terça-feira, 4 de agosto de 2015

Aditamentos começam no dia 10 e podem ser feitos até outubro

Portal do MEC

FINANCIAMENTO ESTUDANTIL

Os estudantes que têm contrato em vigor com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem estar atentos ao prazo de renovação. A partir do dia 10 próximo, até 31 de outubro, estará aberto o período de aditamento para este segundo semestre.
O aditamento semestral é um dever do estudante para manter o financiamento, mas é iniciado pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino. A CPSA acompanha o desempenho dos estudantes, que precisam ser aprovados em pelo menos 75% das disciplinas cursadas no último semestre.
Programa do Ministério da Educação, o Fies, que também está com o processo seletivo para novos contratosaberto, financia os estudos de alunos de instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento aqueles matriculados em cursos de educação superior que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. Em todo o país, 2,1 milhões de estudantes têm os estudos financiados pelo programa.
Pendências — Os estudantes que não conseguiram realizar o aditamento no primeiro semestre de 2015 podem fazê-lo no mesmo prazo, de 10 de agosto a 31 de outubro. É importante destacar que o aditamento do segundo semestre só pode ser feito quando o do período anterior estiver regularizado.
Quem tiver dúvidas ou dificuldades para fazer o aditamento deve entrar em contato com a central de atendimento telefônico gratuito, número 0800-616161, ou com o Fale Conosco.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE 

Palavras-chave: Fies, aditamento

Reunião em Maceió discute os desafios da educação brasileira

Portal do MEC

O Conselho Nacional de Educação (CNE) se reúne em Maceió para debater avanços e desafios após a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE). Além dos conselheiros do CNE, a reunião receberá professores, gestores, profissionais de educação, representantes de sindicatos e reitores de instituições educacionais públicas e privadas. A reunião itinerante do CNE começa nesta segunda-feira, 3, e prossegue até a próxima quinta-feira, 6.
Para o presidente do CNE, Gilberto Garcia, as reuniões itinerantes promovem o diálogo direto com a sociedade, permitindo conhecer e se aproximar das diferentes realidades e demandas locais. “A realização do encontro no estado representa, para o Conselho Nacional de Educação, a oportunidade de ampliar o diálogo com a comunidade regional do Nordeste e fortalecer o alcance das políticas educacionais em todo o país”, afirmou o presidente.
A abertura da reunião propôs amplo debate público sobre o período de um ano de vigência do PNE. “Estamos vendo quais conquistas tivemos até agora e quais os desafios temos para o futuro”, disse Garcia.
Nesta terça-feira, 4, será realizada visita técnica ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, onde serão discutidas as diretrizes para a educação das relações étnico-raciais e a educação escolar quilombola. Na quarta-feira, em Maceió, as câmaras de Educação Básica e Superior do conselho farão reunião conjunta, tendo como pauta a formação de professores e a universalização da educação infantil, do ensino fundamental e médio.
No último dia de reunião itinerante, quatro sessões públicas encerram a agenda de atividades. Uma delas, no âmbito da educação básica, propõe analisar os resultados de pesquisa que revela o índice de letramento científico do país. Outra sessão discute o cenário atual da educação superior no Brasil com representantes da área acadêmica.
O CNE tem por missão a busca de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação básica, educação superior, CNE, PNE

FFLCH realiza curso sobre aspectos da cultura e da história do negro no Brasil

Portal de notícias da USP


Zumbi foi um escravo fugitivo que montou um dos maiores quilombos (“cidades” de escravos refugiados) conhecidos do Brasil, o dos Palmares, tema que será estudado na segunda aula do curso, ao abordar as rebeliões nas senzalas e a criação dos quilombos
Estarão abertas, de 6 a 11 de agosto, as matrículas para o curso “Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil”, promovido pelo Centro de Estudos Africanos (CEA) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH).
O curso tem como objetivo a capacitação dos professores das redes pública e particular de ensino no aprendizado dos aspectos da cultura e da história do negro no Brasil, propiciando acesso a materiais de apoio e didático para serem utilizados em sala de aula, embasados nos conhecimentos apreendidos em cada temática que, certamente, serão de utilidade prática. A programação completa do curso, bibliografia e filmes indicados estão disponíveis no Sistema Apolo.
As atividades serão realizadas às quintas-feiras, das 19h às 22h, com início em 13 de agosto e término em 12 de novembro, com carga horária total de 39h, no prédio de Filosofia e Ciências Sociais da FFLCH, na Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 – Cidade Universitária, São Paulo, em sala ainda a definir.
São oferecidas 60 vagas. O público-alvo são os professores das redes pública e particular de ensino, mas o curso é aberto aos interessados em geral também. O investimento para o curso varia de acordo com a categoria. O valor para interessados em geral é de R$ 300; para graduandos e pós-graduandos da FFLCH, de R$ 270 e para professores ativos da rede pública, maiores de 60 anos, monitores bolsistas e estagiários da FFLCH, de R$ 150. O pagamento será à vista, mediante boleto bancário impresso no ato da matrícula.
Mas, até o dia 4 de agosto, nesta terça-feira, os interessados ainda podem tentar isenção no curso, fazendo inscrição para o sorteio de bolsa. Mais informações sobre como fazer o pedido pelo site da FFLCH.
As matrículas devem ser feitas pessoalmente – com RG, CPF ou carteirinha USP e comprovante da categoria a que pertence –, de 6 a 8 de agosto, das 9h às 11h45 e das 13h às 16h30, por ordem de chegada e enquanto houver vagas – o curso normalmente tem bastante procura –, no Serviço de Cultura e Extensão Universitária, sala 126 do prédio da Administração da FFLCH, localizado na Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações pelo telefone: (11) 3091-4645 ou pelo e-mail agenda@usp.br
Centro de Estudos Africanos
O Centro de Estudos Africanos (CEA) foi criado em 1965 e obteve autorização para seu funcionamento em 1969, constituindo-se, atualmente, em Centro Interdepartamental/Intraunidade da FFLCH. Possui pesquisadores de todos os 11 departamentos daquela Faculdade, que abordam os estudos africanos de acordo com suas áreas.
As finalidades principais do Centro são: difundir a realidade africana através de cursos, conferências, encontros e publicações; promover e incentivar o estudo, a pesquisa e a especialização sobre as sociedades africanas e suas problemáticas, desdobramentos e influência manifestadas no continente africano e fora dele; apoiar os órgãos públicos, através da pesquisa, assessoria e difusão de conhecimentos, no sentido de que levem em conta os aspectos da realidade africana estudados pelos pesquisadores do CEA; manter biblioteca, documentação e dados especializados. O CEA oferece três cursos de extensão: Introdução aos Estudos de África e Aspectos da cultura e da história do negro no Brasil -Módulo I e II.
retirado do site:http://www.usp.br/imprensa/?p=51289

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