domingo, 1 de abril de 2012

Programador de Games: Profissão que é diversão!

Por Marcelo Quelho e Paulo Milet | Redação ESCHOLA.COM
Cada vez mais o mercado de Games ganha espaço no Brasil e no mundo atraindo fãs, players (jogadores) e profissionais da área de T.I. (tecnologia da informação).
Isso porque, o que antes era somente passatempo, se tornou profissão. E com excelentes perspectivas de ganho.
 
O Brasil vem sendo bastante assediado por empresas que desenvolvem games em todo o mundo, pois, possui um perfil essencial para o “criador de games”: a criatividade.
Os apaixonados por games já perceberam que a forma de jogá-los evoluiu muito e esse avanço se deve, entre outros fatores, à criatividade de um profissional que imagina a história, desenha os personagens e cenários do jogo.
 
Ao longo dos anos, os jogos passaram por diversas mudanças. Na década de 80, por exemplo, a moda eram os jogos de plataforma, tipo Super Mario, um dos mais famosos. Nos dez anos seguintes games em 3D se tornaram a grande atração e, atualmente, os usuários estão se entretendo com MMORPGs, que são jogos online no formato RPG e com grande quantidade de jogadores.
 
Quem pretende seguir carreira profissional nessa área, não precisa saber trabalhar em todas essas etapas. O ideal é se especializar em apenas uma delas. Porém, para quem deseja liderar o processo de produção de um jogo, é essencial saber como funcionam todas as etapas.
 
O mercado de trabalho para essa área é bastante amplo. Isso porque engloba aplicativos para celular, web vídeo, complementação de produção, animação digital, produção videográfica e pós- produção. 
 
E os salários? Um programador de games iniciante pode ganhar até R$ 2.000,00. Um experiente passa de R$ 5.000,00. E, se virar um Game Designer, o céu é o limite, porque existem poucos profissionais para ocupar todos os postos disponíveis. 

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Um dado importante, lançado pela Revista Info Exame de 14 de março de 2012, diz que o mercado dos games movimentou 125 bilhões de reais em 2011, um crescimento de 7% em relação a 2010. O faturamento vem desde a venda de jogos para consoles até aplicativos para smartphones.
Ou seja, se 2011 foi um ano ruim para a economia, o mesmo não aconteceu com as empresas que criam e distribuem games. Enquanto o mundo real aperta o cinto, os jogos eletrônicos batem recordes. 
 
O sucesso do mercado de games fica ainda mais evidente, se comparado a outras formas de entretenimento. Lançado no final do ano passado, o Call of Duty Modern Warfare 3 faturou 775 milhões de dólares na primeira semana de vendas.
É mais do que a bilheteria de Harry Potter e as Relíquias da Morte, Crepúsculo e Transformers Segundo Guilherme Camargo, diretor de marketing da Microsoft e responsável pelo Xbox 360 no Brasil, “A popularização de games controlados por sensores atraiu um público mais amplo. Mulheres, idosos e crianças passaram a consumir games”.

Uma informação importante é que para ser um programador não há necessidade de Ensino Superior, mas é essencial  ter o Ensino Médio completo.
Enfim, ser um PROGRAMADOR DE GAMES  é uma daquelas raras profissões onde você pode ganhar bem e se divertir ao mesmo tempo! 
 
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Fonte: Marcelo Quelho e Paulo Milet - Redação ESCHOLA.COM
Retirado do site:http://br.educacao.yahoo.net/conteudo.aspx?titulo=Programador+de+Games%3a+Profiss%C3%A3o+que+%C3%A9+divers%C3%A3o!

Ministério divulga obras para que escolas façam sua seleção

Portal do MEC
Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 28, portaria com a lista de obras aprovadas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2013. Os livros serão apresentados às escolas no Guia do Livro Didático 2013, publicado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação.

Foram aprovados 125 títulos, nas categorias ciências; alfabetização matemática e matemática; alfabetização e letramento e língua portuguesa; história; história regional; geografia, e geografia regional.

Os livros foram submetidos a uma avaliação pedagógica realizada por instituições públicas de educação superior, de acordo com as orientações e diretrizes estabelecidas pelo MEC. Os avaliadores emitiram pareceres indicando a aprovação da obra, a aprovação condicionada à correção de falhas pontuais ou a reprovação das obras.

Os detentores dos direitos autorais das obras que necessitam de correções devem entregá-las corrigidas em até 15 dias. Para as obras reprovadas, os recursos podem ser apresentados em até 10 dias.

Os detentores dos direitos autorais podem acessar os pareceres sobre as obras por meio do Sistema de Material Didático (Simad).

PNDL – o programa tem como principal objetivo subsidiar o trabalho pedagógico dos professores, por meio da distribuição de coleções de livros didáticos aos alunos da educação básica. Após a aprovação das obras, o Ministério da Educação publica o Guia de Livros Didáticos com resenhas das coleções consideradas aprovadas. O guia é encaminhado às escolas, que escolhem, entre os títulos disponíveis, aqueles que melhor atendem ao seu projeto pedagógico.



Assessoria de Comunicação Social

Acesse a portaria com a lista das obras aprovadas

Palavras-chave: educação básica, livro didático, PNLD


Professores formados em inglês podem estudar no Reino Unido

Portal do MEC

Professores formados em língua inglesa, que estejam lecionando na rede pública de ensino, podem completar seus estudos no exterior com bolsa concedida pelo Ministério da Educação. O Programa de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira, gerenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), está com inscrições abertas até 20 de abril.

O edital pode ser consultado na página da Capes. São oferecidas até 30 vagas para curso de aperfeiçoamento em didática da língua inglesa no Instituto de Educação da Universidade de Londres. Para se candidatar, o professor tem de ter nacionalidade brasileira e licenciatura em língua inglesa e comprovar proficiência no idioma e vínculo com a rede pública de educação básica.

As inscrições são gratuitas e feitas exclusivamente pela internet. É preciso preencher um formulário e enviar documentação até 20 de abril. Os professores selecionados receberão 910 libras para custear as despesas de alimentação, hospedagem e transporte, além de passagens aéreas, seguro saúde e pagamento de taxas escolares. O curso terá duração de cinco semanas.

A Professora Estela Knitter leciona desde 2000 na rede pública de ensino de Teresina e participou ano passado do programa oferecido pela Universidade de Oregon (EUA). “Eu nunca tinha tido a oportunidade de vivenciar a língua, de ver na prática o idioma com o qual eu trabalho. Foi uma experiência incrível, tanto pessoal quanto profissional e extensiva aos meus alunos”, conta.

Rovenia Amorim

Acesse o edital na página da Capes

Mais informações por correio eletrônico ou pelo telefone (61) 2022-6668

Ouça o depoimento da professora Estela Knitter

Palavras-chave: educação superior, formação do professor, bolsas, Capes


Instituições de ensino técnico aprovadas podem fazer sua adesão ao Fies

Portal do MEC
O Diário Oficial da União desta sexta-feira, 30, publicou portaria que regulamenta o processo de adesão das mantenedoras de instituições privadas de educação profissional e tecnológica ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A concessão de uma linha específica de financiamento para cursos técnicos e de formação inicial e continuada integra o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec).

A partir de agora, as mantenedoras das instituições já aprovadas em processo de habilitação específico poderão aderir ao Fies. O procedimento para ser habilitado possui basicamente duas fases: solicitação de abertura de processo, por meio de cadastro específico no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec), e recebimento de visita in loco de avaliadores acreditados pelo Ministério da Educação.

Ao todo, mais de 600 instituições de ensino técnico já solicitaram o início da habilitação no Sistec. São critérios avaliados os quantitativos de ingressantes e concluintes, existência de laboratórios específicos, espaço físico adequado, entre outros. Caso estejam de acordo com os padrões exigidos para oferta de cursos técnicos e de formação inicial e continuada, as entidades privadas serão habilitadas para aderir ao Fies.

A concessão de financiamento estudantil para cursos técnicos de nível médio, por meio do Fies, surgiu com o Pronatec. Antes o fundo custeava apenas cursos superiores. Ainda em 2012 terá início o financiamento de até 100% dos encargos educacionais tanto para estudantes diretamente, como também as empresas que desejarem qualificar seus trabalhadores.

A operação dessa modalidade do Fies será realizada e gerenciada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sob a supervisão da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, por meio do Sistema Informatizado do Fies (SisFies Técnico).

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a íntegra da portaria
Palavras-chave: educação superior, educação profissional, educação tecnológica, financiamento estudantil, Fies


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