terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Ex-catadora de caranguejo se forma bióloga com curso a distância e busca vaga no mestrado

 Cláudia Emi Izumi
Do UOL, em São Paulo

Ex-catadora de caranguejo no município fluminense de São Francisco de Itabapoana (a 322 km do Rio de Janeiro), Marina Barretos Silva, 47, se formou bióloga com graduação a distância, curso que completou em 2009. Agora tenta o mestrado.
Paulo Noel/Divulgação
Pegava as apostilas no  polo do curso de biologia e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana.

Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto.
Marina Barretos Silva, bióloga
Como a mãe, hoje aposentada, Marina catou caranguejo "praticamente a vida toda", inclusive na época em que estudava a distância. "É desumano o trabalho no manguezal. É muito puxado e ruim, mas me ajudou a sobreviver", diz.
Dos oito filhos, somente ela tem ensino superior. "Não queria deixar minha mãe e meus irmãos e morar em outro lugar. Parei de estudar entre o ensino fundamental e o médio, que só retomei entre 2001 e 2003, quando já estava casada e tinha quatro filhos."
Durante os estudos do ensino médio, soube da graduação a distância pelo Cederj (consórcio de instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro), que oferece mais de 6 mil vagas anualmente. "Alguém me falou do curso a distância. Fui lá para conferir. Chegou na hora certa, na hora que eu precisava", lembra.
Hoje com quatro filhos e duas netas, a bióloga tenta um mestrado na UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense), na área de biociência e biotecnologia. Em janeiro de 2013, presta a prova de admissão com a esperança de ser aprovada para pedir uma bolsa de estudos.
 "Queria muito entrar na área de pesquisa. Gosto de trabalhar em laboratório. A única desvantagem do EAD que fiz é que não tinha um", diz ela, que começou a trabalhar no laboratório da UENF, em Campos dos Goytacazes, em abril de 2011, como estagiária não remunerada.

Três horas por dia

Marina cursou biologia, dedicando diariamente de duas a três horas para os estudos. "Cuidava da casa, mas não tinha emprego formal. Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto."
O marido, que é pescador, sempre a apoiou. "Ele foi se acostumando com a ideia e sentia a minha aptidão", conta. "[Quando estava] no ensino médio, chegou a falar: ‘Eu já sei que você nunca vai parar de estudar’."
"Não tinha computador e usava muito pouco esse recurso. Até hoje não gosto de usar. Pegava as apostilas no polo do curso [o Cederj mantém um polo de ensino a distância no município em São Francisco de Itabapoana] e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana. Foi ótimo, estudava nas horas de folga e em casa."
Além da mudança de vida de Marina, a familia tem outro motivo para comemorar. A filha mais velha vai se formar também pelo curso a distância do Cederj em biologia, como a mãe.
Retirado do site:http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/12/18/ex-catadora-de-siri-se-forma-biologa-com-curso-a-distancia-e-busca-agora-vaga-no-mestrado.htm

Prefeitura de SP veta docente que cursou USP Leste


FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

Professores formados em licenciatura na USP Leste foram impedidos de trabalhar neste ano na rede municipal paulistana --e mesmo os que atuaram respaldados com liminares da Justiça deverão ser obrigados a deixar as escolas no ano que vem.
Me disseram que diploma da USP Leste não valia, afirma professor
Prefeitura de SP veta docente que cursou USP Leste
O problema ocorreu porque o curso oferecido pela USP, chamado de licenciatura em ciências da natureza, não constava no edital do concurso aplicado em 2011, para contratar docentes de ciências para o ensino fundamental e médio para 2012.
Eram citadas licenciatura em ciências, ciências biológicas ou em história natural.
O veto ao curso da USP foi informado aos professores após eles terem sido aprovados na seleção, que teve 5.429 inscritos para 62 cargos.
A modalidade da USP Leste (cujo nome oficial é Escola de Artes, Ciências e Humanidades) se propõe a dar ao futuro docente formação geral em ciências. As outras licenciaturas focam áreas específicas, como biologia ou física.
A unidade teve de buscar um modelo diferente porque a USP não permite cursos iguais na mesma cidade (já há outras licenciaturas na Cidade Universitária, zona oeste, entre elas biologia e química).

Joel Silva/Folhapress
Marcos Santos Barbosa, formado em ciências na natureza pela USP; ele foi impedido de lecionar
Marcos Santos Barbosa, formado em ciências na natureza pela USP; ele foi impedido de lecionar
A Secretaria Municipal de Educação afirmou que a opção, criada em 2005, é nova e não havia tido tempo de acrescentá-la na seleção.
A USP rebateu. Disse que já havia informado a prefeitura. E os professores afetados ponderam que a rede estadual já aceitava o diploma.
Não há estimativa de quantos docentes foram barrados. Só uma advogada, Kátia Cristina da Silva Muniz, entrou com ação para sete deles. Em três casos, a avaliação inicial da Justiça foi que os docentes não podiam atuar, porque o curso não constou no edital.
Em outros dois, os juízes entenderam que a opção da USP Leste é compatível com as do edital. Em um desses casos, porém, a liminar foi revista em segunda instância. O entendimento, diz a advogada, tende a ser usado nos demais julgamentos. Assim, até os que conseguiram atuar em 2012 devem perder o direito para 2013.
"A prefeitura considerou apenas os nomes dos cursos, nem quis saber se ele é bom. É injusto", disse a advogada.
Ela ressalta que a própria prefeitura passou a aceitar o diploma em outros exames.
"É péssimo ficar nessa situação por uma questão meramente burocrática", disse Cláudia Regina Pereira Ribeiro, 29, que lecionou neste ano com base em uma liminar.
"Faltou também a universidade acelerar o processo."
O coordenador do curso, Thomás Augusto Santoro Haddad, afirmou que a prefeitura sempre teve conhecimento da modalidade e nunca apontou o motivo pelo qual não a incluiu no edital.
Os formados em obstetrícia na USP Leste também têm tido dificuldades. Tanto o conselho federal quanto o estadual de enfermagem se recusam a fazer o registro profissional. A Procuradoria entrou com ação tentando reverter a posição.
Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1202923-prefeitura-de-sp-veta-docente-que-cursou-usp-leste.shtml

Programa de ensino de inglês vai atender 500 mil alunos até 2014

Portal do MEC

O ministro Aloizio Mercadante entregou nesta terça-feira, 18, os primeiros cartões-bolsista, que atenderão, em um primeiro momento, 20 mil bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras e 10 mil estudantes de outros projetos (foto: João Neto/MEC)   O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lançou na manhã desta terça-feira, 18, o programa Inglês sem Fronteiras, que reúne iniciativas destinadas a melhorar a proficiência em língua inglesa dos estudantes brasileiros. Na primeira etapa, o programa beneficiará 500 mil alunos da educação superior aptos a participar do programa Ciência sem Fronteiras até 2014. Durante a cerimônia, Mercadante assinou portaria que institui o programa.

O Inglês sem Fronteiras abrangerá todos os níveis de proficiência, do mais básico ao mais avançado. Serão aplicados 500 mil exames do Test of English as a Foreign Language (Toefl), certificação reconhecida em todo o mundo, que servirá de diagnóstico. Inicialmente, os estudantes com melhores resultados receberão senhas para estudar a distância por meio do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação — serão distribuídas 100 mil senhas. Outros 10 mil participarão de cursos presenciais.

De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, a preparação em inglês dos estudantes é fundamental para o sucesso do programa Ciência sem Fronteiras. “Inglês é a língua universal da ciência”, destacou. “Nos melhores cursos de ciências, o inglês é essencial para acompanhar as aulas nas melhores universidades do mundo”, disse.

Para Mercadante, o Inglês sem Fronteiras é apenas o primeiro passo no ensino de idiomas. O ministro destacou a demanda por cursos e a importância de universalizar o ensino do inglês de qualidade. “A partir das experiências pedagógicas, vamos ter como expandir”, afirmou. “Vamos começar com o Ciência sem Fronteiras, depois com a graduação e o ensino médio, até o momento em que conseguiremos chegar ao ensino fundamental.”

Cartão-bolsista — Na cerimônia de lançamento, no auditório do Ministério da Educação, também foram entregues os primeiros cartões-bolsista. Os cartões pré-pagos do Banco do Brasil atenderão, em um primeiro momento, 20 mil bolsistas do Ciência sem Fronteiras e 10 mil estudantes de outros projetos da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O valor das bolsas, creditado diretamente na conta vinculada ao cartão, reduzirá os custos de operação e a taxa de conversão para os estudantes. “O cartão é uma aspiração antiga da Capes e do CNPq, ele dá segurança e facilita a vida dos estudantes no exterior”, afirmou o ministro.

Assessoria de Comunicação Social






Palavras-chave: educação superior, Ciência sem Fronteiras, Inglês sem Fronteiras

MEC anuncia medidas para garantir qualidade de cursos e instituições

Portal do MEC
 
Ao comentar as medidas, o ministro destacou que o Brasil tem grande demanda de ensino superior e que o MEC pretende ampliá-la: “As medidas adotadas vão na direção da expansão do sistema, mas não podemos expandir sem qualidade” (foto: Letícia Verdi/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira, 18, as medidas de regulação e supervisão que serão tomadas, com base nos indicadores de qualidade referentes a 2011. O processo leva em consideração o índice geral de cursos (IGC) e o conceito preliminar de curso (CPC). Em uma escala até 5, os conceitos 1 e 2 são considerados insatisfatórios, e as instituições e cursos ficam sujeitos a medidas de regulação e supervisão.

Segundo Mercadante, é papel do Ministério da Educação fiscalizar os cursos e instituições para garantir a qualidade necessária da educação superior e, consequentemente, a segurança dos estudantes. No sistema público, o MEC faz a regulação somente das instituições federais. “O Brasil tem uma imensa demanda de ensino superior, e o MEC tem interesse em aumentar essa demanda”, disse o ministro. “As medidas adotadas vão na direção da expansão do sistema, mas não podemos expandir sem qualidade.”

O ministro salientou que houve melhora generalizada nos indicadores de qualidade da educação superior. “O sistema todo se moveu em direção à melhora nos anos de 2008 e 2011”, afirmou. “No entanto, uma parte do sistema não está acompanhando; não haverá flexibilização em nenhum cenário para quem piorou. Nosso dever é fiscalizar esse grupo.”

O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do MEC responsável por avaliar os programas de pós-graduação das instituições.

O CPC avalia o rendimento dos alunos, a infraestrutura e o corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura representa 15% e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de mestres pesa em 15% do total; a dedicação integral, 7,5% e o número de doutores, também 7,5%.

Conceito preliminar de curso — Em 2011, foram avaliados 8.665 cursos — 6.083 do sistema federal de ensino — das áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins, bem como cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial.

Do total, 4.458 tiveram CPC satisfatório — 1.272 federais e 3.186 particulares. Dos cursos avaliados, 672 tiveram CPC insatisfatório — 124 federais e 548 particulares. Outros 1.114 cursos ficaram sem conceito — para qualificar o curso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) avalia vários itens. Entre eles, número mínimo de matrículas e de alunos que fizeram o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Para os cursos com conceito inferior a 3, o MEC estabelece medidas gerais obrigatórias, como assinatura de compromisso e plano de melhorias detalhado, com medidas a serem tomadas a curto e a médio prazo. Em 60 dias, os cursos mal avaliados devem passar por reestruturação no corpo docente. Ou seja, investir em dedicação integral e titulação. Em 180 dias, por readequação da infraestrutura e do projeto pedagógico.

O plano de melhoria será acompanhado por comissão de avaliação, que fará relatórios bimestrais sobre a evolução da correção das deficiências apontadas pelo MEC. Caso se verifique o não cumprimento das medidas, será instaurado processo administrativo, que pode resultar no fechamento do curso.

Além disso, os cursos e instituições com conceito inferior a 3 ficam automaticamente impossibilitados de oferecer o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A partir deste ano, o MEC estabeleceu novos critérios para acompanhar o processo de supervisão. Foi definida uma matriz de risco, com base no CPC e no IGC, para detectar cursos sem a qualidade exigida.

Índice geral de cursos (IGC) — Os dados gerais de 2011 apontam que foram avaliadas 1.875 instituições de educação superior, das quais 1.772 federais. Do total, 1.221 obtiveram índice satisfatório — 1.134 particulares e 87 públicas. Outras 551 registraram IGC insatisfatório — 549 particulares e duas públicas federais. Outras 261 ficaram sem conceito. Também para essas instituições estão previstas medidas de aferição da qualidade.

A descrição dos cursos e instituições com desempenho insatisfatório, além das medidas cautelares, serão publicadas no Diário Oficial da União a partir desta quarta-feira, 19.

Paula Filizola

Confira a apresentação do ministro Aloizio Mercadante em entrevista coletiva, nesta terça-feira, 18


Ouça o ministro Aloizio Mercadante na entrevista coletiva desta terça-feira, 18




Palavras-chave: educação superior, regulação, supervisão, IGC, CPC

domingo, 16 de dezembro de 2012

Parceria entre USP e editora transforma em audiolivros seis títulos da lista da Fuvest

Denis Pacheco
Do USP Online, em São Paulo
 
“Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seu "Livro do Desassossego". Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a USP (Universidade de São Paulo) criou seis audiolivros em formato Daisy (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.

Mais sobre Fuvest e USP

  • Rodrigo Paiva/UOL Fotos da 1ª fase da Fuvest
  • Arte/UOL Famosos estudaram na USP
  • Aline Arruda/Arte/UOL Mitos e verdades sobre a prova
A lista de obras para o vestibular contém nove títulos em 2012. Os livros editados pelo projeto do SIBi foram "Til" (José de Alencar), "Memórias de um sargento de milícias" (Manuel Antônio de Almeida), "Memórias póstumas de Brás Cubas" (Machado de Assis), "O cortiço" (Aluísio Azevedo), "Viagens da minha terra" (Almeida Garret) e "A cidade e as serras" (Eça de Queirós), todos em domínio público.
Os títulos estão disponíveis tanto online, no site do projeto, como em suporte físico, reproduzido pelos grupos parceiros no projeto.
O projeto é uma parceria entre o SIBi (Sistema Integrado de Bibliotecas) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy.

Objetivos

Calouros contam vida de estudante da USP

Os candidatos com necessidades especiais são classificados em cinco grandes grupos, que exigem procedimentos distintos por parte da Fuvest: Deficientes visuais, auditivos, físicos, disléxicos e outros tipos.
Neste ano, a Fuvest recebeu um total de 72 inscritos com deficiência visual, 12 deles convocados para a segunda fase do vestibular. Os candidatos portadores de deficiência visual solicitam provas em braille ou ampliadas dos tipos I e II. As provas correspondentes são preparadas por uma equipe com experiência nessa tarefa.
“Nosso programa consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. “Com a aproximação da primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”
Apesar de todos os volumes migrados serem de domínio público, as versões utilizadas pelo projeto são de propriedade da Editora Martin Claret “que também está preocupada com a questão da inclusão social e cedeu seus direitos gratuitamente”, esclarece Sueli.“Dentre os conteúdos que busca tornar acessível, o SIBi entendeu como sendo de grande relevância e extensão social, a inclusão dos livros exigidos pela Fuvest”, explica a diretora.
Além de possuir os direitos de seis dos nove livros da lista do vestibular, a Editora Martin Claret gerou uma série de roteiros de leitura e perguntas que orientam os alunos sobre os principais pontos do texto.
Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/12/14/parceria-entre-usp-e-editora-transforma-em-audiolivros-seis-titulos-da-lista-da-fuvest.jhtm


 

Unesp 2013: Siga correção comentada do primeiro dia de provas da 2° fase

do Uol, em São Paulo
Confira agora a correção do primeiro dia de provas da segunda fase do vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista) feita por professores do Curso e Colégio Objetivo.
Dos 45.639 candidatos convocados para essa etapa, 9,4% não compareceram ao primeiro dia de prova da segunda fase, segundo a Vunesp, responsável pelo vestibular.
Na segunda-feira (17), os estudantes têm o segundo dia de provas dessa etapa do processo seletivo. Os portões serão abertos às 13h e o exame começa às 14h. Os candidatos têm 4h30 para terminar o exame.

Estudantes fazem segunda fase do vestibular 2013 da Unesp

Foto 15 de 25 - 16.dez.2012 - Candidata corre, pula a grade para conseguir entrar na segunda fase da Unesp 2013 Mais Aline Arruda/UOL
É recomendado que o candidato compareça ao local de prova com uma hora de antecedência. A saída do prédio só será liberada após 3h30 de prova.
É preciso apresentar nos dois dias de prova um documento de identidade original com foto. Os vestibulandos também devem levar lápis preto nº 2, apontador, borracha, caneta esferográfica com tinta azul ou preta e régua transparente.
Hoje, os candidatos fazem 24 questões discursivas, sendo 12 de ciências humanas (elementos de história, geografia e filosofia) e 12 de ciências da natureza e matemática (elementos de biologia, química, física e matemática).
Amanhã, serão 12 questões de linguagens e códigos (elementos de língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte) e redação.
A lista geral de classificação está prevista para o dia 29 de janeiro de 2013. A primeira chamada será divulgada dia 14 de fevereiro, com matrícula nos dias 18 e 19 do mesmo mês.

Primeira fase 

A primeira fase da Unesp, realizada no dia 18 de novembro, teve abstenção de 8,7%. Dos inscritos, 8.236 faltaram às provas. O maior índice foi registrado na cidade de Itapeva (SP), com 18,1%. A cidade de São Paulo teve abstenção de 7,8%.
A prova da primeira fase foi composta por 90 questões objetivas.

Estudantes fazem a primeira fase do vestibular 2013 da Unesp

Foto 22 de 28 - Candidatos fazem a primeira fase do vestibular 2013 da Unesp (Universidade Estadual Paulista) neste domingo (18). São 90 questões de múltipla escolha. O curso mais concorrido é medicina, em Botucatu, com 185,3 c/v. Em segundo lugar aparece o curso de direito, diurno, em Franca, com 63,6 candidatos por vaga. Em seguida engenharia química, em Araraquara, e arquitetura e urbanismo, em Bauru, com 57,8 e 48,4 c/v, respectivamente Mais Aline Arruda/UOL
Retirado do site:http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/12/16/unesp-2013-siga-agora-correcao-comentada-do-primeiro-dia-de-provas-da-2-fase.jhtm

UOL terá correção online do 9° Exame de Ordem da OAB no domingo

Do Uol em São Paulo
 A primeira fase do 9° Exame de Ordem Unificado da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) será realizada neste domingo (16), às 14h - horário de Brasília. A partir das 20h30, o UOL transmitirá a correção comentada da prova em vídeo, feita em parceria com o CERS (Complexo de Ensino Renato Saraiva) e o Portal Exame de Ordem.
Confira aqui a lista com os locais de prova da 1ª fase do 9º Exame de Ordem Unificado, que será realizado no dia 16 de dezembro.

Prova

As questões da prova objetiva serão de múltipla escolha. O exame abrangerá as disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de Direito, além de questões sobre o Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei 8.906/94) e seu Regulamento Geral, Código de Ética e Disciplina, direitos humanos, Código do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, direito ambiental e direito internacional.
A etapa subjetiva ou prova prático-profissional será aplicada no dia 24 de fevereiro de 2013, também com cinco horas de duração.
O Exame de Ordem pode ser prestado por bacharel em direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou do nono e décimo semestres.

9º EXAME DE ORDEM UNIFICADO

Evento Data
Publicação do Edital de Abertura 12/11/2012
Período de Inscrição 12/11/2012 a 26/11/2012
Prova Objetiva - 1ª fase 16/12/2012
Prova prático-profissional - 2ª fase 24/02/2013

Calendário 2013

A OAB já divulgou as datas das próximas edições do Exame de Ordem Unificado. Segundo nota publicada no site da OAB, a divulgação das datas serve para aperfeiçoar cada vez mais o Exame e para facilitar a vida dos candidatos.

Exame de Ordem da OAB - Calendário

Exame de Ordem 9º Exame 10º Exame 11º Exame 12º Exame
Publicação do edital 12 de novembro 22 de março 12 de julho 4 de novembro
Período de inscrições 12 a 26 de novembro 22 de março a 9 de abril 12 a 30 de julho 4 a 19 de novembro
Aplicação da prova objetiva (1ª fase) 16 de dezembro 28 de abril 18 de agosto 8 de dezembro
Aplicação da prova discursiva (2ª fase) 24 de fevereiro 16 de junho 6 de outubro 2 de fevereiro
  • Fonte: OAB
A aprovação no Exame de Ordem é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, nos termos do art. 8º, 4, da Lei 8.906/1994.
Outras informações podem ser obtidas no edital ou pelos sites da FGV Projetos e da OAB.

Com "rock educativo", banda Sujeito Simples usa músicas para ensinar gramática

Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo
 

Atual formação da banda Sujeito Simples: Zique (esquerda), Marcelo e Dino
  • Divulgação
    Atual formação da banda Sujeito Simples: Zique (esquerda), Marcelo e Dino
Com letras sobre pronomes, adjetivos, verbos e outras classes gramaticais, a banda Sujeito Simples usa o rock and roll para ensinar temas da língua portuguesa. A ideia surgiu quando Marcelo Darcini, 36, guitarra e vocal, estudava para o vestibular em Curitiba.
"Estava estudando para o vestibular e comecei a fazer uns trechos de música sobre algo que eu precisava gravar mais. A princípio eram só pedaços, depois que pensei em fazer uma banda que cantasse as classes gramaticas. São dez classes, dez músicas", disse Darcini.
Em 2007, Darcini escreveu a primeira canção, "Substantivo", "para ver como ficava". Com a música gravada, começou a procurar pessoas para a banda. "A ideia era fazer uma revista e um CD para o professor usar na sala de aula. O propósito inicial era mais didático. Só que a gente ficou segurando isso por um bom tempo. Tentamos contato com editoras, grupos educacionais, mas vimos que isso não funcionava, o pessoal não estava afim", afirmou.

Clipe

Sem o interesse das editoras, decidiram gravar um clipe e colocar na internet, para ver como seria a aceitação: "Fizemos o clipe de ‘Preposição’ em 2011, se eu não me engano. Queríamos ver o que o público ia achar. E o pessoal começou a gostar, os comentários foram bem positivos".
No site da banda, estão disponíveis para download gratuito os dois discos do Sujeito Simples, com vinte canções e duas revistas.
Depois da divulgação do vídeo, o trio começou a receber convites para participar de programas de televisão, mas ainda não tinha feito nenhum show ao vivo fora das TVs – a primeira apresentação aconteceu ontem (14), em Sobradinho (RS). A banda, que já teve diferentes formações, hoje é composta por Darcini, o baixista Dino Krol, 25, e o baterista Eziquiel Augustin, 24, conhecido como Zique.

Correção gramatical

O vocalista faz questão de enfatizar que não é "nenhum 'expert' em português", por isso, ele e os companheiros de banda recebem ajuda de professores para compor as letras das canções. "Tivemos uma ajuda de uma professora no começo para fazer as letras. Eu entendo de música e composição, mas a língua portuguesa tem que ter alguém que dê uma força", contou Darcini.
Hoje, segundo ele, vários professores ajudam a banda. São profissionais que conheceram o trabalho do trio pela internet e se ofereceram para participar do processo. A maior parte dos contatos acontece por email ou Facebook.
Darcini conta que já melhorou muito no português depois da banda. Eles também recebem respostas positivas de muitos estudantes e concurseiros, que dizem ter melhorado as notas após conhecer o "rock educativo".
Mesmo assim, os integrantes da Sujeito Simples não podem largar seus trabalhos para se dedicar somente a banda, pois ainda não há retorno financeiro e eles encaram essa experiência como hobby.
"O retorno financeiro não veio, mas veio de outra forma. Estamos contribuindo para o aprendizado de algumas pessoas."

retirado do site: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/12/15/com-rock-educativo-banda-sujeito-simples-ensina-gramatica-em-musicas.htm

Inscrições para doutorado no exterior vão até 31 de janeiro

Portal do MEC
Os interessados em cursar doutorado fora do Brasil já podem fazer a inscrição, pela internet, no Programa de Doutorado Pleno no Exterior, oferecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. O prazo vai até 31 de janeiro de 2013.

Podem concorrer às bolsas de estudos brasileiros e estrangeiros ainda sem título de doutor e que não sejam alunos regulares em programas de doutorado no país. No caso dos estrangeiros, é necessário ter visto permanente no Brasil.

O programa da Capes oferece bolsas de doutorado pleno no exterior em áreas não contempladas pelo Programa Ciência sem Fronteiras, do MEC. As bolsas são destinadas a candidatos de elevado desempenho acadêmico, que tenham planos de estudos de doutorado aceitos em instituições estrangeiras de excelência.

Estão impedidos de concorrer às bolsas os candidatos que pretendam cursar doutorado na Alemanha, orientados por edital específico.

Entre os objetivos do programa estão desenvolver os centros de ensino e pesquisa brasileiros, com o retorno do bolsista; ampliar o nível de colaboração e de publicações conjuntas entre pesquisadores que atuam no Brasil e no exterior; ampliar o acesso de pesquisadores brasileiros a centros internacionais de excelência; dar maior visibilidade internacional à produção científica, tecnológica e cultural brasileira.

Os candidatos selecionados receberão benefícios como mensalidade; adicional por dependente, quando for o caso; auxílio-instalação, também quando for o caso; auxílio-deslocamento e auxílio para obtenção de seguro-saúde. A bolsa dos candidatos selecionados deve ser implementada no segundo semestre de 2013. Mais informações no  regulamento do programa. As inscrições devem ser feitas na página do programa na internet.

As áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras estão descritas na página do programa na internet.

Assessoria de Comunicação Social


Palavras-chave: pós-graduação, doutorado, Capes

Mulheres dominam a sétima edição do Grande Prêmio Capes de Teses

Portal do MEC
As mulheres foram as vencedoras do Grande Prêmio Capes de Teses de 2012. Na noite de quinta-feira, 13, foram premiadas 44 teses de doutorado em diversas áreas do conhecimento, no Prêmio Capes de Teses de 2012. As maiores vencedoras da noite foram Caroline Furtado Junqueira, Márcia Almada, e Elisa Souza Orth. Elas tiveram as teses selecionadas entre mais 12 mil trabalhos apresentadas este ano no Brasil e receberam o grande prêmio, que chegou à sétima edição.


Como estabelece a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, o grande prêmio distingue as três melhores teses ganhadoras do Prêmio Capes, selecionadas em três grupos de grandes áreas — ciências biológicas, ciências da saúde e ciências agrárias; engenharias, ciências exatas e da terra e multidisciplinar (materiais e biotecnologia), e ciências humanas, linguística, letras e artes, ciências sociais aplicadas e multidisciplinar (ensino).

Vencedora do prêmio Carlos Ribeiro Diniz, que selecionou, nesta edição, a melhor tese na área de ciências biológicas, ciências da saúde e ciências agrárias, Caroline Furtado Junqueira apresentou pesquisa que usa clones alterados geneticamente do protozoário causador da doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi, para combater o crescimento de tumores. O sucesso no trabalho abre nova área de pesquisa no combate ao câncer. Carlos Ribeiro Diniz [1919-2002] foi professor e pesquisador, membro da Academia Brasileira de Ciências.

Doutora em bioquímica e imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, Caroline pretende continuar na área de pesquisa. Ela participa de programa de pós-doutorado no Centro de Pesquisa René Rachou, em Belo Horizonte. “Além do reconhecimento de nosso trabalho, o prêmio pode nos ajudar a conseguir recursos para manter nossas pesquisas”, afirmou.

Manuscritos — O grande prêmio para ciências humanas, linguística, letras e artes homenageia este ano a pedagoga e psicóloga Carolina Martuscelli Bori [1924-2004]. Foi agraciada a historiadora e restauradora Márcia Almada. Em seu trabalho, ela apresenta reflexão sobre os significados, usos e produção de manuscritos adornados no Brasil do século 18.

Química — O geógrafo Milton Santos [1926-2001] é o patrono do grande prêmio na área de engenharias e ciências exatas e da terra, concedido à doutora em química Elisa Souza Orth. Os resultados da pesquisa podem repercutir diretamente na aplicação da desferroxamina para remover o excesso de ferro do corpo com fins terapêuticos como forma de prevenir o câncer.

Seleção — O Prêmio Capes distingue as melhores teses de doutorado defendidas e aprovadas em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. São considerados na seleção quesitos de originalidade, inovação e qualidade. “O prêmio marca a qualidade dos cursos de pós-graduação das universidades e institutos de pesquisa brasileiros”, disse o presidente da Capes, Jorge Guimarães. “Estamos incentivando a pesquisa científica no pais.”

Além do certificado, as três vencedoras do grande prêmio de 2012 receberam, cada uma, U$ 15 mil da Fundação Conrado Wessel, que participa da premiação desde a primeira edição, em 2005.

Assessoria de Comunicação Social

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