quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vencedora do Prêmio Jovens Inspiradores vai para Harvard

Larissa Maranhão, de 18 anos, vai cursar economia. Ele dividiu a premiação da primeira edição do PJI com outros três jovens talentos

Lecticia Maggi
Larissa Maranhão, 18 anos: “Sociedade que escreve bem, funciona bem. E o Brasil está longe de atingir esse ideal”
Larissa Maranhão, 18 anos: “Sociedade que escreve bem, funciona bem. E o Brasil está longe de atingir esse ideal” (Reprodução)
Uma das vencedoras da primeira edição do Prêmio Jovens Inspiradores, realizado por VEJA.com em parceria com a Fundação Estudar, a alagona Larissa Maranhão, de 18 anos, acaba de entrar para um seleto grupo de estudantes. Em agosto, ela inicia a graduação em economia na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma das mais prestigiadas do mundo. Outros cinco brasileiros foram admitidos na instituição americana.
A notícia da aprovação foi antecedida por muita apreensão. "Passei uma noite em frente ao computador esperando pelo e-mail de aprovação, atualizando minha caixa posta minuto a minuto. Quase quebrei o teclado do computador, tamanha a ansiedade", conta. Antes, ela já havia sido aceita em outras nove instituições americanas, como as respeitadíssimas universidades de Columbia, Pensilvânia e Georgetown.
O sonho de estudar em Harvard é alimentado desde a infância. "Aos 9 anos, decidi que queria estudar lá. E economia", diz Larissa. "Na escola, sempre gostei de assuntos da área de exatas. Enquanto minhas amigas brincavam de boneca, eu queria brincar de ser dona de loja, para fazer negócios."
á brotava ali a semente da inspiradora. Em 2011, após obter nota máxima (1.000 pontos) na redação do Enem, a alagoana começou a receber, via e-mail e redes sociais, pedidos de ajuda de estudantes inseguros com a prova federal. Com objetivo de compartilhar seus conhecimentos, Larissa criou então um blog batizado Enem RED, onde sugere temas para dissertação e oferece orientações para os estudantes. Com o auxílio de professores voluntários, corrige todos os textos enviados.
"Sempre me interessei por educação. Tenho certeza de que minha atuação à frente do Enem RED pesou a meu favor no processo de admissão em Harvard", diz Larrisa. O Prêmio Jovens Inspiradores, segundo ela, também foi determinante: "A premiação deu visibilidade a meu projeto e me permitiu conhecer pessoas que me inspiraram a levar minhas ideias adiante."
Vale lembrar, o processo de admissão nas universidades americanas é bastante diferente daquele aplicado na maior parte das instituições brasileiras. Lá, a seleção considera, além do desempenho acadêmico do candidato, atividades extracurriculares (como o Enem RED), cartas de recomendação e entrevista.
retirado do site:http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/vencedora-do-premio-jovens-inspiradores-e-aceita-em-harvard

Número de brasileiros que se candidatam a cursos de pós-graduação nos Estados Unidos cresce 24%

Brasil registra maior aumento entre nações pesquisadas

Campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos
Campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma das mais prestigiadas do mundo (Thinkstock)
O número de estudantes brasileiros que se candidataram a cursos de pós-graduação em universidades americanas para o ano letivo de 2013 aumentou 24% em comparação com 2012. Os dados são da pesquisa CGS International Graduate Admissions, publicada na segunda-feira pelo Conselho de Escolas de Graduação dos Estados Unidos, instituição voltada à promoção do ensino superior e de pós-graduações no país. O levantamento levou em conta informações fornecidas por 276 instituições americanas em janeiro deste ano.
O Brasil registrou o maior aumento proporcional de candidados. Em seguida, aparece a Índia, com alta de 20%. Apesar do salto dessas nações, o número total de candidatos estrangeiros a uma vaga de mestrado ou doutorado em universidades americanas aumentou apenas 1% – o menor índice em oito anos. Em 2012 e 2011, os aumentos foram de 9% e 11%, respectivamente.
Segundo o Conselho de Escolas de Graduação, CGS na sigla em inglês, o pequeno crescimento do número de inscrições internacionais pode ser explicado pela queda de 5% do número de candidatos da China. O país asiático é a nação que mais envia estudantes a cursos de pós-graduação nos Estados Unidos: em 2012, os chineses representaram 29% do total.
Qualquer queda nos indicadores do gigante asiático, portanto, reflete nos números gerais. O Brasil – mesmo com os aumentos significativos dos últimos anos – ainda responde por apenas 1% do total de estrangeiros. Os Estados Unidos também registraram quedas expressivas no número de estudantes vindos da Coreia do Sul (-13%), Taiwain (-13%), México (-11%) e Canadá (-4%).
retirado do site:http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/numero-de-brasileiros-que-se-candidatam-a-cursos-de-pos-graduacao-nos-estados-unidos-cresce-24

Aluno de escola pública e baixa renda terá isenção na inscrição de vestibular em federais

Do UOL, em São Paulo

Estudantes de escola pública com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa terão isenção do pagamento de taxas de inscrição nos vestibulares das instituições federais. A decisão foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff na lei n° 12.799, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11).

Saiba mais

  • Entenda a lei de cotas nas universidades federais

A lei prevê que as instituições federais adotem critérios para isenção total e parcial do pagamento de taxas de inscrição de acordo com a carência socioeconômica dos candidatos.

O texto assegura isenção total a estudantes que comprovarem ter cursado o ensino médio completo em escola de rede pública ou na rede privada como bolsista integral e tiverem renda familiar per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo.

Lei de cotas


Os estudantes de escola pública e baixa renda também são beneficiados pela Lei de Cotas, que entrou em vigor no último vestibular. A lei determina que metade das vagas reservadas às cotas sociais ? ou seja 25% do total da oferta ? serão preenchidas por alunos com renda de um salário mínimo e meio per capita.

Já os alunos de baixa renda que estudaram em instituição de ensino privada, mesmo com o custeio dos estudos, não podem concorrer às vagas reservadas pela lei.

O texto prevê que as universidades públicas federais e os institutos técnicos federais reservem até 2016, no mínimo, 50% das vagas para estudantes que tenham cursado todo o ensino médio em escolas da rede pública. A lei deve triplicar o número de vagas destinadas a alunos de escola pública nas federais, em 2012 representavam 19% do total.
retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2013/04/11/aluno-de-escola-publica-e-baixa-renda-tera-isencao-na-inscricao-de-vestibular-em-federais.jhtm

Até as freiras gostaram do funk da pilha, conta professor de química

Felipe Martins
Do UOL, no Rio de Janeiro

Felipe Martins
Do UOL, no Rio de Janeiro
  • Arquivo pessoal
                                                                                                                            
Silvio Predis é um professor incomum -- ele não reclama do salário, das condições de trabalho, nem tem problemas de disciplina com seus alunos. O carioca ensina química em escolas particulares do Rio de Janeiro e Niterói. Seus vídeos com o Rap da Pilha, um batidão com o conteúdo de química, têm mais de 1 milhão de visualizações no You Tube e mais de 300 mil compartilhamentos no Facebook.
Com o sucesso na rede, Predis passou a ser convidado para dar aulas em outros Estados -- o que lhe rende boas histórias para contar.
Em Santa Catarina, por exemplo, a escola anfitriã era um colégio religioso. Ele confessa que pensou: "Como vou cantar minhas músicas aqui?". Mas, segundo ele, não houve problemas. "A freira logo chegou me perguntando se eu era o professor dos vídeos, se eu iria dançar os funks. Isso é legal porque o meu trabalho não tem nenhuma pornografia, é ligado ao conteúdo da matéria", disse.
O professor chega a lecionar dez tempos de aula no mesmo dia em até três unidades diferentes de um dos cursos pré-vestibulares que trabalha. Na última sexta-feira, por exemplo, esteve em Niterói, município da região metropolitana do Rio, e em dois bairros da capital: na Tijuca, na zona norte, e na Barra da Tijuca, na zona oeste.
Apesar do deslocamento por regiões distantes, Predis não reclama da rotina. Pelo contrário, acredita que tenha encontrado a fórmula certa para conciliar um trabalho que lhe dá prazer com uma boa dose de tempo livre, quando se dedica ao jiu-jitsu, ao surfe e a uma partida de futebol com os amigos.
"Sempre ouvi que professor não tem vida. Felizmente, comigo isso não acontece. Consegui encontrar trabalho em lugares que me dão uma boa condição. O salário que eu tenho hoje me atende para a vida simples que eu planejei ter. Tenho a noite livre para fazer outras atividades, ficar com a família, praticar esportes. Não sou escravo da aula", disse.

Rap da Pilha

"Fiz essa música há 10 anos. Estava abordando um assunto complexo que é a pilha e comecei a pensar em alguma coisa para descontrair, que tirasse o clima de estresse e que servisse para resgatar o assunto. Aí surgiu o rap", contou. "Depois da prova [de vestibular], os alunos vieram me contar que fizeram a prova lembrando da música. Percebi que através do funk eu conseguia prender a atenção e interagir com eles", disse.
Predis ressalta que a música é "sempre o último recurso" para o aprendizado das matérias que leciona. "Não é a principal ferramenta. Esse ano, por exemplo, eu ainda não cantei . Eu só canto alguma coisa depois que o aluno assistiu a todas as aulas daquele conteúdo e fez uma grande quantidade de exercícios. A música é o último recurso do aprendizado. Serve para lembrar o que já foi dado em sala de aula", disse.
O professor conta que recebe mensagens de todo o país de professores e estudantes elogiando o seu trabalho como docente. "Quando você se vê em uma mídia de grande acesso que é o Youtube esse retorno dos alunos é absurdamente aumentado. Eu já recebi mensagens dos mais diferentes lugares do país, de alunos de Manaus, por exemplo, até de professores. É gratificante", comentou.
Além do Rap da Pilha, o professor pode ser visto na internet de chapéu de caubói fazendo versão de uma música do chamado sertanejo universitário e também cantando pagode, mas é o funk o ritmo que mais rende composições. "A maior parte acaba sendo funk porque foi o ritmo que mais ouvi na adolescência, o que mais me influenciou. Acabo conseguindo que o aluno chegue de peito mais aberto para as aulas. Chega muito mais propício a escutar, quebrando a barreira do aprendizado", disse.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/10/ate-as-freiras-gostaram-do-funk-da-pilha-conta-professor-de-quimica.htm

Apostilas escolares são encontradas em depósito de lixo no interior de SP

Eduardo Schiavoni
Do UOL, em Limeira (SP)

  • Maurício R. Martins/Jornal de Limeira
    Foram encontrados pelo menos seis pacotes de apostilas novas em depósito de materiais de Limeira (SP)
Foram encontrados pelo menos seis pacotes de apostilas novas em depósito de materiais de Limeira (SP)















Pelo menos seis pacotes com apostilas novas, que seriam utilizadas por alunos da rede estadual de Limeira, foram encontradas em um depósito de materiais recicláveis no bairro Vista Alegre. As caixas têm o logotipo do governo do Estado de São Paulo e estão identificadas como Kit Escolar 2013. O material deveria ser distribuído gratuitamente aos alunos pelas escolas.
Os pacotes estão divididos por disciplinas --geografia, arte, matemática, física, língua portuguesa e ciências-- e são destinados ao ensino médio e ao ensino fundamental. A proprietária do depósito de recicláveis, que pediu para não ser identificada, disse que recebeu as caixas há cerca de dois meses, mas que não sabia indicar quem havia levado o material até ela.
Edivaldo Mendes da Costa, coordenador da subsede de Limeira da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), viu fotos do material e confirmou que os livros são os mesmos utilizados hoje em sala de aula.
"Este mesmo material já foi usado no ano passado, está sendo utilizado este ano e pode ser usado em 2014", afirmou. De acordo com ele, a Apeoesp irá apurar o que aconteceu e estuda fazer uma representação no MPE (Ministério Público Estadual) para que a instituição investigue o caso. "É dinheiro público jogado fora. A Diretoria de Ensino precisa explicar o que aconteceu e punir os responsáveis", disse.
A Secretaria da Educação do Estado não informou quanto custa cada uma das apostilas, mas afirmou que vai instaurar uma sindicância para apurar o que ocorreu.
"A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo repudia qualquer tipo de desperdício de material e, diante das denúncias, a Diretoria Regional de Ensino de Limeira vai instaurar uma apuração preliminar", informou a secretaria, em nota. "Cabe salientar, contudo, que não houve prejuízo aos estudantes, pois todo o material deste ano já foi distribuído aos alunos da rede estadual de ensino na região", diz a nota.

retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/10/apostilas-escolares-sao-encontradas-em-deposito-de-lixo-no-interior-de-sp.htm

Deputados fazem lançamento da Conferência Nacional da Educação

Portal do MEC


O ministro Aloizio Mercadante participa de audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Com ele, o presidente da comissão, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), ao centro, e o deputado Artur Bruno (PT-CE), à direita (Foto: João Neto/MEC)O lançamento da Conferência Nacional da Educação (Conae) 2014 foi realizado nesta quarta-feira, 10, para parlamentares da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participou do ato simbólico. Ele leu a declaração solene dando início oficial aos trabalhos.

A deputada Fátima Bezerra (PT-RN) coordenou o ato de lançamento na Câmara da segunda edição da Conae. A intenção, segundo ela, era divulgar a importância do evento para os demais parlamentares que acompanham a temática da educação. “A Conae é um ato estratégico para discutir as ações dos próximos anos”, salientou.

Segundo a deputada, a Conae precisa do apoio dos deputados para avançar na discussão do Plano Nacional da Educação (PNE) e do financiamento para a educação. Fátima também ressaltou a importância de levar debates sobre a Conae para as assembleias legislativas.

A Conae é organizada pelo Fórum Nacional de Educação (FNE), um espaço inédito de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, e reivindicação histórica da comunidade educacional. O FNE é composto por 35 entidades representantes da sociedade civil e do poder público. De caráter permanente, o FNE foi criado em 2010.

Paula Filizola


Palavras-chave: Fórum Nacional de Educação, Conferência Nacional de Educação, Conae, FNE

Encontro aprova documento que orientará eventos preparatórios

Portal do MEC

Integrantes do Fórum Nacional de Educação discute a organização da Conae (Foto: Letícia Verdi/MEC) A plenária do Fórum Nacional de Educação (FNE) reuniu-se nesta quarta-feira, 10, na sede do Ministério da Educação, em Brasília, para discutir a organização da Conferência Nacional de Educação (Conae). O encontro aprovou a publicação do documento Cenário da Educação Nacional, que servirá de apoio aos debates em todas as conferências preparatórias, municipais e intermunicipais.

O documento apresenta dados e diretrizes que servem de complemento ao documento-referência O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação – Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração, publicado pelo fórum em outubro último.

O coordenador do Fórum e da Conae 2014, Francisco das Chagas Fernandes, explicou que a conferência vem sendo preparada desde 2012. “Este ano nós estamos promovendo as etapas municipais e as etapas estaduais”, disse. A Conae será realizada de 17 a 21 de fevereiro de 2014, em Brasília. Nela serão elaboradas propostas para auxiliar o Distrito Federal, estados e municípios a implementar o PNE.

O FNE é o espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado. Composto por 39 entidades e órgãos ligados à educação brasileira, o fórum avalia os impactos da implementação do Plano Nacional de Educação (PNE) e acompanha, junto ao Congresso Nacional, a tramitação de projetos legislativos referentes à política nacional de educação.

Pela manhã, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participou do lançamento da Conae na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

Diego Rocha

Conheça o documento-referência O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação

Palavras-chave: Fórum Nacional de Educação, Conferência Nacional de Educação, Conae, FNE

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Crescem casos de violência em escolas estaduais de SP

Fabiana Cambricoli
do Agora
O número de casos de indisciplina, brigas, vandalismo, furtos, roubos e outros delitos registrados em escolas estaduais da capital mais do que dobrou em dois anos.
Foram 2.154 ocorrências escolares registradas em 2010, contra 5.378 casos no ano passado, segundo dados da Secretaria de Estado da Educação obtidos pelo Agora por meio da Lei de Acesso à Informação.
Em média, foram 14 ocorrências por dia em 2012. No total, a rede possui cerca de mil escolas na capital.
Os registros começaram a ser feitos em junho de 2009, quando os diretores de escolas passaram a ser obrigados a notificar qualquer tipo de ocorrência de caráter disciplinar ou criminal.
O sistema, chamado de ROE (Registro de Ocorrências Escolares), foi regulamentado em 2010, com a criação do Sistema de Proteção Escolar, que prevê ações de combate à violência escolar.
Devem ser informados situações de conflito que perturbem o ambiente escolar, danos patrimoniais, casos de risco à segurança da comunidade escolar e qualquer crime ou ato infracional.
Causas
Para Silvia Colello, professora de psicologia da educação da Faculdade de Educação da USP, o aumento de quase 150% tem causas externas e internas ao ambiente escolar.
"Por um lado há os problemas da educação dada pelos pais, a desestruturação familiar, a violência na sociedade. Por outro, há a reação dos jovens frente ao autoritarismo e à falta de qualidade de ensino", diz.
Resposta
O coordenador do Sistema de Proteção Escolar da Secretaria da Educação, Felippe Angeli, diz que o aumento está relacionado com a maior utilização do sistema.
"Estamos combatendo a subnotificação, deixando claro que o objetivo não é punir o gestor escolar, mas, sim, ter informação para ajudar."
Ele diz que, entre outras medidas, a pasta trabalha com a Secretaria da Segurança Pública e que implantou a figura do professor-mediador.
Sobre a escola Rita Pereira, a pasta diz que materiais já foram repostos e que investiu R$ 536,4 mil em reforma.
A Segurança diz que, desde setembro, quatro BOs de furto foram registrados na área, que tudo é investigado e que a PM previne e combate a violência escolar.
retirado do site:http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u1260167.shtml
 

Pacto pela idade certa é desafio e prioridade, afirma o ministro

Portal do MEC

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, compromisso formal assumido pelos governos federal e do Distrito Federal, estados e municípios para assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do terceiro ano do ensino fundamental, é prioridade para o Ministério da Educação este ano. “É um grande desafio”, disse o ministro Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira, 10, em audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.


O pacto foi firmado por todas as unidades da Federação e por 5.393 municípios. Serão atendidos mais de 7 milhões de estudantes de 400 mil turmas das três primeiras séries do ensino fundamental, em 108 mil escolas.

Mais de 14 mil, de 16.814 orientadores de estudo, atuarão como formadores locais. Eles foram capacitados em cursos de 38 universidades públicas. O restante será formado ainda este mês.

O orçamento de R$ 3,3 bilhões do programa prevê a distribuição de livros didáticos e bolsas para professores alfabetizadores, orientadores de estudo e coordenadores. O pacto prevê avaliações anuais e premiações para escolas e professores que obtiverem bons resultados.


Assessoria de Comunicação Social

Parceria pretende atrair 970 mil adolescentes de volta à escola

Portal do MEC

O Ministério da Educação está em processo de pactuação com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) para reformular o ensino médio brasileiro. Hoje, 86% da oferta de ensino médio cabe às redes estaduais de ensino. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a meta da parceria é atrair cerca de 970 mil jovens de 15 a 17 anos de idade que estão fora da escola.


Na audiência pública da manhã desta quarta-feira 10, na Câmara dos Deputados, o ministro abordou também a integração curricular nas quatro áreas temáticas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo ele, é uma mudança em estudo.

Entre as ações em análise para reformulação do ensino médio está a oferta de bolsas de estudos e de pesquisas para estimular a vocação de jovens para as carreiras de professor e de cientista. Outra proposta é a ampliação do ensino profissionalizante, que pode ser feito paralelamente ao ensino médio. A meta é ofertar 8 milhões de vagas até 2014.

O MEC tem investido na formação continuada de professores e em bolsas de estudos para capacitação no exterior e em universidades brasileiras. Uma aposta para os próximos anos é a ampliação da educação digital. Em 2012, foram adquiridos mais de 644 mil tablets e computadores interativos.

Assessoria de Comunicação Social

Exame é forma democrática de acesso à educação superior

Portal do MEC

“Não há acesso democrático no Brasil sem o Enem”, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira, 10, em audiência pública na Câmara dos Deputados. “Vamos aprimorar o exame porque ele dá acesso ao Programa Universidade para Todos [ProUni] e ao Sistema de Seleção Unificada [Sisu].”

Mercadante ressaltou a importância do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e destacou as mudanças na correção da prova de redação — a partir da edição de 2012, os candidatos tiveram direito à vista da redação. “Nenhum exame do mundo faz isso”, salientou.

Segundo o ministro, houve muito rigor no processo. Dos 5.735 corretores contratados, 3.894 têm doutorado, mestrado ou especialização. Outros 1.841 têm graduação.  “A ideia da vista da prova é pedagógica. O debate é democrático e serve para aprender”, afirmou.

Ainda de acordo com Mercadante o Ministério da Educação tem acompanhado a adesão das universidades federais ao Enem. Além disso, algumas unidades da Federação vêm realizando programas de estímulo e apoio ao exame.

Assessoria de Comunicação Social

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Palavras-chave: Enem, redação

Mulher que tatuou ''Haja o que hajar'' usa fama na internet para vender camisetas

Ana Ikeda
Do UOL, em São Paulo
  • Imagem da tatuagem com a frase ''Haja o que hajar'' usada na capa do perfil de Lidiane Sousa
Imagem da tatuagem com a frase ''Haja o que hajar'' usada na capa do perfil de Lidiane Sousa















 Quem é corintiano não deve ter estranhado quando uma tatuagem com os dizeres "Haja o que hajar" começou a "bombar" no Facebook e Twitter há algumas semanas. A frase, atribuída a um ex-presidente do clube, aparecia tatuada nas costas de Lidiane de Sousa, 30, e virou motivo de piada pelo erro de português. Mesmo chateada com os comentários maldosos sobre a tattoo, feita em homenagem ao marido, Lidiane está aproveitando o sucesso na internet para vender camisetas com a expressão que marcou "para sempre" no próprio corpo.

Existe a expressão ''Haja o que hajar''?

A expressão ''Haja o que hajar'', popularizada na internet, não está correta. O certo é dizer ''Haja o que houver''.
A moradora de Goiânia (GO) conta que ela fez a tatuagem, ciente do erro de português, em setembro de 2012. A foto foi tirada assim que o tatuador terminou de registrar a frase. Naquela época, a imagem foi colocada por Lidiane como imagem de capa no Facebook, mas só no final de março ela começou a repercutir na internet.  A hipótese mais provável, segundo ela, é alguém ter visto a capa do perfil, achado a foto original nos álbuns e compartilhado na rede social.
"Comecei a ver vários comentários me criticando no meu perfil. Fiquei muito chateada, me senti muito mal mesmo, porque as pessoas não sabiam o significado da tatuagem para mim. Toda tatuagem tem um motivo, as pessoas deveriam antes saber o porquê da minha", lamenta. Além das críticas, várias piadas circularam no Facebook e Twitter, com frase irônicas como "Haja o que hajar. Parabéns, tá serto [sic]" e "Haja o que hajar, antes de virar um tatuador, vou estudar''.
Segundo Lidiane, trata-se de uma homenagem ao marido, José Reinaldo Machado, que conhece há três anos e com quem se casou em julho do ano passado. "Ele me disse uma vez 'Haja o que hajar, nunca vou te abandonar' e isso virou uma frase nossa. Eu sabia que a expressão estava errada, mas sempre teve um significado especial para nós", conta.
Até mesmo o tatuador estranhou o pedido de Lidiane. "Mas depois da explicação sobre o motivo para registrar a frase, ele concordou em tatuá-la, mesmo estando errada."
Repercussão negativa. E positiva
Depois de a foto ser compartilhada por milhares de usuários no Facebook e no Twitter, Lidiane diz que a fama da tatuagem acabou atrapalhando sua vida pessoal. Formada em Gestão Empresarial, ela atualmente está desempregada e diz que, durante uma entrevista para uma vaga, percebeu que foi reconhecida e que a entrevistadora não demonstrou interesse durante a conversa. "As pessoas me olham diferente. Não me falam nada, mas escuto os cochichos na rua. Até evito sair com roupas que mostrem a tatuagem", diz.
oupas que mostrem a tatuagem", diz.
  • Arquivo pessoal O casal Lidiane de Sousa e José Reinaldo Machado vende camisetas com a frase tatuada
Logo após o surgimento das piadas nas redes sociais sobre o erro de português tatuado, o casal cogitou processar os autores dos posts. "Mas é muito difícil saber quem começou tudo isso", explica.
Foi então que ela e Machado decidiram seguir o conselho de amigos e usar a fama na internet a seu favor. Eles vendem camisetas personalizadas com "Haja o que hajar", marca que eles já registraram, e têm uma fanpage no Facebook. "Agora as pessoas já entraram na brincadeira. Várias das camisetas têm mensagens para levantar a autoestima, como 'Haja o que hajar, academia não vai me estressar'." A frase, inclusive, já caminha para virar moda na internet, como já ocorreu com outras expressões.
Divulgação
  • Camisetas com a expressão ''Haja o que hajar'' são vendidas pelo casal pela fanpage da marca no Facebook

    Os preços das camisetas vão de R$ 25 a R$ 33. "Ainda não deu lucro, mas já temos várias encomendas, aqui de Goiânia e até de outros Estados", diz Lidiane.
    O casal prepara a venda de outros itens com a frase "polêmica", como canecas e pelúcias. Por enquanto, as encomendas são feitas pelo próprio Facebook, mas um site deve ser lançado ainda nesta semana – "haja o que hajar" – para vender os itens da nova marca.
    "Muitas pessoas vão criticar e continuar comentando. Não vou deixar de viver por isso", conclui ela.
    retirao do site:http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/04/10/mulher-que-tatuou-haja-o-que-hajar-usa-fama-da-frase-na-internet-para-vender-camisetas.htm

Em MG, preso é transferido para cursar educação física em federal


 

Carlos Eduardo Cherem
Do UOL, em Belo Horizonte

Bruno de Oliveira Reis, 32, espera "com ansiedade" sua transferência de Muriaé (316 Km de Belo Horizonte) para Viçosa (226 Km da capital mineira). Presidiário, Bruno vai de uma penitenciária para a outra para começar a graduação de educação física na UFV (Universidade Federal de Viçosa). Suas aulas começam dia 13 de maio.
Para frequentar as aulas, Bruno vai ter escolta policial já que está preso em regime fechado. Sua pena é de nove anos e oito meses de prisão, por receptação e furto qualificado. Com a graduação, ele terá a chance de reduzir sua tempo na prisão - a cada 12 horas de estudo, a pena é reduzida em um dia.
"Sempre tive o incentivo dos meus pais, que são professores de ensino superior", conta o calouro da UFV. "Tive o apoio da família, independente do meu erro. Meus pais ficaram muito felizes com a minha conquista."
Há 54 presidiários fazendo curso superior no Estado de Minas.

Estudava quatro horas por dia

"Durante três meses, entre setembro e dezembro do ano passado, estudei cerca de quatro horas por dia. Fiquei oito anos afastado dos estudos e tive a oportunidade de voltar a estudar", conta.
Sobre a relação com os novos colegas de faculdade, Reis acredita que não terá dificuldades em manter uma boa convivência.
"Não acredito que o preconceito vá me atrapalhar, caso exista algum. Vou me empenhar bastante para aproveitar o máximo esta oportunidade. Fiquei realizado e certo do meu potencial. A tendência agora é progredir. Dar aula de educação física e trabalhar numa faculdade. Futuramente, quem sabe, posso até montar uma academia".
Quando foi preso, em setembro de 2012, Reis não tinha terminado o ensino médio. Longe dos livros e cadernos por oito anos, prestou o Enem Prisional, junto com 3.141 presos de 95 penitenciárias de Minas Gerais. Teve média de 666,40.
Na unidade em que ele cumpre pena, outros 32 presos fizeram tentaram vagas pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

Movimento do bem

Cerca de 30% dos 20 mil presos de Minas Gerais, com condenação definitiva, estudam. Espalhados por 71 escolas de alfabetização, do fundamental e do ensino médio, esses seis mil detentos frequentam cursos com carga horária e conteúdo das disciplinas idênticos aos mantidos na rede de escolas estaduais.
"O preso precisa sair melhor do que entrou. É essa a meta, que inclui estudo e trabalho", afirma diz o superintendente de Atendimento ao Preso da Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais, Helil Bruzadelli.
Atualmente, 400 empresas estão dentro dos presídios mineiros ou contratam detentos para serviços externos. Para cada três dias de oito horas de trabalho, os presos têm um dia de redução nas penas. Com registro na Carteira de Trabalho, recebem por mês três quartos de salário mínimo. Cerca de 300 detentos trabalharam durante dois anos nas obras de reforma do Mineirão para a Copa do Mundo 2014, reinaugurado no início de 2013. Segundo Bruzadelli, com isso, conseguiram em média a diminuição de 240 dias nas penas que têm de cumprir. "É um movimento do bem. Trabalhamos a cidadania"
retirado do site: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/07/em-mg-preso-e-transferido-para-cursar-educacao-fisica-em-federal.htm

Ministro apresenta novos secretários de educação básica, superior e inclusão

Portal do MEC



Romeu Caputo e Paulo Speller (direita) ocupam as pastas de educação básica e superior. Macaé (esquerda) ocupa a Secadi. Na mesa, o secretário-executivo Paulo Paim, o ministro Mercadante e o governador do Ceará, Cid Gomes (Foto: Letícia Verdi/MEC)As secretarias de Educação Básica (SEB), de Educação Superior (Sesu) e de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação contam, a partir desta terça-feira, 9, com novos titulares. Romeu Caputo (SEB), Paulo Speller (Superior) e Macaé Evaristo (Secadi) foram apresentados pelo ministro Aloizio Mercadante.

“Nós temos uma pauta imensa: a política de creches, alfabetização na idade certa, drogas, violência, diversidade e pluralidade, a questão indígena, a carreira nas universidades, consolidação da expansão”, lembrou o ministro, destacando a experiência dos novos integrantes do MEC tanto nos temas pertinentes às pastas que assumem quanto na administração pública.

Romeu Caputo é administrador pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e atua desde 1998 na gestão pública de políticas educacionais. Atuou na prefeitura de Belo Horizonte nas áreas de planejamento e gestão administrativa e financeira. No MEC desde 2007, participou de conselhos e grupos de trabalho responsáveis pelas políticas nacionais para a educação básica. Caputo reafirmou o compromisso da SEB com os valores democráticos e republicanos: “Um compromisso transformador de ter uma escola pública e uma educação pública de maior qualidade”, disse.

Paulo Speller iniciou seus estudos na Universidade de Brasília (UnB), mas se exilou no México durante o regime militar, onde fez psicologia na Universidade de Veracruz. Em 1980, após a anistia, retornou ao Brasil e se tornou professor visitante na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), onde presidiu a Câmara de Educação Superior entre 2010 e 2012, Speller foi presidente da Comissão de Implantação da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Ele destacou a importância da formulação da política nacional de educação superior. “Esta política traz como prioridades a internacionalização das universidades e a inovação tecnológica”, concluiu.

O ministro e os três novos secretários: Caputo, Speller e Macaé (Foto: Letícia Verdi/MEC)Macaé Evaristo é mestre em educação pela UFMG e graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Professora efetiva da rede municipal de educação de Belo Horizonte desde 1984, atuou também como professora formadora e coordenadora do programa de implantação de escolas indígenas de Minas Gerais.

Para Macaé, assumir a Secadi traz uma grande responsabilidade. “Fiz uma opção por ser educadora e trabalhar pela causa dos meus iguais e das pessoas que historicamente ficaram excluídas do direito à educação”, afirmou.

Diego Rocha
Palavras-chave: educação básica, educação superior, educação continuada, SEB, Sesu, Secadi, posse, secretários

terça-feira, 9 de abril de 2013

Ética: candidato deve revisar estatuto e regulamento para Exame da OAB

Bruna Souza Cruz
Do UOL, em São Paulo

A primeira fase do 10º Exame de Ordem Unificado se aproxima e com isso a preocupação dos candidatos aumenta em relação ao conteúdo que devem priorizar nessa reta final. Apesar do tempo apertado, professores afirmam que ainda vale a pena estudar focando principalmente as disciplinas com maior peso na prova.

"Na primeira fase do exame a prioridade é para o texto da lei em detrimento da doutrina e jurisprudência. Disciplinas curtas reúnem um grande número de questões como é o caso de ética, direito do trabalho. Numa visão estrategista do exame, elas merecem estudo priorizado", afirma Flávio Augusto Monteiro de Barros, professor e coordenador do curso FMB.

Diante de seu peso dentro do Exame, professores recomendam que o candidato separe um tempo para revisar o conteúdo da disciplina de ética, principalmente com foco em infrações éticas e disciplinares, além de penalidades ao profissional, como suspensão e censura. Além disso, o candidato deve revisar o estatuto do advogado, o código de ética e regulamento geral.

"Acredito que as questões da disciplina serão tranquilas. Diferente de filosofia do direito, nós temos como avaliar seu conteúdo por meio das provas anteriores, ou seja, conseguimos identificar o que é importante e o padrão que a OAB vem adotando", diz Álvaro de Azevedo, professor de filosofia do direito e ética profissional das redes Marcato e Praetorium, cursos preparatórios para o Exame.

E para ajudar os candidatos em suas estratégias para o Exame, o UOL pediu que professores fizessem uma lista com os temas essenciais para quem quer fazer uma boa prova na parte de ética.
  • Estatuto da Advocacia e a OAB (EAOAB):

    O candidato deve estudar sobre os direitos dos advogados e o que constitui as infrações e sanções disciplinares, itens descritos nos capítulos dois e nove do Estatuto, respectivamente, explica Azevedo.

    "Uma dica é agora na reta final ler diversamente dois artigos a respeito, o 7º - o que são direitos do advogado - e o 34º - sobre o que constitui infração disciplinar", ressalta o professor. "Eu diria que esses artigos são marcantes devido a minha experiência nos últimos cinco Exames. Se o candidato tivesse lido esses itens, ele teria acertado pelo menos cinco das 12 questões".

    Azevedo presume que cairão duas ou três questões sobre infrações disciplinares, duas sobre honorários advocatícios e duas sobre incompatibilidade de leis.

    Para Paulo Machado, professor de estatuto e ética do CERS (complexo educacional Renato Saraiva), o candidato deve ficar atento ao artigo 41º do Estatuto, pois "constitui um tema importantíssimo sobre a reabilitação do advogado punido - tema esse que ainda não foi muito explorado pela banca da FGV (Fundação Getúlio Vargas)."

    Artigo 41º - É permitido ao que tenha sofrido qualquer sanção disciplinar requerer, um ano após seu cumprimento, a reabilitação, em face de provas efetivas de bom comportamento. Entretanto, quando a sanção disciplinar resultar da prática de crime, o pedido de reabilitação depende também da correspondente reabilitação criminal.
  • Regulamento Geral (RG):

    Segundo Azevedo, o candidato deve ler e compreender pelo menos os 43 primeiros artigos do Regulamento Geral. "Nesse item acredito que cairão duas ou três questões sobre inscrição na OAB."

    Já o professor Paulo Machado destaca a leitura e compreensão do artigo 11º do regulamento.

    Artigo 11º - Compete a sindicato de advogados e, na sua falta, a federação ou confederação de advogados, a representação destes nas convenções coletivas celebradas com as entidades sindicais representativas dos empregadores, nos acordos coletivos celebrados com a empresa empregadora e nos dissídios coletivos perante a Justiça do Trabalho, aplicáveis às relações de trabalho.

    "A banca examinadora tem pedido pelo menos uma questão extraída do RG por prova. Como ainda não pediram esse tópico, optei por relembrar esse detalhe importante, que pode confundir o candidato, uma vez que o art. 44 do EA OAB diz que compete à OAB, com exclusividade, representar os advogados. Entretanto, o aludido dispositivo do RG explica que, quando se tratar de assuntos envolvendo a classe dos advogados empregados, a representação é feita pelos sindicatos, federações ou confederações", explica Machado.
  • Código de Ética e Disciplina (CED):

    "Já essa terceira corresponde aos artigos 20º e 21º do Código de Ética e Disciplina e traz uma diferença ética entre a recusa de causa por parte do advogado que vai fazer a defesa em um processo penal, ou seja, o advogado em defesa criminal não pode recusar uma causa por entender que seu cliente é culpado, por exemplo", conclui Machado.

    Artigos 20º e 21º - O advogado deve abster-se de patrocinar causa contrária à ética, à moral ou à validade de ato jurídico em que tenha colaborado, orientado ou conhecido em consulta; da mesma forma, deve declinar seu impedimento ético quando tenha sido convidado pela outra parte, se esta lhe houver revelado segredos ou obtido seu parecer. Porém, é direito e dever do advogado assumir a defesa criminal, sem considerar sua própria opinião sobre a culpa do acusado.

10º Exame

A primeira fase do próximo Exame está marcada para 28 de abril, das 13h às 18h. A segunda fase está prevista para 16 de junho. O último exame, realizado em fevereiro deste ano, alcançou quase 90% de reprovação. Dos 114.763 candidatos inscritos, apenas 19.134 foram aprovados na primeira fase.

Além de ser condição obrigatória para se advogar, a carteira da OAB também é exigida para prestar concurso para diversos cargos públicos, como procurador do Estado e advogado da União.

Os locais da realização da primeira fase do concurso serão divulgados no dia 22 de abril.

VEJA AS DATAS DO 10º EXAME DE ORDEM DA OAB

 

Inscrições 22/03/2013 a 08/04/2013
Isenção de taxa 22/03/2013 a 26/03/2013
Pagamento do boleto bancário 22/03/2013 a 09/04/2013
Locais de prova da 1ª fase 22/04/2013
1ª fase 28/04/2013
Gabarito preliminar da 1ª fase 28/04/2013
Resultado preliminar da 1ª fase 08/05/2013
Resultado da 1ª fase 28/05/2013
Locais de prova da 2ª fase 06/06/2013
2ª fase 16/06/2013
Padrão de respostas da 2ª fase 05/07/2013
Resultado preliminar da 2ª fase 09/07/2013
Resultado final 26/07/2013    

Justiça condena Inep a indenizar cadeirante por problemas no Enem

Do UOL, em São Paulo

A Justiça Federal de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, condenou o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) a pagar indenização de R$ 6.780 por danos morais a um candidato do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011. O estudante usa cadeira de rodas e o local de prova não tinha infraestrutura adequada.
A sentença foi publicada na última sexta-feira (5) pelo juiz titular da 1ª Vara e JEF Cível, Rafael Castegnaro Trevisan. O Inep poderá recorrer. Segundo o processo, o aluno não teve asseguradas as condições de acessibilidade necessárias à sua condição durante a realização do exame.
Ainda de acordo com o processo, "entre as dificuldades alegadas estão a inadequação da rampa de acesso ao prédio em que prestou a prova, o que fez com que o estudante tivesse que ser carregado, e a impossibilidade de ingresso na área reservada dos banheiros em função da largura das portas".
O juiz entendeu que o Inep deveria ter encaminhado os participantes a locais com a infraestrutura adequada, uma vez que no cartão de confirmação de inscrição há expressa referência às dificuldade de locomoção e uso de cadeira de rodas. Trevisan também afirmou na sentença que "além de buscar a compensação pelos constrangimentos sofridos pelo autor, a decisão judicial tem caráter educativo".
O UOL entrou em contato com o MEC (Ministério da Educação), mas até o fechamento dessa matéria não obteve resposta. Assim que o órgão se manifestar sobre o assunto, a resposta será incluída.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/09/justica-condena-inep-a-indenizar-cadeirante-por-problemas-no-enem-2011.htm

Parcerias podem ser opção para programas de formação docente

Portal do MEC

São Paulo — O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, sugeriu a empresários que firmem parcerias com o MEC para estimular iniciativas destinadas à formação de professores. Em palestra proferida na tarde de segunda-feira, 8, em São Paulo, durante debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), o ministro destacou a importância da contribuição do empresariado no apoio à formação docente, que é, segundo Mercadante, chave no processo educacional.

“O professor é o maior agente multiplicador de qualquer ação, ele é peça fundamental para a qualidade”, disse. O encontro reuniu mais de 300 empresários de diversos setores.

Mercadante apresentou um panorama das políticas e programas do Ministério da Educação, da creche à pós-graduação. Destacou o esforço na primeira infância como estratégico para o desenvolvimento cognitivo e educacional futuro e salientou a importância do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa para o sucesso dessa política. Ele reafirmou às lideranças empresariais o compromisso de avaliar, no fim deste ano, todas as crianças aos oito anos de idade para que o MEC tenha um diagnóstico preciso de como está a aprendizagem nessa etapa do ensino em cada rede do Brasil.

“Os dados do censo demográfico já nos mostram que temos um grande desafio pela frente, com mais de 15% de crianças no Brasil ainda não alfabetizadas nessa idade”, justificou, ao apresentar um mapa sobre a situação desigual da alfabetização nas unidades da Federação.

Profissional — O número de matrículas — cerca de 2,5 milhões — em cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi citado com destaque. “O Brasil, hoje, precisa de qualificação para poder crescer”, afirmou ministro. “Temos hoje 5% de desemprego, um índice muito baixo, e é na produtividade do trabalho que precisamos investir para manter a expansão.” O Pronatec tem como meta chegar a 8 milhões de vagas até 2014.

Quanto à importância de o empresariado participar do debate educacional, Mercadante comemorou o fato de o tema ser foco de interesse crescente: “O evento registrou recorde de perguntas e de presença, um ótimo indicador de interesse”, disse. “Isso mostra que o Brasil realmente está debatendo a educação, que a educação realmente está na pauta.”

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: professor, formação, empresariado

Educação no combate às drogas é tema de concurso nacional

Portal do MEC

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça lançou cinco concursos relacionados à prevenção ao uso de drogas. A proposta, que abrange diferentes tipos de mídia, é incentivar a participação de estudantes de vários níveis de ensino e da população em geral. A iniciativa pretende levar à escola e à sociedade a discussão sobre a prevenção e combate às drogas por meio da participação de crianças, adolescentes, jovens e adultos.

Nas escolas, o tema A Educação na Prevenção ao Uso de Drogas pode ser abordado nas categorias cartazes, para alunos do segundo ao quinto ano do ensino fundamental, e vídeo, para estudantes do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio. O mesmo tema pode ser explorado pela população em geral nos concursos de fotografia e jingle.

Os estudantes do ensino superior podem participar do 12º Concurso de Monografia para Estudantes Universitários sobre Drogas e Direitos Humanos.

Haverá premiação em dinheiro, em todas as categorias, para os vencedores em cada região do país. O concurso de monografias prevê R$ 6 mil para o primeiro colocado, R$ 4 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro. Nos demais concursos, o primeiro colocado levará R$ 3 mil, com exceção do concurso de cartazes, que oferecerá R$ 2 mil, R$ 1,5 mil e R$ 1 mil, respectivamente, para os três primeiros por região.

Os trabalhos devem ser enviados até 10 de maio, como estabelecem os editais. Mais informações na página do Senad na internet.

Diego Rocha

Palavras-chave: drogas, prevenção, concurso, Senad

Professora ajuda alunos a trocar guloseimas por dieta saudável

Portal do MEC


Ao montar uma pirâmide alimentar, estudantes da escola de Tocantins aprendem o que é alimentação saudável, capaz de contribuir para o crescimento e o bem-estar (foto: arquivo da EE de Combinado)Inconformada ao observar que as crianças trocavam, no dia a dia, o lanche equilibrado da escola por salgadinhos e doces, a professora teve a certeza de que era hora de agir. Assim, elaborou projeto pedagógico para conscientizar os alunos do quarto ano da Escola Estadual de Combinado, município de 5 mil habitantes, em Tocantins, sobre a importância da alimentação correta para uma vida saudável.

“Os alunos tinham dificuldades para se alimentar bem. Gostavam de frituras, balinhas, pirulitos, chicletes e doces o tempo todo”, diz a professora Anelice Marques de Souza. “Então, iniciei projeto sobre alimentação saudável, colorida e balanceada para contribuir com o crescimento e bem-estar deles.”

O primeiro passo, teórico, baseou-se no conteúdo dos livros didáticos. As crianças foram em seguida apresentadas à pirâmide alimentar. Com a turma dividida em grupos, cada aluno teve a tarefa de levar gravuras para a construção de uma pirâmide. Na base, os alimentos que fornecem energia para o corpo (cereais, pães, raízes); no alto, os mais calóricos e que devem, portanto, ser consumidos em menor quantidade, como gorduras e açúcares. “Eles aprenderam sobre a quantidade de cada tipo de alimento que deve ser ingerida diariamente”, explica Anelice.

Para estimular a descoberta de sabores, a professora investiu em piquenique com a criançada. Sobre a toalha estendida no pátio da escola, frutas, sucos naturais, água e biscoitos com cereais. “Estou feliz com o resultado”, revela a professora. “Os pais enviaram bilhetes contando sobre a mudança na alimentação dos alunos: aquele que não tomava leite passou a gostar; tinha aluno que não comia banana, outro que não gostava de laranja.”

Segundo a professora, o projeto foi um sucesso e reduziu em 80% o consumo das guloseimas. “As crianças rejeitavam a merenda escolar, que tem cardápio preparado com o apoio de nutricionistas, para comprar doces, refrigerantes e salgadinhos na vendinha”, conta.

Transformação — Os alunos aprenderam também sobre as doenças causadas pela má alimentação. “Falei da anemia, da obesidade infantil, da pressão alta porque as pessoas consomem muito sal”, enumera Anelice. O trabalho de conscientização teve resultado também nas casas dos estudantes. “A gente sempre trabalha buscando a transformação”, afirma a professora.

O projeto tornou-se um complemento da horta escolar. As hortaliças e os legumes plantados e aproveitados na merenda deixaram de ser rejeitados. “Fiquei satisfeita e realizada quando a mãe de uma aluna revelou, durante reunião, que o projeto causara mudança na alimentação da filha”, destaca Anelice. “Com o estudo, a criança percebeu a importância dos nutrientes do feijão, que antes não consumia, no funcionamento do organismo, e passou a diversificar o prato.”

A professora recebeu em 2012 o Prêmio Professores do Brasil, do Ministério da Educação, que na sexta edição selecionou os 40 melhores projetos pedagógicos de escolas públicas. Anelice pretende continuar com o projeto neste ano letivo. (Rovênia Amorim)

Saiba mais no Jornal do Professor
Palavras-chave: Alimentação escolar

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