terça-feira, 24 de maio de 2011

Educação ambiental é caminho para engajamento político de jovem

Sarah Fernandes

Conhecer a cadeia produtiva dos alimentos, descobrir de onde vem a água do seu bairro e articular pessoas em prol de campanhas pelo meio ambiente. Essas são algumas contribuições da educação ambiental para a formação de jovens, segundo o ex-coordenador do Programa de Juventude e Meio Ambiente do Ministério da Educação, Rangel Mohedano, que esteve no cargo até março deste ano.

Ele concedeu uma entrevista exclusiva ao Portal Aprendiz sobre como a educação ambiental pode enriquecer o currículo das escolas. Confira.

Aprendiz – Qual a relação entre educação e meio ambiente? Como o tema pode contribuir para o aprendizado nas escolas e em espaços de educação não formal?

Rangel Mohedano – A ponte entre essas duas áreas é natural. O meio ambiente não é a Amazônia ou o lago Titicaca, mas, sim, onde você está. A relação do ser com o ambiente gera aprendizado, pois todo processo de interação é educativo.

A educação ambiental nos leva por uma linha mais experimental e menos teórica, que é de refletir qual meu papel no meio ambiente. Se eu compro carne, preciso saber se seu processo de produção destrói ou não a Amazônia. É uma questão de perceber como eu, indivíduo, tomo ações que repercutem no mundo.

Aprendiz – O termo educação ambiental parece estar um pouco esvaziado. Há ações do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Ministério da Educação (MEC) para fortalecer essa área?

Mohedano – O Brasil é o primeiro país a ter uma politica nacional de educação ambiental. Ela é referência em legislação e execução. Pelas diretrizes, o MEC e MMA compõem um órgão gestor que trabalha junto com um comitê para chamar a sociedade para construir ações pela educação ambiental. Com ela, temos, à medida do possível, recursos disponíveis para contratar professores para a área. Neste trabalho de forminha conseguimos reverter o esvaziamento.

Aprendiz – Apesar disso, a participação de escolas nas Conferências Infanto-Juvenis de Meio Ambiente diminuiu.

Mohedano – Na primeira Conferência [Nacional] Infanto-Juvenil de Meio Ambiente [2003] participaram 17 mil escolas. Na última [2009], 11 mil. A participação diminuiu, mas a qualidade aumentou. O processo de qualificação das propostas e das diretrizes foi muito grande.

É notório que as pessoas se debruçaram sobre o tema e perceberam a proposta. Trata-se de uma vontade política. São crianças, adolescentes e jovens falando do mundo que queremos. É um processo participativo grande.

Aprendiz – O Meio Ambiente é um dos macro-campos do Programa Mais Educação. O que isso possibilita?

Mohedano – A educação integral e a educação ambiental têm conceitos que ambas as áreas pegam emprestado uma da outra e que são complementares, principalmente quando se fala em educação em espaços e em perspectiva integral.

Aprendiz – Quais elementos a educação ambiental apropria da integral e vice-versa?

Mohedano – Um deles é o de Bairro-Escola. O estudante precisa estudar seu espaço, como é o bairro, de onde vem a água, onde você pode comprar produtos e quem vive no bairro, tendo ele como um espaço educador. Na relação com esse espaço, eu me formo e me educo.

Meio ambiente é, por definição, aquilo que integra tudo. Não tem como falar de água sem falar do clima e do processo de civilização criado naquele espaço. Além disso, possibilita pensar como nossas ações hoje vão impactar daqui 20 ou 30 anos. Se eu formo uma geração para cuidar da água, no futuro teremos água para beber. Se não, não.

Aprendiz – A educação ambiental tem potencial para incentivar jovens a participarem de atividades políticas ou se articularem com outros grupos?

Mohedano – A bandeira ambiental é muito forte e está envolvendo cada vez mais gerações. A ideia é contribuir para ter um mundo saudável para próxima geração. Eu mesmo me envolvi com a causa com 14 anos, pois queria deixar um planeta melhor para os meus filhos. Hoje estou com 30 anos e vejo as gerações que vieram depois da minha com essa vontade mais forte. Então, se trata de uma bandeira mobilização do jovem.

É uma nova forma de fazer política, porque não posso decidir sobre o meio ambiente sozinho. Não importa minha vontade sobre a sua, porque todos têm que fazer sua parte para colaborar com a causa. Não adianta eu parar de jogar lixo no chão se você continua jogando, assim como não adianta São Paulo despoluir o Tietê se Salesópolis [SP] não participar. O ar e a água são de todo mundo. Isso joga a discussão política para um nível elevadíssimo.
retirado do site:http://aprendiz.uol.com.br/content/cisluritid.mmp

Foco no território e aprimoramento de parceria promovem educação integral

Desirèe Luíse
Foco no território e o aprimoramento de parcerias foram dois pontos indicados como importantes para promover educação integral no Brasil, além da valorização de saberes e aprendizagens. Os dados são da pesquisa “Perspectivas da Educação Integral”, lançada nesta quarta-feira (30/3), em São Paulo (SP), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Fundação Itaú Social.

O levantamento analisou 16 experiências brasileiras de educação integral, desenvolvidas por redes de ensino municipal, estadual e por organizações da sociedade civil. O objetivo foi adquirir informações sobre a implantação dos programas e sobre as estratégias utilizadas.

As instituições têm trabalhado com o foco no território, descobrindo o que há de interessante no entorno da escola que possa ser oferecido como complemento ao aprendizado do aluno. “Tanto que muitas das experiências adotam a metodologia do bairro-escola e da cidade educadora”, afirmou Maria Estela Bergamin, gerente de projetos do Cenpec, instituição que coordenou tecnicamente a publicação.

As instituições também têm pensado em novas formas de gestão. Essa é uma das tendências para atuar na formação ampliada de crianças e adolescentes, segundo o relatório. “A educação integral requer a construção de uma rede de parcerias complexa. Não pode ser desenvolvida somente por um setor específico. Parcerias são essenciais, mas devem ser feitas quando há compartilhamento das mesmas intensões”, completou Maria Estela.

Para investir em uma educação articulada com diversas áreas do conhecimento, a gerente do Cenpec apontou que é necessário incluir os saberes da família e da comunidade na política pedagógica das escolas, tomando como ponto de partida o dia-a-dia dos estudantes.

De acordo com a pesquisa, arte e cultura continuam sendo as áreas de maior enfoque das atividades ligadas a educação integral. Em seguida vêm esportes e educação no mundo digital. Além disso, um ponto comum dos projetos analisados é que todos são implantados em locais de vulnerabilidade social, com a perspectiva da equidade.

Desafios

Durante o lançamento da pesquisa, a coordenadora de projetos da Fundação Itaú Social, Márcia da Silva Quintino, apontou os desafios da educação integral. Para ela, além de responder às demandas de gestão, é essencial investir na formação dos educadores. “Com este tipo diferenciado de educação, os muros da escola serão ampliados. Precisamos de flexibilidade e atenção para esses novos educadores”, disse.

A necessidade de reorganizar tempos, espaços e conteúdos foi outro desafio lembrado. “Buscar modos mais abertos de funcionamento para as instituições educativas, estabelecendo uma ponte entre local e global. A educação deve ser voltada para um mundo complexo e em constante mudança”, alertou Márcia.

“É possível trabalhar estratégias para desenvolver a capacidade dos alunos de adquirirem a tolerância à diversidade, por exemplo. O que evitaria casos de racismo e violência doméstica”, finalizou Maria Estela.
retirado do site:http://aprendiz.uol.com.br/content/wripreswuc.mmp

"O Brasil já merece um Nobel", diz professor francês

Thiago Minami
São Paulo
O Brasil só tem seis universidades entre as 500 melhores do mundo, segundo o índice ARWU 2010 (Ranking Acadêmico de Universidades no Mundo). A USP, a mais bem colocada entre as brasileiras, não está nem entre as cem primeiras. Para subirmos no ranking, é preciso, em primeiro lugar, aumentar nosso número de prêmios acadêmicos. “O Brasil já merece um Nobel”, diz o francês Hervé Théry, professor do departamento de geografia da USP e autor de um estudo sobre os índices que medem a qualidade das universidades. "Isso faria o país subir muitas posições"
“O Nobel já poderia, por exemplo, ter vindo na área de química. Mas um dia vai chegar. É diferente de um país como Uganda, por exemplo, que nunca vai chegar a ganhar um prêmio desses por desempenho acadêmico”, aponta Théry, que fez palestra sobre o tema em evento organizado pela Unesp nesta terça-feira (24), em São Paulo.

Além do prêmio Nobel, o Arwu – chamado também de “índice Xangai”, por ter sido elaborado nessa cidade – considera o número de medalhas em áreas específicas, como a matemática, e a quantidade de publicações científicas de peso, como as revistas Nature e Science. “A língua é uma barreira. Como a maior parte das universidades consideradas melhores estão em países de língua inglesa, países como o Brasil saem perdendo”, afirma.

O Arwu leva em conta também a produção acadêmica “per capita”, isto é, os pontos recebidos por prêmios e citações divididos pelo número de pesquisadores contratados em tempo integral. Assim as universidades de grande porte não são beneficiadas.

Abismo educacional
Ao verificar outros rankings, como o do jornal inglês Times Higher Education, a conclusão é a mesma: as melhores universidades continuam concentradas em Estados Unidos, Japão e Europa. Austrália e China aparecem em menor escala. No Brasil, as mais bem colocadas estão nas regiões Sul e Sudeste. Ou seja, a produção acadêmica de qualidade anda lado a lado com locais de economia desenvolvida.

“Esses rankings são muito criticados dentro da academia, sobretudo em ciências humanas. Mas fato é que, hoje em dia, eles têm muita repercussão, inclusive na hora de escolher uma universidade no exterior para estudar”, diz Théry. “É preciso entender como funcionam os índices antes de criticá-los ou aceitá-los.”
retirado do site:http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/05/24/o-brasil-ja-merece-um-nobel-diz-professor-frances.jhtm

Dicas de Português: Infinitivo com valor de substantivo não se flexiona

Por Thaís Nicoleti

Flexionar ou não o infinitivo? Essa é uma questão que assola a maior parte dos redatores várias vezes durante a composição de seus textos. São diversos os casos em que a questão se coloca. Um deles, com certeza, é o da estrutura do período a seguir:

“Cabe aos seus eleitores e às famílias brasileiras julgarem se o deputado está certo ou errado.”

Muito bem. O infinitivo se segue a uma sequência de termos no plural (aos eleitores e às famílias brasileiras), mas nem por isso se flexiona. A vizinhança acaba influenciando a opção pela flexão, mas vejamos por que essa escolha não é acertada.

Sabemos que o verbo se flexiona para concordar com seu sujeito, de modo que a forma flexionada “julgarem” estaria correta se tivesse um sujeito no plural, coisa que não ocorre. Na verdade, o infinitivo “julgar” é o sujeito do verbo “caber”. Algo cabe aos eleitores e às famílias brasileiras – esse “algo” é “julgar se o deputado está certo ou errado”. Em outras palavras, “julgar” cabe aos eleitores e às famílias.

Os eleitores e as famílias funcionam como objeto indireto do verbo “caber” – tanto é que esses termos estão antecedidos de preposição, coisa que jamais ocorre com o sujeito de uma oração.

A frase que temos é daquelas em que o infinitivo tem valor de substantivo: “julgar” equivale a “o julgamento”. É o mesmo tipo de estrutura de “Navegar é preciso”, “Beber bastante água faz bem à saúde”, “Praticar exercícios é um hábito saudável”. Nestas, não ocorre confusão porque elas não apresentam objeto no plural, mas a estrutura é basicamente a mesma. Assim: Julgar... cabe aos eleitores e às famílias.

Veja abaixo o fragmento corrigido:

Cabe aos seus eleitores e às famílias brasileiras julgar se o deputado está certo ou errado.
retirado do site:http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/infinitivo-com-valor-de-substantivo-nao-se-flexiona.jhtm

Dicas de Português: Horas, manhã e madrugada

Por Thaís Nicoleti

Antes da indicação de horas, é obrigatório o emprego do artigo, mas é necessário observar que esse artigo deve concordar com a hora em questão. Não se diz “às uma hora” nem “às zero hora”, por exemplo. Vejamos o que ocorre no fragmento abaixo:

“Ambos estavam algemados durante a leitura da sentença, às 0h25. Nardoni recebeu a pena de forma impassível e Jatobá, chorou pouco. (...) Eles chegaram ao local por volta das 3h da manhã deste sábado.”

O redator usou o artigo feminino plural antes de “zero”, contradizendo o princípio da concordância nominal (nomes concordam em gênero e número). A leitura da sentença do casal Nardoni deu-se, portanto, à 0h25 – ou aos 25 minutos da madrugada de hoje.

Madrugada ou manhã? Essa é outra questão suscitada pelo fragmento. É comum na linguagem informal o uso indistinto das duas palavras, mas há uma diferença entre elas. A manhã só tem início com o nascer do sol, que, por isso mesmo, é o amanhecer. O período compreendido entre a zero hora e o nascer do sol é o que se chama madrugada. Assim, não existe 1h da manhã, 2h da manhã, 3h da manhãetc. O ideal é considerar a seguinte divisão do dia: da 0h às 6h, temos a madrugada; das 6h às 12h, a manhã; das 12h às 18h, a tarde; das 18h às 24h, a noite.

Recomenda-se nos textos jornalísticos que se empregue apenas a hora (sem os termos manhã, madrugada, tarde, noite), observando que nunca se diga “1h” no lugar de “13h”, “10h” no lugar de “22h” e assim por diante. Dizemos, então, que o espetáculo tem início às 21h (não às 9h da noite!), que o crime ocorreu por volta das 22h (não por volta das 10h da noite!) – e assim por diante.

Ocorre, porém, que esse tipo de notação é bastante formal e nem sempre coincide com o modo como as pessoas se expressam em situações corriqueiras. Em texto mais informal, é possível usar os termos madrugada, manhã, tarde e noite depois das horas, mas é necessário observar a distinção entre eles.

No trecho acima, o redator colocou uma infeliz vírgula entre o sujeito e o predicado: “Jatobá, chorou”. Pecado mortal da pontuação. Na verdade, Jatobá chorou um pouco. Simples assim. Veja abaixo a correção:

Ambos estavam algemados durante a leitura da sentença, à 0h25. Nardoni recebeu a pena de forma impassível e Jatobá chorou um pouco. (...) Eles chegaram ao local por volta das 3h da madrugada deste sábado.
RETIRADO DO SITE:http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/horas-manha-e-madrugada.jhtm

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Enem 2011 já recebeu mais de 300 mil inscrições em 6 horas de funcionamento do sistema

Da Redação
Em São Paulo
Já foram realizadas mais de 300 mil inscrições no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 nas primeiras seis horas do funcionamento do sistema de inscrições, que foi aberto às 10h desta segunda (23).

Nas primeiras duas horas de inscrição foi contabilizada uma média de 470 inscritos por minuto.
retirado do site:http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/05/23/enem-2011-mais-de-300-mil-inscricoes-em-6-horas-de-funcionamento-de-sistema.jhtm

Enem valerá como 1ª etapa do vestibular 2012 da UFMG

Agência Estado
A direção da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou hoje que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será usado como a primeira etapa do vestibular de 2012. O Enem está com inscrições abertas até 10 de junho e pela segunda vez substituirá as provas iniciais do processo de seleção da instituição.

A pró-reitora de graduação da UFMG, professora Antônia Vitória Aranha, afirmou que não haverá outra forma de ingresso na instituição que não seja o exame realizado pelo Ministério da Educação (MEC). "Quem quiser fazer o vestibular da UFMG, deve se inscrever no Enem. Não fará as provas quem não se inscrever", disse, referindo-se à segunda etapa do vestibular, prevista para a primeira quinzena de janeiro do ano que vem.

No último vestibular, estudantes recorreram à Justiça para fazer as provas da segunda etapa por causa de uma série de problemas no Enem.

Antônia também confirmou as novas regras para o processo seletivo da instituição, que incluem provas de português e literatura brasileira para 44 cursos, antes dispensados destes exames. Outra mudança afetará os candidatos a uma vaga no curso de Gestão de Serviços de Saúde, que serão submetidos também a uma prova de matemática, além das que já estavam previstas.

Até então, as provas de português e literatura brasileira na segunda etapa eram exigidas apenas dos candidatos aos cursos de Letras, Comunicação, Teatro e Dança. A professora justificou a mudança com a necessidade de "avançar com o perfil do estudante da UFMG, no sentido de que ele tenha mais habilidades de interpretação e de leitura, fundamentais em qualquer área do conhecimento".

No entanto, dos estudantes dos demais cursos não serão cobradas leituras de livros. Já os candidatos a um destes quatro cursos deverão ler "Espumas flutuantes", de Castro Alves; "Joias de família", de Zulmira Ribeiro Tavares; "Infância"; de Graciliano Ramos; e "Dom Casmurro", de Machado de Assis. "Mar Absoluto", de Cecília Meireles, também estava na lista inicial, mas sua leitura não será mais obrigatória, pois as edições da obra estão esgotadas.
retirado do site:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/05/23/enem-valera-como-1-etapa-do-vestibular-2012-da-ufmg.jhtm

Inscrições para Enem 2011 começam nesta segunda, às 10h

Da Redação*
Em São Paulo
As incrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começam nesta segunda-feira (23) a partir das 10h -- e serão feitas exclusivamente pela internet.
As inscrições ficarão abertas até dia 10 de junho de 2011, às 23h59. Os interessados precisam ter CPF (Cadastro de Pessoa Física) próprio.

As inscrições vão custar R$ 35. E, assim como nas outras edições, haverá isenção do pagamento da tarifa para alunos que terminam o ensino médio em rede pública.

As provas deste ano serão nos dias 22 e 23 de outubro.

Algumas regras seguem as mesmas no Enem 2011: estão proibidos o uso de lápis e borracha na prova e os inscritos não poderão portar relógio e celular.

"O uso de lápis e borracha não está permitido pensando nos estudantes que querem garantir a lisura do processo. Por respeito a eles, temos que coibir a possibilidade da utilização indevida desses materiais", afirma Malvina Tuttman, presidente do Inep, autarquia do MEC responsável pelo exame.

Abas embedaveis
Sem revisão da redação
O edital do Enem de 2011 não prevê que o estudante possa recorrer da nota obtida na prova de redação. Na edição de 2010, candidatos entraram com ações no Ministério Público pedindo revisão das notas obtidas, mas os pedidos foram negados pelo Inep.
De acordo com a presidente do Inep, a possibilidade de revisão ainda está sendo discutida com o Ministério Público. Ela considera a reivindicação justa, mas afirmou que, caso fosse dado aos alunos essa possibilidade, os resultados do Enem demorariam muito para serem publicados e isto pode atrapalhar o cronograma das instituições de ensino superior que usam o exame em seus processos seletivos.

"Há diversas formas de perceber essa situação. A vista de provas e recurso é desejável, é um direito do estudante. Mas quando estamos tratando de um exame da abrangência do Enem, ficamos em dúvida sobre os resultados saírem imediatamente para que eles sejam utilizados pelas instituições", afirma Malvina Tuttman.

A correção das provas de redação seguirá o mesmo esquema da edição anterior do Enem. Dois técnicos corrigem o texto e, caso haja divergência maior do que 300 pontos ? a nota varia de zero a 1.000, um terceiro professor é chamado para avaliar e dar a nota final.

datas
Início:
23 de maio de 2011, às 10h

Término:
10 de junho de 2011, às 23h59

Onde:
Pela internet, no www.inep.gov.br/enem

Taxa de inscrição:
R$ 35 (pagamento pode ser realizado até 13 de junho)

Documentos:
É obrigatório informar o número do RG e do CPF

Fuso horário:
Horário oficial de Brasília-DF
Inscrição
Inscrição de graça

Estudantes de escola pública que irão concluir o ensino médio nesse ano terão direito a isenção da taxa de inscrição.

Candidatos em situação de carência socioeconômica podem solicitar a isenção da taxa no mesmo sistema da inscrição
Prova
O exame será aplicado em dois dias: 22 e 23 de outubro, a partir das 13h (horário de Brasília)

O cartão de confirmação será enviado, pelos Correios, para o endereço indicado no momento da inscrição. Esse cartão deve conter: número de inscrição, data, hora e local onde serão realizadas as provas, a indicação dos atendimentos diferenciados ou específicos, opção de língua estrangeira e da solicitação de certificação

O exame será composto por quatro provas objetivas e uma redação. Cada prova terá 45 questões de múltipla escolha

No primeiro dia, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias. O estudante terá 4h30 para realizar a prova

No segundo dia, acontecem as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática e suas tecnologias. O estudante terá 5h30 para realizar a prova
Para que serve
Para que serve

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma avaliação do ensino médio aplicada pelo MEC (Ministério da Educação). As notas do exame também são utilizadas para ingresso no ensino superior, principalmente por meio do Prouni (Programa Universidade Para Todos), para instituições particulares, e do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), para universidades públicas

Segundo o edital do Enem 2011, as informações obtidas a partir dos resultados do Enem serão utilizadas para:
* Compor a avaliação de medição da qualidade do ensino médio no país;
* A implementação de políticas públicas;
* A criação de referência nacional para o aperfeiçoamento dos currículos do Ensino Médio;
* O desenvolvimento de estudos e indicadores sobre a educação brasileira, entre outro
* O estabelecimento de critérios de acesso do participante a programas governamentais;
* A constituição de parâmetros para a autoavaliação do participante, com vistas à continuidade de sua formação e à sua inserção no mercado de trabalho
No dia
No dia da prova

Os portões dos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h, de acordo com o horário oficial de Brasília-DF. Não será permitida a entrada de candidatos após o fechamento dos portões, por isso...

CHEGUE CEDO. O edital recomenda que os candidatos cheguem às 12h nos locais de prova. Haverá um marcador de tempo em cada sala

A prova deverá ser respondida somente com caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente

Assim que pegar a prova, verifique se ela contém a quantidade de questões indicadas no cartão-resposta e se apresenta qualquer defeito gráfico que impossibilite a resposta às questões.E não esqueça de MARCAR A COR DO CADERNO DE PROVA
Outras recomendações são:
*Desligar o telefone celular e qualquer equipamento eletrônico ao entrar na sala de prova.

*Não usar lápis, lapiseira, borracha, livros, manuais, impressos, anotações, óculos escuros e quaisquer dispositivos eletrônicos, tais como: máquinas calculadoras, agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, smartphones, tablet, ipod®, gravador, pendrive, mp3 ou similar, relógio, ou qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens

*Guardar, antes do início das provas, em embalagem porta-objetos fornecida pelo aplicador, telefone celular desligado, outros equipamentos eletrônicos desligados e objetos já citados no intem anterior

* Manter a embalagem porta-objeto, lacrada e identificada, embaixo da carteira.

- O estudante só poderá sair com o caderno de questões faltando 30 minutos para o término das provas
- A previsão é que o gabarito seja divulgado em até três dias úteis após a realização das últimas provas. Não há previsão para divulgação do resultado final


*Com informações da Agência Brasil

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