quarta-feira, 1 de julho de 2015

Projeto de cultivo do girassol tenta aprimorar a produção

Portal do MEC

O projeto do IFMS visa ao estabelecimento sustentável da cultura do girassol no país, a melhorias no produto e a oferecer ao consumidor óleo de melhor qualidade (foto: arquivo do campus de Ponta Porã)O campus de Ponta Porã do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS) desenvolve desde o início do ano um projeto de cultivo do girassol e análise da constituição genética de suas variedades. Entre os objetivos estão o melhoramento genético da cultura, visando a contribuir para o estabelecimento sustentável do girassol no país, possibilitar aos produtores acrescentar melhorias no produto e oferecer ao consumidor óleo de melhor qualidade.
A iniciativa, que envolve professores e estudantes, é realizada em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Denominado Avaliação de Genótipos de Girassol nas Condições de Ponta Porã, o projeto concentra-se no estudo do crescimento e produtividade de genótipos para o desenvolvimento de híbridos e variedades em função das condições de solo e clima.
Sob a supervisão geral da Embrapa, o projeto desenvolve-se em rede, de maneira simultânea, em diferentes locais do Brasil. Coordenado pelos docentes do campus e com participação dos estudantes do primeiro semestre do curso de graduação em agronomia e do sétimo semestre do curso técnico integrado em agricultura, o experimento montado em Ponta Porã serve também como espaço para aulas práticas dos dois cursos.
A primeira fase do projeto está prevista para ser concluída neste mês de julho. A partir disso, podem ser apresentados os primeiros resultados da pesquisa nas reuniões nacionais promovidas pela Embrapa, que dão origem a publicações sobre o tema.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do IFMS
Palavras-chave: girassol, cultivo, educação tecnológica

terça-feira, 30 de junho de 2015

Secretaria de Educação de SP quer adotar novo currículo na periferia

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

A Secretaria da Educação do Estado (SEE) pretende iniciar a adoção do novo currículo do ensino médio em escolas da periferia. A reforma deve ser gradual - começará em 2016 em um número pequeno de unidades, para depois avançar na rede. A ideia é transformar grande parte do curso em disciplinas optativas, de forma que o aluno monte sua própria grade, como revelou o Estado neste mês.
Antes de ser posta em prática, a proposta será enviada em agosto para o Conselho Estadual de Educação. Depois que regiões prioritárias forem definidas, escolas interessadas poderão aderir. A reforma atingirá principalmente os 2º e 3º anos do ensino médio. No currículo flexível, o aluno escolherá matérias optativas, como Teatro ou idiomas.
"Estamos optando por aquelas (escolas) que têm maiores dificuldades. Se as outras estão indo bem, dentro do contexto proposto, vamos deixar que elas caminhem. Se tivermos um ganho (com o novo currículo), apresentamos às demais", disse para a reportagem que a secretária adjunta da Educação, Cleide Bochixio.
Segundo ela, começar em unidades da periferia da capital e da Grande São Paulo não ameaça a continuidade da reforma no futuro. Na escolha, a SEE vai priorizar escolas com baixos resultados do Idesp, indicador de qualidade de ensino da rede.
Pesquisas mostram que o nível socioeconômico das famílias ou das regiões onde ficam as escolas é determinante para o desempenho dos estudantes e as taxas de abandono.
Haverá seminários com diretores, professores, alunos e famílias para explicar e ajustar o novo modelo. Disciplinas básicas - como Matemática e Português - serão mantidas para todos, segundo Cleide.
Milena Santos, de 17 anos, gosta da mudança. "Ajuda a aumentar o interesse dos alunos", diz ela, do 3.º ano de uma escola estadual do Jardim Peri, na zona norte. Para a jovem, o desafio é dar estrutura para que o modelo funcione. "Nem sempre essas escolas (de periferia) têm as melhores condições."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/30/secretaria-de-educacao-de-sp-quer-adotar-novo-curriculo-na-periferia.htm

Unesco: 34 milhões de crianças não vão à escola em países com conflitos

Da Agência Lusa

Trinta e quatro milhões de crianças e adolescentes não frequentam a escola em países afetados por conflitos, mostra hoje (29) a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), adiantando que são necessários 2,3 milhões de dólares (2 milhões de euros) para  educação. Os dados integram um novo texto, divulgado hoje do relatório de acompanhamento da iniciativa Educação para Todos (EPT) da  UNESCO.
O último relatório sobre a EPT, divulgado em abril, mostrava que apenas um terço dos 164 países que há 15 anos lançaram a iniciativa atingiram os objetivos fixados e identificava os conflitos como um dos maiores obstáculos ao progresso.
O novo texto indica que "as crianças em países afetados por conflitos têm mais probabilidades de estarem fora da escola que as dos países não afetados," enquanto para os adolescentes a probabilidade é dois terços maior.
A organização das Nações Unidas refere que uma das "principais razões" para o problema "é a falta de financiamento". "Em 2014, a educação recebeu apenas 2% de ajuda humanitária."
Os 2,3 milhões de dólares que a UNESCO considera necessários para fazer regressar à escola as 34 milhões de crianças e adolescentes nos países em conflito correspondem a dez vezes o valor da ajuda disponibilizada para a educação atualmente.
A agência da ONU explica que "mais de metade da ajuda humanitária disponível para educação foi atribuída a apenas 15 dos 342 pedidos feitos  entre 2000 e 2014".
Em 2013, foram identificados nos países em conflitos necessidades de apoio na área de educação as 21 milhões de pessoas. No entanto, apenas 8 milhões foram incluídas nos apelos e destes só 3 milhões receberam ajuda.
"Voltar à escola pode ser a única centelha de esperança e de normalidade para muitas crianças e jovens em países mergulhados em crises", acrescenta a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, citada no comunicado.
Cerca de 58 milhões de menores estão fora da escola em todo o mundo e 100 milhões não conseguem completar o ensino primário.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/29/unesco-34-milhoes-de-criancas-nao-vao-a-escola-em-paises-com-conflitos.htm

Renovação de contratos tem prazo prorrogado e pode ser feita até o dia 20 de julho

Portal do MEC

O prazo para aditamento (renovação) dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi prorrogado até 20 de julho próximo, como estabelece portaria do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) publicada nesta terça-feira, 30. É compromisso do governo federal garantir que todos os estudantes atendidos pelo fundo façam a renovação.
O Fies, programa do Ministério da Educação, financia os estudos de alunos de instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento aqueles matriculados em cursos de educação superior que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.
Na sexta-feira, 26, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que o Fies abrirá 61,5 mil vagas para a segunda edição do ano. Nessa fase, terão prioridade os cursos considerados de maior qualidade — com base nos conceitos de curso e preliminar de curso —, com notas 5 e 4, e as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, à exceção do Distrito Federal. “Os cursos de maior qualidade receberão particular ênfase, pois assim se garante que os estudantes estarão pagando, e o país estará financiando, cursos que serão melhores para a sua formação”, disse o ministro.
Essa prioridade não exclui vagas em cursos de outras áreas de formação nas regiões Sul, Sudeste e no Distrito Federal, além de cursos com nota 3. “O objetivo é melhorar a igualdade das regiões, melhorar a qualidade dos cursos ofertados e focar os cursos nas prioridades da sociedade brasileira”, reiterou Janine Ribeiro.
Em caso de dúvida, o estudante pode entrar em contato com a central de atendimento telefônico, gratuitamente, pelo número 0800-616161.
Portaria do FNDE nº 251, de 29 de junho de 2015, que dispõe sobre o prazo para realização de aditamentos de contratos de financiamento do Fies, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 30.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE
Palavras-chave: educação superior, financiamento, Fies

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Colégio público no centro de SP tem 55% de alunos estrangeiros

Estadão Conteúdo
Em São Paulo

No intervalo das aulas da Escola Estadual Marechal Deodoro, no Bom Retiro, região central de São Paulo, as crianças se dividem em duas brincadeiras: pular corda e "arroz com leite". A primeira já foi tradicional das ruas brasileiras, e a segunda foi introduzida na escola por alunos bolivianos, que são quase um terço de todos os alunos matriculados.
De longe, é possível ver as crianças de diversas nacionalidades pulando com pés alternados os degraus de uma escada enquanto cantam em uma espécie de "portunhol" a música da tradicional brincadeira boliviana. Dos 772 estudantes matriculados no local, que tem turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, 55% vieram de outro país ou são filhos de pais que vieram recentemente para o Brasil. A maioria desses alunos estrangeiros é de bolivianos, peruanos e paraguaios, mas ainda há coreanos, argentinos, chilenos e um camaronês.
Cindy Abigail Cruz Tolavi, de 7 anos, é uma das bolivianas que ensinam os outros alunos a brincar de "arroz com leite". Ela se mudou para o Brasil no ano passado, com a mãe e uma irmã de 10 anos. O pai ficou na Bolívia. Cindy contou que aproveita o tempo na escola para brincar, já que à tarde, após as aulas, tem de acompanhar a mãe no trabalho, em uma confecção de roupas. "Lá nós não podemos fazer bagunça. Então, fico a tarde toda fazendo as lições de casa." Com o português já fluente, Cindy se gaba de falar melhor que a mãe. "Ela ainda troca algumas palavras pelo espanhol."
Há um ano no Brasil, o camaronês Eli Hogbe Bangweni, de 7 anos, também já domina o português nas aulas, apesar de ainda conversar com a mãe em francês em casa. "Lá [Em Camarões], os professores eram bravos, gritavam muito. Aqui, tenho amigos e as professoras são boazinhas", disse. Sua única preocupação é com a mãe, que também trabalha em uma confecção têxtil do bairro - e está "muito magrinha".
Com uma diversidade grande de nacionalidades, algumas brincadeiras têm mais de um nome na escola. O pega-pega, por exemplo, também é chamado de "la pinta" pelos chilenos.

Mudanças

A diretora da unidade, Sônia Frazão, disse que a escola sempre teve muitos alunos bolivianos, mas que nos últimos anos houve uma "diversificação" das nacionalidades. Uma das principais preocupações do colégio é integrar os alunos, não só na escola, mas na sociedade. "Os pais ficam muito fechados na comunidade que formam aqui no Brasil, só falam a língua natal, comem apenas pratos típicos. E o único lugar de acesso à cultura é a escola."
Por isso, Sônia conta que professores dão dicas para pais levarem os alunos para conhecerem os pontos turísticos de São Paulo. Também são promovidos passeios. "São Paulo pode assustar um pouco no começo, mas eles não podem ficar fechados."
Sônia observa que o interesse de alunos e pais estrangeiros também "contamina" os brasileiros. "Eles levam muito a sério a educação, querem sempre participar e acompanhar o desenvolvimento dos filhos e influenciam os outros." Esse interesse motivou a escola a criar um curso de português aos domingos para adultos. A direção também se encarrega de informar os pais estrangeiros sobre direitos trabalhistas e benefícios. "Nossa função aqui extrapola a parte pedagógica, orientamos toda a família para que todos sejam melhor acolhidos."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/06/29/colegio-publico-no-centro-de-sp-tem-55-de-alunos-estrangeiros.htm

Inscrições para o Sisutec do segundo semestre abrem hoje

Do UOL, em São Paulo

As inscrições para o Sisutec (Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica) para o segundo semestre começam nesta segunda-feira (29). O cadastro deve ser feito pela internet, no site sisutec.mec.gov.br, até 3 de julho. O candidato poderá registrar até duas opções de cursos técnicos.
As aulas terão início em agosto e as vagas são gratuitas. Há reserva de 85% das vagas para candidatos que tenham feito o ensino médio em escola pública ou na rede particular com bolsa integral.
A primeira chamada será publicada no dia 7 de julho e a segunda, no dia 14 do mesmo mês. Quem não for aprovado nas chamadas anteriores poderá se inscrever para vagas remanescentes entre 20 de julho e 2 de agosto. 
A matrícula dos aprovados na primeira chamada está prevista para ocorrer entre 8 e 10 de julho na instituição em que o aluno fará o curso. Já os candidatos selecionados na segunda chamada deverão realizar a matrícula de 15 a 17 de julho. 
Para concorrer, o candidato precisa ter concluído o ensino médio e feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) do ano passado, e não pode ter zerado a redação.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/06/29/inscricoes-para-o-sisutec-do-segundo-semestre-abrem-hoje.htm

ENEM - Inscrições para certificadores estão abertas até 15 de julho

Portal do MEC

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, (Inep) abriu nesta-segunda-feira, 29 as inscrições para o processo seletivo de servidores do Poder Executivo federal dispostos a atuar no monitoramento e controle da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. O período de inscrições vai até 15 de julho próximo. As provas serão aplicadas em 24 e 25 de outubro.
A expectativa do Inep é reunir cerca de 25 mil servidores para integrar a Rede Nacional de Certificadores (RNC). De acordo com o edital de chamada pública, podem participar do processo seletivo funcionários regidos pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, desde que não estejam de licença, em afastamento ou inativos, nem tenham parentes de segundo grau, cônjuges ou companheiros participantes no exame.
Os selecionados receberão a gratificação por encargos de cursos ou concursos (GECC) e terão carga horária de oito a 12 horas por dia. A atuação dos integrantes da rede estará sob a orientação exclusiva do Inep, nos locais de aplicação do exame.
Para participar da seleção, os servidores devem apresentar certidões negativas de pendências na Justiça Federal, na Polícia Federal e na Receita Federal. Estarão impedidos de atuar aqueles que tenham vínculo com atividades do processo de elaboração, impressão, distribuição e aplicação de avaliações e exames do Inep.
Na seleção, serão considerados aspectos como idade, formação acadêmica e titularidade e o município de atuação. Também terá importância o rendimento individual demonstrado na capacitação a que os pré-selecionados serão submetidos, na modalidade a distância. Essa capacitação, obrigatória, visa a apresentar aos credenciados na RNC os pressupostos legais, teóricos e metodológicos do Enem, em especial, os procedimentos e a metodologia de aplicação, além de conceitos de sigilo e segurança.
Acompanhamento — A atuação dos certificadores nos locais de realização do exame pode ser acompanhada a qualquer momento por técnicos do Inep. Não será permitido ao servidor, como colaborador, promover atividades de consultoria e assessoria educacionais, eventos, cursos e palestras.
Os servidores terão a responsabilidade de certificar os processos de aplicação do Enem, bem como respeitar as recomendações de confidencialidade e sigilo das informações e informar situações que estejam em desacordo com as regras de segurança do exame.
Os candidatos podem conferir as condições de participação e fazer as inscrições na página da Rede de Certificadores na internet. Mais informações no Edital de chamada pública nº 10, de 26 de junho de 2015, do Inep, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 29.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep
Palavras-chave: Enem, certificadores, RNC

Ensino Médio: Professores maranhenses abrem debate sobre formação continuada

Portal do MEC

Cerca de mil professores e profissionais da educação maranhenses vão se reunir a partir de terça-feira, 30, no campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) para discutir a formação continuada de docentes no âmbito do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (Pnem). Até quarta-feira, 2 de julho, eles participam do 3º Seminário Estadual do Pnem, que terá como eixo condutor dos debates o tema Os Sujeitos do Ensino Médio e a Formação Humana Integral.
Durante três dias, serão tratadas as ações do Pnem que têm impacto positivo no “chão da escola” no estado. Os professores farão ampla reflexão acerca de uma formação integral e dos diversos aspectos decorrentes dessa formação. Também vão se debruçar sobre a requalificação das práticas docentes direcionadas à formação dos jovens maranhenses, tendo por norte as diretrizes curriculares.
Entre os temas em debate estão a gestão, o controle e a mobilização social em torno do ensino médio; a gestão da escola pública e os impactos na formação continuada de professores e coordenadores do ensino médio; o processo formativo na escola mediado pelo gestor escolar; a organização do trabalho pedagógico no ensino médio na perspectiva de reescrita do projeto político-pedagógico da escola e a articulação entre conhecimentos das diferentes disciplinas e áreas, a partir da realidade escolar.
Segundo a coordenadora de formação continuada da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Mirna França Araújo, o seminário também vai apresentar os resultados do programa no estado e avaliar seus efeitos. “No Maranhão, a mobilização nos municípios está sendo muito grande e efetivamente estão ocorrendo formações na escola, o que certamente terá um impacto na aprendizagem dos alunos do ensino médio”, diz.
Pacto — O Pnem é uma ação de formação continuada, realizada na escola, que busca promover a discussão e a atualização das práticas pedagógicas de acordo com as diretrizes curriculares nacionais do ensino médio. Seu público-alvo são os professores e coordenadores pedagógicos do ensino médio público. O processo formativo é realizado fundamentalmente na escola à qual os profissionais da educação estão vinculados, o que facilita a adesão à formação continuada.
No Maranhão, o pacto atinge escolas do ensino médio em todos os 217 municípios e envolve cerca de 14 mil profissionais. Esse universo docente está sendo formado, em última instância, por 746 orientadores de estudo, escolhidos por seus pares em cada escola. Já a formação dos orientadores de estudo é feita por 27 formadores regionais vinculados às 19 unidades regionais de ensino da Secretaria da Educação do Maranhão.
O encontro será realizado no Centro Pedagógico Paulo Freire, na Cidade Universitária da Universidade Federal do Maranhão.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: ensino médio, gestão escolar, formação continuada

A Importância da Administração de Cargos e Salários

A Administração de Cargos e salários é um dos pontos mais importantes para que se possa fazer gestão de recursos humanos é preciso elaborar ...