/772768-universidade-cidade-de-sao-paulo-e-alvo-de-processo-do-mec.shtml

Estudante da rede municipal do Recife viaja para o Rio de Janeiro após ganhar concurso

Do JC Online

O estudante pernambucano Derick Gomes de Medeiros, 16 anos, embarca na próxima terça-feira (27) para o Rio de Janeiro como o vencedor do concurso de redação realizado durante a IV Semana Municipal de Ciência e Tecnologia do Recife, pela Prefeitura do Recife.

Derick, que é aluno da Escola Municipal Aderbal Galvão, localizada no bairro do Vasco da Gama, destacou-se entre os 900 concorrentes da rede pública de ensino que concorreram.

Com o tema Recife – Berço da Astronomia das Américas, o estudante garantiu sua passagem para conhecer a Cidade Maravilhosa. Outros nove estudantes do município também receberam premiações.

Os 2º e 3º colocados tiveram direito a um computador portátil e os demais a um kit de livros contando a trajetória dos principais cientistas brasileiros.

As premiações são fruto de uma parceria da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
retirado do site:http://jc.uol.com.br/canal/educacao/noticia/2010/07/26/estudante-da-rede-municipal-do-recife-viaja-para-o-rio-de-janeiro-apos-ganhar-concurso-230034.php

USP promove Feira das Profissões a partir do dia 5 de agosto

Da Redação
Em São Paulo
A USP (Universidade de São Paulo) promoverá a quarta edição da Feira das Profissões, nos dias 5, 6 e 7 de agosto. O evento faz parte do programa “A Universidade e as Profissões”, desenvolvida pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. Os interessados devem se cadastrar gratuitamente no site da instituição.

A feira será realizada no Cepeusp (Centro de Práticas Esportivas), em São Paulo. Os estudantes poderão conhecer unidades de ensino e pesquisa, museus e órgãos da Universidade, do campus de São Paulo e do interior, por meio de 55 estandes.

O Instituto de Psicologia realizará dinâmicas de orientação vocacional. Uma equipe da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) ficará à disposição dos visitantes para esclarecer dúvidas do vestibular 2011.

O Cepeusp está localizado na Praça 2, Professor Rubião Meira, 61, na Cidade Universitária, em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 3091-3513 e 3091-3511.

As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Licenciatura em educomunicação é o novo curso de graduação da ECA para 2011

Luiza Caires
Da Agência USP
Em São Paulo

O mercado de trabalho para o detentor deste diploma é múltiplo, mas engloba dois ramos principais. Trabalhando nas escolas, para a educação básica, especialmente o ensino médio, e no terceiro setor, ele poderá atuar como professor de comunicação ou consultor para projetos pedagógicos que envolvam qualquer uma das mídias: rádio, TV, jornal, internet, cinema. E trabalhando nas próprias empresas de mídia, ele será produtor ou consultor para projetos educacionais.

Para o professor Ismar Soares, chefe do Departamento de Comunicações e Artes da ECA, a comunicação é um processo transversal a todas as ações humanas, e as crianças e jovens precisam aprender desde cedo a se relacionar com as mídias de maneira a tirarem o melhor proveito delas. Além disso, ao colocar este público como produtor de mídia, fornecendo uma “alfabetização midiática” – como já fazem diversos projetos em ONGs e escolas públicas –, trabalha-se com um paradigma educacional em que o aluno é o ator principal de um conhecimento mais diretamente relacionado ao seu cotidiano. “Tal perspectiva é benéfica na construção da auto-estima destes jovens, sua leitura do mundo, articulação e expressão. Facilita ainda a gestão de suas próprias vidas e a relação com a comunicação e o ambiente”.
Formação

Ismar explica que a importância de uma graduação na área é que ela vai formar um especialista na interface entre o ensino e a comunicação, processo cujo preparo é complexo o suficiente para exigir mais do que um curso de extensão ou oficinas, que já existiam inclusive dentro da própria ECA. “As experiências realizadas com a separação rígida dos dois campos de atuação – educadores e professores – foram malsucedidas. Um exemplo é boa parte da TV educativa produzida até os anos 1980: chata, inadequada”, conta.

Segundo o docente, dos anos 1990 em diante é que essa área de trabalho interrelacionada emerge com mais força em todo mundo, incluindo a América Latina, como identificou uma pesquisa realizada no Núcleo de Comunicação e Educação da ECA de 1997 a 1999 – e que foi um dos embasamentos para a criação do curso. Como exemplos, temos os canais de televisão Futura e Discovery Channel; a Associação Cidade Escola Aprendiz; o Instituto Ayrton Senna, e a Revista Viração, entre outros. “Estes profissionais já existiam há algum tempo, com um referencial teórico e metodológico comum, se reconhecendo como autodidatas. A ECA não inventou a educomunicação, apenas demos um nome ao que já se fazia.” Antes da criação do curso de graduação, aliás, a Escola já era referência na área, oferecendo assessoria e consultoria para órgãos públicos como prefeituras municipais e o próprio Ministério da Educação.


É preciso ressaltar que a formação para educomunicador não habilita o profissional a atuar como jornalista, relações públicas, publicitário ou em outras áreas profissionais da comunicação. Muitas delas têm regulamentação própria e exigências legais para o seu exercício, necessitando, portanto, formação específica. Porém, ele deve conhecer todos os processos da comunicação e da educação em sua profissão.
Ingresso

Por se tratar de uma nova carreira, entre as 200 que a USP já oferece, a admissão se dá exclusivamente através do vestibular, via Fuvest.

As informações sobre inscrição e provas serão divulgadas no Manual do Candidato Fuvest 2011, disponível para consulta no site www.fuvest.br a partir de 2 de agosto.

O curso oferecerá 30 vagas no período noturno, e terá a duração de quatro anos.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/07/26/licenciatura-em-educomunicacao-e-o-novo-curso-de-graduacao-da-eca-para-2011.jhtm

Ciência e Tecnologia vai destinar R$ 865 milhões ao financiamento de pesquisas

Carolina Pimentel
Enviada especial da Agência Brasil
Em Natal

A abertura da reunião anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) foi marcada ontem (25) pelo anúncio de editais no valor de R$ 865 milhões para o financiamento de pesquisas. O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, assinou documento autorizando a abertura dos editais pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Do montante total, a maior parte, cerca de R$ 500 milhões, vai financiar pesquisas em empresas privadas. Mais R$ 30 milhões serão destinados à criação de, pelo menos, dois institutos focados nas ciências do mar – tema principal da reunião da SBPC. O lançamento dos editais deve ocorrer no prazo de 40 a 60 dias.

Rezende aposta que o Brasil está perto de integrar o grupo dos maiores produtores de conhecimento científico, o que tem despertado o interesse de multinacionais de trazer seus centros de pesquisa para o país. Em 2008, os pesquisadores brasileiros publicaram 30 mil artigos científicos. Atualmente, o país ocupa o 13º lugar na publicação de material científico – ficando na frente de países como Rússia e Holanda. “Estamos perdendo o complexo de vira-lata”, afirmou o ministro.

O presidente de SBPC, Marco Antônio Raupp, apontou como desafio a realização de pesquisas capazes de atender às demandas da sociedade e do setor industrial – a exemplo do que a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) faz para tornar o agronegócio brasileiro competitivo. “Precisamos de uma Embrapa para o mar, para a floresta amazônica e para a indústria”, disse o cientista.

Na abertura do encontro, pesquisadores, professores e cientistas prestaram uma homenagem ao paulista Aziz Ab'Saber – considerado um dos geógrafos mais renomados do mundo e referência em trabalhos sobre o meio ambiente e o impacto ambiental da atividade humana.

Um dos eventos científicos mais importantes do país, a reunião da SBPC vai até sexta-feira (30) em Natal. A UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) será a sede das conferências, simpósios, mesas-redondas e outras atividades programadas – a maioria relacionada ao cenário atual e a perspectivas para as pesquisas marinhas.

Haverá ainda espaço para debater as eleições de outubro. Estão previstos encontros com os presidenciáveis que lideram as pesquisas eleitorais. De acordo com os organizadores, foi confirmada a presença das candidatas à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV). Mais de 10 mil pessoas devem participar dos seis dias de reunião.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/07/26/ciencia-e-tecnologia-vai-destinar-r-865-milhoes-ao-financiamento-de-pesquisas.jhtm

Universidade Luso-Afro-Brasileira é pagamento de dívida histórica com a África, diz Lula

Paula Laboissière
Da Agência Brasil
Em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda (26) que a criação da Unilab (Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira) é uma espécie de pagamento de tributos aos povos africanos. A lei que cria a instituição foi sancionada na semana passada.

“É o Brasil assumindo a sua grandeza, assumindo a condição de um país que, a vida inteira, foi receptor e, agora, é um país doador. Nós queremos ajudar os outros a se desenvolverem”, disse, em seu programa semanal Café com o Presidente.

Lula citou o exemplo de Cuba que, apesar de pobre e com uma população de cerca de 11 milhões de habitantes, possui universidades que atendem estudantes de todo o mundo. “E um país do tamanho do Brasil não pode ter?”, perguntou o presidente.

O objetivo da Unilab é promover atividades de cooperação internacional com os países da África por meio de acordos, convênios e programas de cooperação internacional, além de contribuir para a formação acadêmica de estudantes dos países parceiros.

A nova universidade será localizada no município de Redenção, a 66 quilômetros de Fortaleza. De acordo com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a previsão é que as obras do campus comecem em meados de 2011. As atividades acadêmicas terão início este ano em instalações provisórias, em prédios cedidos pela prefeitura local.
retirado site:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/07/26/universidade-luso-afro-brasileira-e-pagamento-de-divida-historica-com-a-africa-diz-lula.jhtm

Bancos apostam em crédito educativo

TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Uma das modalidades mais populares de financiamento começa a ser olhada, comercialmente, no Brasil.

Trata-se do crédito educativo, que financia o pagamento da universidade para estudantes que pretendem se qualificar e disputar espaço no mercado de trabalho.

Ouça: Falta de garantias prejudica financianciamento para estudantes

Uma vez empregado, o recém-formado adquire renda e começa a quitar a dívida.

O modelo é simples, foi testado no mundo todo, mas nunca existiu no Brasil.

Só agora os bancos comerciais enxergam no produto um mercado potencial, que surge com a emergência das classes C e D. Até então, o modelo predominante era o subsidiado e de caráter assistencial para a baixa renda.

Nos EUA, 80% dos estudantes têm financiamento.

O Itaú começou a oferecer o produto no início do ano, e o Santander pretende lançá-lo nos próximos meses.

Pioneiro, o programa Pravaler, da Ideal Invest, correspondente do banco ABC, já repassou R$ 163 milhões a faculdades desde 2006.

Diferentemente do modelo americano, no Brasil os estudantes começam a pagar parte do empréstimo (50% da mensalidade) já no começo.

Assim, sobra um resíduo menor após a formatura.

Os juros vão de zero a 1,89% ao mês, próximo aos do empréstimo consignado. A universidade arca com um percentual desses juros. Como contrapartida, ela zera o seu risco de inadimplência, que chega a 23%.

No caso do Pravaler, a maioria dos estudantes que recorrem ao crédito trabalha o dia todo, tem 24 anos e postergou a entrada na faculdade por questões financeiras.

O valor médio da mensalidade do estudante com financiamento costuma ser superior ao do aluno que paga com recursos próprios.

"É o estudante que seria eletricista, mas queria se tornar engenheiro. Podia pagar um curso de enfermagem, mas sonhava fazer medicina. Com o financiamento, eles escolhem o curso que querem, e não o que podem pagar. Geralmente, é a primeira pessoa da família com curso superior", disse Carlos Furlan, diretor da Ideal Invest.

Casada e mãe de duas meninas, de 7 e 9 anos, Marcia Bezerra Pinto, 28, trabalha com organização de eventos e decidiu retomar os estudos no ano passado, após o marido terminar a faculdade.

Escolheu psicologia na Universidade de Santo Amaro (Unisa), mas a mensalidade custava R$ 700. Depois de iniciado o curso, optou pelo financiamento do Pravaler.

"Estava muito apertado porque a faculdade que escolhi é muito cara. Queria fazer o curso com mais tranquilidade", afirmou Marcia.

Para Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco, 800 mil pessoas poderiam acessar o ensino superior a cada ano, mas não o fazem por problema de renda.
retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/772609-bancos-apostam-em-credito-educativo.shtml

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...