terça-feira, 12 de julho de 2011

Enem será obrigatório para estudante solicitar o Fies

Da Redação
Em São Paulo
Estudantes que tenham concluído o ensino médio a partir de 2010 só poderão solicitar o Fies (Financiamento Estudantil) se tiverem feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A nova regra começa a valer no dia 29 de julho. Para solicitar o Fies no segundo semestre de 2011, o aluno deve ter feito o Enem 2010.
Estudantes que terminaram o ensino médio antes de 2010 não precisam fazer o Enem para solicitar o financiamento. Também estão isentos professores das redes públicas da educação básica em efetivo exercício do magistério.

O pedido do financiamento pode ser feito em qualquer data, independente do semestre que o aluno curse. A renovação dos contratos do Fies feitos até o primeiro semestre de 2011 deve ser feita até 31 de julho.

Outras informações podem ser obtidas no site do MEC (Ministério da Educação).
Retirado do site:http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/07/11/enem-sera-obrigatorio-para-estudante-solicitar-o-fies.jhtm

Escolas privadas têm turmas mais cheias que as escolas públicas

FÁBIO TAKAHASHI
ALESSANDRA BALLES
ANDRÉ MONTEIRO
DE SÃO PAULO
Dados divulgados pela primeira vez na internet pelo Ministério da Educação mostram que escolas privadas podem ter classes maiores que as públicas e que não há perfil padrão entre as melhores no Enem.
A Folha tabulou e publica nesta segunda-feira essas e outras informações --como taxa de reprovação por colégio-- que visam ajudar as famílias a analisar instituições de ensino fundamental e médio.
"A existência de mais indicadores pode relativizar o ranking do Enem como o único termômetro para a avaliação", disse Silvia Colello, educadora da USP. Os dados são de 2010. Anteriormente, mesmo de anos anteriores, só estavam disponíveis a quem consultasse diretamente o Inep (órgão de pesquisas do MEC).
Um desses indicadores é o número de alunos por sala de aula, que pode interferir na relação entre os estudantes e deles com seus professores.

Mesmo cobrando mensalidades, três colégios privados são os que mais possuem alunos de ensino médio por turma na capital paulista --o Adventista da Liberdade, o Etapa e o Objetivo-Paz têm classes maiores que qualquer colégio público.

No Adventista, a média por turma é de 55. No Etapa são 51, e na unidade Paz do Objetivo, 49. A primeira pública é a José de San Martin, com 49. Procurados desde terça, assessores dos colégios afirmaram que não encontraram representantes das escolas para comentar os dados, devido às férias.

"Em turmas cheias, provavelmente a avaliação do aluno será feita com base na prova, e não pelo desenvolvimento no ano", disse a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar.

Educadores apontam ainda que turmas grandes impedem que o docente dê atenção individualizada ao jovem, além de dificultar atividades em grupo e interativas.

Já em relação ao desempenho em avaliações, as pesquisas não são conclusivas se classes numerosas prejudicam o rendimento dos alunos de ensino médio --a relação é mais clara nas séries iniciais do fundamental.

O colégio Adventista, por exemplo, obteve a 206ª melhor nota do Enem 2009 (último divulgado), entre cerca de 800 escolas; o Etapa foi o sétimo, e o Objetivo-Paz, 28º.

"Essas escolas até conseguem passar o conteúdo. Mas a pergunta é se ela deve ser só repassadora de conteúdos ou é também para formar pessoas", disse Mozart Neves, membro do Conselho Nacional de Educação.

Ele pondera que os colégios podem ter turmas grandes para obter mais lucro ou por falta de bons professores.

Na média, o sistema público possui turmas maiores --são 39 alunos por sala, contra 26 nas particulares.

Colaborou ANDRESSA TAFFAREL

Editoria de Arte/Folhapress Editoria de Arte/Folhapress

Retirado do site:http://www1.folha.uol.com.br/saber/941625-escolas-privadas-tem-turmas-mais-cheias-que-as-escolas-publicas.shtml

Governo repassa R$ 8,2 milhões para a manutenção de escolas

Portal do MEC
Mais de R$ 8,23 milhões estarão disponíveis nesta terça-feira, 12, para escolas públicas de 22 estados. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fez o repasse na última sexta-feira, 8, por meio do programa Dinheiro Direto na Escola. Os recursos podem ser usados para pequenos reparos, manutenção da infraestrutura do colégio e compra de material de consumo e bens permanentes, como geladeira e fogão.

Os principais beneficiados foram unidades de ensino dos estados de Roraima, que receberam R$ 1,85 milhão; Bahia (R$ 1,04 milhão); Tocantins (R$ 1,04 milhão); Pará (R$ 641 mil); Ceará (R$ 556 mil) e Piauí (R$ 551 mil).

Também na última sexta-feira, o FNDE transferiu R$ 1,69 milhão para escolas públicas de 16 estados, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola). Os maiores beneficiados foram unidades de ensino de Minas Gerais (R$ 348 mil), Rio Grande do Sul (R$ 295mil) e Pará (R$ 276 mil).

Assessoria de Comunicação Social do FNDE
Palavras-chave: recursos para a educação Dinheiro Direto na Escola, FNDE

Selecionados na lista de espera podem procurar instituição

Portal do MEC
Os candidatos não selecionados nas chamadas regulares do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que se inscreveram a uma vaga da lista de espera podem procurar a instituição de ensino superior a partir desta segunda-feira, 11. A lista de espera será usada pelas instituições participantes do sistema para o preenchimento das vagas não ocupadas.

O Sisu seleciona candidatos a vagas em instituições de educação superior que tomam como base, no processo seletivo, apenas a nota obtida pelo estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste segundo semestre, inscreveram-se 446.508 candidatos, que concorrem a 26.336 vagas, oferecidas por 48 instituições públicas de ensino.

No boletim de acompanhamento constante da página eletrônica do Sisu, o candidato pode conferir sua opção de inscrição na lista de espera.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, seleção unificada, Sisu, Sesu

Governo oferecerá 75 mil bolsas para pesquisa no exterior até 2014

Portal do MEC
O governo federal vai oferecer 75 mil bolsas de estudo para pesquisa e estágio no exterior até 2014. O anúncio foi feito pela presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia de entrega do Prêmio Anísio Teixeira, realizada no Palácio do Planalto nesta segunda-feira, 11. A premiação faz parte das comemorações dos 60 anos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

As bolsas farão parte do Programa Ciências sem Fronteiras, que oferece aos estudantes a oportunidade de estudar nas melhores universidades do mundo. As bolsas do programa serão lançadas por meio de editais, em que as universidades apresentarão propostas, e terão financiamento pela Capes e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O governo pretende que essas 75 mil bolsas atinja o total de 100 mil, com a participação do empresariado. “Temos o desafio de sensibilizar o setor privado para contribuir para a formação de mais 25 mil estudantes”, disse a presidenta.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou que o crescimento do Brasil se dará com a capacitação dos brasileiros em todos os níveis. “O maior ideal de Anísio Teixeira era a formação de recursos humanos de nível superior, não para o nível superior, mas para toda a educação”, disse ele.

Para contribuir para uma formação completa da educação básica à pós-graduação, o portal de periódicos da Capes oferece todo o conteúdo da Enciclopédia Britannica Escola Online para estudantes do ensino fundamental de escolas públicas brasileiras. O conteúdo pode ser acessado em computadores localizados nas dependências das escolas públicas. Mais de 27 milhões de alunos terão acesso aos conteúdos.

Prêmio Anísio Teixeira – Instituído pelo Ministério da Educação em 1981, nas comemorações dos 30 anos de criação da Capes, o prêmio é oferecido a cada cinco anos. São homenageadas personalidades brasileiras com relevante contribuição para o desenvolvimento da pesquisa da pós-graduação no país. Patrono da educação Brasileira, Anísio Teixeira [1900-1971] dirigiu a Capes de 1951, ano de criação, até 1963.

Os homenageados

Álvaro Toubes Prata — Reitor e professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi coordenador de área de engenharias III na Capes. Atua como pesquisador nível 1A no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordena, na UFSC, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Refrigeração e Termofísica. Recebeu a comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico, classe Grã-Cruz, destinada a personalidades que se distinguem por relevantes contribuições à ciência. Natural de Uberaba, Minas Gerais.

Fernando Galembeck — Professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vinculado ao Instituto de Química, orientou 80 teses, três delas premiadas. Atua na área de novos materiais e já licenciou sete patentes. Participou da implementação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), que revolucionou a química brasileira. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior, entre os quais os da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Sociedade Brasileira de Química e o Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, em 2007. Natural de São Paulo.

João Fernando Gomes de Oliveira — Professor titular da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), e diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Tem pós-doutorado pela Universidade da Califórnia – Berkeley. Foi coordenador da área de engenharias III da Capes. Reúne 200 trabalhos publicados em periódicos, congressos, revistas e jornais e cinco patentes. Foi condecorado com a comenda e a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico. Recebeu o prêmio da Fundação Conrado Wessel e o SAP Americas Innovation Award. Natural de São Paulo.

Luiz Bevilacqua — Professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, diretor das unidades de pesquisa do CNPq, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro, presidente da Agência Espacial Brasileira, vice-reitor acadêmico da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ e reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC). Participou da criação do programa de engenharia civil da UFRJ. Natural do Rio de Janeiro.

Nelson Maculan Filho — Professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ultrapassou a centena de trabalhos publicados, formou 150 mestres e 60 doutores e ocupou cargos de destaque na administração acadêmica, entre eles os de reitor da UFRJ e de secretário de educação superior do Ministério da Educação. Recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Paris 13 e a Medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico. É membro da Academia Brasileira de Ciências. Natural de Londrina, Paraná.

Diego Rocha
Palavras-chave: educação superior, Capes, bolsas

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